A Rendição na Noite Vazia

Um conto erótico de Mauricio Yacko
Categoria: Heterossexual
Contém 1444 palavras
Data: 30/04/2026 16:01:06

Tenho 50 anos, me chamo Júlio, sou engenheiro civil, casado há 22 anos e pai de dois filhos. Levo uma vida reta: obras, reuniões, projetos de grande porte. Ninguém imaginaria que, há anos, uma vontade secreta me devora por dentro — a curiosidade insana de ser possuído por outro homem. De sentir o que é ser tomado, dominado, usado como uma mulher.

Depois de meses conversando escondido, conheci Roberto. Ele tem 52 anos, dono da “Velvet Night”, uma das casas noturnas mais sofisticadas de Campinas. Ambiente luxuoso, luzes vermelhas, shows sensuais, clientela seleta. Ele é o típico macho alfa: voz grave, corpo maduro mas firme, barba bem aparada e um olhar que não pede — ordena.

Conversamos por semanas. Contei tudo: que era casado, que queria ser passivo, que sonhava em vestir uma calcinha e me entregar completamente. Roberto foi direto: “Quando você tiver coragem, venha depois das 4h da manhã. A boate já vai estar fechada. Só vamos estar eu e você. E eu vou te foder como você merece, Julio.”

Chegou o dia.

Saí de casa dizendo que tinha uma inspeção noturna em uma obra. Coloquei por baixo da calça social uma calcinha preta de renda da minha esposa — fio dental, apertada, que marcava bem minha bunda. Dirigi até a Velvet Night com o coração disparado. O letreiro luminoso ainda piscava fracamente. Estacionei nos fundos, como ele instruiu.

Bati na porta de serviço. Roberto abriu. Estava de camisa preta aberta no peito, calça jeans escura e um sorriso predatório.

— Veio mesmo, engenheiro… Entre.

O salão principal estava vazio e semi-escuro. Apenas algumas luzes de emergência vermelhas e azuis iluminavam o ambiente. O cheiro de álcool, perfume e suor da noite ainda pairava no ar. As poltronas de veludo, o palco elevado, os espelhos nas paredes — tudo deserto. Um silêncio pesado contrastava com o barulho que aquele lugar fazia poucas horas antes.

Roberto trancou a porta atrás de mim e me empurrou contra uma das mesas altas.

— Tire a camisa — ordenou.

Obedeci tremendo. Ele se aproximou, agarrou meu cabelo por trás e me beijou com força, língua invadindo minha boca sem pedir licença. Suas mãos grandes desceram, apertaram minha bunda por cima da calça e sentiram a renda da calcinha.

— Porra… você veio mesmo de calcinha, sua vadia. Vira de costas.

Virei. Ele baixou minha calça devagar, expondo minha bunda empinada, marcada pela lingerie preta. Deu um tapa forte — o som ecoou no salão vazio.

— Olha só essa bundinha de engenheiro casado… Hoje ela vai virar minha puta.

Me levou até o centro do salão, perto do palco. Mandou eu ficar de quatro sobre um dos sofás de veludo. Abaixou minha calcinha até os joelhos e abriu minhas nádegas. Sem aviso, cuspiu direto no meu cuzinho virgem e começou a lamber com força — língua grossa, quente, invadindo, chupando, mordendo as bordas. A sensação era insana. Gemi alto, o corpo inteiro tremendo.

Mas Roberto não era carinhoso. Ele queria me quebrar.

Levantou-se, abriu a calça e tirou um pau grosso, veioso, mais de 20 cm, já babando pré-gozo. Segurou minha cabeça pelos cabelos e esfregou a rola na minha cara.

— Chupa, Julio. Chupa como a puta que você é.

Abri a boca. Ele enfiou sem dó. A cabeça grossa bateu no fundo da minha garganta. Engasguei, lágrimas escorreram, baba escorreu pelo queixo. Ele fodia minha boca com estocadas profundas, segurando minha cabeça firme:

— Isso… engole o pau do seu macho. Olha pra mim enquanto chupa, viado. Deixa eu ver essa cara de casado safado.

Chupei por longos minutos, engasgando, tossindo, sentindo o gosto salgado dele. Meu próprio pau latejava dentro da calcinha abaixada, pingando de tesão.

Ele me puxou pelos cabelos, me colocou de bruços sobre o sofá e cuspiu novamente no meu cu. Passou lubrificante gelado, mas não usou dedos por muito tempo — só o suficiente para molhar. Encostou a cabeça grossa na minha entrada e começou a forçar.

— Relaxa… ou vai doer mais — rosnou.

Doía. Muito.

A cabeça entrou devagar, mas senti meu anel se abrindo de forma brutal. Gritei, as mãos agarrando o veludo do sofá. A dor era queimante, rasgante. Lágrimas escorriam pelo meu rosto.

— Ai… caralho… devagar, Roberto… tá doendo pra caralho!

— Cala a boca. Você quis vir aqui dar o cu, agora aguenta — ele disse, voz rouca de tesão, enquanto empurrava mais alguns centímetros.

Parava quando eu apertava demais, depois forçava novamente. Cada centímetro era uma mistura insuportável de dor lancinante e um prazer profundo, proibido, que começava a surgir por baixo. Quando finalmente senti suas bolas pesadas encostando na minha bunda, eu estava suando frio, tremendo inteiro.

Ele ficou parado alguns segundos, deixando meu cu se acostumar com o volume invasor.

— Pronto, engenheiro… agora você tem um pau de macho inteiro dentro de você.

Então começou a meter.

No início foram movimentos lentos, mas profundos. A cada estocada a dor voltava forte, mas logo se misturava a ondas quentes de prazer que subiam pela minha coluna. Roberto acelerou, segurando meus quadris com força, batendo fundo.

— Toma, sua puta! Geme pra mim. Geme enquanto eu arrombo esse cu virgem.

Eu gemia alto, quase chorando, mas meu pau babava sem parar. Ele me virou de lado, depois me fez sentar no pau dele — posição que me fez sentir cada centímetro invadindo novamente. A dor era mais intensa, mas o prazer também. Eu cavalgava devagar, descendo até o talo, sentindo as bolas dele contra minha bunda.

— Olha pra mim enquanto rebola, Julio. Diz pra mim o que você é.

— Sou… sua puta… — respondi, a voz embargada.

— Mais alto!

— Sou sua puta, Roberto! Fode seu viado casado!

Depois de quase uma hora de posse intensa, ele me virou de bruços mais uma vez, levantou minhas pernas no estilo “frango assado” e voltou a me foder com estocadas profundas e violentas. Meu cu ardia, latejava, mas o prazer era tão forte que eu não conseguia parar de gemer e implorar:

— Mais… me fode mais, Roberto… me arromba!

Ele meteu com fúria por mais alguns minutos, até que finalmente avisou, com a voz rouca:

— Vou gozar, sua puta.

Tirou o pau de dentro de mim — meu cu ficou piscando, vermelho e aberto. Ajoelhei rapidamente no chão. Roberto punhetou rápido e explodiu: jatos grossos, quentes e abundantes encheram minha boca, escorreram pelo queixo, pingaram no meu peito e pescoço. Engoli o que consegui, tossindo, enquanto ele ainda esfregava a cabeça melada nos meus lábios.

Ainda lambuzado de porra, ele me punhetou com força até eu gozar violentamente, jatos fortes espirrando no meu próprio abdômen e no chão da boate.

Caímos sentados no sofá, suados, ofegantes, o cheiro forte de sexo impregnando o ar.

Roberto acendeu um cigarro, deu uma longa tragada e ficou me observando em silêncio enquanto eu tentava recuperar o fôlego. Meu cu latejava dolorosamente, uma mistura quente de dor e prazer residual.

Depois de alguns minutos, enquanto eu me levantava devagar e começava a me arrumar — puxando a calcinha preta de volta, vestindo a calça —, Roberto se levantou sem dizer nada e desapareceu em direção ao escritório da boate.

Demorou uns cinco minutos. Quando voltou, tinha um pen drive preto na mão.

Ele parou na minha frente, estendeu o pendrive e disse com um tom calmo, mas carregado de autoridade:

— O salão tem câmeras de segurança. Filmei tudo. Cada tapa, cada gemido, cada vez que você implorou pra eu te foder mais forte… Está tudo aqui.

Meu coração quase parou. Senti um frio na espinha.

Roberto continuou, com um leve sorriso:

— Copiei o vídeo só pra você. Leva pra casa, assiste com calma. Depois decide o que quer fazer com isso. Se quiser deletar… ou se quiser voltar aqui pra gravar mais. Apaguei do servidor as imagens, somente você terá uma recordação de quando se tornou minha puta.

Ele colocou o pen drive na minha mão e fechou meus dedos ao redor dele.

— O dia já amanheceu, vai para sua obra assim, arrombado e cheirando o macho que te fodeu. Volta para suas obras, pra sua esposa, pra sua vida de engenheiro respeitado. Mas toda vez que eu mandar mensagem, você vem aqui, antes do seu expediente e no termino do meu, dar esse cu pra mim. Entendeu, Julio?

Assenti devagar, ainda segurando o pen drive como se ele queimasse minha palma. Meu cu latejava, minha boca ainda tinha gosto dele, e agora eu carregava nas mãos a prova concreta da minha rendição.

— Entendi… meu macho.

Saí da Velvet Night com as pernas fracas, o cu dolorido e um pen drive no bolso que pesava mais que qualquer segredo que já carreguei na vida.

Naquela manhã, voltei ao canteiro de obras como se nada tivesse acontecido.

Mas eu sabia que tudo havia mudado.

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Foto de perfil de MauriceYackoMauriceYackoContos: 67Seguidores: 93Seguindo: 6Mensagem Um homem em busca de sentido para os prazeres da vida. Submisso a um macho sedutor e provedor. Que este macho saiba desfrutar de sua "prenda"

Comentários

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Delícia de conto tenho essa mesma vontade

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Muita coragem enfrentar uma rola pela primeira vez aos 50 anos. Com certeza você vai voltar e depois vai querer conhecer outras picas.

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