Professora Puta Se Revelado Capítulo 8

Um conto erótico de Carla Professora
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 941 palavras
Data: 30/04/2026 10:36:21

facefuck tinha virado o centro do nosso vício. Pedro não me tratava mais como uma mulher respeitada — ele me tratava exatamente como uma atriz pornô de vídeo barato: um buraco para usar, humilhar e descartar depois. E eu estava completamente apaixonada por essa versão de mim mesma. Quanto mais ele me degradava, mais molhada eu ficava, mais submissa eu me tornava.

Ele começou a ficar abertamente misógino durante o sexo. As palavras saíam da boca dele com um prazer cruel e excitante. Um ponto excitante para ele foi quando descobriu que eu ia palestrar sobre feminismo.

A palestra sobre feminismo foi um sucesso.

Eu subi no palco com meu melhor tailleur, cabelo loiro perfeito, voz firme e segura. Falei sobre empoderamento feminino, sobre como as mulheres não são objetos sexuais, sobre o machismo que ainda reduz a mulher a um corpo para o prazer masculino. A plateia aplaudiu de pé. Colegas me abraçaram. Paulo me mandou mensagem: “Estou tão orgulhoso de você.”

Eu sorri, agradeci, posei para fotos… e, duas horas depois, estava de joelhos no quarto do motel, completamente nua, com a boca aberta esperando Pedro.

Ele ligou a câmera do celular assim que entrei e posicionou para gravar tudo.

— Olha só quem veio… A grande defensora das mulheres. A palestrante feminista. Como foi o discurso hoje, Carla? Conseguiu convencer todo mundo que mulher merece respeito?

Eu corei, mas minha boceta já latejava.

Pedro segurou meu cabelo com força e bateu o pau pesado no meu rosto várias vezes.

— Hoje você vai repetir tudo que disse naquela palestra… enquanto eu uso essa boca de puta como ela realmente serve.

Ele enfiou o pau fundo na minha garganta e começou o facefuck bruto. Eu babava imediatamente, saliva grossa escorrendo pelos cantos da boca, descendo pelo queixo, pingando nos meus seios de silicone.

— Fala, vadia! “O corpo da mulher não é um objeto sexual!”

Com o pau batendo no fundo da garganta, eu gemia engasgada:

— O… corpo da mu… lher… não é um… obje… to sexu… al…

Ele riu alto, misógino, e meteu mais forte.

— “Nós mulheres merecemos respeito e não degradação.” Repete, sua hipócrita!

— Nós… merecemos… respeito… e não… degra… dação… — eu repetia, baba jorrando pelo meu corpo inteiro.

Pedro segurava minha cabeça com as duas mãos e fodia minha boca sem piedade, como se eu fosse uma atriz pornô de vídeo extremo.

— Vocês mulheres são todas iguais. Ficam gritando “empoderamento” de dia e de noite viram putas de joelhos implorando pra serem humilhadas. Você é a pior de todas, Carla. Mãe, esposa, professora… e aqui está você, babando no pau de um aluno de 19 anos.

Ele tirou o pau da minha boca por um instante, deu dois tapas fortes no meu rosto melado e mandou:

— Abre bem a boca e olha pra câmera. Hoje você vai admitir a verdade.

Eu abri a boca, língua para fora, baba escorrendo. Ele apontou o pau para o meu rosto e, sem aviso, começou a mijar.

O jato quente acertou minha testa primeiro, depois desceu para os olhos, para as bochechas, encheu minha boca aberta. Eu engoli um pouco sem querer, o resto escorreu pelos cantos dos lábios, misturando com a baba, descendo pelo pescoço, pelos seios, pela barriga, até pingar no chão. O cheiro forte de mijo encheu o quarto. Ele mijava devagar, controlando o jato, rindo enquanto gravava.

— Isso… toma meu mijo na cara, sua feminista de merda. Olha como você tá linda toda mijada. Bebe um pouco. Engole pro seu aluno.

Eu engoli o que tinha na boca, tossindo, lágrimas escorrendo misturadas com mijo. Meu corpo inteiro estava encharcado, grudento, brilhando de saliva e urina.

Pedro continuou mijando, agora direcionando o jato para os meus seios, fazendo ele escorrer pelos mamilos duros.

— Admite, Carla. Admite pra câmera que você adora isso. Fala: “Eu gosto de ser mijada. Eu gosto de ser tratada como uma puta nojenta.”

Eu estava tremendo de tesão e humilhação. Com a voz rouca, molhada, completamente quebrada, eu admiti:

— Eu… gosto… de ser mijada… Eu gosto de ser tratada como uma puta nojenta…

Ele riu satisfeito e continuou:

— Mais alto. “Eu sou uma feminista falsa. De dia falo de respeito, de noite imploro pra ser degradada.”

— Eu sou… uma feminista falsa… De dia falo de respeito… de noite imploro pra ser degradada…

Pedro terminou de mijar, sacudiu o pau na minha boca e enfiou tudo de novo, fodendo minha garganta agora molhada de mijo e baba.

— Isso, sua vadia. Vocês mulheres são feitas pra isso. Pra serem usadas, mijadas, cuspidas e fodidas. E você ama, não ama?

Eu gemi com o pau na boca, balançando a cabeça afirmativamente enquanto ele me facefuckava com mais força.

— Sim… eu amo… eu amo ser degradada… eu amo ser mijada… eu amo ser sua puta…

Ele gozou fundo na minha garganta, segurando minha cabeça até eu quase sufocar. Quando tirou o pau, meu rosto, cabelo, seios e barriga estavam completamente cobertos de baba, mijo e porra. Tudo grudento, escorrendo, cheirando forte.

Pedro olhou para a câmera, depois para mim, e disse com um sorriso cruel:

— Guarda esse vídeo bem guardado, professora. Toda vez que você for dar palestra sobre feminismo, vai lembrar que logo depois veio aqui tomar mijo na cara e confessar que adora ser tratada como lixo.

Eu fiquei ali, de joelhos, toda melada, gozando sem nem tocar na boceta, só de ouvir as palavras dele e sentir toda aquela degradação pesada.

Eu realmente adorava.

Quanto mais misógino, quanto mais nojento, quanto mais ele me tratava como uma atriz pornô barata, mais eu me entregava.

A professora feminista tinha virado oficialmente a puta mijada e babada do seu aluno.

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Comentários

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Não consegui ler a metade disso. Ainda dou algum desconto por ser um capítulo aleatório, bem capaz que darei trabalho de ler os anteriores... Só espero que tenha reviravolta, esse tipo de joguinho foge muito da realidade, só fica nisso

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Na boa, esposa dedicada? Como uma pessoa dessas consegue chegar em casa depois disso e beijar o marido e os filhos? Lixo de ser humano!!!

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Ah! E só pra terminar porque será que para muitos escritores ser um marido carinhoso, cuidadoso e fiel é sinônimo de ser menos homem ou menos capaz no sexo. Como sempre digo ser amante é fácil, não tem que viver o dia a dia, ano após anos, suportando o bom e o ruim da outra pessoa. Para os (as) amantes todo tempo é dedicado apenas ao prazer e mais nada.

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Tudo bem que aqui é um site de contos eróticos, e todos tem liberdade de explorar suas raras, mas também acho que é uma pena que muitas vezes escritores e as vezes escritoras como parece o caso gostam de reduzir os seres humanos, menos que animais. Melhor ainda os animais jamais fazem ou fariam algo para degradar seu semelhante, animais são equilibrados, agem de acordo com sua natureza. É claro que esse conto é fictício e hoje muito fora da realidade, porque só uma pessoa completamente cega ou tremendamente estúpida não desconfiaria ou não descobriria essa traição. O cara deixa marcas na mulher, os horários mudaram, e colocar que ela ainda como uma mãe e ESPOSA DEDICADA, é uma grande falácia. Sei que muitas mulheres conseguem esconder traições por longos períodos dos seus maridos, aliás esse é um talento muito maior nas mulheres, até porque mesmo exaustas de uma tarde ou noite de traição, podem chegar em casa e ainda dar para o marido e fingir sentir prazer, algo muito difícil para grande parte dos homens. Mas torço para que não fique só nisso, o moleque é um abusador ela uma submissa, traidora, devassa. Espero que pelo menos para fazer justiça as únicas vítimas dessa história toda, os filhos e o marido a escritora crie um capítulo que mostre que toda decisão certa ou errada tem consequências. Acho que sexo é bom e faz bem a todo mundo, mesmo que seja fora do casamento, conheço casais liberais que vivem muito bem, mas caralho será que uma pessoa que vive 18 anos um casamento bom, com alguém que sabe que ama, que tem tanto carinho que leva isso pra cama, não tem espaço para uma conversa onde mulher possa se abrir com o marido e pedir o que gosta no sexo e simplesmente se entregar a ele e não na mão de uma abusador como esse moleque. A história não tem moral, pois se tivesse ia dar a entender que se esse moleque faz isso aos 19 anos, quantas mulheres ele vai traumatizar e quebrar na vida. E provavelmente já é tão psicopata que acabara matando uma. Porque com certeza se tonando juiz e com poder será um feminicida com grande conhecimento da lei

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Autor escreve bem demais, mas acredito que possa entrar uma trama , uma briga com o esposo ou algo assim pq os capitulos estao as mesmas coisas sexo toda hora

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