Minha iniciação - primeiras lições e prazeres desconhecidos – 5° parte

Um conto erótico de Coroa casado
Categoria: Heterossexual
Contém 2104 palavras
Data: 29/04/2026 14:25:52

No dia seguinte, cheguei à escola quase atrasado, no início da aula. Aninha já estava ali.

Ao me ver entrar, olhou para trás e deu um sorrisinho maroto, baixando a cabeça para disfarçar. Como quase todos os lugares na frente estavam ocupados, sentei lá atrás. De vez em quando Aninha olhava para mim e sorria e olhava para baixo. De tanto ela tepetir esse gesto, achei que ela quetia ne dizer ou mostrar algo. Observei melhor e pude ver que ela não estava sentada corretamente na cadeira, apenas uma polpa da bunda ficava apoiada e a outra relaxava. De vez em quando, ela revezava ao lado. Tive que tirar também, embora estivesse preocupado. Mas, sua tranquilidade me passava certeza de que estava tudo bem.

Assim se passaram aulas até o horário do lanche. Ao sair, Aninha veio logo falar comigo, me arrastando com ela para um lugar mais distante dos demais colegas. Sentamos junto à uma mesa e abrindo uma sacolinha, retirou algo embrulhado em um papel alumínio e me deu um sanduíche, pegando outro para si. Enquanto fazia isso, me disse que ainda sentia dor anal, mas estava contente por mais essa experiência. E sua mãe também tinha ficado desconfiada e ela disse que havia caído na escada da escola e estava com dor na bunda. E ria, ao me contar isso. Perguntei se deveria me sentir culpado pela dor e ela sorrindo, me disse:

- Calma, bobinho. Não esqueça que fui eu quem quis e adorei tudo, como já te disse. Ah, e quero repetir outras vezes. Espero que a Malu deixe eu abusar de ti.

Achei graça daquilo e disse:

- O que é osso? Da forma como fala, parece que sou propriedade dela.

- E acha que não percebi que desde que você fudeu com ela, nunca mais ela fudeu com outro e ate passou o Valdir para mim. Nem a foda anal ela quis fazer, passou para mim. A proposito, nem sei se ela já fez anal. – disse Aninha.

- hahahaha

Quase no final do lanche, ela me convidou para irmos dali direto para a casa da Malu, para praticarmos mais vezes. Lhe disse que de nada adiantaria, se suas observações estivessem certas. Com certeza, ao chegar lá, não poderemos ficar juntos mesmo.

- E, ela disse. A Malu te agarra e não solta. Hahahaha

Depois as escola, Aninha foi direto para a casa da Malu e eu fui para casa. Mas, aguentei apenas até as 14 horas, quando resolvi que iria para lá também. Avisei minha mãe que estava indo estudar e saí apressadamente.

Ao chegar na porta da casa, nem bati. Apenas tentei a maçaneta e estava destrancada. Entrei e ouvi vozes no quarto da Aninha. Colei o ouvido na porta e ouvi as vozes dos três lá dentro. Bati de leve e abri a porta, assustando-os. Aninha e Valdir estavam nus na cama e Malu estava só com uma camiseta branca sentada na poltrona que havia visto no outro quarto. Malu sorriu e veio me abraçar forte, me beijando os lábios e me puxando para a poltrona.

- Incomodo? Interrompo alguma coisa? – perguntei

- Que nada! Estávamos só conversando. – disse Malu. Estávamos combinando como convencer a noiva do Valdir a vir aprender. O que você acha?

- Eu? Não sei de nada. O Valdir quer mesmo isso? Afinal, é sua noiva que verá nas aulas.

Estava com vontade de dizer que ele iria ver sua noiva dando ou até perdendo a virgindade para outro, mas mudei a fala e disse isso.

- É o que mais desejo. Quero saber de tudo e que ela também saiba como me satisfazer. Acho que estaremos em boas mãos, não acha? – disse Valdir

- Tenho certeza de que estarão em boas mãos, sim – disse, tentando ser convincente.

Malu já tinha me sentado na poltrona e sentou em meu colo, acariciando meu peito com suas unhas. Me beijou ardentemente e sentiu a rola crescendo na sua bunda. Começou a remexer, sem descolar seus lábios dos meus.

Meio de lado, olhei para os dois que estavam na cama e eles estavam com os olhos fixos em nós. Aninha foi levando sua mão até o pênis de Valdir, que já estava meia boca. Aos poucos Valdir também foi levando sua mão esquerda para o meio das pernas de Aninha.

Na poltrona, Malu saiu do meu colo e veio sentar de frente para mim, colocando uma perna de cada lado de meu corpo, apoiando os joelhos no assento da poltrona. Levei minhas mais por baixo da camiseta e segurei firme seus peitos firmes. Seus mamilos estavam duros e ela ronronava igual uma gata no cio. Malu continuava me beijando e deixando eu beijar sua face, suas orelhas e pescoço. Ela começou a fazer os movimentos de cavalgada, me arrancando gemidos de tesão.

- Amor, quer me comer? Pede com carinho, talvez eu ceda – disse ela.

- Não preciso nem pedir, cadela. Do jeito que estás, só falta te enterrar a pica nessa buceta gulosa – respondi, entrando na brincadeira.

Ela gemeu mais forte e aumentou os movimentos dos quadris, me levando à loucura e à beira de um orgasmo. Ela puxou a camiseta pela cabeça e meteu seus seios na minha boca. Enquanto chupava um, apertava forte o outro, levando-a a emitir sons de dor. Assustado, perguntei se estava machucando.

- Não, não para. Está bom demais. Quero que você faça comigo tudo que tem vontade de fazer. Quer isso, não é? Então, me pega de jeito, mostra para esse viado e essa piranha do que és capaz. Levantando a bunda do meu colo, foi abrinfo minha calça e puxando para baixo, sem sucesso. Levantou de vez, mostrando sua calcinha totalmente molhada e me deixou levantar, para enfim, baixar minha calca junto com a cueca e ajoelhando aos meus pés, pegou meu pau com as duas mãos, sempre me encarando, beijando a cabeça, recolhendo a gostar do pré gozo, engoliu só a cabeça sugando e desceu pelo corpo da pica, chupando pelas laterais. Ela sabia o que fazia e fazia com gosto. Ia até meu saco e voltava chupando o corpo do pênis, que latejava forte. Aninha e Valdir já estavam se beijando, com Valdir esfregando os seios dela, enquanto ela batia uma punheta para ele.

Malu foi levantando e me fazendo sentar na poltrona, voltou a montar em mim, desta vez segurando a rola e levando até sua buceta, que mesmo com a calcinha, parecia que ia engolir toda minha pica. Peguei a rola com minha mão e esfregue naquela racha. Malu gemia alto, levantando a cabeça e rebolando sem parar, parecendo estar em transe. Malu afastou a calcinha e deixou sua buceta livre para a minha rola que foi encontrando o caminho e se alojando aos poucos naquela caverna úmida e aconchegante. Ela começou a subir e descer lentamente, no princípio, aumentando o ritmo a medida que o pau entrava e saia de seu interior, cada vez mais fundo. Nossos suores se misturando nossos gemidos confusos e guturais formando uma sintonia alternada entre ritmada e totalmente fora de ritmo...

Na cama, Valdir e Aninha já fudiam num papai/mamãe avassalador, com fúria, raiva e gritos de ambos. O quarto estava assim, envolto em sexo. Tudo cheirava a sexo, os gemidos e o barulho dos corpos se chocando eram a música local...

O tesão estava no ar!

Aquilo tinha que acabar como esperado, num gozo profundo avassalador, primeiro Aninha e Valdir, depois Malu gozou forte aos gritos. Evitei de gozar, queria, desejava mais. Ao perceber, Malu, com respiração pesada e fala compassada perguntou se não havia gozado, se estava com medo de engravidá-la. Claro que em tom de deboche, já que outras vezes gozara dentro dela.

Então, para minha surpresa, veio o convite tentador.

- Quer gozar em outro lugar? Que tal no meu cuzinho? Você merece, pelo prazer que tem me proporcionado. – disse Malu.

Ato contínuo, levantou da poltrona onde ainda estava sentada e ficou de quatro no assento, num convite sedutor e pornográfico. Ver aquela moldura, incapaz de ser reproduzida pelo melhor dos artistas, formado pela bunda redonda e carnuda, é impossível de descrever. Levantei da cama onde havia sentado para descansar e me aproximei. Agarrei sua cintura e visualizei de perto tufo aquilo. Puxei uma perna dela para fora da poltrona de modo que ficasse montada no braço da poltrona e a outra permanecesse no assento. Abri suas nádegas e me deparei com seu anelzinho enrugado se abrindo e fechando, aumentando meu prazer.

- Vai, Aninha, pega o lubrificante que sem ele isso não vai entrar. Pega logo e me dá que não aguento mais essa espera. Se demorar muito , acabo desistindo. – gritava Malu.

Aninha jogou o lubrificante e Malu mandou passar bastante no meu pau e besuntar seu rabinho. Passei o lubrificante no cuzinho dela que pediu para meter um dedo e ir aumentando a quantidade de dedos até ela se acostumar com a invasão. Enfiei um dedo e a seu comando, fiquei rodeando o dedo. Enfiei mais um e depois outro, sempre fazendo movimentos rotatórias. Malu gemia e enfim pediu para meter o pau.

- Vem, querido, meter esse trabuco no meu rabinho, me rasga inteira, me possui por completo. – dizia Malu, alucinada.

Peguei firme o pau com a mão direita, enquanto com uma mão segurava a nádega de Malu para mantê-la aberta e fui encostando o pau no orifício que continuava seu convite excitante. Esfreguei o pau entre suas nádegas, sempre roçando no cuzinho, até ela levar a mão e segurar meu pau colocando na portinha e pedindo para ir empurrando devagar para não machucar. Fui forcando a entrada, o cuzinho resistia 6bravamente, mas aos poucos foi cedendo, abrindo espaço para o invasor. A medida que o pau avançava, Malu gemia e pedia para ir aos poucos, mas sem parar de forcar. A cabeça saltou para dentro arrancando um gritinho de dor e prazer de Malu, acompanhado por outro de Aninha, que junto ao seu amante, acompanhava tudo numa aflição contagiante.

Malu levou sua mão até empurrar meu corpo, pedindo para esperar um pouco, deixá-la se acostumar. Parei e fiquei esperando seu comando. Após breve momento de espera e de Malu recuperar, percebi que Malu começava a retomar as rédeas da foda e começava também a requebrar levemente, fazendo com que eu tentasse entrar no ritmo ditado por ela. Mas, ela parou e pediu para esperar pelo tempo dela, não estava acostumada a dar o cu ainda mais para um do meu calibre. Aguardei vendo aquele rabo lindo balançando. Malu arfava a cada balançada dando a entender que o pau ia ganhando profundidade a medida que ela remexia. Assim foi, sempre com ela no comando e eu firmando para fazer com que ganhasse logo a profundidade desejada, ou seja, entrar todo naquele buraco apertado. Após longo tempo de espera, com lentos movimentos dela, senti que já estava quase todo dentro. Malu deu uma parada, respirou fundo e empurrou a bunda para trás com força. Isso fez com que meu pau entrasse todo e arrancou um grito alto e desesperado dela. Todos no quarto ficamos em silêncio, a espera dela se recuperar. Após um tempo, contrastando com tudo que ocorria, Malu olhou por cima do ombro, deu um sorrisinho torto e voltou a respirar, como se acabasse ee conseguir algo impossível. E começou a rebolar de leve enquanto eu aguardava o que fazer. Já a víamos com mais desenvoltura, mexia os quadris com força e decisão. Resolvi que era momento de eu colaborar também e comecei lentamente a empurrar e puxar o pau daquele buraquinho quente e apertado. Tirava quase todo o pau e voltava a meter todo, arrancado gemidos da Malu, que parou um pouco de mexer e aproveitava o movimento de entra e sai feito por mim.

Deitei meu corpo sobre o dela e chegando próximo de seu ouvido, perguntei se estava tudo bem, se poderia continuar com aquilo. Ela me respondeu que sim, estava ficando bom, mas que gozasse logo, pois não aguentaria muito tempo. Aumentei o ritmo e algumas medidas depois, gozei em abundância dentro dela. Fiquei um tempinho me recuperando e esperando o pau amolecer. Quando amoleceu, o cu de Malu começou a me expulsar de dentro dela. Levantei de cima dela e me voltei para o casal na cama, que me observavam como se fosse um guerreiro medieval voltando para casa após uma batalha. Aos poucos a tensão foi quebrada pelo semblante risonho de Aninha, que nos levou também a sorrir. Sentei aos pés da cama e vimos Malu levantando gemendo da poltrona. Tentei ajudá-la, mas ela recusou num gesto, o que me incomodou. Será que a tinha magoado? Será que colocaram tudo a perder? Meu coração ficou pesado

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