Sábado de manhã – Dia do aniversário
Acordei com a voz de minha mãe me chamando baixinho.
— Acorda, filho. São quase 8h.
Abri os olhos devagar. Ela estava de pé ao lado da minha cama, já vestida para sair. Usava uma blusa cropped branca simples que marcava os seios pesados e deixava uma faixa da barriga à mostra, e um short jeans claro bem curto que abraçava as coxas grossas e mal cobria a metade da bunda enorme. O cabelo loiro estava solto e levemente ondulado.
Eu estava deitado só de cueca boxer cinza. Quando me mexi para sentar na cama, percebi que estava com o pau duro uma barraca bem evidente, o volume marcando o tecido fino da cueca.
Paula olhou.
O olhar dela desceu direto para o meu colo e ficou ali por dois ou três segundos longos demais. Ela viu claramente o contorno do pau duro, a cabeça inchada pressionando o tecido. Depois levantou os olhos para o meu rosto, com um sorrisinho de canto.
— Bom dia pra você também — disse ela, com uma brincadeirinha leve, mas a voz um pouco rouca. — Acordou animado hoje, hein?
Eu senti o rosto queimar de vergonha. Tentei cobrir com o lençol rapidamente, mas já era tarde.
— Mãe… para — murmurei, envergonhado, virando o corpo um pouco para o lado.
Ela riu baixinho, achando graça da minha reação.
— Relaxa, é normal. Hoje é seu aniversário, o corpo reage. Vamos, levanta. Eu te acordei cedo porque precisamos comprar as coisas da festa. Carne pro churrasco, bebida, carvão, refrigerante… Allan disse que a churrasqueira lá é boa, então vamos fazer direito.
Eu levantei da cama, ainda tentando disfarçar o volume na cueca, e vesti uma bermuda rápida por cima. Fomos para a cozinha. Ela já tinha feito café. Enquanto eu tomava, ela ficou encostada na bancada, me olhando de cima a baixo de novo, o sorrisinho ainda nos lábios.
— Você tá crescendo mesmo… — murmurou ela, quase para si mesma, antes de virar para pegar o pão.
Depois do café rápido, ela foi tomar banho. Quando saiu do banheiro, estava vestida para sair: uma blusa regata branca justa que marcava os seios pesados e deixava os ombros à mostra, e um short jeans claro bem curto, daqueles que sobem um pouco na bunda quando ela anda. Nos pés, um tênis branco simples. A roupa era casual, mas deixava o corpo dela bem evidente as coxas grossas, a cintura marcada e a bunda enorme chamando atenção.
— Prontinho? — perguntou ela, pegando a bolsa. — Vamos logo antes que o sol fique muito forte.
Saímos de casa juntos. No caminho para o mercado, ela dirigia e conversava sobre coisas leves: o que comprar, quantas pessoas realmente iriam, se eu queria bolo ou não. Mas eu ainda sentia o olhar dela de vez em quando, e a vergonha da cena da manhã não tinha passado completamente.
Paula andava ao meu lado.A bunda enorme balançava de forma natural e chamava atenção de quase todos que passavam homens viravam a cabeça, alguns até diminuíam o passo para olhar melhor. Ela parecia não notar, ou fingia não notar, mas eu via tudo.
No mercado, pegamos um carrinho e começamos a encher.
— O que você acha de comprar umas 4 caixas de cerveja e uma vodka? — perguntei.
Ela olhou para mim e ergueu uma sobrancelha.
— 4 caixas? Você e seus amigos vão beber tudo isso?
— É meu aniversário, mãe… — respondi, tentando fazer cara de coitado.
Ela suspirou, mas acabou cedendo com um sorriso.
— Tá bom. Mas só cerveja e vodka. Nada de coisa mais forte. E eu vou controlar.
Colocamos quatro packs de cerveja no carrinho e duas garrafas de vodka. Depois fomos para a sessão de carnes. Escolhemos linguiça, picanha, costela, frango e um pouco de carne para hambúrguer.
Enquanto escolhíamos as carnes, ela se inclinou para pegar um pacote mais atrás na prateleira. O short jeans subiu bastante, deixando boa parte da bunda enorme à mostra. Dois homens que estavam no mesmo corredor pararam e ficaram olhando descaradamente. Eu senti uma mistura de ciúme e tesão estranho.
Ela voltou para o carrinho sem perceber (ou fingindo não perceber) e perguntou:
— Quer salada também ou só besteira?
— Pode ser só besteira hoje — respondi.
Pagamos tudo e voltamos para casa carregando as sacolas. O caminho de volta foi mais quente. Minha mãe suava um pouco, a blusa regata grudando nos seios. Vários homens que passavam na rua olhavam sem disfarçar. Eu andava ao lado dela, carregando as sacolas mais pesadas, sentindo aquele misto de orgulho e desconforto.
Chegamos em casa por volta das 10h. Colocamos as compras na geladeira e na bancada.
Foi quando meu celular vibrou. Era Allan.
Allan:
“E aí, aniversariante! Tá confirmado pra hoje? 12h no condomínio, churrasqueira e piscina. Bebida e carne já tão compradas?”
Eu respondi rápido:
Eu:
“Tá confirmado. A gente vai sim.”
Allan respondeu quase imediatamente com um emoji de foguinho 🔥 seguido de:
“Perfeito. Tô ansioso pra caralho. Até mais tarde 😉”
Guardei o celular. Paula me olhou enquanto guardava as últimas coisas.
— Era o Allan?
— Era. Confirmando o horário. Vamos às 12h.
Ela assentiu, mas não disse mais nada. Apenas sorriu de leve e continuou organizando as sacolas.
O tempo foi passando já eram 11:15h
Eu fui tomar um banho rápido e me vesti para o aniversário: uma bermuda jeans clara, camiseta preta básica justa no peito e tênis. Por baixo usava uma sunga.Estava simples, mas arrumado o suficiente.
Quando saí do quarto, ela já estava quase pronta. Ela tinha trocado de roupa e estava com uma blusa soltinha branca de alcinha que deixava os ombros e parte do colo à mostra, e um short jeans escuro um pouco mais comprido que o de manhã, mas ainda marcando bem as coxas grossas e a curva da bunda enorme. O cabelo loiro estava solto e ondulado, com uma maquiagem leve. Ela parecia casual, mas o corpo dela chamava atenção de qualquer jeito.
Eu parei na porta do quarto dela e observei enquanto ela terminava de se arrumar. O short subia um pouco quando ela se inclinava para pegar algo, revelando a parte de baixo da bunda. Meu pau deu sinal de vida novamente só de olhar.
— Mãe… — chamei, tentando soar casual. — Você tá levando roupa de banho? Tem piscina lá no condomínio do Allan.
Paula parou o que estava fazendo e virou o rosto para mim, com uma expressão de dúvida.
— Ah… não sei. Acho melhor não. Não tô muito a fim de entrar na piscina hoje.
Eu insisti, tentando manter o tom leve, mas com segunda intenção clara na cabeça:
— Vai, mãe. É meu aniversário. Vai ser legal tem um pscina muito grande lá. Tá calor pra caralho. Leva o biquíni pelo menos, se não quiser entrar, tudo bem. Mas leva.
Ela ficou me olhando por alguns segundos, como se estivesse avaliando o pedido. Depois suspirou, com um sorrisinho resignado.
— Tá bom… só porque é seu aniversário. Mas não prometo que vou entrar na água.
Ela abriu a gaveta e pegou um biquíni preto e fechou a porta. Quando saiu, eu notei que ela tinha colocado o biquíni por baixo da roupa. A alça fina do top preto aparecia um pouco por baixo da blusa de alcinha, e o short jeans agora cobria a parte de baixo do biquíni.
Ela pegou a bolsa e me olhou.
— Pronto? Vamos?
Eu assenti, mas por dentro já estava imaginando: ela de biquíni preto, molhada, saindo da piscina, a água escorrendo pelos seios e pela bunda enorme… Allan e Diogo olhando… e a possibilidade de tudo escalar depois.
O caminho até o condomínio de Allan foi feito de Uber. Durante o trajeto, Paula ficou olhando pela janela, parecendo pensativa. Eu tentava conversar sobre coisas bobas, mas minha mente não parava de voltar para as fantasias que Allan e eu tínhamos criado na tarde anterior.
Quando o carro parou em frente ao condomínio, o porteiro liberou rapidamente. O lugar era bonito, com casas grandes e uma área comum bem cuidada.
Allan já estava nos esperando na portaria da área de lazer, sorrindo de orelha a orelha.
Ele estava vestido de forma casual, mas claramente pensada para chamar atenção: uma regata cinza justa que marcava o peito largo, os ombros e os braços atléticos, short de tactel preto que deixava as pernas musculosas à mostra, e um boné virado para trás. O cabelo loiro estava úmido, como se tivesse acabado de tomar banho. Ele exalava confiança e empolgação.
— E aí, aniversariante! — exclamou Allan, abrindo um sorriso largo e vindo direto na nossa direção.
Ele primeiro deu um abraço forte em mim, batendo nas costas.
— Parabéns caralho! Hoje vai ser foda.
Depois se virou para minha mãe. O abraço com ela foi bem mais demorado e caloroso. Ele a envolveu com os dois braços, apertando o corpo contra o dela, as mãos descendo um pouco pelas costas até quase a cintura. Paula correspondeu o abraço, os seios pesados pressionando contra o peito dele.
— Paula… que saudade de você — disse Allan, a voz mais baixa e charmosa. — Tá linda pra caralho hoje. Sério.
Ela riu, um pouco envergonhada, mas visivelmente afetada pelo elogio.
— Obrigada, Allan. Você também tá bem arrumado.
Ele demorou um segundo a mais do que o necessário para soltá-la, os olhos descendo rapidamente pelo corpo dela — da blusa de alcinha até o short jeans que marcava as coxas grossas.
— Deixa eu ajudar com as coisas — disse ele, já se aproximando do porta-malas do Uber.
Allan pegou os 4 packs de cerveja com facilidade, carregando dois em cada mão, os músculos dos braços se destacando. Depois pegou as duas garrafas de vodka e uma sacola grande com as carnes.
— Caralho, vocês trouxeram um estoque inteiro — riu ele, olhando para mim. — Hoje vai ser memorável.
Enquanto caminhávamos para a área da churrasqueira, Allan andava ao lado de minha mãe, conversando animadamente com ela:
— Sério, Paula, você tá muito gata hoje. É sempre muito bom te ver com roupas normais fora do colégio. Esse short ficou perfeito em você. E a blusa… nossa. Tá calor ou sou eu que tô sentindo?
Paula riu, balançando a cabeça.
— Para com isso, Allan. Você é muito cantador.
— Tô falando a verdade! — ele respondeu, piscando pra ela. — Queria ter a sorte de ter uma mãe tão nova e bonita que nem você.
Eu caminhava logo atrás, carregando as sacolas menores, observando tudo. Allan estava claramente empolgado com a presença dela, os olhos não desgrudavam do corpo de Paula. Ele fazia questão de andar perto, roçando o braço no dela de vez em quando.
Minha mãe parecia um pouco desconfortável, mas também lisonjeada. Ela respondia sorrindo, mas olhava para mim de tempos em tempos, como se quisesse ver minha reação.
Chegamos na área da churrasqueira um espaço amplo, com churrasqueira de tijolos, mesas de madeira, cadeiras e a piscina logo ao lado, brilhando sob o sol.
Allan colocou as coisas na mesa e virou para mim, ainda sorrindo.
— Então… vamos começar? Eu já acendi o carvão . Carne, bebida, tudo aqui. Hoje é o seu dia!— Beleza, eu assumo a churrasqueira hoje! Aniversariante não trabalha.
Ele abriu uma das sacolas, pegou uma lata de cerveja gelada e jogou para mim.
— Toma, filhinho. Pra começar o aniversário direito.
Eu peguei no ar e abri a lata.
Allan pegou outra lata e estendeu para minha mãe, com um sorriso charmoso.
— Pra você também, Paula. Pra relaxar um pouco.
Ela olhou para a lata, sorriu educadamente, mas balançou a cabeça.
— Obrigada, Allan, mas hoje eu não vou beber. Vou ficar na água de coco ou energético.
Allan ficou um segundo parado, claramente um pouco abalado com a recusa. Ele não esperava isso.
— Sério? Nem uma cervejinha gelada? Tá calor pra caralho…
— Sério — respondeu ela, ainda sorrindo, mas firme. — Prefiro não beber hoje.
Eu observei a cena em silêncio. Parte de mim sentiu alívio — ela estava tentando manter o controle. Outra parte sentiu uma pontada de decepção… e curiosidade. Será que ela estava com medo de repetir o que tinha acontecido na sexta? Ou estava tentando evitar que as coisas saíssem do controle na frente de todo mundo?
Allan se recuperou rápido e deu de ombros, sorrindo de novo.
— Beleza, sem pressão. Quer que eu faça um drink pra você então? Tem vodka, refrigerante, limão… posso fazer algo leve e gostoso.
— Não precisa, obrigada — disse Paula, educada.
Allan assentiu, mas dava pra ver que ele ficou um pouco frustrado. Ele tirou a regata cinza em um movimento só, ficando sem camisa.
O corpo dele era impressionante: peito largo, ombros definidos, braços musculosos e uma barriga tanquinho com gominhos bem marcados, brilhando levemente de suor por causa do calor. A pele era bronzeada, com uma linha fina de pelos loiros descendo do umbigo até dentro do short.
Paula ficou quieta, mas eu notei que o olhar dela demorou um pouco mais do que o normal no corpo dele. Ela não disse nada, apenas observou por alguns segundos antes de desviar o olhar para a piscina.
Nesse momento, Diogo chegou, carregando uma sacola de presente.
— E aí, parabéns, cara! — disse ele, me dando um abraço forte e entregando a sacola. — Trouxe um presentinho pra você.
— Valeu, Diogo — respondi, sorrindo.
Diogo então virou para Paula e a cumprimentou com um abraço demorado, como sempre.
— Professora Paula, que bom te ver. Tá linda hoje.
— Obrigada, Diogo — respondeu ela, sorrindo.
Nós quatro ficamos ali por um momento. Allan já estava na churrasqueira, colocando as carnes na grelha, o corpo sem camisa brilhando ao sol. Diogo abria uma cerveja e conversava comigo sobre o presente (um fone de ouvido bom). Minha mãe ficou um pouco afastada, bebendo água de coco, observando tudo com um sorriso calmo, mas os olhos dela vez ou outra voltavam para Allan sem camisa.
Allan olhou para nós três e sorriu, virando uma carne na grelha.
— Hoje o churrasco vai ser top.
Ele pegou o celular, conectou no som da área e colocou uma playlist animada de funk e sertanejo universitário, aumentando o volume o suficiente para criar um clima bom, mas sem incomodar os vizinhos.
— Agora sim! — exclamou ele, sorrindo de orelha a orelha.
Allan cortou um pedaço generoso de picanha suculenta, colocou num prato com farofa e vinagrete e entregou para Paula com um sorriso charmoso.
— Toma, Paula. Experimenta essa aqui. Fiz do jeito que você gosta, bem suculenta.
Ela aceitou o prato, sorrindo educadamente.
— Obrigada, Allan. Tá com uma cara ótima.
Ele não perdeu a oportunidade e já estendeu uma lata de cerveja gelada para ela.
— E pra acompanhar, uma cervejinha bem gelada. Vai combinar perfeitamente.
Ela balançou a cabeça, ainda com o mesmo sorriso calmo.
— Obrigada, mas vou ficar na água de coco mesmo.
Allan deu de ombros, mas deu pra notar um leve desapontamento no rosto dele. Ele abriu a lata para si mesmo e tomou um gole grande.
— Beleza, sem pressão. Mas fica aí que eu vou te servindo as melhores partes.
Nós quatro nos sentamos à mesa de madeira. Allan continuou servindo carne para todo mundo, animado, contando piadas e brincando. Diogo ria alto das besteiras que Allan falava, eu tentava acompanhar, mas minha atenção estava dividida entre a comida e o comportamento de minha mãe.
Paula comia devagar, elogiando a carne, participando da conversa de forma leve. Ela ria das brincadeiras, mas mantinha uma certa distância — especialmente quando o assunto girava para bebida ou quando Allan tentava puxar papo mais próximo.
Allan, ainda sem camisa, os gominhos brilhando de suor, olhava para ela com frequência, tentando manter o clima descontraído:
— Paula, você tem que provar essa linguiça aqui.Vocês compraram com pimenta, do jeito que eu gosto. Quer?
— Pode ser — respondeu ela, aceitando um pedacinho.
Enquanto comíamos e conversávamos, Allan e Diogo brincavam comigo sobre o aniversário:
— Já Já seremos adulto de verdade, filhinho — disse Allan, rindo. — beber legalmente… pelo menos na teoria.
Diogo completou:
— É, agora pode até casar… ou fazer outras coisas.,
Eu ria, mas olhava para minha mãe de canto de olho. Ela sorria, mas parecia um pouco mais quieta que o normal, como se estivesse observando tudo com cuidado.
O churrasco seguia animado. A música tocava, a carne estava boa, o sol batia na piscina…
Estávamos conversando sobre futebol quando minha mãe, que estava quieta comendo um pedaço de picanha, de repente falou:
— Será que eu posso dar um mergulho rápido na piscina? Tá muito calor…
Allan parou no meio da frase, o rosto se iluminando imediatamente.
— Claro! Pode ir, Paula. A piscina é toda sua. Tá liberada!
Ela sorriu, agradeceu e se levantou da cadeira. Os três ficamos em silêncio, acompanhando cada movimento.
Ela parou ao lado da mesa, segurou a barra da blusa regata branca e tirou por cima da cabeça num movimento lento. Os seios pesados balançaram livres por um segundo antes de serem contidos pelo biquíni preto o mesmo biquíni que ela tinha usado naquele dia na praia comigo. Era um biquíni simples, mas extremamente marcante: o top era triangular, com alças finas que mal conseguiam conter os seios grandes, deixando boa parte do colo e do vale entre eles à mostra. A parte de baixo era um biquíni preto que abraçava a bunda enorme, mas deixava grande parte das nádegas expostas, com o tecido grudando na carne macia.
Em seguida, ela abriu o botão do short jeans e deslizou-o pelas coxas grossas, revelando completamente o biquíni. A calcinha do biquíni era cavada, marcando bem a forma da buceta e deixando a curva inferior da bunda quase toda à mostra. O conjunto preto contrastava com a pele clara e loira dela, realçando ainda mais as formas generosas.
Quando ela terminou de tirar a roupa, o silêncio à mesa era absoluto. Allan, Diogo e eu paramos de falar ao mesmo tempo. Os três olhamos fixamente para ela.
Allan foi o mais óbvio: ele engoliu em seco, os olhos descendo sem disfarce do colo para a bunda. Discretamente, ele levou a mão até o próprio pau por cima do short e “ajeitou” o volume, que já estava bem marcado.
Paula fingiu não perceber a reação, mas um leve sorriso apareceu no canto da boca dela. Ela dobrou as roupas com calma e deixou sobre a cadeira.
— Vou dar só um mergulho rápido — disse ela, como se nada estivesse acontecendo, e caminhou em direção à piscina.
Allan ficou olhando até ela descer os degraus da piscina e mergulhar. Só então ele soltou o ar.
Depois de alguns minutos, enquanto minha mãe nadava devagar, Allan se levantou.
— Deu vontade de ir pra piscina também — anunciou ele, já tirando o short.
Ele ficou apenas de sunga preta justa. O volume era impressionante: o pau grosso e longo marcava fortemente o tecido, criando um contorno bem visível, quase obsceno. A sunga era pequena o suficiente para deixar claro que ele estava semi-duro.
— Vem filhinho! Diogo! Entra também!
Diogo riu, um pouco sem graça, e tirou a camisa e o short. Ele ficou de short de tactel preto comum. Diogo era meio gordinho, com uma barriga suave e peluda no peito e na barriga, os pelos escuros descendo até abaixo do umbigo. Ele não tinha o corpo definido como Allan, mas ainda era forte.
Eu também me levantei e tirei a bermuda, ficando apenas de sunga azul escura. Meu pau ainda estava meio duro da visão de minha mãe tirando a roupa, marcando o tecido de forma evidente, embora não tão exagerado quanto o de Allan.
Nós três fomos para a piscina. Paula estava na parte mais rasa, com água até a cintura, o biquíni preto molhado grudando no corpo, os seios pesados brilhando com gotas d’água.
Allan mergulhou primeiro, fazendo barulho, e surgiu perto dela, sorrindo.
— Agora sim o aniversário ficou bom — disse ele, olhando para Paula com clara admiração.
Na piscina, a água estava morna e agradável. Minha mãe nadava devagar na parte mais rasa, o biquíni preto molhado grudando no corpo, os seios pesados balançando levemente a cada movimento. Allan, Diogo e eu estávamos por perto, conversando e brincando, mas o olhar de todos inevitavelmente voltava para ela.
Allan, nadou até a borda da piscina e sorriu.
— Olha só o que eu lembrei que tem aqui! — disse ele, apontando para um canto da piscina.
Ele saiu da água, pingando, e puxou uma rede de vôlei que estava enrolada num suporte. Era uma rede própria para jogar vôlei dentro da piscina, com flutuadores.
— Que tal uma partida? Vai ser massa!
Diogo animou-se na hora:
— Boa! Eu topo!
Eu também sorri, sentindo o clima ficar mais leve e animado.
— Beleza, vamos jogar.
Allan olhou para Paula, que ainda estava na água.
— E você, Paula? Topa?
Ela hesitou por um segundo, mas acabou sorrindo.
— Tá bom… posso tentar.
Allan ficou empolgado. Saiu da piscina, pegou a rede e, com ajuda de Diogo, esticou e fixou os suportes nas laterais da piscina, dividindo-a ao meio. A rede ficou na altura ideal para jogar dentro da água.
Enquanto isso, Allan pegou quatro latas de cerveja gelada da mesa. Entregou uma para mim, outra para Diogo e uma para si mesmo.Quando foi oferecer para Paula, ela balançou a cabeça.
Ele abriu a própria lata e deu um gole.
— Beleza. Então vamos formar as duplas. Eu vou com a Paula!
Paula riu, surpresa.
— Eu não sei jogar vôlei!
Allan sorriu satisfeito e olhou para mim e Diogo.
— Então vocês dois ficam juntos. E pra deixar mais interessante… a dupla que perder tem que beber uma dose de vodka. Topam
Diogo riu.
— Topo!
Eu também concordei, mas olhei para Paula.
— Mãe, você topa? Se a gente perder, eu e o digo bebe e se você perder bebe a dose.
Paula hesitou, claramente desconfortável com a ideia.
— Não sei… eu não ia beber hoje.
Eu insisti, tentando soar leve:
— Vai, mãe. É só uma dose se a gente perder. E vai ser divertido. É meu aniversário!
Ela ficou em silêncio por alguns segundos, olhando para nós três. Depois suspirou e cedeu com um sorrisinho resignado.
— Tá bom… só porque é seu aniversário. Mas só uma dose se perder, hein?
— Fechado! — disse Allan, animado.
O jogo começou. A água dificultava os movimentos, mas tornava tudo mais divertido. Allan e Paula formaram uma dupla do lado oposto. Allan era alto e atlético, pulava bem na água para cortar a bola. Paula ria, tentando rebater, o corpo molhado brilhando, os seios balançando dentro do biquíni preto a cada movimento.
Diogo e eu jogávamos do nosso lado. Diogo era mais lento por causa do corpo gordinho, mas se divertia. Eu tentava acompanhar, mas meus olhos não paravam de voltar para Paula especialmente quando ela pulava para rebater a bola e a água escorria pelo corpo dela.
Allan brincava o tempo todo, provocando:
— Cuidado aí, Paula! Se a gente perder, você vai ter que beber!
Paula ria, respondendo no mesmo tom:
— Então joga direito!
Allan jogava de forma quase preguiçosa, como se quisesse perder de propósito ele ria, errava bolas fáceis de propósito, provocava Paula e ficava o tempo todo brincando.
Paula ria, tentando rebater, o corpo molhado brilhando, os seios balançando dentro do biquíni preto a cada pulo.
Diogo e eu estávamos concentrados. Apesar de Diogo ser mais lento por causa do corpo gordinho, conseguimos manter o placar apertado. No final, vencemos a primeira partida por 15 a 12.
— Isso aí! — comemorei, batendo na mão de Diogo.
Allan fingiu estar chateado, mas sorria.
— Droga… perdemos. Agora temos que pagar o desafio.
Ele saiu da piscina, pingando, e serviu as doses de vodka. Para ele foi uma dose normal. Para Paula, ele encheu um copo generoso —quase meio copo de plastico de vodka pura.
Elaolhou para o copo, hesitante.
— Isso é muita coisa…
— Regras são regras — disse Allan, sorrindo. — Perdeu, bebe.
Paula respirou fundo, pegou o copo e bebeu tudo de uma vez, em vários goles grandes. O rosto dela ficou vermelho na hora, os olhos lacrimejaram um pouco. Ela tossiu, mas conseguiu terminar.
— Nossa… tá forte — murmurou ela, limpando a boca.
Allan riu, satisfeito.
— Agora revanche! E dessa vez a gente vai jogar sério.
Ela concordou, já com as bochechas rosadas por causa da vodka.
— Isso, agora vai ser sério. Sem moleza.
A segunda partida começou. Dessa vez Allan e minha mãe jogaram com mais foco. Allan parou de errar de propósito e passou a jogar com vontade, cortando bolas com força. Paula também ficou mais competitiva, pulando para rebater, o corpo molhado brilhando, os seios balançando fortemente dentro do biquíni preto.
Allan e Paula se comunicavam o tempo todo, tocando um no outro na água, comemorando pontos com abraços rápidos. A vodka já começava a fazer efeito em Paula ela ria mais alto, os movimentos ficavam um pouco mais soltos, o olhar mais brilhante.
O placar foi apertado até o final. No ponto decisivo, Allan cortou uma bola forte e Paula completou o ponto com um toque preciso.
15 x 13. Allan e Paula venceram.
— Isso aí! — gritou Allan, erguendo o braço.
Ele imediatamente abraçou minha mãe na água, apertando o corpo molhado dela contra o seu. Os seios dela pressionaram contra o peito dele. Ela, empolgada pela vitória e pela vodka, retribuiu o abraço, rindo.
— Ganhamos! — disse ela, ainda abraçada a ele.
Depois se virou para mim e Diogo, com um sorriso provocante:
— Agora vocês dois bebem! Regras são regras.
Allan serviu duas doses generosas de vodka pura para mim e para Diogo. Nós bebemos. A bebida desceu queimando.
O clima na piscina tinha mudado. A brincadeira estava ficando mais solta, os olhares mais demorados, os toques mais frequentes. Paula, já sentindo o efeito do álcool, parecia mais relaxada, o corpo brilhando na água, o biquíni preto grudado nela.
— Vamos pra outra partida? — sugeriu Allan, ainda dentro da água, o corpo molhado brilhando
Continuamos o jogo ela ria toda vez que errava uma bola, o corpo balançando na água, os seios pesados subindo e descendo dentro do biquíni preto molhado.
No final da partida, Diogo e eu vencemos novamente por 15 a 11.
Paula soltou um gemido de frustração misturado com riso, jogando as mãos para o alto.
— Perdemos de novo!
Ela estava empolgada, o álcool deixando ela mais extrovertida. Virou-se para Allan, ainda rindo:
— Ai, me lembrei do colégio! Na época eu tentei jogar vôlei no time da escola. Era péssima, sempre errava tudo. As meninas riam de mim porque eu pulava e os peitos balançavam demais. Acabei saindo do time rapidinho.
Allan riu alto, nadando mais perto dela na água.
— Imagino… com esses peitos aí deve ter sido difícil mesmo — disse ele, o olhar descendo sem disfarce para o colo dela. — Aposto que os meninos do time ficavam mais olhando pra você do que pra bola.
Allan olhou para mim e Diogo com um sorriso cúmplice.
— Então… mais uma dose pra quem perdeu?
Paula hesitou por um segundo, mas o espírito competitivo (e a vodka que já tinha bebido) falou mais alto.
— Tá bom… mais uma. Mas essa é a última, hein?
Allan serviu as doses. Paula bebeu a dela de uma vez, tossindo um pouco no final, mas rindo logo depois. O rosto dela estava ainda mais rosado, os olhos brilhando.
Depois da segunda dose de vodka, o clima na piscina estava ainda mais solto. Minha mãe ria com mais facilidade, o rosto rosado, os movimentos um pouco mais lentos por causa do álcool.
Allan, ainda dentro da água, sugeriu animado:
— Vamos pra mais uma partida? Agora eu e a Paula vamos virar o jogo!
Paula balançou a cabeça, sorrindo, mas negando:
— Não, chega de vôlei por hoje. Tô cansada e já bebi o suficiente. Vamos só curtir a piscina.
Allan aceitou sem insistir. Ele saiu da água, tirou a rede da piscina e guardou tudo no suporte. Depois foi até a mesa e pegou mais quatro latas de cerveja gelada.
— Alguém quer? — perguntou ele, olhando especialmente para Paula.
Dessa vez ela hesitou por um segundo, depois aceitou com um sorrisinho:
— Tá bom… só uma cerveja então.
Allan abriu a lata e entregou para ela, claramente satisfeito.
Nós quatro ficamos na piscina, conversando e brincando. Diogo contava histórias engraçadas da escola, Allan provocava todo mundo, minha mãe ria e participava, o corpo molhado brilhando sob o sol. Eu observava tudo, o coração acelerado.
Em certo momento, ela olhou para o céu e comentou:
— Queria pegar um sol um pouco. Mas já está ficando um sol frio… não sei se vai dar pra bronzear direito.
Allan, que estava perto dela na água, respondeu rapidamente:
— Sempre que quiser vir pra piscina, é só falar. Pode vir outro dia mais cedo, quando o sol estiver mais forte. Você e o meu mano são bem-vindos a qualquer hora. A área é livre.
Paula sorriu, agradecendo:
— Obrigada, Allan. Quem sabe um dia desses a gente vem.
Ela saiu da piscina devagar, a água escorrendo pelo corpo. O biquíni preto estava colado, marcando os seios pesados e a curva da bunda enorme. Ela pegou uma toalha, estendeu numa espreguiçadeira próxima a psicina e deitou de barriga para cima, fechando os olhos para pegar sol.
Eu, Allan e Diogo ficamos mais um pouco na água, conversando. Mas o olhar de todos voltava para Paula deitada, o corpo brilhando, o biquíni molhado realçando todas as curvas.
Depois de alguns minutos, ela chamou:
— Filho, vem cá um pouco.
Eu saí da piscina e fui até ela.Ela se sentou na espreguiçadeira e me puxou para um abraço carinhoso. Quando ela me abraçou, os seios pesados e molhados pressionaram contra o meu peito e, por um instante, o rosto dela ficou muito perto do meu. O contato foi quente, macio e proibido.
Ela apertou o abraço e disse baixinho, com carinho:
— Parabéns, meu filho. Você tá crescendo tão rápido… cada ano que passa você fica maior, mais homem
Enquanto ela falava, os seios dela ficaram esmagados contra mim, o tecido molhado do biquíni roçando no meu peito. Meu pau reagiu imediatamente, endurecendo dentro da sunga.Eu olhei de canto para Allan e Diogo. Os dois estavam na borda da piscina, olhando a cena. No rosto deles havia uma mistura clara de inveja e tesão. Allan especialmente tinha o olhar fixo, o maxilar tenso.
Ela soltou o abraço, deu um beijo na minha bochecha e sorriu:
— Vamos voltar pra churrasqueira? Tô com fome de novo.
Nós quatro saímos da piscina. Allan e Diogo pegaram as toalhas, ainda olhando para Paula enquanto ela enrolava a toalha no corpo, cobrindo-se parcialmente indo em direção ao banheiro ao lado da área de psicina.
Nós três (Allan, Diogo e eu) já tínhamos saído da piscina e voltado para a área da churrasqueira. Allan estava sem camisa e ainda de sunga atlético brilhando da água da psicina, os gominhos marcados. Diogo vestia apenas o short de tactel preto, a barriga suave e peluda à mostra. Eu tinha colocado uma bermuda solta por cima da sunga.
Ela voltou alguns minutos depois. Tinha colocado um short jeans claro, bem curto e despojado, por cima da parte de baixo do biquíni preto. O short era tão curto que a parte superior do biquíni ficava visível, mostrando bastante da cintura e da curva inferior da bunda enorme. A blusa regata branca continuava a mesma, marcando os seios pesados. Ela parecia mais à vontade, o cabelo loiro ainda úmido caindo solto sobre os ombros.
O churrasco continuou. Allan voltou para a grelha, virando as carnes, enquanto Diogo e eu conversávamos sentados à mesa.
Paula se aproximou, agora mais descontraída, o rosto rosado pelo sol e pela bebida que já tinha consumido. Ela sentou-se à mesa, cruzando as pernas, o short curto subindo ainda mais nas coxas grossas.
Allan olhou para ela e, com um sorriso, estendeu uma lata de cerveja gelada.
— Aceita uma, Paula? Tá bem geladinha.
Dessa vez ela não recusou. Pegou a lata, abriu e deu um gole.
— Tá bom… só essa então.
Allan sorriu satisfeito.
A conversa fluiu mais leve. Paula estava mais solta, rindo das piadas de Allan, comentando sobre a carne, brincando com Diogo quando ele exagerava nas histórias. Eu participava também, mas minha atenção estava dividida entre a conversa e o corpo dela o short curto, o biquíni aparecendo na cintura, os seios marcando a blusa regata.
Em certo momento, a playlist tocou uma música sertaneja animada e romântica.Paula sorriu ao reconhecer a música, olhou para mim e estendeu a mão.
— Vem, filho. Dança comigo essa.
Eu levantei sem hesitar e segurei a mão dela. Começamos a dançar no espaço aberto ao lado da mesa. Eu segurei a cintura dela com firmeza, sentindo a pele quente. Paula dançava colada, o corpo balançando no ritmo, a virília roçando de leve na minha coxa. Os seios pressionavam contra o meu peito. Meu pau endureceu rapidamente, marcando a bermuda.
Enquanto dançávamos, eu olhava para Allan e Diogo. Os dois observavam em silêncio, o desejo evidente no olhar.
Quando a música terminou, Allan se levantou com um sorriso.
— Minha vez agora?
Paula riu e aceitou. Dançou com Allan de forma mais solta, soltando o quadril um pouco mais, rindo das brincadeiras dele. Diogo foi o terceiro, dançando de forma mais desajeitada, mas claramente aproveitando cada segundo.
Eu fiquei sentado, observando tudo. A culpa apertava o peito ver minha mãe dançando, rindo e sendo desejada pelos meus amigos, mas o tesão era mais forte. Eu gostava de ver aquilo. Gostava de ver o desejo nos olhos deles. E isso me fazia me sentir ainda mais sujo.
Lembrei de tudo que eu já tinha feito. Na noite de sexta, eu tinha fodido minha própria mãe enquanto ela estava inconsciente, bêbada e drogada. Eu tinha enfiado meu pau na buceta dela, no cu dela, gozado dentro dela junto com Allan. Tinha usado o corpo dela como um objeto, sem ela poder consentir. Depois, ainda tive a coragem de gozar na mão dela enquanto ela dormia e, na noite anterior, gozei dentro da calcinha dela enquanto a espiava se masturbando como uma puta desesperada.
E o pior: eu tinha gostado de cada segundo.
Agora, vendo ela dançar, rir, deixar Allan apertar a cintura dela, ver Diogo olhar para a bunda dela com desejo… o tesão voltava ainda mais forte. Eu sentia ciúme. Um ciúme doentio. Mas ao mesmo tempo, ver outros homens desejando ela, tocando ela, me excitava de uma forma que eu não conseguia controlar.
Eu sou um monstro. Abusei da minha mãe. Gozei dentro dela enquanto ela não podia dizer não. E agora eu quero ver ela sendo usada de novo. Quero sentir ela gemendo. Quero ver ela se entregando. Que tipo de filho eu sou?
A culpa me consumia, mas o tesão era mais forte. Eu odiava isso. Odiava a mim mesmo. E mesmo assim, meu pau estava duro só de imaginar o que poderia acontecer mais tarde.
Allan se aproximou de mim discretamente enquanto Paula e Diogo conversavam perto da grelha. Ele falou baixo, quase no meu ouvido, para que ninguém mais ouvisse:
— Ei… — murmurou ele, com um sorriso satisfeito. — O plano tá dando certo, mano. Ela tá mais solta do que eu esperava. Já falei com um contato meu. Ele vai passar umas coisas pra gente hoje à noite. Coisa leve, pra deixar ela mais solta, mais quente. Nada muito pesado.
Ele olhou rapidamente para Paula e Diogo para ter certeza que eles não estavam ouvindo, depois continuou:
— Vou inventar uma desculpa pra mandar o Diogo embora mais cedo. Dizer que minha mãe ligou pedindo pra ele levar algo ou sei lá. Assim ficamos só nós três. Você, eu e ela. Aí a gente vê no que dá.
Allan deu um tapinha discreto no meu ombro, os olhos brilhando de excitação.
— Relaxa. Hoje vai ser foda. Seu aniversário vai ser inesquecível.
Eu não respondi. Apenas assenti.
A culpa me rasgava por dentro. Eu sabia que estava prestes a cruzar mais uma linha. Sabia que estava traindo minha mãe de novo. Sabia que estava me afundando cada vez mais nessa loucura. Mas mesmo assim… eu queria. Queria ver até onde isso ia chegar.
Queria ver ela se entregando. E essa vontade me destruía e me excitava ao mesmo tempo.
Allan voltou para a grelha como se nada tivesse acontecido, sorrindo e servindo mais carne.Eu fiquei ali, sentado, o pau ainda meio duro, a mente em turbulência.
O final da tarde chegava devagar. O sol já estava baixo, pintando tudo de um tom dourado alaranjado. A música tocava, as latas de cerveja se acumulavam na mesa e o clima entre nós quatro estava cada vez mais solto.
Paula, já visivelmente mais relaxada pela bebida, sorriu e disse:
— Allan, coloca umas músicas da minha época? Aquelas do final dos anos 80, começo dos 90… Blitz, Marina lima, Paralamas do sucesso, aqueles sertanejo mais antigo também.
Allan riu, já mexendo no celular.
— Queria ter nascido nessa epoca e te conhecido. Aposto que você era uma loira perigosa na balada.
Paula riu, balançando a cabeça.
— Para de graça, Allan. Eu era bem comportada.
— Duvido — respondeu ele, com um sorriso safado. — Com esse corpo que você tem… aposto que quebrava corações e deixava os caras loucos.
Allan ainda estava só de sunga preta justa. O volume era impossível de ignorar o pau grosso e longo marcava o tecido de forma evidente, criando um contorno pesado que se mexia toda vez que ele se movimentava. Ele não parava de “ajeitar” o pau disfarçadamente, passando a mão por cima da sunga, apertando de leve ou coçando como se estivesse desconfortável.
Paula notou e brincou:
— Allan, você vai acabar pegando um resfriado assim, só de sunga o dia inteiro. Coloca uma roupa, vai.
Allan riu, sem nenhuma vergonha.
— Tá calor demais pra roupa, Paula. E eu tô confortável assim.
Em certo momento, enquanto conversavam, Allan se aproximou por trás da cadeira onde Paula estava sentada. Ele deu um meio abraço nela, inclinando o corpo sobre o dela como se fosse contar algo no ouvido. Ao fazer isso, ele pressionou descaradamente o pau ainda dentro da sunga contra o ombro nu dela, roçando devagar. O volume pesado ficou ali por dois ou três segundos, bem visível.
Paula ficou quieta por um instante, mas não se afastou imediatamente. Depois deu uma risadinha nervosa e empurrou o braço dele de leve.
— Allan… comporta.
Ele se afastou rindo, mas continuou coçando e mexendo no pau por cima da sunga toda hora, sem disfarçar muito.
A conversa continuou leve, com risadas e provocações. Paula estava mais descontraída, bebendo sua cerveja e participando.
A música tocava mais baixa agora, e o clima na área da churrasqueira estava bem mais solto. Paula ria de uma brincadeira de Allan, o rosto rosado pela bebida, enquanto Diogo terminava sua cerveja.
Allan olhou para o celular por um segundo, depois se virou para Diogo com uma expressão casual:
— Diogo, você não tinha falado que precisava buscar sua irmã mais cedo hoje? Ela te mandou mensagem agora há pouco, né?
Diogo piscou, claramente confuso por meio segundo, mas logo entendeu o recado. Ele forçou um sorriso e se levantou.
— É verdade… quase esqueci. Ela me chamou pra ajudar com uma coisa. Vou ter que ir agora.
Ele se despediu de Paula com um abraço um pouco mais longo que o normal, depois me deu um soquinho no ombro.
— Parabéns de novo, cara. Qualquer coisa me avisa. Divirtam-se aí.
Diogo pegou suas coisas e foi embora. O portão da área de lazer fechou atrás dele.Agora éramos só nós três.
Eu fiquei olhando para Allan por alguns segundos. Algo não cheirava bem. A forma como Diogo saiu tão rápido, a desculpa pronta… eu suspeitei na hora.
— Você falou alguma coisa pra ele antes, né? — perguntei baixo, mas direto, olhando fixo para Allan. — Sobre o plano. Sobre o que poderia rolar hoje.
Allan ficou um pouco nervoso. Ele coçou a nuca, deu um sorriso que não chegou aos olhos e tentou desconversar:
— Calma, filhinho. Não foi bem assim. Eu só comentei que hoje ia ser mais tranquilo, que talvez a gente quisesse curtir mais à vontade… nada muito específico. Diogo é gente boa, ele entendeu o recado sem eu precisar explicar tudo.
Ele se aproximou um pouco mais de mim, falando ainda mais baixo para que Paula não ouvisse:
— Relaxa. Eu não contei nada demais. Só disse que era melhor ele ir embora mais cedo pra gente poder ficar mais à vontade. Ele não sabe dos detalhes. Confia em mim.
Allan tentou acalmar o clima, batendo levemente no meu ombro.
— Hoje é seu aniversário. Vamos curtir. A Paula tá mais solta do que nunca. Não vamos estragar o clima agora, né?
Eu não respondi imediatamente. A desconfiança ainda estava lá, mas o álcool e a excitação do momento acabaram pesando mais. Eu assenti, embora por dentro ainda sentisse que Allan tinha ido além do combinado.
Paula, que estava terminando sua cerveja, olhou para nós dois, curiosa.
— Tudo bem aí?
Allan respondeu rápido, com um sorriso largo:
— Tudo ótimo. Só combinando o resto da noite.
Paula sorriu, aparentemente sem desconfiar de nada, e tomou mais um gole.
Allan sentou-se novamente, ainda só de sunga preta justa, o volume marcando o tecido de forma descarada. Ele abriu mais três latas de cerveja e entregou uma para cada um.
Allan olhou para ela com um sorriso lento e provocador.
— Sabe, Paula… você tá diferente hoje. Mais relaxada. Tá gostando do dia?
Paula deu um gole na cerveja e respondeu, com um meio sorriso:
— Tá sendo bom. Melhor do que eu esperava.
Eu entrei na conversa, olhando para ela:
— Você merece relaxar um pouco, mãe. Faz tempo que não te vejo assim… rindo, dançando. Tá bonito te ver desse jeito.
Paula olhou para mim, surpresa com o comentário, mas sorriu de verdade.
— Obrigada, filho.
Allan não perdeu a brecha. Ele se inclinou um pouco para frente, os olhos fixos nela.
— É sério. Você fica ainda mais gostosa quando tá assim, solta. Sem ficar se controlando o tempo todo como na escola. Eu gosto de te ver rindo… e dançando também — disse ele, com um tom brincalhão, mas claramente testando os limites.
Paula riu, balançando a cabeça.
— Allan, você não perde uma oportunidade, né?
— Nunca — respondeu ele, piscando. — Ainda mais com uma mulher como você. Se eu tivesse te conhecido há uns anos… nossa, ia ser perigoso.
Eu senti o ciúme subir, mas junto veio aquele tesão doentio. Ver Allan flertando abertamente com ela, ver ela rindo das provocações dele… me excitava de uma forma que eu odiava admitir.
Eu entrei na conversa, voz mais firme:
— É, mãe. Você ainda chama muita atenção. Até hoje no mercado os caras não tiravam o olho de você. E aqui… o Allan quase não consegue disfarçar.
Minha mãe olhou para mim, um pouco surpresa com minha participação mais direta, mas riu baixinho.
Allan sorriu, satisfeito por eu estar entrando no jogo.
— A gente só fala a verdade. Você é uma MILF da porra, Paula. Desculpa a grosseria, mas é fato.
Nesse momento, o celular de Allan tocou. Ele olhou para a tela e sorriu.
— Falando no diabo… chegou as paradas que eu tinha encomendado.
Ele atendeu o telefone, falando baixo:
— E aí, mano… beleza. Pode vir pra dentro do condomínio. Estamos na área da piscina, na churrasqueira principal. É só falar com o porteiro que eu libero. Beleza.
Allan desligou e guardou o celular, olhando para nós dois com um sorriso cúmplice.
— Coisa leve, pra deixar o clima ainda melhor.
Paula ergueu uma sobrancelha, curiosa, mas ainda descontraída pela bebida.
— Que paradas são essas?
Allan deu de ombros, com um sorriso safado.
— Surpresa. Mas nada que vá te fazer mal. Só pra gente relaxar de verdade.
Ele olhou para a tela e sorriu.
— Chegou. Vou lá encontrar com ele rapidinho.
Allan se levantou, ainda só de sunga preta, e saiu andando em direção à área da piscina, uns 200 metros à frente. Eu fiquei sentado com Paula.
Tentando manter a conversa normal, eu perguntei:
— Tá gostando do dia até agora mãe?
Paula sorriu, mas o sorriso parecia um pouco distante.
— Tá sendo bom. Melhor do que eu imaginava. A carne estava ótima, aquele mercadinho perto de casa tem as melhores carnes do bairro e o preço estavam bem em...
Enquanto conversávamos, um carro preto de vidros escuros entrou devagar pela rua interna do condomínio e parou exatamente onde Allan estava, perto da piscina. Paula parou de falar no meio da frase. Seu olhar ficou fixo no carro. Ela não disse nada, mas ficou encarando por vários segundos, como se reconhecesse o veículo.
Eu notei a mudança imediatamente.
— Mãe… tá tudo bem?
Ela piscou, como se voltasse à realidade, e forçou um sorriso.
— Tá sim. Só me distraí um pouco. O que você estava falando mesmo?
Eu virei o corpo para olhar na direção do carro. Allan estava conversando com alguém dentro do veículo pela janela do motorista. Depois de uns trinta segundos, o carro deu ré e foi embora pelo mesmo caminho.
Allan voltou caminhando, com um sorriso grande e empolgado no rosto. Na mão direita ele carregava um pacote pequeno e, na esquerda, um saquinho maior de maconha. Ele parecia excitado, quase eufórico.
— Pronto! — disse ele, chegando perto da mesa. — Peguei o que tinha encomendado. Essa aqui é kunk, bem mais forte que a normal. E um pouco de pó também, pra quem quiser.
Ele colocou os pacotes na mesa com orgulho, como se tivesse trazido um presente.
Paula olhou para os itens, mas não disse nada. Ela pegou o celular e começou a mexer nele com frequência, respondendo de forma curta às nossas conversas, o olhar voltando para a tela o tempo todo.Eu fiquei observando. Ela tentava engatar conversa com Allan e comigo, mas claramente estava distraída, digitando ou lendo mensagens toda hora.
Minha desconfiança aumentou. Ela reconheceu aquele carro. Tenho quase certeza.
Ela olhou para gente ainda com celular nas mãos e disse sorrindo:
— Vou aqui no banheiro gente de novo.
Eu esperei um momento em que ela saiu de perto de nós, perguntei direto, sem rodeios.
— Allan, quem era o contato que você pegou a droga?
Allan ficou um pouco nervoso. Ele coçou a nuca e tentou desconversar:
— Relaxa, mano. Você não vai gostar de saber. É um cara que eu conheço, só isso.
Eu apertei mais, olhando fixo para ele:
— Fala a verdade. Quem era?
Allan suspirou, olhando para os lados para ter certeza que Paula não estava voltando, e baixou a voz:
— Tá bom… às vezes eu pego com o Caio da escola. O primo dele, o Rafael, é um dos fornecedores. Ele me mandou mensagem hoje dizendo que estava por perto e eu aproveitei.
Eu senti um frio na espinha.
Allan percebeu minha reação e tentou acalmar:
— Mas relaxa. Ele só entregou e foi embora. Ele não sabe que sua mãe usa e ela nem viu quem era.
Eu não respondi. A menção ao nome de Caio fez tudo dentro de mim revirar ciúme, raiva, tesão doentio e uma desconfiança ainda maior.
Eu fiquei em silêncio depois que Allan revelou que o contato era o primo de Caio. Meu estômago revirou. A menção daquele nome trouxe de volta todas as imagens que eu tentava esquecer: Caio tratando minha mãe como uma vadia, ela gemendo no colo dele, a forma como ele a humilhava na minha frente. E agora ele estava de novo no meio disso tudo, mesmo que indiretamente.
Paula voltou do banheiro ainda mexendo no celular. Ela parecia agitada, o olhar distante, respondendo nossas perguntas com monossílabos. De vez em quando ela digitava rápido, franzindo a testa, como se estivesse trocando mensagens importantes. O sorriso que ela tinha mais cedo tinha quase desaparecido.
Allan, tentando manter o clima, abriu mais uma cerveja e falou:
— Galera, aqui tá muito aberto. Não dá pra fumar tranquilo. Não era melhor a gente ir pra um lugar mais reservado? Tipo… pra casa de vocês? Lá é fechado, tem sofá,som e fica bem melhor pra gente curtir sem preocupação.
Ele olhou para Paula com um sorriso sugestivo, claramente insinuando que queria continuar a noite lá.
Paula balançou a cabeça quase imediatamente.
— Acho melhor não, Allan. Eu tô passando mal. Acho que exagerei na bebida e no sol. Já pedi um Uber. Vou pra casa comprar um remédio e descansar.
Allan franziu a testa, visivelmente frustrado.
— Já? Mas a noite tá só começando… fica mais um pouco. A gente pode ir devagar.
— Não, sério — respondeu ela, já guardando o celular na bolsa. — Eu não tô me sentindo bem. Melhor eu ir agora.
Eu fiquei ansioso. Meu coração acelerou. Ela está mentindo. Ela não tá passando mal. Está falando com alguém. Com o Caio. Ou com um dos primos. Marcando alguma coisa. Por isso ficou mexendo no celular o tempo todo.
Paula se levantou, ajeitou o short jeans por cima do biquíni e nos olhou com um sorriso cansado.
— Vocês dois se divirtam, tá? Mas tomem cuidado. Não bebam demais. E não façam besteira.
Ela deu um abraço rápido em mim, depois em Allan que tentou prolongar o contato, mas ela se soltou educadamente.
— Parabéns mais uma vez, filho. Amanhã a gente continuar a comemorar direito em casa.
O Uber chegou poucos minutos depois. Paula entrou no carro, acenou pela janela e foi embora.
Assim que o carro sumiu de vista, Allan soltou um suspiro longo e frustrado, passando a mão no cabelo.
— Porra… tava indo tão bem. Ela tava solta, rindo, aceitando cerveja… e de repente resolveu ir embora. Você acha que ela desconfiou de alguma coisa?
Ele abriu mais duas latas de cerveja e me entregou uma. Sentamos novamente à mesa, agora só nós dois.
Allan tomou um gole grande e disse, decepcionado:
— Eu tava tão animado, cara. Tinha tudo planejado. A kunk era forte, o pó era bom… ia deixar ela bem solta. E agora? Ficamos só nós dois aqui.
Eu olhei para a lata na minha mão, a mente ainda girando.
— É… parece que o plano não deu certo hoje.
Allan ficou em silêncio por um momento, depois deu de ombros.
— Amanhã a gente pensa em outra coisa. Mas hoje… fodeu.
Nós dois continuamos bebendo, a noite caindo ao nosso redor. O condomínio estava silencioso. A empolgação de minutos atrás tinha virado frustração.
Allan e eu ficamos mais um tempo na área da churrasqueira, terminando as últimas latas de cerveja enquanto arrumávamos a bagunça que havíamos feito. Jogamos as latas vazias no lixo, guardamos as sobras de carne na geladeira portátil que Allan tinha trazido e limpamos a mesa.
Allan, ainda só de sunga preta justa, suspirou enquanto fechava a tampa da churrasqueira.
— Que pena, cara… tava tudo indo tão bem. Ela tava solta, rindo, aceitando cerveja… eu realmente achei que hoje ia rolar alguma coisa. — Ele olhou para mim, ainda com esperança. — E se a gente for pra sua casa agora? Caso ela esteja melhor e ainda a fim… a gente pode tentar. Pelo menos leva as coisas que sobraram e fumamos um caso não dê certo..
Eu pensei por um segundo. A ideia me deixava ansioso, mas também excitado. Mesmo com toda a culpa, o desejo de ver até onde isso poderia ir ainda estava lá.
— Tá bom… vamos.
Peguei o celular e mandei uma mensagem para Paula:
Eu:
“Mãe, tá tudo bem? Já tô indo pra casa.”
Enviei e fiquei olhando para a tela. Ela não respondeu. Os dois ticks azuis não apareceram.
Terminamos de arrumar tudo. Allan foi até a casa dele tomar um banho rápido e trocar de roupa. Quando voltou, estava com uma regata preta justa que marcava o peito e os braços, e um short tactel cinza. Ainda tinha aquele ar confiante e ligeiramente frustrado.
Eu esperei por ele na área da churrasqueira, sentado numa cadeira, olhando para a piscina agora vazia. A noite já tinha caído completamente.
Allan voltou com o carro e eu entrei. Durante o trajeto até meu prédio, quase não conversamos. O clima estava mais pesado agora a empolgação do início da tarde tinha dado lugar a uma expectativa incerta.
Quando chegamos na entrada do meu prédio, Allan estacionou o carro na rua em frente.
— E aí? Subimos? — perguntou ele, olhando para o prédio.
Eu olhei para o celular mais uma vez. Ainda nenhuma resposta de minha mãe.
— Vamos.
Descemos do carro. Allan pegou uma sacola com as sobras de carne e seis latas de cerveja que ainda restavam e uma vodka fechada.
Nós dois caminhamos em silêncio até a portaria do prédio.
Allan e eu subimos pelo escada em silêncio. Meu coração batia forte, uma mistura de ansiedade e medo crescente. A cada andar que subia, eu imaginava o pior: chegar em casa e não encontrar minha mãe e descobrir que ela tinha saído novamente com alguém. A possibilidade de ela estar com Caio ou um dos primos dele me deixava enjoado e, ao mesmo tempo, estranhamente excitado.
A cada lance de escada que subíamos ouvimos um barulho de musica, parecido com um grave do funk e o cheiro característico de maconha também chegava até nós, forte e doce.
Allan riu baixo, tentando descontrair:
— Caralho, tem outro vizinho aqui que fuma também. Pelo menos não vamos ser os únicos.
Eu não respondi. Quanto mais nos aproximávamos da porta do meu apartamento, mais claro ficava: a música estava vindo de dentro da minha casa.
Parei na frente da porta, a chave tremendo ligeiramente na mão. O funk estava alto, o cheiro de maconha escapava por baixo da porta. Allan atrás de mim. Meu estômago revirou. Abri a porta.A cena que encontrei me acertou como um soco.
A sala estava com as luzes baixas. No sofá, Rafael estava sentado sem camisa meio úmido, só de short preto como se tivesse acabado de tomar banho. O corpo musculoso e negro brilhava, tatuagens descendo pelos braços. Ele estava largado, pernas abertas, com um baseado na mão.
No chão, sentada entre as pernas dele, estava minha mãe .
Ela usava apenas a parte de baixo do biquíni preto. A parte de cima tinha sido tirada. No pescoço, havia uma coleira rosa fina, com uma argola de metal. Seu nariz estava levemente branco, sinal claro de que tinha cheirado. Os olhos estavam vidrados, meio desorientados, o corpo suado e marcado. A buceta marcada pelo biquíni molhado, os seios pesados à mostra, mamilos duros. Ela parecia completamente fora de si, mas ainda consciente o suficiente para estar ali.
O cheiro de maconha era forte dentro do apartamento, misturado com suor e sexo.
Eu fiquei paralisado na porta, a chave ainda na mão.
— Que porra é essa? — consegui dizer, a voz rouca de choque e raiva.
Rafael sorriu preguiçosamente, dando um trago no baseado antes de responder:
— Relaxa. A gente só tá curtindo . Ela tava precisando relaxar um pouco.
Allan, atrás de mim, entrou na sala e cumprimentou Rafael com um toque de mão, como se já se conhecesse.
— E aí, Rafael. Que que tá rolando aqui?
Rafael sorrindo disse:
— E aí, galego. Tô só fazendo companhia pra Paula enquanto o Caio toma banho. Ela tava muito tensa hoje.
Eu não conseguia acreditar no que via. Minha mãe, sentada no chão quase nua, com uma coleira rosa, cheirada, ao lado de Rafael. A humilhação, o ciúme e o tesão doentio me acertaram ao mesmo tempo.
Allan olhou para a cena com os olhos brilhando de excitação. Ele claramente estava gostando do que via.Foi quando ouvimos o barulho da porta do banheiro se abrindo.
Caio saiu do banheiro, enrolado com a tolhada de paula na cintura, o corpo magro e negro ainda úmido. Ele sorriu ao nos ver, especialmente ao ver minha expressão.
— Olha só quem chegou… o filhinho da prof e o amigo playboy. Chegaram na hora certa.
Ele caminhou até a sala, sem pressa, olhando para mim e para Allan com desprezo divertido.
— Eu só vim entregar umas coisas pra ela. Mas agora que vocês estão aqui… eu tenho que ir. Tenho entrega pra fazer ainda hoje.
Caio pegou a camisa que estava no sofá, vestiu e olhou para Paula, que continuava sentada no chão, desorientada.
— Se cuida, vadia. Amanhã a gente se vê.
Ele passou por mim e por Allan, ainda com aquele sorriso arrogante, e saiu do apartamento, fechando a porta atrás de si com Rafael loga atrás.O silêncio que ficou foi pesado.Paula continuava no chão, olhando para o nada, a coleira rosa no pescoço, o corpo marcado.
Allan e eu nos entreolhamos.
Eu fiquei parado na entrada da sala, completamente paralisado, o choque me travando o corpo. Meu coração batia tão forte que parecia querer sair do peito. A cena à minha frente era surreal: minha mãe sentada no chão, quase nua, só com a parte de baixo do biquíni preto, uma coleira rosa no pescoço, o nariz ainda com resquícios brancos de pó, o olhar vidrado e perdido. Rafael estava largado no sofá, sem camisa, fumando tranquilamente como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo.
Eu senti uma onda de náusea misturada com raiva, ciúme e aquele tesão doentio que eu odiava.
— Que porra é essa?! — explodi, a voz saindo alta e trêmula. — Mãe… que merda você tá fazendo? Com essa coleira no pescoço? Você tá chapada pra caralho!
Paula piscou devagar, como se tivesse dificuldade de focar em mim. Ela tentou sorrir, mas saiu torto, desorientado.
— Filho… você chegou cedo… — murmurou ela, a voz pastosa.
Allan do meu lado. Ele soltou um assobio baixo, claramente surpreso, mas com os olhos brilhando de excitação enquanto observava Paula quase nua no chão.
— Caralho… — disse ele, quase rindo de nervoso. — Isso aqui tá bem mais avançado do que eu esperava.
Eu dei um passo à frente, a voz tremendo de raiva e choque:
— Mãe, levanta daí. Isso não tá certo. Você não tá bem. O que vocês fizeram com ela?
Paula tentou se levantar, mas cambaleou e voltou a sentar no chão, apoiando uma mão na mesinha de centro. A coleira rosa balançou no pescoço dela.
Allan se aproximou devagar, olhando para ela com desejo evidente, a voz baixa:
— Relaxa, mano. Ela tá só um pouco alta. Deve ter cheirado e fumado. Mas olha pra ela… tá linda pra caralho assim.
Eu me virei para ele, o peito queimando:
— Você sabia que isso ia acontecer? Foi você que chamou o Caio aqui?
Allan levantou as mãos, tentando se defender:
— Óbivio que não eu só pedi pra ele entregar a parada. Não sabia que ele ia trazer ela pra cá e deixar ela nesse estado. Mas… porra, mano… olha pra cena. Isso aqui tá foda.
Paula murmurou algo incoerente, passando a mão no rosto, ainda sentada no chão, os seios pesados subindo e descendo com a respiração pesada.
Eu estava ali, no meio da minha própria casa, vendo minha mãe reduzida àquilo coleira no pescoço, chapada, seminua, e mesmo assim uma parte podre de mim não conseguia parar de sentir tesão.
Allan olhou para mim, a voz mais baixa:
— E agora? O que você quer fazer?
O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado de tensão, culpa e desejo.
Eu continuava parado na entrada da sala, o choque ainda paralisando meu corpo. Meu coração batia descontrolado enquanto eu olhava para minha mãe.
Eu me sentia destruído.
Essa é a minha mãe. A mulher que me criou, que me dava beijo na testa antes de dormir, que trabalhava como professora… e agora tá aqui, seminua, de coleira, chapada no chão da nossa sala.
A culpa me rasgava por dentro. Eu tinha participado disso. Eu tinha desejado ver ela assim. Eu tinha gozado pensando nela sendo usada. E agora, vendo a realidade na minha frente, a vergonha era esmagadora.
Mas, mesmo com toda a culpa, meu pau começou a endurecer lentamente dentro da bermuda. O tesão traidor subia de novo.
Allan foi em direção a porta de entrada atrás de nós e soltou um suspiro longo e girou a chave trancando o apartamento.
— Porra… que cena, hein?
Ele pegou o saquinho de maconha kunk que tinha trazido, puxou baseado bolado e acendeu. Deu um trago longo e me ofereceu. Eu peguei, ainda sem conseguir tirar os olhos de Paula.
Enquanto fumávamos, Allan se aproximou dela devagar. Ele se agachou na frente dela e, com um sorriso safado, segurou a coleira rosa com dois dedos, levantando-a levemente.
— Olha só pra isso… — murmurou ele, admirado. — Ela tá com coleira e tudo. Que vadia safada. Quem colocou isso em você, hein, Paula?
Paula piscou devagar, a voz pastosa:
— Foi… o Caio…
Allan riu baixo, claramente excitado, e deu mais um trago antes de passar o baseado para mim novamente.
— Caralho, ela tá toda marcada. Olha os peitos dela… tá vermelha. Deve ter apanhado gostoso.
Ele se levantou, pegou duas latas de cerveja gelada da mesa e me entregou uma.
— Toma. Relaxa um pouco, mano. A noite ainda não acabou. Sei que é foda mas tenta sentar aqui no sofá um pouco e colocar a cabeça no lugar.
Nós dois bebemos. O álcool e a maconha kunk forte começaram a bater mais forte. Allan sentou no sofá, bem perto de onde Paula estava no chão, e continuou olhando para ela com desejo evidente.
Ele esticou a mão e acariciou o cabelo de Paula de forma possessiva, descendo os dedos até tocar a coleira novamente.
— Você gosta de coleira, né, gostosa? Fica parecendo uma putinha obediente.
Paula não respondeu, apenas fechou os olhos e inclinou a cabeça levemente para o toque dele.
Eu fumava em silêncio, o pau já completamente duro dentro da bermuda, o coração dividido entre nojo de mim mesmo e uma excitação insuportável.
Allan olhou para mim, os olhos brilhando, e falou baixo:
— Relaxa, filhinho. Ela tá bem. Só tá alta. A gente pode cuidar dela agora que estamos só nós três.
Ele deu mais um gole na cerveja, o olhar voltando para o corpo seminu de Paula no chão.
Allan deu mais um trago longo no baseado, soltou a fumaça devagar e olhou para mim com um sorriso carregado de segundas intenções.
— Vem cá, mano. Senta aqui no sofá também. Pode ficar tranquilo.
Eu hesitei por um segundo, mas acabei obedecendo. Sentei no sofá, bem ao lado de onde Paula estava sentada no chão. Ela continuava com as costas encostadas no sofá, as pernas ligeiramente abertas, os seios nus subindo e descendo devagar. A coleira rosa fina no pescoço contrastava com a pele clara.
Allan se agachou na frente dela, segurou a argola da coleira com dois dedos e puxou levemente, fazendo a cabeça dela inclinar para trás. Depois soltou a guia fina que estava presa à argola e estendeu para mim.
— Toma. Segura a guia da sua mãe.
Eu peguei a guia com a mão tremendo. O couro fino estava quente. Quando eu segurei, Paula piscou devagar e olhou para cima, na minha direção, os olhos vidrados, mas com um brilho estranho.
Allan sorriu, satisfeito, e sentou do outro lado dela, no chão.
— Isso… agora você tá no controle. Ela tá toda sua pra guiar hoje.
Ele se inclinou para frente e passou a mão devagar pela coxa grossa de Paula, subindo até a borda do biquíni preto. Os dedos dele apertaram a carne macia, roçando a virilha por cima do tecido. Paula soltou um suspiro baixo, quase um gemido, o quadril se mexendo levemente por reflexo.
Eu estava sentado no sofá, segurando a guia da coleira, o coração martelando. Meu pau endureceu rapidamente dentro da bermuda, pressionando o tecido com força. A culpa me rasgava por dentro eu estou sentado no sofá da minha casa, segurando a guia da coleira da minha própria mãe enquanto outro cara toca nela , mas o tesão era mais forte. Ver Allan tocando a coxa dela, ver Paula reagindo mesmo chapada, me deixava louco.
Allan continuou, a voz rouca e provocadora:
— Olha como ela tá respondendo… deve tá molhada pra caralho. — Ele pressionou dois dedos contra o biquíni, esfregando devagar. Paula gemeu baixinho, a cabeça caindo para o lado.
Eu apertei a guia com mais força, respirando pesado. Meu pau latejava, a cabeça sensível roçando no tecido da bermuda.
Allan olhou para mim, os olhos brilhando de excitação:
— E aí? Vai só olhar ou vai participar? Ela tá com a coleira na sua mão… usa.
Ele se inclinou mais e deu um beijo lento no pescoço de Paula, logo acima da coleira, enquanto a mão dele continuava a acariciar entre as pernas dela por cima do biquíni.
Paula soltou um gemido rouco, o corpo tremendo levemente.Eu continuava sentado no sofá, segurando a guia, dividido entre o nojo de mim mesmo e o desejo insuportável de ver mais.
Allan levantou o olhar para mim novamente, a voz baixa:
— Relaxa, filhinho. Ela tá gostando. Olha pra ela… toda obediente. Hoje é seu aniversário. Pode mandar nela.
O ar da sala estava pesado, carregado de maconha, suor e tesão proibido.
Allan estava agachado na frente de Paula quando, de repente, ele se levantou. Sentou no sofá ao meu lado, pegou o baseado da minha mão e deu um trago longo, soltando a fumaça devagar enquanto olhava para ela.
— Relaxa — disse ele, voz baixa e rouca, passando o baseado de volta para mim. — Isso aqui vai ficar só entre nós três. Ninguém nunca vai saber. Relaxa e aproveita.
Ele deu mais um trago, depois se inclinou para frente e segurou a guia da coleira rosa que eu ainda segurava. Puxou devagar, fazendo Paula se arrastar de joelhos no chão até ficar de frente para nós dois, bem no meio entre o sofá e a mesinha.
Allan olhou para ela com um sorriso satisfeito, os olhos brilhando de tesão.
— Tira a parte de baixo do biquíni — ordenou ele, a voz calma, mas firme.
Paula hesitou por um segundo, os olhos ainda vidrados. Allan se inclinou, segurou as laterais do biquíni e ajudou a descer o tecido molhado pelas coxas grossas dela. A calcinha do biquíni deslizou pelas pernas e ele a jogou para o lado.
Agora Paula estava completamente nua na nossa frente, só com a coleira rosa no pescoço. Os seios pesados, a buceta inchada com os cabelinhos curtos molhados, a bunda enorme espalhada no chão.
Allan voltou a sentar no sofá, relaxado, e me devolveu a guia da coleira.
— Toma. Agora ela é toda nossa pra usar.
Eu segurei a guia novamente, o couro quente na palma da mão. Meu pau estava completamente duro dentro da bermuda, latejando dolorosamente.
Allan se inclinou para frente mais uma vez, avançando devagar. Passou a mão pela coxa interna de Paula, subindo devagar até roçar os dedos na buceta nua dela. Ele não enfiou os dedos, apenas acariciou os lábios inchados, sentindo a umidade.
Paula soltou um gemido baixo, o corpo tremendo levemente. Ela fechou os olhos, mas não se afastou.
Eu também avancei. Estiquei a mão e toquei um dos seios pesados, apertando de leve, sentindo o peso e o mamilo duro contra meus dedos. Paula gemeu mais alto, o quadril se mexendo por reflexo.
Allan sorriu, satisfeito, e continuou acariciando a buceta dela com movimentos lentos e circulares, abrindo os lábios devagar.
— Olha como ela tá molhada… — murmurou ele.
Eu apertei o seio com mais força, puxando o mamilo entre os dedos. Paula arqueou o corpo, soltando um gemido rouco, a cabeça caindo para trás.
Nós dois continuamos avançando devagar eu massageando os seios dela, apertando, beliscando os mamilos; Allan com os dedos deslizando pela buceta molhada, roçando o clitóris inchado sem pressa.
Paula gemia baixinho entre nós, o corpo reagindo aos poucos, os quadris se mexendo levemente contra os dedos de Allan. Eu segurava a guia da coleira com a mão esquerda, puxando de leve de vez em quando, fazendo ela manter o rosto virado para nós.
A culpa ainda queimava no fundo da minha mente.Mas o tesão era muito mais forte.
Allan olhou para mim, a voz rouca:
— Tá vendo? Ela tá gostando… Continua. Hoje ela é nossa.
Allan se levantou do sofá, ainda segurando a guia da coleira de Paula com uma mão. Com a outra, ele tirou o short e a cueca de uma vez, jogando-a para o lado.
O pau dele saltou livre, pesado e grosso. Era maior que o meu uns 20 cm, bem veioso, com a cabeça grossa e rosada brilhando de pré-gozo. Um fio longo e transparente escorria da fenda, descendo pela haste até as bolas. Ele estava completamente duro, pulsando no ar, a cabeça inchada babando sem parar.
Allan olhou para mim e sorriu.
— Sua vez.
Eu me levantei também. Tirei a bermuda e a cueca de uma vez. Meu pau pulou para fora, também duro, mas um pouco mais fino que o dele, uns 18cm, a cabeça vermelha e brilhante, babando pré-gozo que escorria pela haste. Estava latejando, as veias marcadas.
Allan segurou a guia da coleira com mais firmeza e puxou Paula para mais perto, fazendo ela ficar de joelhos entre nós dois.
Ele começou a punhetar devagar o próprio pau, a mão subindo e descendo pela haste grossa, espalhando o pré-gozo que não parava de sair. A cabeça inchada brilhava a cada movimento.
Allan olhou para Paula, a voz rouca e autoritária:
— Olha pra ele. Olha como tá babando pra você.
Ele puxou a guia, fazendo Paula levantar o rosto e olhar diretamente para o pau dele. A cabeça grossa estava a poucos centímetros do rosto dela, babando um fio grosso que quase pingava.
— Quer chupar? — perguntou ele, ainda punhetando devagar.
Paula, com os olhos vidrados e a respiração pesada, acenou devagar com a cabeça,
Allan sorriu satisfeito. Puxou a guia com mais força, trazendo o rosto dela para perto do pau dele. Ele esfregou a cabeça babada nos lábios dela, espalhando o pré-gozo na boca de Paula.
— Isso… abre a boca.
Depois de alguns segundos esfregando, Allan virou o corpo ligeiramente na minha direção e puxou a guia de novo, direcionando a cabeça de Paula para o meu pau.
— Agora chupa o do seu filho.
Ele segurou a nuca dela com a mão livre e empurrou devagar. A boca quente e molhada de Paula envolveu a cabeça do meu pau. Eu soltei um gemido rouco quando senti a língua dela girando devagar ao redor da glande, lambendo o pré-gozo que escorria.
Allan continuou segurando a guia e a nuca dela, guiando os movimentos. Ele fez Paula descer mais a boca, engolindo metade do meu pau, depois subiu novamente, chupando com força.
— Isso… chupa gostoso o pau do seu filho — murmurou Allan, a voz grossa de tesão, enquanto punhetava o próprio pau ao lado do rosto dela.
Paula gemia em volta do meu pau, os olhos semicerrados, a saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto ela chupava. Allan continuava segurando a guia, controlando o ritmo, fazendo ela descer e subir na minha haste.
Eu estava de pé, as pernas tremendo, com as duas mãos segurando o cabelo dela,tesão era insano. Ver minha mãe de coleira, de joelhos, chupando meu pau enquanto Allan guiava a cabeça dela e punhetava ao lado… era demais.
Allan sorriu, olhando para mim com os olhos cheios de luxúria:
— Tá gostando, filhinho? Olha como ela chupa bem… parece que nasceu pra isso.
Allan segurava a guia com firmeza, controlando o ritmo. Ele puxava de leve, fazendo ela descer mais fundo, depois soltava um pouco, permitindo que ela respirasse. Com a outra mão, ele continuava punhetando o próprio pau grosso, a cabeça babando sem parar.
— Isso… chupa mais fundo — rosnou Allan, a voz grossa. — Engole o pau do seu filho como uma boa puta.
Paula gemeu alto em volta do meu pau, o som abafado e molhado. Ela tentou descer mais, a garganta apertando ao redor da cabeça, fazendo meus joelhos fraquejarem. Eu segurei o cabelo dela com a mão livre, ajudando a guiar os movimentos.
Allan se aproximou mais, o pau dele agora bem perto do rosto de Paula. Ele esfregou a cabeça grossa e babada na bochecha dela, deixando um rastro brilhante de pré-gozo enquanto ela continuava chupando o meu.
— Olha pra isso… — murmurou ele, excitado. — mais dois paus pra você hoje. Tá feliz, vadia?
Paula soltou meu pau por um segundo, ofegante, saliva escorrendo do queixo. Ela olhou para o pau de Allan, depois para o meu, os olhos vidrados de tesão e substâncias.
— Sim… — sussurrou ela, a voz rouca.
Allan não esperou mais. Puxou a guia com força, trazendo a boca dela para o pau dele. Paula abriu os lábios e engoliu a cabeça grossa, chupando com fome. Ao mesmo tempo, eu segurei o pau com a mão e comecei a esfregar a cabeça molhada contra o rosto dela, deixando pré-gozo na bochecha e nos lábios enquanto ela chupava Allan.
Allan gemeu, segurando a cabeça dela com as duas mãos agora, fodendo a boca dela devagar, mas fundo.
— Caralho… que boca gostosa. Chupa mais, vai… engole tudo.
Paula gemia, babando, os olhos lacrimejando enquanto tentava aguentar o pau grosso de Allan. Eu continuei esfregando meu pau no rosto dela, batendo de leve na bochecha, marcando ela com meu pré-gozo.
Allan puxou o pau da boca dela com um som molhado e virou o rosto de Paula de volta para mim.
— Agora chupa o do seu filho de novo. Mostra pra ele como você mama bem.
Paula obedeceu imediatamente. Abriu a boca e engoliu meu pau até quase a metade, sugando com força, a língua girando na cabeça sensível. Allan segurava a guia, puxando o ritmo, enquanto com a outra mão ele apertava um dos seios dela, beliscando o mamilo com força.
Eu gemi alto, segurando o cabelo dela, fodendo a boca dela com movimentos mais firmes.
Allan riu baixo, a voz cheia de luxúria:
— Olha pra ela… de coleira, de joelhos, chupando o próprio filho enquanto eu seguro a guia. Isso é foda demais.
Paula gemia sem parar, a boca cheia, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Seus olhos estavam semicerrados, perdidos em tesão.
Allan se inclinou mais, aproximando o pau dele do rosto dela novamente, esfregando a cabeça babada contra os lábios dela enquanto ela chupava o meu.
— Abre mais a boca… tenta os dois ao mesmo tempo.
Paula tentou. Abriu a boca o máximo possível, a língua para fora, lambendo as duas cabeças ao mesmo tempo enquanto nós dois esfregávamos nossos paus contra os lábios e a língua dela.
Allan puxou a guia da coleira com mais força, fazendo Paula soltar meu pau com um som molhado. A saliva escorria do queixo dela, pingando nos seios pesados.
— Levanta — ordenou ele, a voz rouca.
Paula obedeceu devagar, ficando de pé quase curvada entre nós dois, as pernas tremendo levemente. A coleira rosa balançava no pescoço. Allan a virou de costas para mim e a empurrou suavemente contra o sofá, fazendo ela se apoiar com as mãos no encosto.
— Assim… empina essa bunda pra gente.
Paula arqueou as costas, empinando a bunda enorme. As nádegas grossas se abriram ligeiramente, revelando a buceta inchada e molhada, os lábios grandes brilhando, e o cuzinho rosado logo acima.
Allan se posicionou atrás dela, o pau grosso e babando roçando entre as nádegas. Ele segurou a guia com uma mão e, com a outra, guiou a cabeça do pau até a entrada da buceta dela. Esfregou devagar, espalhando a umidade.
— Tá molhada pra caralho… — murmurou ele.
Eu me aproximei pela frente. Segurei o rosto de Paula com as duas mãos e enfiei meu pau na boca dela novamente. Ela abriu os lábios obedientemente, engolindo metade da minha haste enquanto gemia.
Allan empurrou devagar. A cabeça grossa do pau dele abriu os lábios da buceta dela e entrou centímetro por centímetro, esticando a carne molhada. Paula soltou um gemido abafado ao redor do meu pau, o corpo tremendo entre nós dois.
— Isso… toma meu pau — grunhiu Allan, segurando a guia como se fosse uma rédea, puxando levemente enquanto metia mais fundo.
Ele começou a estocar devagar, mas fundo, o pau grosso entrando e saindo da buceta dela com um som molhado e obsceno. A bunda enorme de Paula tremia a cada metida, as nádegas se abrindo e fechando.
Eu segurava a cabeça dela com as duas mãos, fodendo a boca dela no mesmo ritmo lento e profundo. Meu pau deslizava entre os lábios dela, batendo no fundo da garganta de vez em quando, fazendo ela engasgar e babar ainda mais.
Allan acelerou um pouco as estocadas, uma mão segurando a guia, a outra apertando a bunda dela com força, deixando marcas vermelhas na pele clara.
— Olha como ela aguenta bem… — disse ele, ofegante. — Buceta larga, boca quente… sua mãe nasceu pra levar pau dos dois lados.
Paula gemia sem parar, o som abafado pelo meu pau na boca dela. O corpo dela balançava entre nós dois, sendo fodida pela frente e por trás. A coleira rosa balançava no pescoço a cada estocada.
Eu olhava para baixo, vendo meu pau desaparecer na boca da minha mãe enquanto Allan metia nela por trás. A culpa ainda estava lá, queimando, mas o tesão era esmagador.
Allan olhou para mim, o suor escorrendo pelo peito definido, e sorriu com luxúria:
— Tá gostando de ver sua mãe sendo usada assim? Olha como ela rebola… parece que quer mais.
Allan deu uma estocada mais forte, fazendo Paula gemer alto ao redor do meu pau. Ele puxou a guia da coleira com força, tirando o pau dela da minha boca com um som molhado.
— Levanta — ordenou ele, voz grossa.
Paula obedeceu, ficando de joelhos. Allan a puxou pela guia até ficar de pé, depois a virou de frente para mim.
— Senta no sofá — disse ele para mim.
Eu sentei. Meu pau estava duro, latejando, a cabeça vermelha brilhando de saliva e pré-gozo.
Allan segurou a guia com firmeza e puxou Paula para mais perto de mim.
— Primeiro, chupa ele direito. Quero ver você mamar o pau do seu filho como uma puta faminta.
Ele empurrou a cabeça dela para baixo. Paula abriu a boca e engoliu meu pau com violência. Não foi gentil. Ela desceu fundo, quase engasgando, a garganta apertando ao redor da cabeça. A saliva escorria em fios grossos enquanto ela chupava com força, a cabeça subindo e descendo rapidamente, os lábios esticados ao máximo ao redor da minha haste.
— Isso… engole tudo — grunhiu Allan, segurando a nuca dela e empurrando mais fundo. — Chupa como se sua vida dependesse disso.
Paula gemia alto, o som abafado pelo pau na garganta. Ela chupava de forma brutal, babando, engasgando, os olhos lacrimejando enquanto tentava engolir o máximo possível. A língua dela girava desesperadamente na cabeça sensível, sugando com força.
Eu gemi, segurando o cabelo dela com as duas mãos, fodendo a boca dela com estocadas curtas e profundas.
— Porra… que boca gostosa — rosnei, totalmente entregue.
Allan sorriu, satisfeito, e puxou a guia novamente, tirando o pau dela da minha boca com um estalo molhado.
— Agora senta nele. Devagar.
Ele guiou Paula até ficar de frente para mim, de pernas abertas. Segurando a guia com uma mão e o pau com a outra, ele posicionou a cabeça do meu pau na entrada da buceta molhada e inchada.
— Senta. Engole o pau do seu filho.
Paula desceu devagar. A cabeça grossa abriu os lábios da buceta dela e entrou centímetro por centímetro. Ela soltou um gemido longo e rouco quando metade do meu pau desapareceu dentro dela. O calor apertado e molhado era insano.
— Mais fundo — ordenou Allan, puxando a guia para baixo.
Paula desceu até o final, sentando completamente no meu pau. Um gemido alto escapou da garganta dela quando sentiu tudo dentro. A buceta dela pulsava ao meu redor, quente, encharcada, apertando forte.
Eu gemi alto, segurando a cintura dela com as duas mãos, sentindo a bunda enorme espalhada nas minhas coxas.
— Caralho… — murmurei, a voz rouca. — Tá tão quente… tão arrombada…
Allan ainda segurava a guia, puxando levemente para cima e para baixo, fazendo ela começar a rebolar devagar no meu pau.
— Isso… rebola no pau do seu filho. Mostra pra ele como você gosta de sentar.
Paula começou a se mexer, subindo e descendo devagar, depois ganhando ritmo. Os seios pesados balançavam na frente do meu rosto. Eu segurei um deles com a mão, apertando com força, chupando o mamilo enquanto ela cavalgava.
Allan ficou de pé ao nosso lado, punhetando o pau grosso enquanto assistia.
— Olha como ela tá entregue… sentando no pau do próprio filho como uma vadia desesperada.
Paula gemia alto, o quadril subindo e descendo com mais força, a buceta engolindo meu pau inteiro a cada descida. O som molhado de carne contra carne enchia a sala.
Eu estava totalmente entregue. Segurava a bunda enorme dela com as duas mãos, ajudando ela a cavalgar mais rápido, gemendo contra o peito dela.
— Isso… senta mais forte — rosnei, a voz rouca de prazer. — Rebola pra mim, mãe…
Paula obedeceu, rebolando o quadril em círculos enquanto subia e descia, a buceta apertando meu pau como um punho quente e molhado.
Allan sorriu, os olhos brilhando de luxúria, ainda punhetando devagar ao nosso lado.
— Isso… continua assim. Hoje ela é nossa.
Allan se posicionou atrás de Paula, o pau grosso e babando ainda latejando. Ele segurou a guia da coleira com uma mão, puxando a cabeça dela para trás, e com a outra mão guiou a cabeça do pau até a entrada da buceta já ocupada pelo meu pau.
— Abre mais as pernas — ordenou ele, voz rouca
Paula obedeceu, afastando as coxas grossas o máximo que conseguia. Allan esfregou a cabeça grossa do pau dele em cima do meu, pressionando contra os lábios inchados da buceta dela.Ele empurrou devagar. A sensação foi insana.
Senti o pau dele deslizando junto com o meu, esticando a buceta dela ao limite. A carne quente e molhada cedeu com facilidade, abrindo-se para os dois paus ao mesmo tempo. O canal dela estava encharcado, escorregadio, pulsando forte ao redor de nós dois. Era apertado, quente e extremamente molhado a buceta dela engolindo os dois paus com uma facilidade obscena.
— Porra… — gemi, sentindo o pau dele roçando diretamente no meu dentro dela. — Tá entrando… tá levando os dois…
Allan grunhiu de prazer, empurrando mais fundo até metade do pau dele estar dentro junto com o meu.
— Caralho… que buceta gulosa. Tá aguentando os dois sem problema. Olha como ela abre fácil…
Paula soltou um gemido longo, rouco e desesperado, a boca aberta, saliva escorrendo pelo queixo. Os olhos dela reviraram de prazer enquanto a buceta era esticada ao máximo pelos dois paus.
Allan e eu começamos a estocar juntos, em um ritmo lento e profundo no começo. Nossos paus entravam e saíam ao mesmo tempo da buceta dela, esfregando um no outro dentro do canal quente e encharcado. O som era obsceno molhado, viscoso, alto. A buceta dela fazia barulhos pornográficos toda vez que nós dois metíamos fundo.
— Ahhh… caralho… tá tão cheio… — gemeu Paula, a voz quebrada, quase chorando de prazer.
Allan acelerou as estocadas, puxando a guia da coleira para trás como se ela fosse uma égua, forçando ela a arquear as costas. Eu segurava a bunda enorme dela com as duas mãos, abrindo as nádegas enquanto metia para cima, sentindo o pau dele roçando violentamente no meu dentro dela.
— Rebola essa buceta, vadia — rosnou Allan. — Tá levando dois paus ao mesmo tempo e ainda quer mais, né?
Paula começou a rebolar descontroladamente, o quadril se mexendo em círculos enquanto nós dois a fodíamos com força. A buceta dela pulsava, apertando e soltando ao redor dos dois paus, o mel escorrendo pelas coxas grossas.
O ritmo ficou brutal. Allan e eu estocávamos juntos, fundo e forte, nossos paus esticando a buceta dela ao limite. Os seios pesados dela balançavam loucamente, batendo um no outro. A coleira rosa chacoalhava no pescoço dela a cada estocada.
De repente, o corpo de Paula começou a tremer violentamente.
— Ahhh… tô gozando… tô gozando… — gritou ela, a voz rouca e quebrada.
A buceta dela apertou com força insana ao redor dos nossos paus. Ela gozou de forma violenta, o corpo inteiro convulsionando, as coxas tremendo, um jato quente de squirt saindo ao redor dos nossos paus, molhando minha barriga e as bolas de Allan. Ela gritava, gemendo como uma puta no cio, os olhos revirados, a boca aberta babando enquanto o orgasmo a destruía.
— Isso… goza pra gente, sua puta! — grunhiu Allan, metendo ainda mais forte enquanto ela gozava.
Eu também continuei estocando, sentindo a buceta dela pulsar e esguichar ao meu redor, o prazer quase insuportável.
Paula continuou gozando por longos segundos, o corpo tremendo sem controle, gemendo alto, a buceta apertando e soltando nossos paus como se quisesse ordenhá-los.
Qando o orgasmo dela começou a diminuir, ela ficou mole entre nós dois, ofegante, babando, a coleira rosa balançando no pescoço suado.
Allan sorriu, ainda metendo devagar dentro dela, e olhou para mim:
— Olha o que a gente fez com ela… gozou feito uma cadela no cio.
Eu estava ofegante, o pau ainda enterrado fundo na buceta pulsante da minha mãe, o corpo inteiro tremendo de prazer e culpa.
Allan puxou a guia da coleira com força, tirando Paula de cima de mim. Meu pau saiu da buceta dela com um som molhado e obsceno, brilhando de mel e pré-gozo.
— Levanta — ordenou ele, rouco.
Ele a fez ficar de joelhos no chão, depois a empurrou suavemente para trás até ela estar sentada no chão, encostada no sofá, as pernas abertas. A buceta inchada e vermelha pulsava, aberta, escorrendo uma mistura de mel e lubrificação.
Allan se posicionou na frente dela, de pé, punhetando o pau grosso e babando com força. A cabeça inchada brilhava, um fio longo de pré-gozo escorrendo.
— Vem — disse ele, olhando para mim. — Vamos gozar na cara dela.
Eu me levantei, o pau latejando, e me posicionei ao lado dele. Comecei a punhetar também, olhando para baixo.
Paula estava sentada no chão, nua, só com a coleira rosa no pescoço, olhando para nós dois com os olhos vidrados de tesão e submissão.A boca entreaberta, a respiração pesada, os seios pesados subindo e descendo.
Allan punhetava rápido, a mão subindo e descendo na haste grossa.
— Abre a boca, vadia — rosnou ele.
Paula obedeceu imediatamente, abrindo a boca e colocando a língua para fora, como uma puta bem treinada.
Allan gemeu alto. O primeiro jato de porra saiu forte, grosso e branco, acertando diretamente na testa dela e escorrendo pelo nariz. O segundo jato foi ainda mais forte, caindo na bochecha esquerda e na pálpebra. Ele continuou gozando, jatos longos e pesados, pintando o rosto inteiro dela nariz, lábios, queixo. Um fio grosso escorreu até a boca aberta, misturando com a saliva.
— Isso… toma minha porra toda — grunhiu ele, ainda punhetando, espremendo as últimas gotas na língua dela.
Eu estava no limite. Ver minha mãe sentada no chão, de coleira, com o rosto todo melado da porra de Allan, me deixou insano.
Punhetei mais rápido, a cabeça do meu pau inchada e vermelha.
— Abre mais a boca — ordenei, a voz rouca.
Paula abriu ainda mais, a língua para fora, olhando para mim com os olhos semicerrados.Eu gozei com força.
O primeiro jato foi violento, acertando em cheio na testa dela, escorrendo pelo nariz e misturando com a porra de Allan. O segundo jato caiu diretamente na boca aberta, enchendo a língua. O terceiro e o quarto jatos foram fortes, pintando as bochechas, o queixo e os lábios. Eu continuei gozando, jatos longos e grossos cobrindo o rosto dela inteiro testa, olhos, nariz, boca, queixo. Porra escorria pelos cantos da boca, pingando nos seios pesados.
Paula ficou ali, sentada no chão, o rosto completamente coberto de porra uma mistura branca e grossa escorrendo pela pele, pingando da coleira rosa, escorrendo até os seios. Ela mantinha a boca aberta, a língua para fora, coberta de sêmen, respirando pesado.
Allan olhou para a cena, ainda punhetando devagar o pau semi-duro, e sorriu com satisfação selvagem:
— Olha pra ela… toda melada de porra. Que puta linda.
Paula piscou devagar, o sêmen escorrendo das pálpebras, a boca ainda aberta, esperando mais.
Eu estava ofegante, o pau ainda latejando na mão, olhando para minha mãe sentada no chão, de coleira, o rosto destruído de porra nossa.
A culpa queimava no fundo da mente. Mas o tesão ainda não tinha acabado.