🔥 UMA DOUTORA, UMA SURPRESA, UMA FANTASIA, UMA NOVA VIDA
PARTE 1: O DESPERTAR
Fui casada por 8 anos com o Leandro, um homem incrĂvel, mas nĂŁo deu certo. Depois, foram 10 anos com o Rafael, outro cara perfeito: protetor, carinhoso, fazia tudo por mim. Mas tambĂ©m nĂŁo sei por que nĂŁo conseguimos ficar juntos. Ou melhor, eu sei: o problema era eu.
Nas duas separações eu sofri muito, chorei muito e acabei entrando em uma depressĂŁo horrĂvel. Dois anos apĂłs a Ăşltima separação, percebi que a errada era eu. Eu nĂŁo investia no nosso casamento, nĂŁo os agradava, nĂŁo tinha tempo para nada alĂ©m do meu trabalho. Na hora do sexo, eu era sempre muito reservada; nĂŁo gostava de fazer nada para apimentar. Eu dizia "nĂŁo" para tudo o que eles tentavam inventar, seja oral, anal ou qualquer novidade. Eu era fria, distante.
Hoje estou aqui sozinha. Sem ninguém me esperando e nem eu esperando alguém chegar.
Quero agora me entregar de cabeça e alma a um relacionamento. Não quero mais machucar nenhum homem sendo essa mulher radical, conservadora e focada apenas na profissão. Quero muito ser feliz, mas do meu jeito: ter o que escolher, comer quando tiver vontade, sair sem dar satisfação e decidir meus desejos sem me preocupar com ninguém.
Ou, pelo menos, eu achava que era isso.
Mas, para ser sincera, mesmo com todas essas decisões, ainda sinto necessidade de ter alguém me esperando ao chegar em casa. Eu sabia que, nos meus dois casamentos, eles não estavam errados. O erro era meu, que não via o ser humano como pessoa, mas sim minha profissão como tudo. Após sofrer tanto, decidi entrar em uma nova vida. Todas as pessoas necessitam de alguém, e eu não sou diferente.
O ENCONTRO E A GRANDE SURPRESA
Olá, me chamo LetĂcia. Tenho 44 anos, sou branca, baixinha e mĂ©dica cirurgiĂŁ. No hospital onde trabalho, sou constantemente assediada por mĂ©dicos e diretores; muitos querem apenas me levar para a cama, mas nĂŁo Ă© assim que eu desejo. Quero ser conquistada devagar.
Minha equipe é composta apenas por homens: enfermeiros, anestesistas, instrumentistas e técnicos. Todos são ótimas pessoas. Mas eu andava chateada, passando finais de semana sozinha, sem ninguém para conversar ou me tocar com carinho.
Foi em uma sexta-feira que resolvi me dar o luxo de uma noite de sensações. Liguei para uma agĂŞncia de acompanhantes de luxo. Contratei um rapaz com exigĂŞncias claras: bonito, simpático, branco, atĂ© 40 anos, nĂŁo muito forte e com bom nĂvel intelectual. Eu nĂŁo me importava com dotes fĂsicos especĂficos; queria alguĂ©m com conhecimentos gerais e nĂvel social mĂ©dio. NĂŁo suportaria conversas vazias. Queria alguĂ©m que me entendesse pelo olhar.
O perfil escolhido tinha 33 anos e atendia pelo nome de Raul. Branco, peludo, experiente, universitário, romântico e educado. Paguei o valor — que era alto, mas eu podia arcar — e recebi o aviso: em 40 minutos ele estaria no meu endereço.
Esses 40 minutos foram uma tortura gostosa. Eu estava nervosa, ansiosa, imaginando como seria. Quando a recepção avisou da chegada, autorizei a subida.
Quando abri a porta, meu senhor!
Levei um susto enorme, e ele tambĂ©m. Ficamos nos olhando sem dizer uma palavra, ambos de boca aberta, com o coração batendo forte. Lá estava ele: alto, corpo definido, barbudo, olhos verdes incrĂveis, cabelo encaracolado e um sorriso de dentes grandes e brancos que iluminava tudo.
Era o Gil! O técnico da minha equipe no hospital! O rapaz que trabalhava comigo todos os dias, sempre tão simpático e divertido! E ele estava ali, vestido como "Raul Hernandez", o garoto de programa que eu contratara!
— Desculpa mesmo, Dona LetĂcia... — gaguejou ele, sem graça, coçando a nuca. — Acho que me enganei, deve ser no andar de baixo... com certeza Ă© o andar de baixo.
Eu olhava para ele, vendo aqueles braços fortes, mãos grandes e as coxas grossas marcadas no jeans. Em vez de estranhar, senti um calor subir pelo meu corpo. Uma curiosidade e um desejo repentino me dominaram. Quando ele se virou para o elevador, recuperei o fôlego:
— Ei, Gil! Espera! Você é o Raul Hernandes?
Ele parou e virou devagar, o rosto vermelho de vergonha, mas com os olhos verdes brilhando intensamente.
— É... sou eu, doutora. Desculpa, eu não sabia que era a senhora. "Raul" é só meu nome de guerra na agência...
— Não tem que se desculpar — interrompi, abrindo espaço na porta. — É o seu trabalho e eu sou sua cliente. A partir de agora, não nos conhecemos de lugar nenhum, ok? Esqueça o hospital, esqueça a "doutora". Vem, eu estava te esperando.
A DANÇA, O CLIMA E AS SENSAÇÕES
Ele entrou hesitante, mas logo seu perfume invadiu a sala. Eu me sentei no sofá, observando-o se ambientar. Vi quando ele mudou a postura, respirou fundo e assumiu o personagem com uma naturalidade sedutora.
— Com licença... — disse ele, com a voz mais grave e sensual. — Era você quem esperava um acompanhante para esta noite?
— Sim... você está muito atrasado, moço — brinquei, já me sentindo mais mulher do que médica.
— Bebe o quê? — ele perguntou, sorrindo. — Precisa de algo para relaxar?
— Acho que preciso de algo bem forte. Estou nervosa.
Servi o uĂsque. Quando entreguei o copo, nossas mĂŁos se tocaram e senti um choque elĂ©trico.
— O que você sentiu quando me viu na porta? — perguntei.
— Ruim não foi — ele sorriu de lado, com aquele olhar de quem devora o coração. — Confesso que já tinha imaginado você comigo nessa situação... sempre achei a senhora a mulher mais gostosa e interessante do hospital.
— Doutora não — corrigi. — Me chama de Let. Aqui sou só eu. Uma mulher que precisa de carinho.
Começamos a conversar sobre viagens, livros e sonhos. Ele era inteligente, papo firme, mas muito divertido. O clima foi esquentando. Num impulso para quebrar o gelo, ele se levantou e tirou a camisa. Que visão! Peito largo, peludo, ombros fortes. Ele estendeu a mão:
— Me concede a honra de dançar esta música?
Segurei sua mão e ele me puxou, colando nossos corpos. Nossos peitos se tocaram e senti a grossura da coxa dele entre as minhas. Colei meu rosto em seu peito, sentindo o cheiro de homem que me deixava louca. A música Vivo per Lei, de Andrea Bocelli, começou a tocar.
— Você sabe que eu amo essa música, seu trapaceiro — sussurrei.
— Escolhi porque queria te ver sorrir. Seu sorriso é lindo, Let.
Ele envolveu minha cintura, apertando-me contra ele. Senti imediatamente o volume dele, duro feito pedra, pressionando minha barriga. Ele roçou a barba cheirosa no meu pescoço, enviando arrepios por todo meu corpo.
— Você não é uma cliente qualquer — sussurrou ele no meu ouvido, com a voz rouca. — Você é um presente. Vou te tratar como uma rainha.
Ele me beijou. Um beijo calmo, profundo, com sabor de uĂsque e hortelĂŁ. Suas mĂŁos desceram para minha bunda, apertando-a com possessividade.
— Você é tão gostosa, Let... perfeita.
— E você é tudo o que eu pedi — respondi ofegante.
— EntĂŁo vem, minha rainha... — ele me puxou pela mĂŁo em direção ao quarto. — Deixa eu te fazer ver quem tu Ă© realmente: uma mulher incrĂvel, uma fĂŞmea da porra que precisa de alguĂ©m que te entenda, que te coma gostoso e te faça sentir viva. Vou te levar pro auge do verdadeiro prazer, vou te mostrar que nĂŁo sou sĂł um homem pago pra dar uns minutos de gozo... sou teu protetor, teu amante, teu bicho todos os dias. Pra essa mulher tĂŁo linda, tĂŁo especial que eu tĂ´ olhando agora.
Nesta hora me entreguei totalmente pra ele.
— Vamos poder fazer qualquer coisa que nossos corpos pedirem, amor... — sussurrei, sentindo suas mãos grandes me segurarem. — Sem regras, sem filtros, sem essa porra de moralismo. Quero te amar muito, quero usufruir de tudo que tu tem guardado há anos. Realizar tudo o que tu quiser, sem valores, sem julgamento. Não me vê como uma cliente... me vê como essa mulher que te conhece, que te deseja e que agora é toda sua.
Caminhamos de mãos dadas, eu olhando para aquelas costas largas, pronta para começar, finalmente, a minha nova vida.
PARTE 2: O QUARTO, A ENTREGA E O PRAZER SEM REGRAS
Entramos no quarto e ele fechou a porta devagar, com um clique que pareceu selar o mundo lá fora. O ambiente estava perfeito: luz baixa, cor de âmbar, ar condicionado no ponto, deixando tudo aconchegante e perigoso ao mesmo tempo.
Ele me puxou de volta para os braços dele, me encostando na parede macia. Ficamos nos olhando, aqueles olhos verdes brilhando de desejo puro.
— Então esquece tudo o que tu sabe, doutora... — ele roçou o nariz no meu pescoço, respirando forte. — Aqui dentro eu mando. Eu vou te comer com carinho, mas eu vou te comer com vontade também. Vou fazer tu sentir o que é ser mulher de verdade.
Ele começou a me beijar o pescoço, mordendo de leve, chupando, deixando marcas invisĂveis, enquanto suas mĂŁos grandes e fortes desciam pelas minhas costas, apertavam minha bunda com possessividade, me levantando um pouco, fazendo eu sentir o volume daquele pau duro batendo na minha barriga por cima da roupa.
— Que delĂcia sentir tu assim, duro que nem pedra... — sussurrei, passando a mĂŁo por dentro da camisa dele, sentindo o peito peludo e quente.
— É tudo teu, Let... é todo teu. E hoje ele vai passear por todo canto do teu corpo. Não vai ter não, não vai ter vergonha. Hoje eu quero ver essa doutora certinha se acabar de gozar pra mim.
Com cuidado, mas com autoridade, ele me girou de costas para ele e começou a abrir o zĂper do meu vestido. O tecido escorregou pelo meu corpo atĂ© o chĂŁo, e eu fiquei ali, sĂł de lingeries finas, sentindo o olhar dele queimando em mim.
— Nossa... — ele gemeu baixo, passando as mãos por todo meu corpo, apertando meus seios por cima da renda, descendo pela minha barriga, agarrando minha cintura. — Que corpo gostoso, minha deusa... que pele lisinha, que bunda perfeita. Dá vontade de comer tudo, pedacinho por pedacinho.
Ele me virou de frente novamente, me deitou na cama com todo cuidado, como se eu fosse um tesouro, e se posicionou em cima de mim, apoiado nos braços fortes, me prendendo ali, dominando todo o espaço.
Começou a me beijar com fĂşria, com vontade, lĂngua trabalhando dentro da minha boca, me roubando o fĂ´lego. Suas mĂŁos nĂŁo paravam: apertavam, acariciavam, pinçavam meus mamilos que ficaram duros na hora, me fazendo arrepiar toda.
— Raul... por favor... — implorei, sentindo meu volume de tesão subir, sentindo minha calcinha já toda molhada de tanto que eu queria ele.
— Shhh... calma, minha gostosa... — ele falou com a voz rouca, descendo os beijos pelo meu queixo, pescoço, clavĂcula, indo descendo, descendo... — Hoje eu tenho tempo. Eu vou te comer todinha. Vou começar por cima e vou terminar lá no fundo, bem no meio das tuas pernas.
Chegou até meus seios, puxou o bico do sutiã com os seus dentes, soltando meus seios. Olhou pra eles, admirou, e começou a chupar com vontade, alternando um e outro, mordendo de leve, fazendo eu arquear as costas e gritar baixinho.
— Ahhh sim... assim... que delĂcia...
— Gosta, putinha? Gosta quando eu trato teu corpo assim? — ele perguntava sem parar de chupar. — Tu sentia isso com teus maridos? Duvido! Porque hoje eu vou te mostrar o que é prazer de homem de verdade.
Continuou descendo, beijando minha barriga, minha cintura, até chegar na barra da calcinha. Olhou pra mim, com aquele sorriso safado de dentes grandes, e com os dentes mesmo, puxou a peça lentamente, descendo até meus pés, me deixando completamente nua, exposta, toda sua.
— Olha pra isso... — ele passou a mão grande entre minhas pernas, abrindo elas devagar. — Molhada que nem água, toda brilhante de tanto tesão... que buceta gostosa, meu Deus... cheirosa, carnuda...
Ele nĂŁo esperou. Se encaixou ali entre minhas pernas, afastou meus lábios com os dedos grossos e enfiou a lĂngua com tudo.
— AHHHH GIL!!! — gritei o nome dele de verdade, agarrando seus cabelos encaracolados.
— É eu mesmo, amor... sou eu que tô comendo tua buceta agora! — ele falava com a boca cheia de mim, lambendo todo, chupando o clitóris com força, enfiando os dedos dentro de mim, fazendo movimento de vai e vem, procurando meu ponto G. — Toma... toma todo esse carinho... abre mais as perna pra mim, deixa eu ver teu gozo escorrer...
Ele era incrĂvel. Sabia exatamente onde me tocar, como lamber, como sugar, como e onde passar sua barba, como mover a lĂngua e seus dedos.
Eu estava em transe, sentindo coisas que nunca tinha sentido na vida. O prazer subia queimando por todo meu corpo, minha cabeça girava.
— Vou gozar!!! Eu vou gozar muito!!! — gritei, me contorcendo na cama.
— Então goza pra mim safadinha, minha putinha linda... solta tudo na minha boca, vai se libera pra mim!!
Me molhei toda, sua barba tocando nas minhas coxas, sua lĂngua nĂŁo parava, era mágico, era incrĂvel tudo.
Ele me incentivava fazer o que eu me soltar, sempre me chupando, e cada vez mais forte.
— Vai Gil, mais, mais, mais rápido..!
Ele sempre forçando sua lĂngua pra mais dentro, fazia com muita vontade.
Eu nĂŁo aguentei, gozei, gozei muito na sua boca, tendo inĂşmeros espasmos me tremendo toda, gritando o seu nome:
— Gil você vai acabar comigo! Gil você.. você não existe!
Sentindo meu corpo espasmódico de tanto prazer, molhando todo o seu rosto, molhando o lençol.
Era um gozo limpo, gostoso, libertador.
Subiu devagar, todo molhado, sua barba brilhando, seu rosto sorrindo todo suado sempre me olhando.
Beijou com tanta vontade e prazer a minha boca, me fazendo
