A Personal (Parte4)

Da série A personal:
Um conto erótico de Marianna
Categoria: Heterossexual
Contém 6080 palavras
Data: 30/04/2026 11:12:47
Assuntos: Heterossexual

Algumas semanas se passaram desde o feriado na praia. A rotina na academia havia voltado ao normal. Giovana tentava manter a cabeça baixa: dava suas aulas com profissionalismo, passava o máximo de tempo possível com Theo e evitava ficar sozinha com Lucas. Mateus, por sua vez, estava mais protetor — lançava olhares discretos para ela durante o expediente e sempre arrumava uma desculpa para estar por perto quando Lucas se aproximava.

Uma tarde de quinta-feira, pouco antes do fim do expediente, Lucas apareceu na sala de descanso com o celular na mão e um sorriso que não chegava aos olhos.

— Gi, preciso falar com você um minutinho. É rápido.

Giovana sentiu o estômago revirar, mas manteve a voz firme.

— Se for sobre trabalho, pode falar aqui mesmo.

Lucas deu uma risadinha baixa e fechou a porta atrás de si, ignorando o pedido.

— Não é sobre trabalho.

Ele se aproximou da mesa, destravou o celular e virou a tela para ela. A foto mostrava Lucas e Júlia juntos em um bar. Júlia estava sorrindo, com uma taça de drink na mão, e Lucas tinha o braço ao redor da cintura dela, os dois bem próximos. A foto parecia recente — Júlia vestia uma blusa que Giovana conhecia.

Giovana sentiu o sangue descer do rosto.

— Que porra é essa, Lucas?

— Relaxa — ele disse calmamente, guardando o celular. — Sua irmã é bem divertida, sabia? Conversamos bastante esses dias. Ela me contou que sempre achou os professores de academia bem “gostosos”. Coincidência, né?

Giovana deu um passo à frente, a voz tremendo de raiva contida:

— Fica longe dela. Eu tô falando sério, Lucas. A Júlia é nova demais pra você e pra essa merda toda. Deixa ela fora disso.

Lucas inclinou a cabeça, fingindo surpresa.

— Nova demais? Ela tem 20 anos, Gi. Mesma idade que o seu estagiáriozinho. E pelo que eu vi, ela gosta de curtir. Se você não quer nada comigo… talvez ela queira. Quem sabe eu não mostro pra ela como um homem de verdade fode? Aposto que ela é mais apertadinha que você.

Giovana sentiu o peito apertar. O pânico subiu rápido, misturado com nojo e uma raiva profunda.

— Seu desgraçado… Eu vou te matar se você encostar nela. Fica longe da minha irmã!

Lucas deu de ombros, ainda com aquele sorriso arrogante.

— Depende de você, Gi. Eu posso ser um cara legal… ou posso ser bem convincente com a Júlia. A escolha é sua.

Antes que Giovana pudesse responder, a porta da sala se abriu de repente. Mateus entrou, ofegante, com os olhos vermelhos e o rosto pálido. Ele parou ao ver Lucas, mas não recuou.

— Gi… — a voz dele saiu embargada. — Preciso falar com você. Agora.

Lucas riu baixinho, guardando o celular.

— Ah, olha só… o cavaleiro andante chegou. Vou deixar os pombinhos conversarem. Mas pensa no que eu disse, Gi. O relógio tá andando.

Ele saiu da sala, batendo a porta com força controlada.

Assim que ficaram sozinhos, Mateus desabou. Seus olhos se encheram de lágrimas e ele passou as mãos pelo cabelo, nervoso.

— Gi… ele fez merda. O Lucas… ele contou pra Júlia. Tudo.

Giovana sentiu o chão sumir.

— Como assim “tudo”?

Mateus engoliu em seco, a voz falhando:

— Ele disse pra ela que você e eu… que a gente tem um caso. Mostrou o vídeo do Carnaval pra ela. Aquele que ele gravou de vocês dois. Disse que você gosta de seduzir todo mundo, que quer todo mundo pra você, por isso seu namoro com o André acabou… que você transou com ele enquanto ainda estava com o André, e que agora tá tentando fazer o mesmo comigo. Júlia ficou destruída, Gi. Ela chorou pra caralho e me mandou mensagem dizendo que não quer mais falar comigo. Disse que eu sou um traidor e que você… que você é pior do que ele descreveu.

Giovana encostou na parede, as pernas fracas. O pânico tomou conta dela por completo. A irmã mais nova — a mesma que ela sempre protegeu — agora olhava para ela como uma vadia manipuladora. E Lucas tinha usado o vídeo mais uma vez como arma.

— Aquele filho da puta… — murmurou ela, a voz rouca. — Ele não vai parar.

Mateus limpou o rosto com as costas da mão, tentando se recompor.

— O que a gente faz agora? Eu não sei mais como proteger você… nem a Júlia. Ele disse que se você não “resolver as coisas” com ele, vai continuar enchendo a cabeça da Júlia. Ele quer… ele quer você de novo, Gi. Disse que vai deixar a Júlia em paz se você der pra ele “uma última vez, do jeito que ele quiser”.

Giovana fechou os olhos com força. O corpo inteiro tremia — de raiva, de medo, de vergonha. A imagem de Lucas com o braço na cintura da irmã não saía da cabeça dela. Júlia era inocente demais para aquele jogo sujo. E agora Mateus também estava sendo arrastado para o meio disso.

Ela respirou fundo, tentando organizar os pensamentos. A voz saiu baixa, quase um sussurro:

— Ele quer uma última vez…

Mateus olhou para ela, horrorizado.

— Gi… você não vai mesmo…

— Eu não sei — ela respondeu, os olhos brilhando de lágrimas contidas. — Mas se for o preço pra ele deixar a Júlia fora dessa merda toda… eu não sei se tenho escolha.

O silêncio que caiu na sala foi pesado. Mateus queria dizer mil coisas, mas as palavras não saíam. Giovana, por sua vez, sentia o peso de todas as decisões erradas que a tinham levado até ali.

Do lado de fora, no corredor, Lucas observava a porta fechada com um sorriso satisfeito. Ele sabia que tinha apertado no ponto certo.

...

Naquela mesma noite, depois de fechar a academia, Giovana dirigiu até a casa dos pais com o coração na boca. Theo estava com a avó, então ela tinha algumas horas livres. Júlia ainda morava com eles e, pelo que Mateus havia contado, estava trancada no quarto desde a tarde.

Giovana bateu na porta do quarto da irmã com os nós dos dedos trêmulos.

— Ju… sou eu. Posso entrar?

Do outro lado veio um silêncio longo, seguido de um “Entra” seco e frio.

Júlia estava sentada na cama, de pernas cruzadas, o celular na mão e os olhos inchados de tanto chorar. Assim que Giovana entrou, a mais nova largou o aparelho e cruzou os braços, o olhar cheio de mágoa e raiva.

— Veio aqui pra continuar mentindo pra mim? — disparou Júlia antes mesmo da irmã abrir a boca.

Giovana fechou a porta atrás de si e respirou fundo, tentando manter a voz calma.

— Ju, me deixa explicar…

— Explicar o quê, Gi? — Júlia se levantou, a voz subindo de tom. — Que você fica com o meu melhor amigo nas minhas costas? Que você é uma vadia que deixou o Lucas te foder no Carnaval enquanto ainda tava com o André?

Cada palavra acertava Giovana como um soco. Ela sentiu os olhos arderem.

— Não foi assim, Júlia…

— Ah, não? — Júlia riu com amargura, pegando o celular e abrindo o vídeo que Lucas havia mandado. — Então me explica isso aqui! Porque eu vi você gemendo como uma cachorra enquanto ele te chamava de vadia e te enchia de porra! E depois você ainda teve coragem de me roubar o Mateus? O cara que eu gosto desde sempre!

Giovana deu um passo à frente, a voz falhando:

— Eu tava destruída, Ju… O André tinha terminado comigo depois que o Lucas mandou o primeiro vídeo. Eu bebi demais naquela noite no Carnaval. O Lucas me manipulou, ele planejou tudo. Ele me chantageou depois. Eu não queria…

— Chantageou? — Júlia interrompeu, os olhos flamejando. — E mesmo assim você continuou trabalhando com ele? Voltou pra academia como se nada tivesse acontecido? E o Mateus? Você sabia que eu gosto dele! Você sabia!

Giovana sentiu as lágrimas descerem. Ela tentou se aproximar, mas Júlia recuou.

— Eu errei feio, Ju. Eu sei disso. Eu tava fraca, carente, com raiva de mim mesma… Eu não sabia de nada... o Mateus só me contou que gosta de você depois. Eu nunca quis te machucar.

Júlia balançou a cabeça, incrédula e magoada.

— Ajudar? Você me ajudou pra caralho, Gi. Agora toda vez que eu olho pro Mateus eu vejo ele com você. Toda vez que eu penso em você, eu vejo esse vídeo nojento. Você destruiu tudo. O Lucas me contou que você sempre foi assim… que seduz todo mundo na academia, que o André terminou porque descobriu que você é uma vadia que gosta de levar rola bruta de qualquer um.

— O Lucas é um manipulador! — Giovana explodiu, a voz embargada. — Ele gravou aquele vídeo sem eu saber direito, ele mandou pro André pra destruir meu relacionamento, ele me ameaçou várias vezes. Ele tá usando você agora pra me atingir! Ele me mostrou foto de vocês dois hoje. Disse que se eu não fizer o que ele quer, vai continuar te enchendo a cabeça e vai te usar também.

Júlia ficou em silêncio por alguns segundos, processando. Depois soltou uma risada curta e dolorida.

— Então agora é culpa do Lucas? Você sempre tem uma desculpa, né? Primeiro foi “eu tava bêbada”, depois “ele me chantageou”, agora “ele tá usando você pra me atingir”. Quando vai assumir que você gosta dessa merda toda, Gi? Porque no vídeo você não parecia estar sofrendo. Você estava empinando a bunda e gozando no pau dele.

Giovana baixou a cabeça, as lágrimas caindo no chão do quarto. A vergonha queimava no peito.

— Eu me odeio por isso… — murmurou ela, quase inaudível. — Eu odeio que meu corpo tenha traído minha cabeça. Mas eu juro pra você, Ju… eu não sou essa pessoa. Eu errei. Errei feio. E agora tô pagando caro por isso. Só não deixa o Lucas te usar. Por favor. Ele é perigoso.

Júlia secou o rosto com raiva, a voz ainda dura, mas um pouco mais baixa:

— Eu não sei mais em quem acreditar, Gi. Você era minha irmã mais velha… aquela que eu admirava. Agora eu só consigo ver uma pessoa que mentiu pra mim e pegou o cara que eu gosto. Sai do meu quarto. Eu preciso ficar sozinha.

Giovana ficou parada por mais alguns segundos, querendo dizer mais coisas, pedir perdão, explicar melhor. Mas as palavras não saíam. Ela apenas assentiu devagar, com o peito apertado.

— Tá bom… Eu te amo, Ju. Mesmo que você não acredite agora.

Ela saiu do quarto e fechou a porta com cuidado. No corredor, encostou na parede e deslizou até o chão, abraçando os joelhos enquanto chorava em silêncio.

Giovana ainda estava sentada no chão do corredor da casa dos pais, com as costas apoiadas na parede e o rosto molhado de lágrimas, quando o celular vibrou em sua mão.

Lucas: “Conversei com a Júlia hoje. Ela tá bem chateada. Quer que eu console ela direitinho ou você vai ser uma boa menina e resolver isso comigo amanhã depois do expediente? Última chance, Gi.”

Ela sabia que teria que botar um fim nisso.

Ela encarou a tela por longos segundos, o peito subindo e descendo rápido. O ódio, o medo e o cansaço se misturavam de forma sufocante. Com os dedos tremendo, digitou a resposta:

Giovana: O que você realmente quer pra me deixar em paz de uma vez? Isso nunca vai acabar, não é mesmo? Você sempre vai ser um peso na minha vida.

A resposta de Lucas veio rápido, quase como se ele estivesse esperando:

Lucas: Relaxa, gatinha. Tenho uma proposta irrecusável. Estou com as passagens compradas pra Austrália. Viajo mês que vem, vou morar lá. Pode confirmar lá na academia se quiser, avisei hoje que fico só até o próximo mês. Mas antes disso eu quero uma despedida, Gi. Uma despedida de verdade. Ou você me dá ela… ou eu juro que vou ter essa despedida com a sua irmã. A escolha é sua.

Giovana leu a mensagem duas vezes. A Austrália. Ele realmente ia embora. O alívio veio misturado com uma raiva profunda — ele tinha destruído boa parte da vida dela e agora queria uma “despedida” como prêmio de consolação.

Ela fechou os olhos com força, pensando em Júlia trancada no quarto, em Theo dormindo na casa da avó, em André que ainda mal conseguia olhar para ela sem mágoa. Não podia deixar Lucas se aproximar da irmã. Não depois de tudo.

Com um suspiro pesado e resignado, respondeu:

Giovana: Tá bom, Lucas. Eu aceito. Mas não chega perto da Júlia. Nem agora, nem nunca.

A resposta dele chegou quase imediatamente, com um emoji de sorriso que fez o estômago dela revirar:

Lucas: Ok então. Vou levar umas coisinhas pra academia amanhã. Teremos uma noite inesquecível. Depois disso eu te deixo em paz de verdade. Prometo.

Giovana largou o celular no chão como se ele queimasse. “Uma noite inesquecível.” As palavras ecoavam na cabeça dela como uma sentença. Ela sabia exatamente o tipo de despedida que Lucas queria — a mesma brutalidade da noite em Florianópolis, só que agora com ainda mais rancor acumulado.

Na manhã seguinte, a academia abriu normalmente. Durante o dia ela evitou Lucas o máximo possível, mas sentia o olhar dele sobre ela o tempo todo — especialmente quando fazia agachamentos ou alongamentos. O sorriso debochado dele parecia dizer “hoje à noite você é minha”.

Mateus também percebeu a tensão. Em um momento que ficaram sozinhos no corredor, ele se aproximou preocupado:

— Gi… você tá bem? Tá parecendo que viu fantasma.

Ela forçou um sorriso fraco.

— Tô. Só cansada. Depois a gente conversa.

Quando o último aluno saiu por volta das 21h30, a academia ficou silenciosa. Bárbara já tinha ido embora. Só restavam Giovana e Lucas.

Ele trancou a porta da frente, apagou algumas luzes e virou-se para ela com um olhar faminto.

— Pronta pra nossa despedida, Gi?

Giovana cruzou os braços, encostada na parede da sala de descanso, tentando manter a voz firme apesar do coração acelerado.

— Vamos acabar logo com isso, Lucas. Você prometeu que depois disso some da minha vida.

Lucas se aproximou devagar, parando bem perto dela. Ele ergueu a mão e passou o dedo pela alça da regata dela, descendo lentamente.

— Prometi. Uma última vez. Do meu jeito. E depois eu vou pra Austrália e você nunca mais vai me ver. Mas hoje… hoje eu vou te foder como você merece ser fodida.

Ele inclinou o rosto perto do ouvido dela e sussurrou:

— Vai ser especial. Eu trouxe umas coisinhas… algemas, óleo, um plugzinho… Quero te ver de quatro de novo, gemendo meu nome enquanto eu uso cada buraco seu. O que acha, vadia? Pronta pra dar pra mim uma última vez como a puta safada que você é?

Giovana fechou os olhos, sentindo uma mistura tóxica de nojo, medo e — contra a própria vontade — um latejar traiçoeiro entre as pernas.

Ela engoliu em seco e respondeu com a voz baixa:

— Só acaba logo com isso.

Lucas puxou Giovana pelo pulso até o banheiro feminino maior da academia — o mesmo onde tudo havia começado com Leo meses atrás. Ele soltou uma bolsa que carregava no ombro sobre a pia.

Sem dizer nada, tirou um pequeno comprimido branco de um envelope e estendeu para ela.

— Toma.

Giovana olhou para o comprimido com desconfiança.

— O que é isso?

Lucas suspirou, impaciente, e aproximou o comprimido da boca dela.

— Não faz pergunta, Gi. Toma e relaxa. Vai te ajudar a curtir melhor nossa despedida.

Ela hesitou por alguns segundos, o coração batendo forte. Sabia que não era uma boa ideia, mas a imagem de Júlia chorando no quarto ainda estava fresca na mente. Com a mão trêmula, pegou o comprimido e engoliu seco, sem água.

Lucas sorriu satisfeito.

— Boa garota.

Ele então pegou uma caixa preta elegante da bolsa e entregou para ela.

— Se veste com isso enquanto eu saio pra arrumar algumas coisas. Quando eu voltar, quero que esteja pronta.

Giovana pegou a caixa, sentindo o peso dela nas mãos. Lucas deu um último olhar demorado no corpo dela, abriu a porta e saiu. O clique da fechadura ecoou alto no banheiro vazio.

Sozinha, ela abriu a caixa. Dentro havia três peças:

• Uma calcinha fio-dental preta extremamente pequena, feita de um tecido brilhante e elástico.

• Um micro short de látex preto, absurdamente curto.

• Um corpete preto de couro sintético com sustentação forte.

Ela se despiu devagar, ainda hesitante, e começou a vestir as peças.

A calcinha empinava e desaparecia completamente entre as nádegas grossas, deixando sua bunda completamente em destacada. O micro short de látex era ainda pior — curto demais, cobria menos da metade da bunda, apertando as coxas grossas e marcando cada curva de forma obscena. O corpete era o mais provocante: ele empurrava os seios cheios para cima com força, criando um decote profundo, mas deixava os mamilos completamente expostos, os bicos rosados e pontudos apontando para frente.

Quando terminou de se vestir, Giovana parou em frente ao grande espelho do banheiro.

Ela mal se reconheceu.

O corpete apertado fazia seus seios parecerem ainda maiores e mais empinados. O short de látex brilhante mal continha sua bunda, que transbordava dos dois lados de forma vulgar, revelando a calcinha e deixando tudo à mostra. Com a legging e a regata que usava antes, ela se sentia uma instrutora de academia. Agora parecia uma puta de luxo pronta para ser usada.

Um calor estranho começou a subir pelo seu corpo. Primeiro no peito, depois descendo pela barriga até se concentrar entre as pernas. Sua respiração ficou mais pesada. O calor aumentava rápido, como uma onda que não parava de crescer.

Lucas ainda não havia voltado.

O calor se transformou em latejar. Sua boceta inchou rapidamente, ficando extremamente molhada. O tecido fino da calcinha já estava úmido. Giovana apertou as coxas uma contra a outra, tentando controlar a sensação, mas era inútil.

Ela se olhou no espelho novamente. Seus olhos estavam vidrados, as pupilas dilatadas. Sem conseguir se conter, deslizou a mão direita para dentro da micro saia e da calcinha. Seus dedos encontraram a boceta encharcada e começaram a se mover devagar em círculos sobre o clitóris inchado.

— Ahh… — gemeu baixinho, os olhos semicerrados.

No espelho, ela via uma mulher devassa: ela sabia que estava gostosa, com a mão dentro do látex, seios empurrados para cima com os mamilos duros apontando, mão trabalhando ritmadamente dentro da calcinha. O olhar que via refletido era puro tesão, quase em transe. Seus quadris começaram a se mexer levemente, acompanhando os movimentos dos dedos.

O calor no corpo dela só aumentava. A boceta latejava, pingando de excitação. Ela acelerou os movimentos, mordendo o lábio inferior, gemendo mais alto enquanto se olhava no espelho.

De repente, o celular dela tocou, quebrando o silêncio do banheiro.

Giovana levou um susto, mas não parou de se tocar imediatamente. Com a mão esquerda trêmula, pegou o aparelho sobre a pia.

Era Lucas.

Ela atendeu, a voz rouca e ofegante:

— Lucas… onde você tá?

Do outro lado da linha veio a voz dele, baixa e cheia de satisfação:

— Tô te vendo agora, Gi. Pela câmera que eu instalei aqui semana passada. Continua… não para. Quero ver você se tocando vestida desse jeito que eu escolhi pra você. Mostra pra mim como tá molhada essa bocetinha safada.

Giovana congelou por um segundo, mas o calor no corpo era forte demais. Seus dedos continuaram se movendo, mais lentos agora, enquanto ela olhava ao redor tentando encontrar a câmera.

— Seu desgraçado… — murmurou ela, a voz embargada de prazer.

Lucas riu baixo.

— Isso mesmo, vadia. Continua se tocando pra mim. Daqui a pouco eu entro e te dou o que você realmente precisa. Mas antes disso, olha o que tem dentro da ultima cabine.

Giovana caminhou até a última cabine com as pernas bambas. O calor que subia por seu corpo parecia ter vida própria, uma pulsação que exigia ser saciada. Ela empurrou a porta de madeira e, viu o objeto: um plug de metal com uma joia vermelha em formato de coração.

— Pega ele, Gi — a voz de Lucas no celular era um sussurro viperino. — Coloca devagar. Quero ver sua cara de puta quando ele entrar.

Ela não ofereceu resistência. O efeito da pílula havia obliterado sua vontade. Gemendo baixo, ela se curvou, e inseriu o objeto. O choque térmico do metal frio contra o calor febril de sua intimidade a fez soltar um grito abafado. Ela começou a se masturbar furiosamente, os dedos perdidos na umidade excessiva, o plug pressionando-a por dentro da buceta. O prazer era violento, quase doloroso de tão intenso.

No momento em que o mundo começou a girar e o ápice estava a um milímetro de distância, o clique da fechadura principal ecoou como um tiro.

A porta da cabine foi escancarada. Lucas entrou como um predador. Antes que ela pudesse processar, ele a agarrou pelo pescoço, não para sufocar, mas para dominá-la. Ele a prensou contra a parede de madeira da cabine.

— Se lembra do Leo te fodendo forte bem aqui, né, vadia? — Lucas rosnou contra o ouvido dela, o hálito quente queimando sua pele. — Eu me lembro bem, vi cada segundo da sua depravação. Eu me lembro de cada gemido seu. Só que hoje, o seu dono sou eu.

Ele soltou o cinto com uma mão enquanto a outra mantinha Giovana imobilizada. O pau de Lucas saltou para fora, pulsante e carregado de uma intenção cruel. Ele puxou a calcinha de fio-dental para o lado, expondo a carne inchada e encharcada dela.

Lucas começou a esfregar a cabeça do pênis nos lábios vaginais dela, de cima a baixo, espalhando a umidade natural por todo o membro.

— Aposto que tá louquinha pra levar pau, né, piranha? Tá implorando por dentro, eu sei. Olha o seu estado...

Giovana jogou a cabeça para trás, os olhos revirando, a mente em um nevoeiro de ódio e luxúria química.

— Ah... Lucas... seu desgraçado... — ela murmurou, a voz saindo em um ganido quebrado.

Lucas deu uma risada curta, triunfante, e segurou a cintura dela com força, cravando os dedos na pele macia.

— Desgraçado, mas é o único que pode te foder do jeito que você quer agora. Rebola pra mim, Gi. Mostra que você é a cadela que eu sempre soube que você era.

Giovana não registiu, quando viu já estava rebolando a buceta em frente ao cacete duro de Lucas.

...

Lucas parou o movimento de fricção, mantendo a ponta do pênis apenas encostada na entrada dela, sentindo o calor e o pulsar frenético daquela intimidade. Ele a encarava com um prazer sádico, vendo o suor escorrer pelo decote do corpete e o olhar dela, perdido entre o nevoeiro de sentimentos.

— Vai logo, Lucas… Faz logo o que você veio fazer.

Lucas soltou uma risada nasalada, um deboche que cortou o silêncio do banheiro como uma navalha. Ele inclinou o rosto, roçando o nariz no pescoço dela, sentindo o cheiro da excitação misturado ao perfume dela.

— Achei que você nunca ia pedir, Gi — ele sussurrou, a voz carregada de ironia. — Mas, sabe… eu fiquei confuso. Eu não entendi direito o que você quer que eu faça.

Giovana sentiu um espasmo percorrer suas coxas.Ela sentia o calor do membro de Lucas posicionado na entrada de sua buceta, mas a ausência de fricção que ele acabara de interromper era uma tortura física.

— Ahhh… seu filho da puta… — ela rosnou, fechando os olhos com força. — Você sabe muito bem.

— Eu sei o quê? — Lucas se afastou apenas alguns centímetros, o suficiente para que ela sentisse o vazio. — Acho que você tem que ser mais específica se quiser algo de mim. Eu não sou adivinho, gatinha. O que uma mulher vestida assim, toda trabalhada no látex e no couro, quer de um homem como eu numa cabine de banheiro?

Ele deu um tapinha leve na lateral da coxa dela, um gesto de puro domínio.

— Fala, Gi. Usa as palavras. Se você quer que eu pare e vá embora agora, eu vou. Mas se você quer que eu fique… você tem que pedir com jeitinho.

Giovana abriu os olhos, e o que Lucas viu foi uma mistura perigosa de derrota e necessidade. Ela sabia que estava caindo na armadilha dele, mas o corpo dela era uma fornalha que ela não conseguia mais apagar.

— Eu quero que você me foda… — ela disse, a voz saindo mais baixa do que pretendia, mas carregada de urgência.

— O quê? Não ouvi direito. O barulho do ar-condicionado está alto — ele provocou, aproximando o ouvido da boca dela, um sorriso vitorioso brincando nos lábios.

— Me fode, Lucas! — ela gritou/gemeu, a humilhação queimando mais que o efeito da droga. — Me fode logo, seu desgraçado! Me usa como a puta que você diz que eu sou!

Lucas estancou, o olhar ficando sombrio e predatório. Ele segurou o queixo dela com força, obrigando-a a olhar diretamente para ele.

— Agora sim — ele disse, a voz rouca. — Essa é a Giovana que eu gosto, finalmente a gente tá falando a mesma língua.

Ele a virou de costas para ele com um movimento bruto, forçando-a a apoiar as mãos na parede baixa da cabine, deixando a bunda empinada no limite, e a calcinha de lado.

Ele entrou nela de uma vez, um estocada seca e profunda que fez Giovana soltar um grito agudo, que ecoou pelas paredes de azulejo do banheiro.

Ele parou ali, enterrado até a base, sentindo o aperto desesperado daquela musculatura que ele já conhecia.

— Quem diria, hein, Gi? — Lucas sussurrou, a voz carregada de um triunfo doentio. — Eu aqui, na mesma posição que o Leo, te fazendo de vadia exatamente no mesmo lugar. Nossa, que buceta gostosa... eu senti falta dela, sabia? Tá ainda mais apertada do que eu lembrava.

Ele deu um tapa forte na nádega direita dela, que estalou alto no silêncio da academia vazia, deixando a marca dos dedos na pele clara que transbordava por de baixo do látex. Giovana gemeu, um som que era metade dor e metade o prazer distorcido.

— Agora a pergunta que não quer calar — ele continuou, mantendo-se imóvel dentro dela, apenas sentindo o pulsar das paredes vaginais implorando por movimento. — Quer que eu meta com carinho, como se você fosse uma moça de família, ou prefere ser tratada como a vagabunda qualquer? Fala pra mim, Gi. Diz como você quer.

— Vai logo... me trata como vagabunda... — ela arfou, com as mão e os peitos pressionados contra a parede da cabine para não cair. — Só não para, por favor...

— Como eu imaginei que você diria. — ele rosnou.

Lucas começou a estocar com uma brutalidade animal. Não havia ritmo ou delicadeza; eram golpes pesados e rápidos que faziam o corpo de Giovana chocar-se repetidamente contra a divisória da cabine. O som da carne batendo contra a carne era interrompido apenas pelos gemidos altos e descontrolados dela.

Perecia que quebrariam a cabine a qualquer momento, tamanha a brutalidade do ato carnal.

Ele a puxou pelos cabelos, e virou seu rosto para o espelho, obrigando-a a olhar para o próprio reflexo, para que ela visse o estado em que estava: vestida como uma prostituta, sendo possuída pelo homem que ela mais odiava no mundo.

— Olha pra você! — Lucas dizia entre dentes, enquanto aumentava a velocidade. — Levando pau do cara que destruiu sua vida. E ainda gostando, gemendo feito uma cachorra.

— É isso que você virou, um pedaço de carne safado!

Ele não parava. A cada estocada, ele parecia querer marcar o território uma última vez antes de partir para a Austrália. Giovana estava em transe; o ódio que sentia por ele parecia combustível para o fogo que queimava em seu ventre. Ela empinava a bunda, buscando mais, querendo que ele preenchesse cada centímetro daquela carência química que a consumia.

— Ahhh... caralhuug... — ela balbuciava, com sua sanidade ficando para trás. — Ah... ahh...ãhhh.

Ele soltou um riso sombrio e segurou a cintura dela com tanta força que os nós de seus dedos ficaram brancos, preparando-se para o ápice daquela despedida violenta.

Lucas não deu trégua. A cada estocada, o impacto fazia o corpete de Giovana ranger e seus seios, espremidos para cima, balançarem freneticamente. O som da foda era uma mistura rítmica de estalos de pele e os gemidos que ela já não conseguia mais abafar.

— Lembra quando você me deu o fora na frente de todo mundo? — Lucas deu outra estocada violenta, quase tirando-a do chão. — Lembra de como você se achava superior? Onde está toda aquela marra agora, Gi? Tá aqui, enterrada na parede de um banheiro, implorando pelo meu pau.

Ele soltou uma das mãos do ombro dela e desceu até o clitóris inchado, espremendo-o com força enquanto continuava a metê-la sem piedade. Giovana teve um espasmo violento; o corpo dela travou, as pernas tremeram e ela soltou um grito longo, perdendo o controle total sobre os esfíncteres e os sentidos. O orgasmo veio como uma explosão química, fazendo-a jorrar contra a parede enquanto Lucas acelerava para o final.

— Isso! Goza pra mim, vadia! Goza sabendo que eu sou o único que te trata assim! — ele rosnou, a voz falhando pelo esforço.

Lucas deu as últimas dez estocadas com uma velocidade insana, cada uma mais profunda que a anterior. Ele a segurou pelo pescoço uma última vez, sentindo o pulsar desesperado da garganta dela, e descarregou tudo lá dentro, o máximo que pode.

Ele não se retirou imediatamente; ficou ali, pesado sobre ela, respirando de forma ofegante no seu ouvido enquanto o sêmen quente escorria pelas coxas dela, misturando-se à lubrificação e ao suor.

O silêncio que se seguiu na cabine era pesado e tóxico.

Lucas se afastou devagar, limpando o suor da testa com o antebraço. Ele fechou a calça com uma calma irritante, enquanto Giovana permanecia escorada na parede, com o olhar vago e o corpo ainda sofrendo pequenos espasmos.

O corpo de Giovana, ainda entorpecido pela descarga de dopamina demorou a reagir quando sentiu o toque frio do metal no pescoço.

Lucas não tinha pressa. Ele apertou a coleira de couro preto em volta do pescoço dela, ouvindo o clique seco da fivela. Logo em seguida, a venda escureceu tudo. O mundo de Giovana se reduziu ao som da respiração pesada de Lucas e ao puxão ríspido da guia de metal.

— No chão, Gi. De joelhos — ele ordenou, a voz cortante. — Vamos dar uma volta pela sua "segunda casa".

Sem conseguir enxergar, Giovana foi puxada para fora do banheiro. O contato dos joelhos nus contra o chão frio da academia era humilhante. Ela sentia o peso da guia a cada solavanco que Lucas dava, guiando-a como um animal de estimação pelos corredores escuros, entre os aparelhos que, durante o dia, eram ferramentas do seu trabalho honesto.

Depois de alguns minutos de desorientação, o puxão parou. Ela ouviu o som de Lucas se sentando em um dos bancos de supino.

— Pode ver agora.

Ele arrancou a venda. Giovana piscou, a luz fraca da emergência atingindo seus olhos. Ela estava exatamente entre as pernas dele, agachada no chão. Lucas estava com o tronco encostado no suporte da barra, as pernas abertas, e já segurava o membro que, mesmo após a descarga recente, já pulsava e crescia rapidamente, lubrificado e brilhante.

— Que tal você experimentar o gostinho da sua própria buceta? — ele zombou, segurando o pau e apontando para o rosto dela. — Olha o estrago que você fez nele, Gi. Tá todo sujo dos seus sucos...

Ele agarrou a coleira com força, puxando a cabeça dela para frente até que o nariz de Giovana roçasse no membro ereto. O cheiro de sexo e do suor deles invadiu os sentidos dela.

— Beija. Limpa tudo — ele rosnou. — Mostra que você é uma boa menina antes de eu ir embora pra sempre.

Giovana olhou para cima, encontrando o olhar sádico de Lucas. Ela não tinha mais forças para lutar contra a própria degradação. Com as mãos apoiadas nas coxas grossas de Lucas para se equilibrar, ela abriu a boca devagar.

Ela sentiu o gosto salgado e metálico da própria intimidade misturado ao sêmen dele. Lucas soltou um suspiro de satisfação quando ela envolveu o membro com os lábios, começando a mamar com a mesma intensidade desesperada que exigia o seu corpo.

— Isso... — Lucas murmurou, fechando os olhos e inclinando a cabeça para trás. — Engole o seu próprio pecado, Gi. É por isso que você nunca vai esquecer de mim. Toda vez que você entrar nessa academia, vai lembrar de como ficou de joelhos, de coleira, limpando o meu pau com essa boquinha dedicada.

Ele começou a ditar o ritmo, segurando a nuca dela e forçando a entrada, enquanto a guia da coleira tilintava contra o banco de ferro. Giovana estava completamente entregue, a humilhação se misturava com a saliva, enquanto aceitava que, naquela noite, Lucas era o dono absoluto de seu corpo.

O boquete tornou-se profundo e desesperado. Lucas não tinha a menor intenção de ser gentil; ele segurava a nuca de Giovana com firmeza, ditando um ritmo agressivo que a fazia engasgar enquanto a guia da coleira tilintava contra o metal do banco de supino.

— Isso, limpa cada gota, sua cadela — Lucas dizia, a voz rouca de puro deleite. — Olha só como você aceita bem. A professora modelo da academia, a mãe dedicada... quem diria que você ia adorar tanto o sabor da própria buceta?

Ela usava a língua, as mãos, os lábios, entregue a uma luxúria que a fazia odiar a si mesma a cada segundo, mas que a impedia de parar.

— Você é boa nisso, Gi. Pode confessar... você nunca vai sentir isso com outra pessoa, ou com qualquer outro desses caras bonzinhos. Eles não te fodem com a força necessária e não têm coragem de te colocar de quatro numa coleira, né?

Lucas começou a dar estocadas rápidas contra a garganta dela, os quadris se movendo com violência. Ele sentiu o ápice chegando e, com um puxão ríspido na coleira, obrigou-a a se afastar apenas alguns centímetros.

— Abre bem os olhos — ele ordenou. — Quero que você veja o fim da sua dignidade.

Ele descarregou uma sequência de jatos quentes e espessos diretamente sobre o rosto de Giovana. A porra cobriu suas bochechas, atingiu sua testa e um dos jatos escorreu pelo canto de sua boca, manchando o rostinho bonito que ela tanto tentava manter impecável nas redes sociais da academia.

Lucas riu, uma gargalhada genuína e maligna, enquanto observava Giovana arfante, com o rostinho pintado de branco.

— Linda. Você ficou simplesmente linda, Gi — ele debochou, limpando o canto da boca dela com o polegar de forma cínica. — Mas sabe o que é melhor? Eu não fui o único espectador dessa performance digna de Oscar.

O silêncio da academia, antes preenchido pelos gemidos e estalos da foda bruta, agora era cortado apenas pela respiração ruidosa de Mateus, que tentava gritar por trás da mordaça. Os olhos dele, vermelhos e úmidos, fixavam-se no rosto de Giovana — um rosto que ele outrora acariciara com ternura, mas que agora estava marcado pela humilhação branca e viscosa do sêmen de Lucas.

Giovana ficou paralisada, os joelhos ainda cravados no chão. A coleira em seu pescoço parecia pesar uma tonelada. Ela sentiu a porra escorrer lentamente por sua bochecha, atingindo o látex do corpete, mas não teve reação para limpar. O choque foi tão profundo que o efeito do comprimido pareceu evaporar, deixando para trás apenas o frio da realidade.

— Mateus... — o nome saiu como um sopro desespero, abafado pela vergonha.

Lucas caminhou até Mateus com uma calma psicopata. Ele parou ao lado do rapaz amarrado e, com um sorriso de escárnio, começou a limpar as mãos sujas na camiseta de Mateus.

— Viu só, garoto? — Lucas disse, a voz baixa e cruel. — Esse é o seu "anjo". A mulher que você tentou defender. Eu te falei que ela era uma vagabunda, não é mesmo? Nem precisei de muito esforço pra te provar.

— Sabe o que é mais engraçado, Mateus? — Lucas continuou, voltando a olhar para Giovana, que ainda estava em choque no chão. — Pode até parecer que ela fez isso pela Júlia. Mas olha pra cara dela... ela adorou cada segundo. O corpo dela não mente. O jeito que ela mamou... você viu, né? Aquilo não foi sacrifício. Ela estava adorando.

Giovana finalmente soltou um soluço cortante. Ela tentou se levantar, mas Lucas gritou.

— Fica aí, cadela. Eu ainda não te dei permissão para sair do lugar.

Ele então se inclinou sobre Mateus, sussurrando perto do ouvido do rapaz, mas alto o suficiente para Giovana ouvir:

— Sabe de uma coisa? Eu também admirava ela, Mateus. Até ver ela ser fodida brutalmente naquela cabine de banheiro, feito uma vagabunda. E agora eu consegui fazer você ver o que ela realmente é.

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Comentários

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Mari, gosto da sua escrita e suas cenas mas pra mim já deu... Esse tipo de perversidade me bate muito doído e me deixa em um desconforto quase físico. Torço pra que um dia você escreva algo mais leve... Sorte e sucesso!

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Não cabe ao leitor (a) determinar como o autor (a) deve escrever, Mhcmm.

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Muito bom e bem escrito, mas detesto ver chantageador se dando bem!!! Não sei se tenho mais raiva de Lucas ou Giovanna por ser tão puta e dar mas força a esse tipo de homem!!!

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