A Massagem que Mudou Tudo

Um conto erótico de Su Flor do Pecado
Categoria: Heterossexual
Contém 839 palavras
Data: 04/04/2026 00:20:49

Sempre gostei de ler e descobri a literatura erótica como um novo hobby. Passava horas lendo, deixando a imaginação voar. Mas tem coisas que a gente só descobre no corpo a corpo, no calor do momento, quando a curiosidade fala mais alto. Foi assim que encontrei um novo jeito de dar prazer pro meu marido, e acabei sendo presentada com o melhor sexo da minha vida.

Tudo começou numa noite que resolvi fazer uma massagem nele. Ele tinha chegado cansado, e eu queria relaxar aquele corpo que tanto me fazia feliz. Comecei pelos pés, subindo pelas pernas, até chegar nas coxas. Ele suspirava baixinho, entregue. Quando cheguei na bunda dele, meus dedos demoraram mais que o normal. A pele era macia, a curva perfeita. Fui descendo com as mãos, abrindo devagar, acabei subindo para as costas e ombros, depois retornei e me aventurei com a língua. Lambi as laterais, o começo do saco… ele não reclamou. Pelo contrário, deu uma leve arrebitada, como quem pedia mais. Aí juntei coragem: dei uma linguada bem no centro, um beijo grego meio sem querer. Ele suspirou e gemeu – um gemido diferente. Meu corpo tremeu na hora. Mas quando acariciei de novo, ele se soltou, meio sem jeito, com o pau todo babado. Eu voltei à massagem normal, mas aquilo ficou na minha cabeça. Ele tinha gostado? Será que foi só reflexo? Enquanto pensava, comecei a lamber o pau dele e chupar até que ele gozou.

Os dias passaram, e eu não conseguia parar de pensar. Li alguns contos sobre fio terra, sobre homens que sentem prazer ali, sobre o tal do ponto P. Fiquei com um misto de vontade e receio. Como abordar isso? E se ele achasse estranho? Mas o desejo de explorar era maior.

Até que veio a noite perfeita, muito tempo depois. Estávamos na cama, num daqueles 69 que a gente adora. Ele por cima, chupando minha buceta com aquela língua que me enlouquece – ele sabia exatamente onde passar a língua no meu grelo, chupar meus lábios, fazer aquele movimento que me tira do sério. Eu, por baixo, com o pau dele na boca, alternando entre chupar e lamber. Me lembrei da massagem, e minha língua começou a descer também. Dei uma lambidinha ali perto, bem suave. Ele não parou de me chupar – pelo contrário, apertou meu quadril com mais força e focou a língua direto no meu clitóris, me fazendo gemer contra o pau dele.

O KY já estava perto porque a ideia era ele comer meu cuzinho naquela noite. O sexo já era intenso. Mas eu resolvi mudar os planos.

Aproveitei que ele estava entregue, a boca dele devorando minha buceta, e comecei a passar o dedo, com movimentos circulares, bem leves, na entrada dele. Ele deu uma disfarçada, mas a chupada ficou mais forte – aquela língua faminta denunciava que ele estava gostando. Fui introduzindo o dedo devagar, do jeito que eu gosto que façam comigo – com calma, respeitando a entrada, estimulando as bordas antes de aprofundar. Sempre achei que cuidar do cuzinho de um homem era parecido com cuidar do nosso: lubrificação, carinho, e saber que o prazer vem devagar.

Ele continuou por cima de mim, a boca grudada na minha buceta, chupando meu grelo com uma fome que eu nunca tinha visto. O pau dele, em ponto de bala, roçava nos meus peitos, na minha barriga – parecia até maior do que o normal, todo duro, latejando contra minha pele. Eu intensifiquei o movimento de vai e vem com o dedo dentro dele, sentindo cada reação. Cada vez que eu aprofundava um pouco mais, ele gemia contra minha buceta, a língua tremendo no meu clitóris, os lábios sugando meus lábios com mais força.

Até que ele começou a tremer. O corpo inteiro ficou tenso, e eu senti o cuzinho dele piscando no meu dedo, apertando, como se quisesse me sugar. Foi quando ele gozou – sem tirar a boca de mim, sem parar de chupar meu grelo. Gozou jorrando na minha barriga, nos meus peitos, enquanto a língua dele ainda me devorava. E eu gozei junto, sentindo o clitóris pulsar contra a língua dele, só de sentir aquela reação, aquele prazer todo que eu tinha provocado nele.

Ficamos ali um tempo, ele deitado ao meu lado, ofegante, ainda tentando lamber minha buceta, meio desengonçado, como se estivesse bêbado de tesão. Eu acariciava a bunda dele, dava beijinhos nas pernas, esperando ele recuperar o fôlego.

Quando ele voltou a si, foi como se um animal tivesse despertado. Ele me virou de um jeito que eu nem vi, me penetrou com uma fome que eu nunca tinha sentido. Me comeu com uma intensidade, um vai e vem que acertava meu ponto G a cada estocada. Gozei de novo, e de novo, de um jeito que nunca tinha gozado antes – clitóris, ponto G, tudo junto e misturado, até eu ficar mole, derretida na cama.

Só de escrever isso aqui, meu corpo já responde. Meu grelo lateja só de lembrar. Passamos a repetir essa experiência, mas isso fica para outro conto.

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