Olá leitores. Ficam me perguntando o porque o pai ficou impotente. Incrível que precise explicar isso com tantas informações hoje em dia. Fiz uma pesquisa no google de quantos por cento dos homens são impotentes. Vejam o resultado e fica claro que eu não precisaria dar explicação nenhuma, mas é evidente que no caso do pai do conto é o estresse e a responsabilidade excessiva.
“No Brasil, estudos indicam que cerca de 45% da população masculina é afetada pela disfunção erétil (popularmente conhecida como impotência sexual) em algum nível.
Aqui estão os detalhes mais importantes sobre o tema:
Prevalência e Gravidade: Embora a porcentagem total de afetados seja alta, a maioria dos casos é leve ou moderada. Estima-se que formas graves da disfunção atinjam entre 10% e 15% dos homens.
Frequência de Falhas: Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) indicou que até 52% dos homens acima de 40 anos já enfrentaram dificuldades para manter a ereção durante a relação sexual.”
Esse é um conto erótico, não uma enciclopédia.
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Estávamos em meio a festa de aniversário de meu pai em seu sitio com muitos familiares. Era sexta-feira e a festa foi esquentando perto da hora do almoço e com a bebida os limites familiares iam sendo perdidos. Meus tios coroas e meus primos mais velhos começaram com as mesmas brincadeiras sem graça comigo fazendo insinuações e olhando para meu corpo enquanto eu curtia um sol só de biquini.
Quando Tales não estava, tudo piorava e me comiam com os olhos só faltando partir para os fatos e me vendo muito incomodada, Giuliano que brincava na água com a bebê, saiu e a entregou a minha mãe e chegou a meu lado.
– Mãe. Você pode me ajudar um pouco, falou me chamando.
Assim que me levantei, ele pegou em minha mão olhando feio para os primos e tios e foi me puxando para nosso pequeno apartamento ao fundo de frente para a piscina. Pensei que só quisesse me salvar dos inconvenientes, mas assim que entramos na pequena sala, ele desabafou antes de agir.
– Aqueles FDP. Sei que você é linda e gostosa e atrai cobiça, mas sendo parentes deveriam pelo menos te respeitar por ter uma bebê de só um ano.
– Acalme-se filho. Sempre foi assim e sou prova de que olhar não tira pedaço.
– Mas você é minha. Poderiam até te cobiçar, mas guardar para eles e não fazer essas brincadeiras sem graça. Se algum deles tocar em você vou arrebenta-lo.
Sendo sempre pacato, o que disse mostrou o quanto estava irritado. Se não fosse ruim ele ficar tão nervoso, até teria gostado de sua reação. Para o acalmar me veio uma ideia muito safada e ousada. Olhei para aquele sofá simples debaixo da janela veneziana antiga de madeira azul que deixava todo som da festa entrar e ninguém nos ouviria
Fui até ele sob o olhar curioso de Giuliano, apoiei os dois joelhos na borda do assento e fui me inclinado até que meus antebraços se apoiaram no alto do encosto e fiquei de 4 sobre o sofá só de biquini comportado. Olhei por cima dos ombros para seus olhos esbugalhados, mas já parecendo excitados.
– Vem marcar a mamãe como sua fêmea, assim aqueles animais vão sentir o cheiro e saber que já pertenço a outro macho. Secretamente você.
Nunca tinha sido tão cruamente provocadora, mas eu gostei muito do que saiu de minha boca sem que eu tivesse pensado. Imediatamente Giuliano tirou a única peça que vestia que era o short de surfista que usava para nadar e veio atrás de mim e afastando o fundo do biquini começou a me penetrar.
Ainda abobalhado por minha proposta ele estava quieto com o único objetivo de copular com sua fêmea e a marcar. Lá fora escutávamos as vozes conhecidas dos parentes sem nenhum filtro por causa da bebida. Eu gemi sem me preocupar porque ninguém escutaria.
– Ahhhh filho, é tão excitante com eles lá fora e nós aqui.
O que eu disse o trouxe de volta do mundo animal.
– Muito mãe, mas a excitação de não dar para segurar de tão forte, foi com o que você disse.
– Não sei de onde veio, mas adorei o que falei. Talvez porque eu te excite quando tenho seu esperma em público. Enche a mamãe bem cheia. Ohhhhhhhhh.
Mesmo sentindo dores por sua pressa, gozei no exato momento que sua glande tocou meu colo do útero. Giuliano não ficou atrás e também gozou um oceano de esperma em meu útero. Poucas vezes o senti ejacular tanto.
– Estou gozaaaaando mãeeeeeeeeeee.
Seu gozo de homem terminou muito antes que o meu de mulher e pude perceber que seu pau não diminuía prolongando o meu. Pela excitação imensa pela situação, quando terminei ficou um gostinho de quero mais e sentindo seu pau duro, mais uma vez fui muito safada.
– Quer mais? Foi muito rápido né, perguntei.
– Eu quero e você?
– Também quero, então aproveita e me marca no bumbum também, mas antes me come um pouco aí.
Há meses fazíamos anal duas ou 3 vezes por mês e já havíamos abandonado o anestésico, mas o lubrificante ajudava muito e Giuliano se preocupou.
– Não temos lubrificante mãe, falou começando a ir e vir em minha buceta gozada e inundada de esperma.
Era tanto esperma que fazia aquele ploc, ploc quando ele puxava para fora.
– Usa esse esperma todo que é o melhor lubrificante do mundo.
Conforme ele puxava para fora e trazia esperma, Giuliano o recolhia e o levava ao cuzinho o lubrificando e quando já estava bem melado foi para ele e começou a penetra-lo. A excitação era tanta com aquele povo falando alto lá fora que pouca dor sentia. Se a janela de duas folhas a nossa frente se abrisse do nada todos veriam nossos rostos e Giuliano em pé atrás de mim olhando para a cuidadosa penetração em minhas preguinhas que se esticavam.
Eu gemia de prazer e enquanto ele cuidadosamente invadia o cuzinho da mamãe comecei uma conversa excitante.
– Você gosta mais da bucetinha ou do cuzinho da mamãe?
– Adoro os dois e com esse bumbum em volta fica ainda mais delicioso seu cuzinho, mas é claro que prefiro sua bucetinha aconchegante, melada e apertadinha. Fora que no cuzinho não posso te engravidar de novo.
– Ahhhh seu safado. Querendo engravidar a mamãe mais uma vez, mas vai ter que esperar um tempo.
– Claro que quero, porque você é a mulher mais linda que já vi.
Lembrando que vi minha irmã de biquini pouco antes quis tirar a prova, pois ela é lindíssima.
– Mais do que sua tia? Ela é linda e gostosa, além de parecida comigo. Ahhhhuuuuuu.
Seu pau já estava na metade, mas nunca chegaria até o fim, ficando poucos centímetros fora quando meu cuzinho não aguentasse mais.
– Não é porque é minha mãe, mas para meu gosto pessoal você é um 10 perfeito e ela um 9,5. Raras mulheres são mais bonitas do que ela. Nenhuma é mais do que você. Ohhhh, chegou ao fundo mãe.
– Então me come me dando uns tapas para que eu goze, mas em cima do biquini para não marcar quando eu voltar lá.
– E se escutarem?
– Nem se não tivessem bêbados escutariam com essa zona. Vamos, me marque de novo e me leve lá fora toda cheia de seu esperma e vamos ver como aqueles animais se comportam.
Provoquei Giuliano demais e ele começou a comer meu bumbum com vigor, só evitando o final quando não entrava mais. Seus tapas estalavam quando batiam em meu bumbum do lado coberto pelo biquini.
Tarada como estava eu quase torcia para aquela janela se abrir e chocar a todos que descobririam que pertenço a meu filho como mulher. Não demorou e chegamos juntos a outro orgasmo e apesar de sentir seu esperma inundando meu bumbum, meu orgasmo anal não foi tão intenso como o vaginal anterior, mas foi maravilhoso.
Quando Giuliano o tirou, nem me limpei confiando no tecido grosso do biquini listrado e no forro interno. Pularíamos juntos na piscina ao sair e os possíveis rastros seriam apagados.
Não deu nem 15 minutos e pouca gente deve ter percebido quando saíamos, mas percebi minha irmã nos acompanhando com os olhos até pularmos na piscina. Depois de um tempo brincando com a bebê que minha mãe entregou a Giuliano, saí e fui para o mesmo lugar de onde Giuliano me tirou e me deitei colocando os óculos escuros.
Sério, foi até estranho como nenhum daqueles parentes que me cobiçavam antes pararam de olhar para mim. Até sorri sozinha imaginando se todo aquele esperma dentro de mim realmente exalava o cheiro de meu corpo e os inibia, mas também poderia ser aquele olhar raivoso que Giuliano deu a todos quando me tirou de lá e ninguém era mais alto e forte do que ele.
Quando me levantei e comecei a interagir com as tias, mãe e irmã, poderia ter sido mais discreta colocando a saída de banho, mas quis me exibir marcada por meu macho e excitada até o ultimo fio de cabelo.
Aquela noite foi encerrada cantando os parabéns para meu pai que estava muito feliz, também bem alegrinho pela bebida e depois cada um foi se recolhendo.
Tivemos uma intensa sessão de amor e sexo para apagar nossa excitação e Giuliano estava feliz por sua “marcação” ter dado certo, pois percebeu que ninguém mais ficou me cobiçando. Não o quis desestimular para próximas vezes dizendo que poderia ser por sua cara brava, pois poucas vezes na vida me senti tão excitada durante o sexo quase em público e depois com minha situação “marcada” na frente de todos.
No sábado a bagunça começou cedo e tudo se repetiria e eis que quando minha mãe quis ficar com a neta, Giuliano veio até mim e falou baixinho.
– Vamos na cachoeira?
O lugar era um pequena cachoeira com um pequeno lago cristalino que Giuliano havia encontrado com os primos quando era mais novo e as vezes quando íamos ao sitio sem seus primos ele me convidava e eu ia com ele. Era no meio de uma mata e chatinho para chegar lá, mas para sair um pouco daquela bagunça e ter um tempo só com ele aceitei.
Após Giuliano sair primeiro, só avisei minha mãe que sairia, mas logo voltaria e em meio a bagunça e com a bebê no colo nem deu para me perguntar onde eu iria. Fui com a saída de banho e Giuliano de short de nadar e camiseta e quando chegamos lá fiquei só de biquini e ele só de short e entramos reclamando da água gelada.
Ao longe escutávamos o som da festa misturando música e gente falando alto. Os primos não viriam naquela hora pois diferente de Giuliano bebiam muito e já estavam bem altos logo cedo quando saímos de fininho.
Começamos com as brincadeiras inocentes de espirrar água e fazer cosquinhas que brincávamos como mãe e filho, mas nossa relação não era mais nada inocente. De repente ele começou a me agarrar e as risadas foram abaixando até que viraram gemidos quando me esfregava em seu pau duro.
Com a excitação não demorou e envolvi minhas pernas em seu corpo como se o montasse e minha buceta começou a esfregar em seu pau subindo e descendo. Era tão arriscado alguém chegar e por isso ainda mais excitante. De repente, Giuliano parou em uma posição e não nos girava mais na água.
Percebendo o que ele faria não o impedi e primeiro abriu o short e colocou o pau para fora e então veio e afastou meu biquini.
– Estou bem de frente para a trilha e se alguém estiver vindo enxergo de longe e dá tempo de disfarçarmos. Coloque ele dentro.
Com a água ajudando apoiei em seus ombros e me levantei até dar a altura e o encaixei em minha portinha. A água não é um bom lubrificante, mas lá dentro eu estava melada e quando começou a entrar, escorregou mais fácil. Não sem as costumeiras e deliciosas dores da possessão de minha bucetinha pelo poderoso pau de meu filho.
Quando me enterrei toda, Giuliano abaixou um lado de meu sutiã e abocanhou meu seio deixando de prestar atenção na trilha atrás de mim e ficou tudo mais perigoso e intenso.
Entupida de pau como minha bucetinha estava não precisava de muito para gozar então só levantava e abaixava uns 2 centímetros para a água não atrapalhar. Se não tivesse mamando nos seios da mamãe também ninguém perceberia que eu estava empalada nele quando chegassem, mas aí não teria aquela excitação do medo de sermos vistos.
Como há muito tempo eu já não me preocupava mais se fossemos pegos. Não me importaria, mas todo o rebu que iria dar me fazia temer ser pega e me excitava por isso.
– Seu safado, não tem mais um lugar que você não come a mamãe.
Ele parou de mamar aquele seio e o cobrindo começou a descobrir o outro.
– É que você é gostosa em todo lugar e fico com vontade, falou todo fofo me dando um tremor.
– Mamãe adora que você faça isso. Agora mama a mamãe que vou gozar já, já.
Quando gozamos juntos senti como se tivesse dentro de mim uma mangueira de incêndio dando jatos poderosos que me faziam sentir de leve onde acertavam. Pelo menos as primeira mais fortes.
Terminamos com um beijo apaixonado antes que ele tirasse seu pau de minha bucetinha esfolada de tanto fazer amor naqueles dias. Para não correr mais riscos, voltamos para a festa e pela bagunça, de novo ninguém tinha reparado. Na verdade, exceto minha irmã que novamente nos olhou chegando.
Naquela noite fizemos amor só uma vez, porque quisemos que a bebê dormisse conosco por estarmos com saudade de a ter perto durante a noite. Na manhã seguinte, domingo, arrumamos tudo e voltamos para a casa felizes de ficarmos as sós novamente, só nossa pequena família.
Naquela semana, foi muito, muito estranho quando Tales nos convidou para um jantar em família em um dos melhores restaurantes da cidade. Ele não disse o motivo, mas sabia que tinha algo para falar. Eu e Giuliano sentamos ao lado da ponta onde estava a bebê em uma cadeirinha e até lá Giuliano era o pai que me ajudava, o que Tales nunca se propôs. Ao meu lado ele começou a falar.
– Então, tenho algo muito importante para falar a vocês.
Ficamos quietos esperando que continuasse.
– Acima de meu cargo aqui no Brasil, só o do Presidente, mas ele está há pouco tempo no cargo e vai ficar muito ainda, então para surpresa minha me ofereceram o cargo de Presidente na Índia e é a maior oportunidade de minha vida. Estou pensando em aceitar. O que vocês acham?
Eu não achava mais nada desde que ele colocou a família em segundo lugar. Não quis parecer feliz que ele se fosse e Giuliano assumisse de vez em tempo integral.
– É o que você almeja trabalhando tanto e duvido que vá recusar se não aceitarmos, então só deveria avisar e não perguntar nossa opinião, joguei pesado.
– É que eu gostaria que vocês fossem comigo, mas sei que não devo forçar, pois não deve ser nada fácil viver na Índia e não sei quantos anos posso ficar lá.
– Pai, mesmo se fosse na Noruega onde eu adoraria morar, não iria para lá ficar abandonado em uma casa por um pai que só trabalha. Obrigado pela oferta, mas eu recuso.
Giuliano jogou ainda mais pesado e aproveitando dei a palavra final.
– Também não vou sendo a Índia ou outro país. Aqui pelo menos tenho a família e amigas que me fazem companhia.
– Eu entendo, mas não posso perder essa oportunidade depois de trabalhar tanto e chegar tão longe.
– Ninguém está falando para não ir, só que não vamos juntos e se for mais fácil para você, podemos nos divorciar e você fica livre.
Nunca tinha visto Tales tão assustado e desconcertado.
– Não quero me divorciar. Amo vocês.
Discutir o amor que ele dizia ter seria tempo perdido e desgaste emocional. Fora que senti que ele pensou que se divorciando abriria caminho para que eu casasse de novo e parecia não querer abrir mão de mim, não sabia porque motivo. Mal sabia ele que jamais me casaria no papel, só porque não poderia casar com o próprio filho.
– Tudo bem, mas não sei quanto tempo ainda vou aceitar isso. Talvez só espere a bebê crescer um pouco.
O resto do jantar foi frio parecendo que éramos estranhos depois de nos amarmos tanto.
Um mês depois Tales partiu prometendo que viria pelo menos duas vezes ao ano para o Brasil nos visitar e talvez alguma vez a trabalho para tentar acompanhar o crescimento da filha que felizmente não era dele.
Giuliano no mesmo dia assumiu definitivamente o posto de homem da casa e se mudou para meu quarto. Não com roupas e tudo pois minha mãe vinha praticamente todos os dias e não poderíamos escancarar. Fora ainda a ajudante que entrava as 8 e saía as 2 ou 3 da tarde.
Pouca coisa mudou porque antes Tales viajava e trabalhava tanto que só dormia em casa e tinha algum contato familiar no domingo. Em minha mente já tinha decidido que quando ele viesse nos visitar não dormiria com ele e o mandaria dormir no pequeno quarto de hospedes e se insistisse dormir em nosso quarto eu iria para o outro.
Iniciamos uma fase ainda mais feliz e gratificante sendo uma família de um casal com uma filha, ainda que não pudéssemos demonstrar que éramos um casal e ninguém soubesse que a bebê era filha de Giuliano.
Três meses se passaram e quando as férias da faculdade chegaram, minha irmã nos convidou para ir com ela para sua casa de praia e passarmos 10 dias em sua companhia, o que fazia anos que fazíamos. Tendo um marido bem de vida, ela tinha uma bela casa de frente para o mar e pé na areia e sabia que a bebê iria adorar, pois ainda não conhecia o mar.
De novidade das outras vezes, só seu marido não estar junto, pois diferente de Tales era super companheiro e se davam muito bem mesmo ele sendo 14 anos mais velho que minha irmã. Havia o problema de ele ser infértil, pois minha irmã sonhava muito em ter filhos e queria que fossem dela, tendo eliminado a possibilidade de adotar que antes consideravam. Em nossa última conversa, tinha me dito que só não tinha feito ainda, pois temia ter um filho de um homem que não conhecia e que poderia ter todos os tipos de problemas.
Na manhã seguinte após chegarmos, logo cedinho após dar de mamar, enchemos a bebê de protetor e Giuliano correu para a areia brincar com ela, como um bom pai. Minha irmã acordou com o barulho e de shortinho e blusinha de pijama veio me ajudar a preparar o café da manhã.
Na bancada, estrategicamente colocada para ficarmos de frente para a praia, lado a lado víamos Giuliano se divertindo com a bebê e do nada Renata fez um comentário, que quase me fez cortar o dedo com a faca.
– O Giuliano é um ótimo pai, não é?
Olhei para ela a meu lado assustadíssima, mas logo imaginei que ela queria se referir a ele tomar o lugar do pai ausente. Eu e ela sempre fomos confidentes e guardamos os segredos que a outra contava, mas esse segredo não tinha contado nem a ela e não tinha como ela saber. Foi o que pensei, mas logo descobri estar errada, pois após meu abano de cabeça ela continuou.
– Eu já desconfiava por causa da relação de vocês e os olhares que trocam, principalmente quando o Tales não está, mas naquele dia do aniversário de papai no sitio, tive a certeza.
Chocada, coloquei a faca na bancada e me apoiei com as duas mãos com as pernas bambas.
– Quando ouvi o Tales te chamar dizendo que precisava de sua ajuda, achei que poderia ser algo que eu também pudesse ajudar e fui atrás. Tentei abrir a porta e se ela estivesse trancada teria ido embora, mas ela estava irresponsavelmente destrancada e achei que não tinha problema entrar e ao entrar escutei a conversa de vocês e fiquei quieta atrás da parede da cozinha, mas assim que você começou a gemer, não aguentei de curiosidade e comecei a observar escondida e confirmei aquilo que já desconfiava. Ainda bem que fui eu e não outra pessoa.
O choque foi ela ter descoberto, mas sabendo que guardaria esse segredo como tantos, incrivelmente fiquei excitada por alguém mais saber que eu pertencia a Giuliano e ninguém seria melhor do que minha irmã a quem eu amava e ela me amava.
Ao me recuperar do susto voltei a preparar o café e assistindo meu filho brincando com nossa filha contei tudo a Renata, mas evitei falar do tamanho do pau de Giuliano para não parecer que me gabava. Minha intenção de nada adiantou.
– Com a mudança do Tales por tanto trabalho, em sua situação eu teria feito o mesmo, ainda mais ele sendo idêntico ao pai que você tanto amou. Claro que jamais vou contar a alguém como todos nossos segredos e até fico com o coração apertado de emoção sabendo que aquela bebê linda é filha de minha irmã com o filho dela. Só não acredito como você aguenta aquele pau gigantesco na xoxota e no bumbum, falou incrédula.
– Dopada de álcool na primeira noite. Esfolada e em carne viva por 15 dias nas primeiras vezes e depois só esfolada por mais 15 dias. Toda penetração é dolorida, mas no pós não sinto mais, só que se exageramos fico alguns dias dolorida de novo, falei sorrindo enfim fora do choque inicial.
Com seu marido tendo 14 anos a mais do que Renata não quis fazer propaganda para ela não ficar triste e não contei que acima das dores eu tinha orgasmos alucinantes, mas ela devia ter visto um pouco no dia que nos flagrou.
– Ainda assim ou por causa disso, você anda mais feliz do que nunca e só não percebe quem é muito desatento. Então você foi a primeira de seu filho, perguntou inocentemente sem que eu soubesse que tinha más intenções.
Já tinha falado disso quando contei tudo a ela, então só confirmei.
– Foi sim e ele diz que não queria que tivesse sido nenhuma outra.
– Pelo que conheço de meu sobrinho, ele nunca vai te deixar em segundo plano como o pai dele fez. Talvez só o que falte a ele no futuro é uma experiencia com outra mulher para que tenha a certeza que a decisão de ser o homem de sua mãe seja a melhor.
Não foi uma novidade o que Renata falou, pois um dos motivos que o evitei por tanto tempo foi que ele tivesse essa dúvida, mas para não me ferir, nunca me contasse. Sendo minha irmã e confidente e ela ter falado sobre isso, me abri com ela.
– Como mãe, essa é minha maior preocupação. De não dar chance a ele de escolher e ter certeza que sou o que ele quer, mas toda vez que comento ele é duro comigo dizendo que nunca terá dúvidas.
Renata me olhava parecendo pensar em algo importante e a vi engolindo em seco duas vezes antes de falar.
– Talvez possamos ajudar uma à outra, falou tremendo de nervoso.
Não me dei conta do que ela exatamente queria dizer.
– Como?
– Me deixe falar tudo antes de brigar comigo, por favor. Promete?
– Prometo.
– Você sabe mais do que qualquer um como desejo ter um filho, meu, em meu ventre. Infelizmente meu marido é estéril e sobra a inseminação e como já te disse várias vezes tenho pavor de utilizar um esperma de um completo desconhecido.
– Já sei de tudo isso Renata. Vá direto ao ponto.
– Vou chegar lá. É difícil, muito difícil. Você é a pessoa que mais amo no mundo e não quero que se afaste de mim por causa de minha proposta.
– Renata, falei ansiosa.
– Então lá vai. Se você deixasse o Giuliano me engravidar resolveria o meu problema e o seu pois ele teria uma experiência com outra mulher que nunca te roubaria dele e ele teria a certeza que precisa e só quer você.
Várias vezes pensei em fazer aquela proposta a Giuliano, mas por ciúme e receio dele ficar bravo comigo, nunca tive coragem. Como ele, também sou possessiva e nunca o quis dividir com ninguém. Renata não me deixou falar e continuou.
– Se ele já comete incesto com a mãe e tem filho com ela, engravidar a tia seria muito menos grave.
Renata é linda e pela própria nota que Giuliano deu a ela um 9,5 dava para confirmar, fora ser parecida comigo. Claro que o homem Giuliano apaixonado por mim poderia não ter nenhum desejo por sua tia, mas o homem primitivo nele não a recusaria, ainda mais para a procriar como todo homem está programado.
Independente se eu e Giuliano viéssemos a aceitar eu amava minha irmã mais nova e um roteiro trágico foi escrito rapidamente em minha mente enquanto olhava para ela chocada e sem palavras. E para a assustar e decidir por si própria a desconsiderar sua proposta, joguei em seu colo.
– Sei de seu desejo de ter um filho e mais do que ninguém além de você quero que o realize. Não vou ficar brava com sua proposta, pois você está desesperada vendo o tempo passar, mas considere sobre o que vou falar e é sério.
Tomei um folego, mas Renata estava muito ansiosa. A preparação do café estava em pausa e por sorte a bebê estava adorando a água do mar e Giuliano não fazia menção de voltar nos dando tempo para terminar a conversa.
– Fala Flavia.
– Não é alarmismo, mas experencia própria. Você sabe que o Tales é bem dotado e era muito bom na cama, mas depois que senti o pau do Giuliano, seria impossível outro homem me satisfazer. Se ele fizer sexo com você, acontecerá o mesmo e seu marido nunca mais vai te dar um orgasmo. Durante a gravidez, por estar realizando seu desejo talvez fique bem, mas depois do resguardo você vai se dar conta que ele nunca vai te satisfazer e seu casamento vai acabar.
Eu precisava a assustar mais.
– Vendo que seu marido não dá conta de seu desejo, vai procurar em outros homens dotados o que Giuliano te deu e nunca vai encontrar, pois mesmo sendo sobrinho será um incesto e nada é tão poderoso para a libido. Buscando outros homens, um após outro, vai se tornar promiscua com uma criança pequena no colo que será filho de meu filho e meu neto e sobrinho e não posso aceitar você chegar a isso.
Desta vez era Renata quem me olhava chocada e de boca aberta. Poderia estar pensando que era exagero meu, mas tinha chances de acontecer. Para não deixar a irmã que amo na mão, pensei em algo que amenizaria suas preocupações com um esperma estranho.
– O que acho que poderia acontecer é o Giuliano doar o esperma. Problemas com o bebê seriam muito mais difíceis de acontecer do que com a mãe.
– Eu já tinha pensado nisso, mas nenhuma clinica aceitaria me inseminar com o esperma de meu sobrinho. Nem sei se é permitido.
Era um problema que não pensei e com a impossibilidade achei que a conversa tinha terminado. Não para minha irmã.
– Mesmo se tudo o que você falou acontecesse, a parte de ser promiscua e sair com outros homens jamais aconteceria. Você me conhece e sabe que só faço amor com quem amo. Sabendo que nunca teria o mesmo que tive com Giuliano eu viveria feliz com meu filho e sem sexo.
Minha irmã não mentiu, mas eu conhecia o poder do pau de Giuliano e do incesto, que mesmo sendo tia, seria poderoso. Eu estava em uma encruzilhada entre compartilhar meu homem, meu tudo e ajudar a irmã que eu amava e queria tanto um bebê como a que eu tinha ou não permitir. Pioraria ainda mais quando eu ficasse gravida de novo, como Giuliano disse que faria e ela ainda não fosse mãe.
Eu precisava pensar mais e mesmo que aceitasse, duvidava que Giuliano aceitaria e até poderia ficar bravo comigo. Por sorte ele começou a voltar para a casa.
– Eles estão voltando. Vou pensar e te falo.
– Sei que é difícil para você. Se fosse o inverso eu também teria dificuldade, então se decidir não aceitar, não muda nada nossa relação. O não eu sempre soube que teria, falou me abraçando.