facefuck tinha virado o centro do nosso vício. Pedro não me tratava mais como uma mulher respeitada — ele me tratava exatamente como uma atriz pornô de vídeo barato: um buraco para usar, humilhar e descartar depois. E eu estava completamente apaixonada por essa versão de mim mesma. Quanto mais ele me degradava, mais molhada eu ficava, mais submissa eu me tornava.
Ele começou a ficar abertamente misógino durante o sexo. As palavras saíam da boca dele com um prazer cruel e excitante. Um ponto excitante para ele foi quando descobriu que eu ia palestrar sobre feminismo.
A palestra sobre feminismo foi um sucesso.
Eu subi no palco com meu melhor tailleur, cabelo loiro perfeito, voz firme e segura. Falei sobre empoderamento feminino, sobre como as mulheres não são objetos sexuais, sobre o machismo que ainda reduz a mulher a um corpo para o prazer masculino. A plateia aplaudiu de pé. Colegas me abraçaram. Paulo me mandou mensagem: “Estou tão orgulhoso de você.”
Eu sorri, agradeci, posei para fotos… e, duas horas depois, estava de joelhos no quarto do motel, completamente nua, com a boca aberta esperando Pedro.
Ele ligou a câmera do celular assim que entrei e posicionou para gravar tudo.
— Olha só quem veio… A grande defensora das mulheres. A palestrante feminista. Como foi o discurso hoje, Carla? Conseguiu convencer todo mundo que mulher merece respeito?
Eu corei, mas minha boceta já latejava.
Pedro segurou meu cabelo com força e bateu o pau pesado no meu rosto várias vezes.
— Hoje você vai repetir tudo que disse naquela palestra… enquanto eu uso essa boca de puta como ela realmente serve.
Ele enfiou o pau fundo na minha garganta e começou o facefuck bruto. Eu babava imediatamente, saliva grossa escorrendo pelos cantos da boca, descendo pelo queixo, pingando nos meus seios de silicone.
— Fala, vadia! “O corpo da mulher não é um objeto sexual!”
Com o pau batendo no fundo da garganta, eu gemia engasgada:
— O… corpo da mu… lher… não é um… obje… to sexu… al…
Ele riu alto, misógino, e meteu mais forte.
— “Nós mulheres merecemos respeito e não degradação.” Repete, sua hipócrita!
— Nós… merecemos… respeito… e não… degra… dação… — eu repetia, baba jorrando pelo meu corpo inteiro.
Pedro segurava minha cabeça com as duas mãos e fodia minha boca sem piedade, como se eu fosse uma atriz pornô de vídeo extremo.
— Vocês mulheres são todas iguais. Ficam gritando “empoderamento” de dia e de noite viram putas de joelhos implorando pra serem humilhadas. Você é a pior de todas, Carla. Mãe, esposa, professora… e aqui está você, babando no pau de um aluno de 19 anos.
Ele tirou o pau da minha boca por um instante, deu dois tapas fortes no meu rosto melado e mandou:
— Abre bem a boca e olha pra câmera. Hoje você vai admitir a verdade.
Eu abri a boca, língua para fora, baba escorrendo. Ele apontou o pau para o meu rosto e, sem aviso, começou a mijar.
O jato quente acertou minha testa primeiro, depois desceu para os olhos, para as bochechas, encheu minha boca aberta. Eu engoli um pouco sem querer, o resto escorreu pelos cantos dos lábios, misturando com a baba, descendo pelo pescoço, pelos seios, pela barriga, até pingar no chão. O cheiro forte de mijo encheu o quarto. Ele mijava devagar, controlando o jato, rindo enquanto gravava.
— Isso… toma meu mijo na cara, sua feminista de merda. Olha como você tá linda toda mijada. Bebe um pouco. Engole pro seu aluno.
Eu engoli o que tinha na boca, tossindo, lágrimas escorrendo misturadas com mijo. Meu corpo inteiro estava encharcado, grudento, brilhando de saliva e urina.
Pedro continuou mijando, agora direcionando o jato para os meus seios, fazendo ele escorrer pelos mamilos duros.
— Admite, Carla. Admite pra câmera que você adora isso. Fala: “Eu gosto de ser mijada. Eu gosto de ser tratada como uma puta nojenta.”
Eu estava tremendo de tesão e humilhação. Com a voz rouca, molhada, completamente quebrada, eu admiti:
— Eu… gosto… de ser mijada… Eu gosto de ser tratada como uma puta nojenta…
Ele riu satisfeito e continuou:
— Mais alto. “Eu sou uma feminista falsa. De dia falo de respeito, de noite imploro pra ser degradada.”
— Eu sou… uma feminista falsa… De dia falo de respeito… de noite imploro pra ser degradada…
Pedro terminou de mijar, sacudiu o pau na minha boca e enfiou tudo de novo, fodendo minha garganta agora molhada de mijo e baba.
— Isso, sua vadia. Vocês mulheres são feitas pra isso. Pra serem usadas, mijadas, cuspidas e fodidas. E você ama, não ama?
Eu gemi com o pau na boca, balançando a cabeça afirmativamente enquanto ele me facefuckava com mais força.
— Sim… eu amo… eu amo ser degradada… eu amo ser mijada… eu amo ser sua puta…
Ele gozou fundo na minha garganta, segurando minha cabeça até eu quase sufocar. Quando tirou o pau, meu rosto, cabelo, seios e barriga estavam completamente cobertos de baba, mijo e porra. Tudo grudento, escorrendo, cheirando forte.
Pedro olhou para a câmera, depois para mim, e disse com um sorriso cruel:
— Guarda esse vídeo bem guardado, professora. Toda vez que você for dar palestra sobre feminismo, vai lembrar que logo depois veio aqui tomar mijo na cara e confessar que adora ser tratada como lixo.
Eu fiquei ali, de joelhos, toda melada, gozando sem nem tocar na boceta, só de ouvir as palavras dele e sentir toda aquela degradação pesada.
Eu realmente adorava.
Quanto mais misógino, quanto mais nojento, quanto mais ele me tratava como uma atriz pornô barata, mais eu me entregava.
A professora feminista tinha virado oficialmente a puta mijada e babada do seu aluno.