O paizão quase teve que apelar

Um conto erótico de Luiz
Categoria: Gay
Contém 1279 palavras
Data: 30/04/2026 11:16:59

Alguns meses tinham se passado, porém o tempo só serviu para fazer com que eu e o paizão ficássemos mais à vontade um com o outro.

Algumas vezes, ele chegava mais tarde do trabalho, mas eu não o importunava. Eu tinha aprendido que se eu o deixasse à vontade e o tocasse no local certo, ele se entregaria e me daria o que eu mais ansiava todas as noites. Às vezes até achava que ele pudesse estar comendo mulheres na rua, o que seria a coisa mais natural do mundo.

Mas foi durante este período que meu pai, que sempre fazia o seu papel de pai da melhor forma possível, me chamou para conversarmos e me perguntou sobre os estudos.

— Nando, filho, você já terminou a escola há algum tempo. Acho que está na hora de você pensar em fazer uma faculdade. Quem sabe fazer um cursinho para conseguir uma vaga. O pai paga. O que me diz?

Eu prometi pensar e nos dias seguintes procurei uns amigos para saber o que estava rolando fora do meu círculo íntimo com o paizão.

Um amigo disse que queria tentar o vestibular para engenharia, o outro direito na São Francisco.

— E você, Nando o que tá querendo fazer?

— Não sei ainda. Estava pensando em psicologia, talvez.

— Que curso de merda é esse nando. psicologia é coisa de viado. Se liga cara.

— Vão se foder , vocês dois.

No final a gente riu junto de tanta merda que rolou.

Não demorou trinta dias para que eu estivesse matriculado no cursinho. Eu achei que ia ser moleza, mas o que descobri foi muito diferente disso. As cargas de estudo eram muito puxadas.

Ia pro cursinho à tarde e à noite, depois do jantar, tomei por hábito, sentar e revisar alguns conceitos que tinha visto na escola e invariavelmente, o tempo que eu dedicava ao meu paizão, peludo e gostoso, tinha diminuído drasticamente e não demorou nada para ele perceber isso.

Certa noite eu estava com o caderno e um livro na mesa da cozinha já há quase uma hora, estava revendo alguns cálculos de química orgânica que não me entravam na cabeça.

Ele se aproximou de mim, encostou o pauzão no meu braço. Eu arrepiei de tesão, depois se esfregou nas minhas costas. Falou umas putarias no meu ouvido só pra me tirar do que eu estava fazendo, porém eu precisava terminar e pedi que ele me desse um tempo.

Ele saiu da cozinha em silêncio.

Cerca de meia hora depois eu finalmente terminei o que estava fazendo, guardei tudo e fui para o quarto. Achei que o pai já estivesse deitado, mas não o encontrei na cama.

Já passava das dez da noite. Eu andei pelo corredor escuro fazendo o máximo de silêncio. A porta do quarto da vó fechada.

Quando cheguei ao final do corredor e olhei para a sala, vi o paizão sentado no sofá, o pauzão duraço dentro da cueca.

Ele estava assistindo um pornô com a televisão quase muda.

Aquela visão me excitou, fiquei à margem do que estava acontecendo na sala, mas a atenção toda nele.

Ele passava a mão pelo corpo peludo, alisava o bigode e apertava o pau duro.

De repente ele afastou a cueca e puxou o pau para fora. Aquele poste surgiu entre as pernas dele.

Ele começou a tocar uma punheta leve, daquelas que fazem durar mais do que terminar. Meus olhos vidrados nele.

Senti aquele comichão de sempre, meu buraquinho piscou querendo aquele cacete. Eu também comecei a me tocar, desejando-o muito fortemente. Meu cansaço até passou.

Ele olhou para a direção do corredor e me viu observando-o.

Ele não se mexeu, não me disse nada, apenas me olhou daquele jeito avassalador que me fazia ruir em cima das pernas.

Me aproximei dele devagar e me sentei ao seu lado no sofá.

_ Por que isso, pai, disse a ele me referindo ao filme que passava na tevê.

_ Porra, Nando, respondeu baixinho o suficiente. Você me deixou na mão. O que eu podia fazer? Já tem quatro dias que a gente não… fez o gesto com as mãos.

Eu me aproximei mais dele. Olhei para seus olhos, o bigode, o peito peludo que desde sempre me arrancaram suspiros.

Peguei seu pauzão na mão. Estava quente, duro, enorme, delicioso. Puxei a pele para baixo. O cheiro da rola me trouxe lembranças da primeira vez que decidi chupá-lo.

Me aninhei nele, sentindo o calor do seu corpo que sempre me envolveu.

Não precisou de muito mais. No silêncio da noite me levantei, tirei toda a roupa. Desliguei a tevê, puxei sua cueca pelas pernas e em seguida comecei a chupá-lo com vontade.

Quando minha língua tocou o freio do prepúcio dele, o macho gemeu pra mim. Eu adorava quando ele fazia isso. Me sentia o cara mais sortudo do mundo.

Aquela sua mamadeira era irresistível.

Eu me levantei e me sentei em seu colo. O seu pauzão encaixado no meu reguinho. Me esfreguei nele. Ele pulsava duro como aço, mas quente como brasa.

Eu o beijei, mas foi ele quem de repente tirou meu fôlego. A sua língua me invadiu de tal maneira que fiquei à mercê de suas vontades.

Quando peguei no pauzão dele, direcionei para o meu buraquinho. Olhei diretamente nos seus olhos que estavam mais vivos que nunca.

Desci nele, ou foi ele quem meteu, eu já nem me lembro mais, só sei que doeu como sempre. Mas aquela, era o tipo de dor que eu secretamente rezava todas as noites para poder sentir.

Ele me destruía cada vez que me comia e na manhã seguinte eu já estava pronto para perecer nos seus braços na noite que chegaria.

Ele se movia tão gostoso dentro de mim. Nossas respirações em sincronia. Meu pau roçando os pelos do seu abdômem.

De repente, ele me agarrou por baixo, separando as partes da minha bundinha e castigou meu cuzinho de baixo para cima. _ Ohh, delícia!

Ele se levantou do sofá com o pau ainda atolado em mim. O macho sustentou todo o meu peso em seus braços e passou a me foder de pé.

Cruzei as pernas ao redor da sua cintura e arquei um pouco para facilitar a sua penetração.

_ Vai…, mete paizão. Acaba com meu buraquinho que é só teu.

_ Você virou meu vício, Nando. Não consigo não te comer. Não quero evitar.

Eu me deleitava com aquilo. O sorriso surgia em meus lábios tão espontaneamente quanto meu corpo se entregava a ele.

_ Por favor, supliquei. Me leva para o quarto do pai.

Ele olhou para mim. Senti seu pau pulsar dentro de mim e em seguida ele começou a andar na direção do quarto sustentando meu peso.

Ali elenterminou o serviço. Me deitou na cama e meteu forte. Meu buraquinho suplicava por mais. Eu rebolava feito uma vadia naquela rola.

Foi quando eu senti ele me tocar num local específico por dentro, acariciava-me e me levava à loucura.

Só muito mais tarde aprendi que o paizão havia massageado minha próstata com aquele seu cacetão.

Eu gozei litros de porra e ele me encharcou por dentro.

Já passava um pouco da meia noite quando eu finalmente voltei a respirar. Do meu buraquinho vazava o leite do paizão.

Momentos depois eu olhei para ele. Eu estava feliz e realizado, mas ele me pareceu um pouco pensativo mesmo depois do que acabamos de ter vivido.

_ O que você tem, pai?

_ Nando, eu…, eu preciso te falar uma coisa, mas você tem que prometer que depois de tudo o que já vivemos, você não vai me ver diferente.

_ Seja o que for, pai. Eu prometo. Me conta.

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