Meu primo me comeu durante a minha visita.

Um conto erótico de JCastelhano
Categoria: Homossexual
Contém 1766 palavras
Data: 30/04/2026 13:07:58

Meu nome Fernando, tenho dezoito anos, 1,68 m de altura, sou claro, cabelos amarelados e olhos esverdeados. Moro em São Paulo.

Quando completei dezoito anos disse a meus pais que gostaria de visitar meus tios que moram numa pequena cidade do interior do Ceará, fazia anos que não os via.

Então ficou decidido que eu passaria algum tempo com eles.

Quando cheguei fui muito bem recebido pelo casal de tios, fizeram muitas perguntas sobre os parentes, sobre meus pais e como estavam as coisas pelas bandas de São Paulo. Foi então que perguntei do primo Orlando, o único filho deles o qual nem me lembrava direito, me disseram que ele estava na marcenaria, era marceneiro e tinha um pequeno negócio que não era muito lucrativo, mas dava para viver. Orlando estava divorciado há alguns anos e morava sozinho nos fundos de sua pequena marcenaria que ficava a cinquenta metros da casa de seus pais.

Mais tarde Orlando chegou, estava com a roupa suja, tinha serragem até nos cabelos, camisa aberta mostrando o peito cabeludo, era um homem rustico com a barba por fazer. Ele tinha vinte e nove anos e não se importava com a aparência. Não era o tipo que eu esperava ver, mas era um cara legal, conversava bem e tinha um sorriso bonito.

Com o passar dos dias eu comecei a frequentar mais a sua oficina, eu gostava daquele ambiente, o cheiro de madeira serrada era algo novo para mim. Num desses dias, quando cheguei Orlando estava trabalhando sem camisa, suado, olhei para ele, para seu peito cabeludo e senti algo diferente. Teve um momento que ele veio conversar comigo e notei que seu jeans era de cintura baixa e dava para ver seus pentelhos, ele percebeu meu olhar, talvez até minha expressão, pois fiquei um pouco desconcertado.

No dia seguinte voltei a marcenaria, Orlando estava sentado atrás de uma mesa e disse que estava sem serviço, que entregara o último ontem. Depois ele se levantou e tirou a camisa, disse que estava muito calor e realmente estava.

Ele foi me mostrar alguns projetos que ele tinha e quando me mostrava os desenho ele encostou seu corpo no meu, um arrepio percorreu pela minha espinha, ele continuou muito perto, eu sentia o calor de seu corpo encostado no meu enquanto me mostrava os detalhes do trabalho que se iniciaria talvez dentro de um mês. Eu percebia que ele estava encostando em mim de proposito, então minha respiração começou a ficar ofegante e meu cuzinho piscava. Eu nunca tinha sentido aquilo, ele certamente percebia, eu estava ficando apavorado, mas algo diferente estava acontecendo comigo.

Foi então que ele se posicionou atrás de mim, me abraçando pela cintura, senti sua rola dura na minha bunda, eu dei um gemidinho e tentei sair dali, mas ele me deu um beijo no pescoço e foi aí que eu desmoronei, então comecei a esfregar a bunda no seu pau. Eu estava suando, sentia um calor muito além da temperatura que já era bastante alta.

- Eu nunca fiz isso - Disse eu com a voz entrecortada.

Ele apenas continuou a se esfregar na minha bunda e a beijar o meu pescoço, me deixando louco de tesão. Então ele disse:

- Acho que vou gozar.

- Não. – eu disse, fica aí.

Foi então que ele disse:

- Então chupa meu pau. Eu respondi que sim.

Ele foi até porta e fechou a oficina. Quando voltou, olhei para o volume de sua rola, senti meu cu se contrair, então me ajoelhei na sua frente, passei a mão naque pacote e comecei a descer o ziper de sua calça, sua rola não saia pela braguilha, então soltei seu cinto e abaixei sua calça, seu pau duro como uma uma rocha estava quase no meu rosto, pulsante e melecado, sua rola era grande e cabeçuda, segurei firme aquela tora, apertei e comecei a chupar a cabeça rosada, o cheiro de rola e suor me deixava louco, ele segurava minha cabeça e empurrava a rola para dentro, me fazendo engolir aquela tora. Foi então que ele segurou a minha cabeça, gemeu e começou a gozar, me fazendo engasgar com tanta porra, eu não conseguia me afastar nem para respirar, eu babava e ele continuava gozando na minha boca, eu estava preso ali, quase sem folego, quando ele soltou minha cabeça e tirou a rola eu cuspi muita porra, mas já tinha engolido muito mais. Tomei folego e voltei a chupar sua rola, agora eu lambia de baixo em cima, levantava o seu pau e chupava seu saco, engolia suas bolas enquanto ele alisava meus cabelos. Quando me levantei estava com as pernas doendo, foi então que percebi que tinha gozado sem perceber, minha cueca estava toda melecada.

Orlando tirou a calça e ficou Orlando tirou a calça e ficou completamente nu, seu pau estava mole, mesmo assim era grande, a cabeça estava inchada e vermelha. Então comecei a tirar a minha roupa e fiquei pelado também, virei de costas e encostei em seu peito, e comecei a esfregar a bunda minha bunda no seu pau, ele me abraçou por trás, me apertou contra ele, meu cuzinho piscava enquanto eu sentia que aquela rola estava se mexendo, crescendo na minha bunda e logo estava a ponto de bala, muito dura e eu rebolava e gemia.

Ficamos assim por um tempo, até que ele me fez debruçar sobre mesa, deixando minha bunda a sua disposição. Então ele se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas suadas e meteu a língua no meu cu, eu gemia de tesão e estava quase gozando quando ele parou de chupar o meu cuzinho. Então senti suas mãos grandes na minha cintura e seu pau dançando no meu rego, até que encontrou meu cu e então começou a tentativa de entrar, eu relaxava o máximo, mas a cabeça não entrava, ele empurrava com força, até que meu cu cedeu, a cabeça entrou me fazendo gritar, em seguida senti o resto entrando e rasgando minhas pregas, eu sentia dor, mas Orlando pedia para eu mexer a bunda, dava tapas na minha bunda e pedia para eu gemer. Eu gemia e rebolava, então ele começou a socar a rola com virilidade, estocadas fortes, as vezes parava um pouco, eu sentia a rola grossa dentro de mim e sentia mais tesão ainda, logo depois voltava a socar com força, eu sentia suas bolas na minha bunda quando ele segurava meu quadril e enterrava a rola até o talo. Orlando era um garanhão que dominava todas as ações, eu era sua fêmea que gemia a cada estocada.

Segurei meu pau e gozei, o suor escorria pelo meu corpo e Orlando n;ão parava de meter, eu estava cansado e ele não gozava, até que ele se debruçou nas minhas costas e disse no meu ouvido:

- Posso gozar dentro?

- Pode. – Eu respondi – me enche de porra.

Ele meteu mais um pouco, seu pau ia e vinha com rapidez, até que gemeu alto e começou a me encher de porra, seu pau estufava dentro de mim, estava mais grosso e despejava porra dentro de mim em fortes esguichadas.

Quando terminou foi tirando a rola devagar e eu sentia a porra quente escorrendo pelas minhas coxas, ele deu um tapa na minha bunda e disse:

- Que cu gostoso, foi a melhor metida que eu dei em muito tempo.

Eu não respondi, mas pensei, esse foi o melhor macho que me comeu desde sempre.

Enquanto eu juntava minhas roupas ele disse:

- Sabe, eu gosto de comer um cuzinho, minha ex nunca deixou eu comer o cu dela, dizia que meu pau era muito grande. Você tem um cuzinho gostoso primo.

Só olhei para ele e sorri, estava com o cu esfolado, ardendo e certamente estava arregaçado.

No dia seguinte, quando nos encontramos ele disse que estava com a cabeça da rola toda esfolada. Eu respondi que aquilo não era nada, que meu sim estava todo ferrado.

Ele deu uma risada alta e disse:

- Quero que você durma comigo esta noite.

- Vou pensar – Disse eu.

Três dias se passaram desde então. Depois do jantar eu disse aos meus tios que dormiria na casa do Orlando, me arrumei e fui até a casa dele. Quando cheguei ele me abraçou e perguntou:

- Como está o nosso cuzinho hoje?

- Bem – respondi.

Ele disse que ia tomar um banho, então sentei-me no sofá e esperei. Ele saiu pelado do banheiro, seu pau estava duro e sem dizer nada ele se ajoelhou sobre mim no sofá e passou a rola na minha boca, não resisti e comecei a chupar, depois ele começou a foder a minha boca, seu pau entrava e saia com rapidez, então ele tirou a rola da minha boca e me puxou para o quarto. Tirei a roupa e fiquei pelado, ele me olhou e disse:

- Hoje eu vou te foder de todas as maneiras.

Primeiro ele chupou o meu cu, me fazendo gemer, depois me posicionou de quatro, passou a rola no meu rego e enfiou no meu cu, senti uma dorzinha e gemi. Ele meteu com força, me senti como uma égua sendo fodida por um cavalo. Depois ele me fez ficar de frango assado, disse que queria olhar nos meus olhos enquanto metia a rola no meu cu, ele socava com vontade, enterrava a rola e não tirava os olhos dos meus, ele estava me dominando, ele queria que eu soubesse que era dele. Por fim ele se deitou de costas, segurou a rola e disse para eu sentar, me ajeitei ajoelhado sobre suas pernas, segurei sua rola e a conduzi até meu cu e devagar fui soltando o peso, seu pau foi entrando e logo estava totalmente enterrado no meu cu, comecei a levantar e descer sobre aquele mastro, as vezes eu soltava todo o peso e sentia aquela tora dentro mim, eu me sentia que estava sendo empalado, ou sendo fodido por um jumento, eu sentia seu pau pulsando dentro de mim. Então ele me segurou e me virou na cama com o pau ainda enterrado no meu rabo, ficou sobre mim e começou a socar com força, eu sentia o peso do macho em cima de mim e gemia como uma cadelinha. Eu gozei muito, mas como no outro dia ele não parava de meter, socava a rola com tanta força que parecia que ia sair pela minha boca. Até senti que ele começou a gozar dentro, eu gemia e rebolava sentindo sua rola descarregar muita porra dentro de mim. Quando finalmente saiu de mim disse:

- Amanhã de manhã tem mais.

Eu sorri e disse que sim.

Por: JCastelhano

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive J. Castelhano a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários