Olá! Esse é o episódio 5 da série e, como vocês talvez já tenham percebido, não existe uma linearidade cronológica, porque nossa ideia não era escrever uma série, mas tão somente um conto de um capítulo.
Como gostamos da repercussão, resolvemos deixar que o Demônio e a Megera contem sua história. Por isso, a série está fazendo um vai e vem gostoso no tempo, mas que pode confundir o leitor. Então, nesse começo, vamos procurar orientar o leitor para não se perder nessa bagunça.
Para uma boa leitura desse episódio 5, leia os episódios 2 e 4, pois juntos formam uma sequência.
Bjs e boa leitura!
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Desde que minha mãe saiu com aquela história de pedir um beijo ao André, a ideia se infiltrou em minha mente. É claro que eu não pediria ao meu irmão postiço para tirar a virgindade da minha boca. Acho que seria ridículo e uma indignidade.
Por outro lado, não foi preciso muita reflexão para concluir que já era hora de dar uma chance a mim mesma de experimentar coisas novas. Acho que eu era a última mulher da minha idade virgem. Se era tão bom assim, e meu corpo conhecia certos prazeres – o Youtube – por que não seria para mim?
O problema é que eu realmente não me sentia atraída pelos homens com quem me relacionava, todos jovens e, como já disse antes, um desperdício de testosterona em cérebros primitivos. Mas logo eu descobriria a verdadeira razão por trás daquele desinteresse.
André era o meu amor, aquele que estava sempre por perto, que me dava atenção, era carinhoso, me tratava com respeito e consideração desde o dia em que nos conhecemos. Por que não com ele? Afinal, era alguém em quem eu confiava e que sabia que faria o melhor por mim. Meu projeto era ambicioso: não só um beijo na boca, mas algo bem mais profundo antes que meu cabaço calcificasse.
Mas eu queria estimular minha própria vontade, desejar tudo aquilo de verdade, se possível, com intensidade. O que não foi difícil porque o simples ato de pensar já fez com que meus pensamentos com relação ao Demônio mudassem. O problema estava do outro lado. Sabia que André me via como uma irmãzinha mais nova, que ele cuidava e paparicava. Então, minha decisão foi seduzi-lo, fazer com que ele me desejasse da mesma forma como eu começava a desejá-lo.
Fui mexer com fogo, acabei consumida por um incêndio.
Naquele dia, André, acabou adormecendo. Tadinho, estava cansado. E eu, tadinha, toda molhada de tanto sentir o calor do seu corpo e suas carícias em minha perna, sem contar com aquele volume em sua bermuda, que, não sabia por que diabos, me deixava salivando e com o coração disparado. A lembrança daquela encoxada na cozinha não habitava só minha mente, mas meu corpo inteiro. Foi a coisa mais ousada que ele fez. Um arrepio gostoso subiu pela minha espinha, chegando ao meu couro cabeludo quando senti aquele volume encostando no meu rego. Quando acariciou minha barriga, me fazendo pressionar a bunda contra sua pélvis, soltei um gemido. Juro que desejei que ele levantasse meu vestido, abaixasse a calcinha e me comece ali mesmo.
Quando adormeceu, consegui fazê-lo deitar na cama e corri para o banheiro, levando meu pijaminha e minha calcinha. Precisava de um banho. Tirei a roupa, liguei o chuveiro e comecei a me tocar. Minha buceta, toda melada, latejava de um jeito insuportável. Minhas pernas estavam bambas de tanto tesão que eu sentia.
Acabei me sentando no chão, a água quente do chuveiro caindo no meu corpo, e comecei a estimular meu grelinho. No começo, lentamente, choramingando seu nome. Depois, mais acelerado, misturando meus gemidos com frases que não terminavam. Imaginei a viagem, nós dois numa cama de casal, eu completamente nua e ele beijando meu corpo, me alisando, me tomando. “Ai André, eu sou sua, me come, me possui, eu te amo”, eu implorava ao vento, chegando a um orgasmo poderoso, que fez meu corpo todo se sacudir, tremer, se arrepiar. Acabei me deitando no chão, esfregando as coxas, apertando meus próprios seios com força. Meu corpo queria mais.
Eu rolava no chão de um lado para o outro, arqueava os quadris, virava de bruços, completamente possuída por aquele tesão descomunal, gemendo e tentando me controlar para não gritar seu nome. Meus dedinhos maltratavam minha buceta e foi assim que alcancei o segundo orgasmo, quase desmaiando.
Se um padre visse aquela cena, provavelmente tentaria fazer uma sessão de exorcismo, mas o único Demônio que habitava e se apropriava do meu corpo, me levando aquele estado de quase insanidade, estava deitado na minha cama.
Depois daquela catarse no chuveiro, percebi que a coisa tinha se tornado realmente séria. Vesti meu pijama, deitei ao seu lado e me agarrei ao seu corpo, assim adormecendo. Quando acordei, estava agarrada a ele. Foi uma sensação de prazer inigualável, nossos corpos colados. Ainda era sábado. Passamos o dia juntos. Fomos ao clube e à noite ficamos jogando buraco com os coroas. No domingo, fomos ao cinema, lanchamos no shopping e eu nem lembro mais o que fizemos depois.
Era semana do meu aniversário de 18 anos, que aconteceria na sexta-feira. Falávamo-nos mais pelo WhatsApp e, com a semana corrida, tínhamos breves encontros, com beijos, abraços e conversas rápidas. Havia uma espécie de acordo silencioso entre nós. Nunca faláramos sobre as coisas que estavam acontecendo. Era os dois deixando rolar.
Na sexta, fizemos uma reunião lá em casa para celebrar minha maioridade. Apesar dos esforços, eu chegava aos 18 anos completamente virgem e apaixonada pelo Demônio. Pensava nele o dia inteiro, ouvia sua vós e sentia seu cheiro mesmo quando estávamos distantes.
André me convidou para estendermos a comemoração no sábado, enfatizando que “só nós dois”. Eu fiquei toda feliz e esperançosa.
Fomos jantar em um restaurante que tinha música ao vivo com pista de dança. Achei aquilo muito romântico, alimentando a expectativa pelo que viria. Caprichei na maquiagem. Coloquei um vestido de cetim que tinha comprado para uma ocasião especial. Um vestido ombro único, curto e que marcava o meu corpo sem ser vulgar. Coloquei um saltinho e meu melhor perfume. Meu look deixava claro que eu via aquilo como um encontro.
André não se produziu menos. Calça Jeans, camisa de manga curta num azul que deixava meu gato um gato. Fomos de carro e jantamos ouvindo música, os dois nitidamente tensos, como quem sabe que tomou uma decisão e terá que arcar com os desdobramentos. Bebemos vinho e André me tirou para dançar. Eu estava a minutos de viver algo mágico e inesquecível.
A música nem era das melhores, mas quem ligava para isso? O importante era nossos corpos colados, nossas respirações pesadas se misturando, nossos rostos colados, ora afastados para que nos olhássemos nos olhos e isso bastasse para que dissessem tudo que havia para ser dito. Não tínhamos pressa, porque o que aconteceria já estava “contabilizado”, como ele disse depois. Só faltava acontecer e viria naturalmente, como algo que já estava programado. Outros casais dançavam, nós apenas continuávamos, um homem e sua mulher. Uma mulher e seu homem.
Nossos rostos se aproximaram. Tão próximos, que nossas respirações se misturaram. Meu coração estava tão acelerado e batendo tão forte, que tinha impressão de que as pessoas ao redor podiam ouvir. O dele também.
Valeu a pena esperar tanto tempo. Nossos lábios se tocaram, como se aquilo fosse um velho hábito. Eu estremeci, cheguei a soltar um gemido, os seios arfaram. O primeiro beijo foi suave, mas demorado, interminável. Eu acariciava sua nuca, seus ombros másculos. Ele envolvia minha cintura, afagava minhas costas e ainda tentava fazer com que nossos corpos acompanhassem o ritmo da música. A música parou, levamos um tempo para perceber. Quase ficamos sozinhos no meio da pista. Voltamos à mesa de mãos dadas. André serviu vinho, mordeu os lábios, os olhos carregados de uma emoção que eu nunca tinha visto, parecendo reunir forças para falar.
- Megera, quer ser minha namorada? – propôs, segurando minhas mãos entre as suas.
Eu entrei em estado catatônico, não conseguia falar. Parecia que um condomínio saía de cima dos meus ombros. O corpo tremia e minha cabeça fazia movimento de positivo, enquanto minha boca fazia beicinho e as lágrimas lavavam a minha cara. Ele puxou meu rosto para seu ombro e afagou minha cabeça, enquanto eu me recompunha daquela emoção quase brutal que eu estava sentindo.
Quando recobrei o mínimo de equilíbrio, peguei a taça de vinho e ergui em sua direção. Ele fez o mesmo.
- Ao dia mais feliz da minha vida – falei, ainda com a voz um pouco embargada.
- Da nossa meu amor. Eu te amo, mas não só como irmã e amiga, mas como mulher – respondeu, me dando um beijo apaixonado.
- Eu também te amo como homem. Acho que, na verdade, sempre foi assim. Eu só não admitia.
- Nem eu, mas tudo tem seu tempo e eu quero fazer você uma mulher muito feliz.
- Mais do que você já me faz.
- Muito mais.
- Isso quer dizer que você vai tirar meu cabacinho e me fazer gemer, gritar e urrar de prazer me comendo?
André deu uma risada, como quem quisesse dizer “você é uma louca mesmo”.
- Se você prometer que vai me fazer boquetes deliciosos.
- Faço qualquer coisa para te agradar. Dou até o cuzinho se você quiser.
André não se conteve e deu uma gargalhada.
- Mas vai ter que lamber minha buceta até me fazer gozar como uma cadela no cio.
- Se ela estiver limpinha e cheirosinha, e sem Youtube, tudo bem.
- Palhaço! – reagi, enlaçando seu pescoço com os braços - Eu sou completamente apaixonada por você. E pode deixar que eu sou limpinha.
- Kkkkkk. Você é linda, gostosa pra caralho... é inteligente e me faz rir.
- E vou aprender a fazer um boquete caprichado.
Esquecemo-nos da hora nos revezando entre goles de vinho, beijos, carícias, abraços e conversas sobre tudo que tínhamos vivido até chegarmos aquele momento. Chegamos em casa no meio da madrugada, nos despedimos no elevador com um beijo de cinema. No domingo, fomos passear na cachoeira juntos, agora como um casal de namorados apaixonados. Naquele dia, eu fiquei muito a perigo, porque estava de biquíni e levei várias encoxadas deliciosas, apertões na bunda e até uns beijinhos nos mamilos. O contato daquele volume dele com meu rego e minha buceta estava me deixando louca.
Por mim, teríamos ido direto para um motel, porque, além de apaixonada, eu estava com um tesão de subir pelas paredes, mas eu não tomava pílula e não queria correr o risco. Então, ficamos nos beijos, abraços e sacanagens. Afinal, tinha a viagem ao resort dali a uma semana. Eu tinha tempo de sobra para tomar providências. Além disso, não estaria no meu período fértil.
A semana passou arrastada. Porém, maior que a ansiedade pela viagem era a delícia de viver aquele sonho. Se eu soubesse que namorar era tão bom, tinha começado logo que saí da barriga da minha mãe.
Vimo-nos rapidamente na noite de sexta, já que sairíamos muito cedo para pegar cerca de 3 horas de estrada e queríamos aproveitar muito aquele momento. Mesmo morrendo de sono, permaneci acordada durante toda a viagem, puxando assunto e mantendo André em estado de alerta, já que saíramos às 6h do prédio.
Eu acho que chamam de resort pé na areia, colado na praia e cercado de palmeiras, daqueles espetáculos visuais litorâneos que nosso Brasil tem de sobra. Deixamos o carro no estacionamento e fomos conhecer nosso quarto, o nosso ninho de amor por dois dias. Que era lindo, espaçoso, com frigobar, ar, Wi-Fi, TV de tela plana e uma cama king size, que era o único item do quarto em que eu estava profundamente interessada. Tinha, também, banheira de hidro no banheiro.
Tinha piscinas e bares para todos os lados, assim como restaurantes. O que nos interessava, porém, era mesmo a praia. Ainda era possível praticar esportes como polo, caiaque e windsurf, fora as quadras de vôlei de praia, quadra de tênis e outros aparelhos de lazer. Claro que acabamos nos enturmando com a turma do vôlei de praia na maior parte do tempo, mas também aproveitamos o caiaque.
Havíamos chegado antes das 10 horas e às 14h já havíamos gastado para mais de mil e quinhentas calorias com tanta atividade. Com a fome nos destruindo, nem fomos em casa tomar banho. Ocupamos uma mesa em um dos restaurantes e matamos a fome. Passamos a tarde em um bar próximo à piscina, onde podíamos degustar bebidas e aproveitar para dar um mergulho de vez em quando e refrescar o corpo. André elogiava meu biquíni, dizendo que eu era o centro das atenções.
- E você é o centro da minha atenção, seu lindo. Esse corpo que você diz que os outros admiram, espero que você admire mais, porque ele pertence totalmente a você e eu já estou ficando tarada de vontade de mostrar o quanto.
- Eu sei, amor, eu também, mas nós precisamos seguir o roteiro. À noite, depois de aproveitarmos bastante o dia e de curtirmos a noite nesse lugar lindo, porque nós não temos pressa, porque seremos para sempre.
- Gente, eu nunca pensei que uma pessoa tão má pudesse ser tão romântica – brinquei.
- Eu nunca pensei que pudesse existir uma megera tão linda.
À noite, usei um vestidinho estampado, curto e com tecido bem leve. Queria deixar o André com o mesmo tesão que eu estava sentindo. Pelo menos ele me olhava com admiração, mas isso ele já fizera o dia inteiro. Jantamos e ficamos curtindo o movimento e a música, enquanto saboreávamos tulipas de chopp. Como meu vestido era curto, André, para me provocar, acariciava o interior da minha coxa e deslizava a mão discretamente até quase tocar a minha virilha e ainda ficava me apertando, me deixando cheia de fogo. Eu reagia enfiando a mão por baixo de sua camiseta, acariciando seu abdômen. Às vezes, deliberadamente, descia a mão demais, que deslizava por cima do seu pau.
- Safada! Assim você vai me deixar de pau duro.
- E é isso que eu quero, você de pau duro para mim o tempo todo – provoquei.
Nisso, ele desliza a mão um pouco mais e toca a minha calcinha, me arrancando um suspiro e me beijando. A mão logo saiu de baixo da minha saia, mas o beijo não foi só demorado, começou a ganhar uma intensidade que não combinava muito com o fato de estarmos em público.
- Vamos para o quarto? – ele propôs.
- Não queria aproveitar mais a noite? – provoquei.
- O verbo aproveitar não se trata da noite, se trata de você.
- Vamos agora para o quarto, antes que esse romantismo todo acabe, porque eu estou adorando essas suas falas – brinquei, toda arrepiada com aquela declaração de amor.
Eu pensei que o Demônio fosse me devorar quando entramos no quarto. Ele tinha fome, sim, mas não tinha pressa. Queria me torturar de desejo e, esperava eu, me matar de prazer.
- Tira a roupa. Eu quero você só de calcinha – ordenou.
- Tá falando sério, balbuciei surpresa.
- Sim, você confia em mim, não confia?
- Mesmo que não fosse pela confiança eu lhe obedeceria – respondi, me excitando com minhas próprias palavras.
As pernas bambeavam e a respiração ficava pesada enquanto eu tirava o vestido. Como estava sem sutiã, logo meus seios estavam nus, apontados para o meu dono e senhor. Uma tensão gostosa tomava todo o meu corpo, aquela sensação de vulnerabilidade e submissão era afrodisíaca.
- Ainda bem que não me mandou tirar a calcinha. Embrulhei seu presente com tanto carinho, queria que você apreciasse – falei com um tom sensual, dando uma voltinha com minha calcinha vermelha de renda, escolhida para entregar ao André aquilo que lhe pertence.
Ele me abraçou e beijou, acariciando meu corpo quase completamente nu. Depois, me virou de costas para ele e, como daquela vez, acariciou minha barriga, só que agora era pele com pele. Eu, agora sem pudor, pressionei minha bunda contra sua pélvis, sentindo todo o seu volume. Ainda rebolei, enquanto beijava meu pescoço, me deixando toda arrepiada, arfando e gemendo.
- Você é linda e muito gostosa, Ana Clara. Está linda com essa calcinha, mas eu quero você nua. Quero apreciar essa obra prima. Você vai namorar comigo peladinha. Isso te deixa com tesão?
- Eu tô quase gozando, só de você falar assim, Demônio – respondi aflita, minha buceta latejando e melando minha calcinha, que foi retirada pacientemente pelo meu dono
- Isso é bom, meu amor, é assim que você deve se sentir. Confie em mim.
- Sim senhor – respondi, enquanto levantava os pés para que a última peça de roupa fosse retirada.
Descobri que uma das sensações mais gostosas e eróticas do mundo é alguém tirando a calcinha da gente, ainda mais quando é um homem lindo daqueles. Para aumentar ainda mais meu tesão, ele ainda beijou meu montinho com carinho, o que arrancou um gemido mais sentido da minha boca.
- Você não vai tirar a roupa? – perguntei.
- Sim, mas não agora. Só confia em mim.
Fui levada para a copa onde já nos esperava uma garrafa de vinho tinto. Fiquei de pé, o corpo todo em estado de alerta. André abriu a garrafa e encheu as taças, se sentou na cadeira e me chamou para que me sentasse em seu colo.
- Você consegue se lembrar de quantas vezes se sentou no meu colo?
- Impossível fazer as contas, seu colo sempre foi quase como minha segunda casa – brinquei, arrancando uma risada gostosa.
- Sabe por que você está nua no meu colo hoje?
- Sei. Porque agora eu sou sua mulher.
- Você quer ser minha mulher?
- Tudo que eu mais quero na vida.
Em troca, ganhei um beijo delicioso e demorado, enquanto suas mãos exploravam meu corpo, me fazendo arrepiar, até que seu dedo começou a explorar minha buceta, me arrancando um gritinho. Minha excitação era tanta, que eu rebolava em seus dedos e apertava sua mão com as pernas, enquanto sua boca engolia meu seio, lambendo e sugando. Não aguentei e acabei gozando, gemendo alto, quando seu dedo começou a massagear meu botãozinho.
- Aiiiiiiinnnnneeeeeeee, Demônio, você quer me enlouquecer? – praticamente gritei, embora não fosse essa a intenção.
- Estou só começando. Ou você pensou que sua primeira noite seria como nos filmes?
- Porra, caralho, isso é muito melhor do que filme, André! Eu estou me consumindo de tesão – reagi, meio ofegante, mas a voz ainda saindo num volume acima do programado.
André me ergueu pela cintura e me colocou sentada na beirada da mesa. Só essa atitude já fez com que meu tesão dobrasse. Abriu minhas pernas e me deu mais um beijo torturante, beijou meu pescoço, torturou meus seios, desceu para minha barriga. Eu, sentada, me apoiando nos dois braços, corpo ligeiramente inclinado para traz, sofria de véspera pelo que certamente viria. Como eu queria aquele sofrimento.
Quando sua língua molhada tocou meus lábios, eu soltei um gemido alto. Um dos seus dedos deslizou para a entradinha do meu cu, iniciando uma massagem deliciosa. Meu estômago deu nó. Eu rebolava naquele dedo e naquela língua, que explorava minha entradinha, subia para meu grelinho e me enlouquecia completamente. De um modo que eu não conseguia mais falar, só gemer, rebolar em sua boca e me contorcer toda de tanto tesão e prazer. E foi assim que veio meu segundo orgasmo da noite, tão barulhento quanto o primeiro.
André me puxou para si e me fez sentar em seu colo de frente para ele. Larguei todo o peso do meu corpo entorpecido contra o dele e fiquei ganhando carinhos deliciosos, mas eu queria mais. Recuperada, decidi tomar a ofensiva. Sem qualquer aviso, tirei sua camisa pela cabeça, enfiei minha língua em sua boca e acariciei sua nuca, enquanto me apertava contra sua pélvis e rebolava em seu colo, sentindo seu volume. Desci minha boca pelo seu pescoço com a língua tecendo parábolas por cada pedaço de pele que eu percorria. Fiquei feliz quando senti que André tentava falar alguma coisa, mas não conseguia passar da primeira sílaba. O que saiu de sua boca em seguida foi um gemido. Hora da Megera dominar o jogo.
Pelo menos era o que eu pensava, porque André se levantou comigo no colo, encaixado entre minhas pernas. Assim, me levou até a cama. Eu caí de costas e ele encaixado entre minhas pernas. Minha expectativa se tornou enlouquecedora quando percebi que ele começava a tirar a bermuda. Logo senti o toque do seu pau na portinha da minha buceta e meu corpo todo estremeceu de tesão.
O Demônio começou a esfregar o pau nos meus lábios, no meu grelinho e na minha entradinha, me atiçando e enlouquecendo com aquela coisa dura e grossa.
- Ai, amor, me fode, me come, arromba minha bucetinha carente – supliquei, descontrolada.
- Se doer, você fala, tá bom – falou carinhosamente, cheio de cuidado, encostando seus lábios nos meus enquanto forçava a entrada.
Eu estava com tanto tesão, tão relaxada e emocionada em viver aquilo, que eu mesmo realizava movimentos pélvicos, que estimulavam minha vagina, e fazia força para que o caralho do meu dono entrasse. E não demorou para que meu hímen, lutando sozinho contra nosso desejo, cedesse e o pau de André deslizasse para dentro da minha buceta. Não vou dizer que não doeu pra caralho, mas até a dor era fonte de prazer para mim.
- Mete devagar, amor, mas não para. Eu quero sentir essa dor para mostrar o quanto eu sou sua.
Logo o pau de André estava enterrado na minha buceta e eu sentia suas bolas tocando minha bunda. Que sensação gostosa do caralho. Do caralho mesmo, literalmente. Não tanto quanto quando o Demônio começou a fazer aquele entra e sai torturante. A dor ia embora e o prazer começava a me consumir de forma brutal, emocionada com o pau do homem que eu amo dentro de mim, sendo sua mulher de verdade. Quando ele acelerou um pouco mais e aumentou a força das metidas, gozei aos gritos, levando meu namorado a se afundar em mim e soltar um urro assustador, enquanto me inundava de porra.
Nossa noite acabou ali mesmo, porque apagamos abraçados, completamente nus. Algo bem previsível para quem estava acordado desde antes das 6 da manhã, fora o peso das emoções vividas. Mesmo assim, minha primeira trepada, também conhecida como noite de amor, foi inesquecível.
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Esse é um conto autoral, inédito e produzido com exclusividade para a Casa dos Contos.
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São 561 páginas de pura safadeza, com temas e histórias bem picantes, polêmicos e brutalmente excitantes.
A leitura é grátis para quem é assinante Kindle, mas vale a pena o investimento no e-book para quem não é. Uma mixaria muito bem gasta.
Adoramos receber comentários e ficamos super excitados quando as pessoas nos seguem, porque também gostamos de seguir autores bem safadinhos, assim como nós.