Garoto Rural 11 - O Bailarino me ligou, de raiva chamei o Garoto Rural e fodemos o fds inteiro.

Um conto erótico de Sossegadasso
Categoria: Gay
Contém 3595 palavras
Data: 29/04/2026 17:55:18

O Bailarino me ligou após 5 anos, consegui administrar a conversa. Em seguida, chamei o Garoto Rural (GR) pra me comer gostoso:

Reconheci imediatamente a voz do Bailarino, trêmula e insegura. Eu estava seco já nas formalidades, sem ânimo de conversar e querendo desligar. Aí soltei: “Parabéns pelo seu casamento...”. Ele respondeu, longe da voz vibrante que eu amava, com leve sotaque por não falar português com frequência: “Nos separamos e voltei para a Alemanha”. E eu disse sem emoção: “Lamento” - imaginando o “porre” que é conviver com uma pessoa com conflitos internos graves, como os dele. Emendei: “Mas que o fez me ligar depois de tanto tempo?” – Eu já estava azedo. Ele: “Estive no seu prédio e me falaram que você havia se mudado... Eu vim para vender os nossos imóveis alugados e nos desligarmos de vez do Brasil” – disse como se assim fosse resolver todas suas eternas angústias, e continuou, “Onde você está morando agora? A gente podia se encontrar, tomar algo, temos muito para conversar”. Pensei logo: (“O fdp quer foder, volta pra casa e eu fico na saudade... Ele que vá se foder sozinho!”). E falei: “Amigão, moro no interior agora (sem dizer onde) e vou viajar hoje à noite... Estava até arrumando as malas (mentira). Lamento, mas fica para a próxima”. Ele lamentou, sentia muitas saudades de mim e que nunca tinha me esquecido, tal-e-coisa/coisa-e-tal... Quis saber mais, se eu tinha alguém, e sem querer, juro, soltei que estava vacinado quanto a isso. Caralho... Eu estava com o “coração peludo” e não disfarcei. Voltei a ser para ele aquele cara ranzinza e mal humorado do trabalho. Ele entendeu e foi se despedindo com a voz triste enquanto eu permanecia impassível e irritado. Desejei-lhe felicidades e recomendações aos seus familiares e desliguei. Enterrei definitivamente a paixão por esse “fantasma” e NÃO CHOREI, ficando muito feliz por isso. Em seguida liguei para o massoterapeuta de São Paulo - ainda mantemos contato - e lhe contei. Ele se declarou muito orgulhoso de mim, sugerindo que eu fosse à SP para uma boa “massagem”. Prometi programar, pois aquela foda tinha sido fantástica.

Me deu saudades do meu querido Garoto Rural – a doce origem dos meus contos – e lhe mandei uma mensagem, pois ele tinha passado fim de semana anterior com a sua família, e a próxima vez seria minha. A vez chegou. Sexta-feira, no fim do dia, fui buscá-lo perto do quartel. Logo avistei aquele rapaz com algumas mudanças hormonais visíveis. Estava mais forte, ganhou massa muscular e tinha os adoráveis sintomas entre puberdade e fase adulta. O seu sorriso era o mesmo e eu já podia notar que o seu volume estava se alterando no moletom, nitidamente aparecendo um rolinho na horizontal, protuberante pelo volume das suas maravilhosas bolas, enquanto vinha. Ele entrou no carro com o pau já totalmente duro, pois estava na seca sem comer ninguém desde que entrou no exército, se masturbando que nem um louco. Me deu um abraço forte e não nos beijamos porque pessoas passavam. Eu também estava feliz e com um tesão que mal continha. Voamos para a minha casa enquanto ele me falava de tiro, pistola, uniforme e da porra toda (a mesma doença dos demais, o mesmo assunto, rsrsrs). Eu o cortei mandando-o tomar-no-cú em tom de gozação e declarando que não era isso que eu queria saber, e sim, de como era aquele monte de machos pelados tomando banho num banheiro só. Ele respondeu que era normal, mas tinha uns caras que dava até medo de ficar perto, com rolas enormes, e ria alto. Às vezes, algum deles deixavam para tomar banho por último só para bater punheta debaixo do chuveiro, “e nem aí com a paçoca”. E perguntei se nesse momento os demais soldados não ficavam tirando sarro. Ele respondeu que não, que esse era um momento sagrado, eles e o respeitavam, só saiam de perto para não levar esguicho de porra nas canelas, kkkk, já que os chuveiros eram um ao lado do outro nas paredes. Eu disse: “Filma pra mim esses banhos”. Ele disse num salto, quase batendo a cabeça no teto da camionete: “Cê-tá-é-lôko!!! Vou preso e até me expulsam! Cê tá maluco? Quer me foder, é?”. “Eu quero!!!” – respondi rindo. Ele: “Depois você senta na minha rola e fica tudo certo, rsrsrs”. Éramos novamente dois bons e velhos amigos. Ele: “BB, Estou uma semana sem bater punheta e até molhei o lençol esses dias, sonhando que comia a tua bundinha gostosa”, disse apertando o pau duro dentro do moletom. Me subiu um furacão pelo peito e meti o pé no acelerador para chegar logo em casa (e não vi a porra do radar de 60 km/h, levei uma multa do caralho!). Em casa nos grudamos um no outro como se o Trump fosse mandar uma bomba e acabar com tudo. As nossas roupas parecem que não queriam sair e quase as rasgávamos. Quando ele ficou inteiramente nu, pedi-lhe que subisse na cama para admirá-lo e a visão era maravilhosa. Era outro homem. DE-LI-CI-O-SO!!! Suas pernas tinham engrossado, suas costas tinham se alargado, o seu peito estava mais volumoso e barriga quase negativa de tão chapada, com a Linha de Adonis bem visível pelo “V” que se formava no abdômen. O PAU: Lindão! Duro demais! Ele o balançava sem colocar as mãos, um apêndice com vida própria, tipo VEM! Parecia que estava maior e mais grosso, era o conjunto que havia se alterado por conta dos hormônios e atividades físicas intensas. A minha casa sempre tem música no ar, Whitney Houston cantava (Adoro, e creio que todo veado gosta, rsrsrs). Começou a tocar a dançante “It’s not right it’s okay” e o moleque começou a dançar para mim, sobre o colchão, que é bem firme lhe proporcionando equilíbrio. Aumentei o volume e fiquei encantado com seus passos e com pauzão quase 45 graus em relação ao seu perfil, balançando como um contrapeso ao seu maravilhoso corpo em movimento, corpo de jovem macho. Ele girava graciosamente e jogava os seus braços esticados paralelamente para a frente, com os punhos cerrados e fazia movimentos sensuais como se o pau estivesse já entrando na minha bunda, dando uma reboladinha gostosa. Ele se diluiu àquele som vibrante e fechava os olhinhos num devaneio total. Eu estava nu também e muito excitado. Fez sinal para eu subir para dançar com ele e colei o meu corpo ao dele, no mesmo ritmo, ficando os nossos paus “brigando” e babando, cada um na virilha do outro. Nos momentos em que a bela música diminuía o ritmo, ele encostava o seu rosto ao meu e me beijava com sofreguidão passando as mãos por minhas costas e bunda, deixando-me arrepiadíssimo. O sangue que circula em suas veias é quente e explosivo, pois são duas origens maravilhosas, italiana e espanhola. O garoto é quente demais, sensual demais, gostoso e viril demais... Começou outra música mais lenta e ele estava suado e ofegante, com o pau quase estourando. Ajoelhei escorando as duas mãos nos troncos de suas coxas lisas e fortes, emocionado e feliz por estar livre naquele momento e poder saborear aquela juventude. Ele estava agora com as mãos na cintura, respirando forte e dizendo: “Quero te comer a noite toda”. Encapei aquele pauzão com a boca molhada de tanto babar e minha língua fazia as vezes de um colchão macio, úmido e morno para que a sua rola deitasse sobre, e eu a sugava como um vampiro, enquanto ruidosamente, ela, com seus espasmos internos começava a fabricar os seus fluídos para me dar em breve leitinho quentinho e abundante. Os espasmos o faziam gemer alto, falando um monte de putarias. Pediu para eu parar, já iria gozar. Balancei a cabeça assentindo com a boca cheia de rola, num quase “rhum-rhum”. Então ele pegou a minha cabeça e puxou para que eu engolisse mais ainda o seu belo cacete e urrou projetando todo o seu tronco de ex-menino para frente, ficando quase nas pontas dos pés sobre o colchão. Dentro da câmara quente da minha boca, a rola cuspiu a sua proteína cremosa que descia sobre a minha garganta, fazendo o pau pulsar continuamente bombeando até a última gota do seu leite acre. Que delícia! Engoli toda a sua vitalidade e ele desabou de costas no colchão, realizado, suado, aliviado, feliz, se sentido o macho que tinha dominado outro macho, deixando-me “humilhado” à sua vitalidade e vontade, fazendo-me a sua putinha submissa. Ficamos assim, os dois largados e pelados sobre a cama. Eu passava os dedos levemente sobre o seu peitoral e barriga e ele se arrepiava, contraindo-a aparecendo gominhos deliciosos, onde eu passava a língua por suas “canaletas”. Ouvi um ronco de fome no seu tanquinho e eu fui preparar o jantar que tinha deixado encaminhado para o meu menino, afinal eu era a sua putinha e tinha que trata-lo bem e lhe satisfazer em tudo. E ele adorava me dominar e eu mais ainda ao ser dominado por ele. No jantar o piá comeu horrores, me assustei com o tamanho da fome. Comeu que nem um pedreiro, mas também... Haja energia! Abri um vinho branco e continuamos pelados, pois tirar as roupas quando se está com tesão é muito demorado. Fomos para a sala com as taças e vinho, falamos do seu melhor amigo (MA) que vive agora no RS. Eles têm mantido contato frequente - assim como eu - e trocam as confidências. O MA está feliz e foge de compromissos. Dizia-nos que só iria namorar com alguma guria que lhe desse o cuzinho, pois até agora elas têm negado quando fode alguma. Me ocorreu uma ideia e falei ao GR: “E se fôssemos à Gramado, em algum feriado que você possa ir, e lá encontrássemos com o MA???”. O GR deu pulos de alegria que seu pau batia na barriga, de tão feliz com a ideia. Ele: “Cara! Que massa!!! Eu topo! Tenho peixada com um sargento que pode me dar mais 01 dia”, disse empolgado. Ele contou que esse sargento era um quarentão frustrado com o exército, fazia faculdade à noite para se formar e cair fora. Tinha prestado atenção no GR, pois sempre o via com as apostilas que guardou do cursinho, revisando e estudando enquanto os demais colegas ficavam jogando conversa fora. Por conta disso, o sargento o convidou para ser o seu secretário, pois era chefe de setor de uma parte administrativa da companhia e precisava de um soldado para digitação de documentos e organização dos arquivos digitais etc. Nas horas vagas podia continuar estudando ali mesmo na mesa. Ele olhava da sala para o pátio e via os seus colegas pintando meio fio, cortando grama, lavando e varrendo, enquanto ele estava no bem-bom, pois tinha até ar condicionado na sala. Fiquei orgulhoso do meu rapaz. Resolvemos ligar para o MA e lhe contar a ideia. Ele ficou super feliz e disse que era só marcar o dia que ele subiria até Gramado para nos encontrar, já que morava perto (quando acontecer, contarei a vocês, pois será maravilhoso). Isso nos encheu de tesão e o pau do GR estava em riste novamente. Mal tinha passado a digestão e estávamos bêbados. Nos beijamos descontroladamente, quase ferindo os nossos lábios. Ele pediu para eu ficar de costas e beijou a minha bunda inteira e meteu a língua no meu rabo, com vontade. Eu gemia, gemia e gemia, não tinha o que fazer além disso. Depois pegou o tubo de gel e lubrificou demoradamente o meu cuzinho, enfiando o dedo lambuzado até o tronco, rodando-o para que toda a parede do furico ficasse bem lubrificada. Esfregou a ponta da pica para distribuir bem o gel no toba que piscava de ansiedade. O pau foi entrando, firme, pulsante, vencendo cada centímetro sem resistências e se alojou completamente, ficando apenas o volumoso saco de fora. Cavalgou gostoso e eu mordia o travesseiro sentido o meu espaço anal totalmente preenchido. Suas estocadas eram fortes, de macho que cresceu curtindo uma boa foda. Ele mordiscava as minhas orelhas e fungava na minha nuca aumentando a minha sensação de quase morte. “Isso putinha! Geme na minha vara, geme..., teu macho estava louco por esse cuzinho!”, dizia no pé do meu ouvido. Eu queria chorar, pois esse moleque foi o único que me fez gozar sem mexer no pau, E ACONTECEU NOVAMENTE! Gozei involuntariamente de costas para ele, recebendo a sua pica até o tronco, sentindo o saco bater na polpa da bunda. Não entendo esse fenômeno, mas acredito que ele tenha o pau certo, no tamanho certo, com o ângulo certo, na grossura certa, com movimento certo e que toca no ponto certo, fazendo-me gozar dessa forma. Aliás, falando de movimento, o dele é peculiar, pois eu não sei como faz. É diferente de todos com quem estive. Tem um “borogodó” a mais, como se ele deixasse o tronco fixo e tivesse uma mola deslocando somente o quadril. Lhe perguntei onde aprendeu fazer assim e ele não sabe dizer, é natural, nasceu com isso. Inclusive com as meninas é a mesma coisa, pois elas gozam rapidinho e mais de uma vez. Contou um caso de uma menina que o MA comeu e não conseguiu fazê-la gozar e em outro momento ele a comeu, a menina não parava de gozar com ele, chegando a “chorar na rola”, disse-me rindo. Disse também que depois disso essa guria ficou pegando no pé dele e a “basculou”, pois era muito vagabunda, dava para o bairro inteiro e falava abertamente que só ele a tinha feito gozar. O moleque é foda mesmo! Eu estava agora com uma poça na cama melando a minha virilha e assim fiquei fazendo leves movimentos para ele gozar também. Urrou alto e seus músculos antes retesados afrouxaram repentinamente e o seu caldo de macho se alojou nas minhas entranhas através do forte bombeamento do seu pau, que transmitia a vibração para meu esfíncter, que o contornava realizado. Ele ficou dentro de mim por vários minutos até o seu pau amolecer por completo e escapar da minha insaciável argola. Tomamos banho e fomos dormir pelados, pois o dia seguinte prometia. Tudo começou pela manhã, e poderíamos hastear uma bandeira naquele mastro viril de garoto novo. Ele queria meter a rola, só virei de ladinho com preguiça e quase adormeci novamente sendo massageado interna e confortavelmente pelo vai-e-vem cadenciado do seu corpo, aquele vai-e-vem peculiar, indescritível, direcionando o pau para entrar e sair delicadamente do meu cuzinho feliz.

No sábado à tarde malhamos na minha mini academia, tomamos banho juntos, dormimos um pouco e ao acordarmos me pediu uma massagem. Coloquei a maca no quarto, fechei as cortinas, acendi uma luz azul, programei o ar condicionado para uma temperatura gostosa e acionei minha lista de músicas relaxantes. Aqueci óleo e ele deitou de costas. Pude trabalhar cada músculo do seu corpo delicioso. Ele sentiu dores na panturrilha, tronco de coxas e lombar. Dei-lhe uma bronca, pois o tinha ensinado a se alongar, coisa que sei bem, pois tenho fascinação pelo corpo humano e pesquiso muito a respeito, procurando saber a função de cada músculo. Suas costas estavam firmes e com boa formação, acentuada pelo conjunto eretor da espinha, que se estendem desde a base do crânio, ladeando a coluna, até a região lombar e o sacro, sendo responsáveis por manter a postura ereta, além de permitir a extensão e a inclinação lateral do tronco. É um rapaz de ótima formação muscular e enquanto o massageava, ficava imaginando a felicidade da mulher que o terá como marido. Ela será muito feliz por ter aquele macho lhe enfiando a rola seguidamente, pois ele é insaciável, e essa ideia me deu uma certa inveja e melancolia. Sim, ele sonha em casar e ter filhos e eu o apoio. Depois ele virou de peito para cima e a visão era ainda melhor. Seu pau estava relaxado e evitei passar perto, pois era tocar e ele acordar, rsrsrs. Ao final da massagem, que durou mais de uma hora, o provoquei e ele ficou ereto como num passe de mágica. Bem antes, lhe pedi que aplicasse em mim um supositório de glicerina, deitei de costas e ele o fez delicadamente, com muita curiosidade. Após quase uma hora provocou toda a evacuação, deixando o meu cuzinho limpinho novamente para ele. Ele adora, pois afirma que fica melhor, macio e bem mais gostoso, sentindo a diferença quando o faço apenas com água. Estava lá, aquele pauzão reto, todo lubrificado e sentei sobre, fazendo-o sumir todo dentro de mim. Como faço muito agachamento, fiquei subindo e descendo, amassando os seus testículos. Foram muitos sobe-e-desce até sentir a sua explosão seguida do peculiar urro e eu dando graças, pois os meus músculos da perna estavam queimando. Gozei também sobre o seu peito lambuzado de óleo. O cara gozou horrores nesse final de semana e já estava sem forças nas pernas, disse-me kkkk. O meu toba nem se fala, precisava de uma cirurgia plástica e os músculos da bunda doíam, prensados repetidamente por seu quadril forte. Após o almoço o deixei perto do quartel. Ele havia me perguntado se podia convidar um colega da próxima vez, pois numa conversa que tiveram, esse colega disse-lhe que estava louco pra foder, mas não tinha nenhuma “mina de responsa” ainda, mas tinha um vizinho casado que o assediou há meses atrás, enquanto a mulher estava viajando. É um senhor gordo de quase 60 anos e estava sentado na calçada de sua casa quando ele passou. Ele o parou e perguntou se não queria ganhar um dinheiro, pois precisava de alguém que lavasse a garagem e calçada, pois ele estava sentindo dores nas costas e não podia fazer o serviço. Tinha uma VAP para facilitar. Combinaram preço e o guri fez o serviço. Depois o coroa o chamou para dentro, lhe ofereceu lanche e suco e ficava manjando a rola do piá, com um papo besta de que nessa fase os garotos como ele só pensam em foder, batem muita punheta e queria saber quantas ele batia por dia, e tal (eu também uso essa tática, só que elaboro mais). O moleque sacou a do cara e disse que batia muitas e que ainda não tinha batido nenhuma. Perguntou ao coroa se ele tinha algum canal de foda na TV, pois já tinha passado a hora da punhetinha. O coroa respondeu que só na TV do quarto, onde havia um “Skygato”, foram para lá e a ligou selecionando o canal de putaria, sentando os dois na borda da cama. O coroa estava todo animado dizendo que gostava de assistir também a esses canais, pois é melhor que no celular e o guri já com a rola dura ao lado dele, contida na bermuda. O cara falou que ali eles estavam sozinhos e que ele poderia tirar a roupa para “bater punheta de boa” deitado na cama. O colega do GR lhe contando que tirou a roupa e o pau pulou que nem um ferrão. O velho arregalou os olhos, pois fazia tempo que não via nem a sua própria rola por conta da barriga, e ficou tremendo. O Guri se esparramou na cama do casal e disse: “Bate pra mim aí, tio, fiquei cansado do serviço” (guri filha da puta, kkkk). O velho não pensou duas vezes, manipulou o pau do garoto e caiu de boca chupando-o como se não existisse amanhã o deixando até preocupado, pois o cara estava com a respiração alterada, como um louco, como se fosse morrer, e pensava: (“Se esse velho tiver um treco aqui, eu vazo!”) kkkkk. Ele continuou contando: “O veado estava com dor nas costas, mas não doeu nada quando eu lhe plantei o ferro, pois ele se contorcia que nem uma lagartixa com o meu pau cravado na bunda” (ri muito com essa história). E se o coroa estivesse sozinho, iria lá “furar o couro dele de novo” (eu me divirto com o palavreado deles). Então o GR falou de mim e o colega ficou curioso querendo me conhecer. Me mostrou a foto do colega, um rapaz de porte médio, claro de olhos verdes, com sardas pequenas salpicando-lhe o rosto, nariz pequeno de pontinha fina, todo fortinho, de dar água na boca. “Claro! Pode trazê-lo! Porque não o trouxe logo com você? Você sabe que gosto de soldadinhos...”, disse já prevendo a putaria que isso iria virar. “Ah não! Dessa vez eu queria sozinho, não vem não jacaré...”. Caí na gargalhada, todo-todo, repreendendo-o e galhofando, com o dedo em riste: “Jacaré não!... Bambi!!”. Ele me encarou com os olhos semicerrados e cenho franzido, me mandando um beijo bicudo com os lábios e apertando o pau provocativamente, dizendo: “Se cuida, putinha!”, bateu a porta do carro e se foi.

Fiquem vendo-o se afastar, indo para o quartel e sua bundinha de machinho estava bem gostosa ao caminhar, comecei a sentir tesão novamente e me perguntei: (“Será que eu não estou me apaixonando por esse filha-da-puta?”), e fiquei preocupado, pois sei que esse fogo dele comigo é passageiro. Logo os seus interesses vão cambiar e ficarei na saudade. Já aconteceu inúmeras vezes, mas joguei para o alto, vou curtir o máximo enquanto puder, pois o fato de ele gostar de me dividir com os amigos não me remete a um compromisso como foi com o bailarino; ele gosta é da sacanagem mesmo. Liguei o carro e voltei pra casa.

À medida que as coisas forem acontecendo, vou relatando aqui. Enquanto isso, nos intervalos do passado, vou me lembrando de outros encontros e fodas gostosas.

Meu e-mail: sossegadasso@proton.me

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