Continuando a história do meu conto anterior (se não leu, sugiro ler a primeira parte antes), como havia dito, namoro Rose, de 43 anos, que tem duas filhas novas, mas é Nicole, de 19 anos, por quem sou tarado. Depois que peguei Nicole transando escondido com o namorado, procurei sempre estar na casa delas para tentar a sorte mais uma vez de ver, mas nada. De vez em quando, era recompensado com um shortinho curto colado na bunda, um top com a barriguinha de fora, mas vê-la dando gostoso igual aquela vez, nada.
Com o tempo, Rose me deu uma cópia da chave da casa, para facilitar minha ida e vinda. Um dia, cheguei lá e Rose tinha saído para fazer uma entrega de doce, pois além de trabalhar na padaria, ela fazia em casa e vendia pela internet. Estava sozinho, e não demorou muito para Nicole chegar da academia. Ela estava sexy demais: shorts curto, camiseta cavada, decotada e suada, pois tinha voltado correndo.
Quando a vi, meu tesão subiu às alturas. Ela me cumprimentou e disse que ia tomar banho. Foi ao quarto e saiu enrolada na toalha direto para o banheiro. Tomado pelo tesão, fui ao quarto dela na esperança de que tivesse deixado a roupa usada ali. Assim que entrei, vi no canto as roupas jogadas e fui vasculhar pela calcinha. Encontrei no meio das roupas: uma linda calcinha preta, não era fio dental, mas era bem pequena.
Por impulso, fiz algo que nunca imaginei: levei ao nariz e fiquei cheirando. Conseguia sentir o cheiro da buceta dela, doce, íntimo, misturado com suor — uma delícia. Quanto mais cheirava, mais aumentava meu tesão. Não resisti: levei a calcinha até o quarto da Rose, tranquei a porta, abaixei as calças e comecei a me masturbar cheirando. Depois, esfreguei a parte da buceta da calcinha no meu pau enquanto me masturbava. Não demorou muito e gozei na calcinha e na cama da Rose.
Quando vi, a calcinha estava toda esporrada, encharcada, e a cama também. Não sabia o que fazer — não podia devolver assim. Me limpei, limpei a cama e fui lavar a calcinha, deixando na máquina de lavar. Uma pena perder aquele cheiro maravilhoso.
Depois disso, fui para a sala ver TV e esperar Rose voltar. Ao sair do banho, Nicole foi ao quarto, e o que eu temia aconteceu: percebeu que a calcinha tinha sumido. Veio até a sala e me questionou:
Nicole: Você foi ao meu quarto enquanto eu tomava banho?
Eu: Não, por quê?
Nicole: Minha calcinha sumiu de onde eu tinha deixado!
Eu: Não sei o que aconteceu, eu não estive lá.
Ela não era boba — obviamente sabia que tinha sido eu — mas deixou para lá e voltou ao quarto. Minutos depois, retornou toda linda e cheirosa para a sala, de top com a barriga de fora e short bem curtinho. Eu não conseguia parar de secar ela. Sentou no sofá e falou:
Nicole: Gostou? — perguntou, sorrindo.
Eu: Está muito bonita.
Nicole: Achei minha calcinha toda molhada na máquina de lavar. Não fui eu que coloquei lá, e só tem eu e você aqui. Me fala por que fez isso, estou curiosa.
Acuado e sem saída, confessei tudo — desde vê-la transando naquele dia até o que fiz com a calcinha — e pedi para não contar a ninguém.
Nicole então disse:
Nicole: Safado! Eu vi você espiando eu e meu namorado aquele dia.
Eu: Viu? Achei que não tinha visto.
Nicole: Eu vi. Na verdade, fiquei mais excitada sendo observada, por isso não falei nada. Mas não sabia que você era safado a ponto de cheirar minha calcinha e se masturbar.
Disse rindo.
Eu: É que você é maravilhosa, Nicole. Me deixa muito tarado.
Nicole: Toda essa conversa é segredo nosso, não é?
Eu: Sim, claro. Sua mãe e ninguém pode saber disso.
Nicole: Confesso que fiquei muito excitada sendo espiada. Queria de novo.
Eu: Eu adoraria ver você transando de novo! Fala com seu namorado.
Nicole: Não. Ele não pode saber. Tem que ser escondido.
Eu: Como fazemos?
Nicole: Você fica escondido, vendo sem ele perceber. Ou vendamos ele e você assiste no quarto. Qual prefere?
Eu: Gostei da ideia de vendar ele e eu ficar lá olhando.
Nicole (sorrindo): Também prefiro assim. Vamos fazer.
Ficou combinado: quando a mãe fosse dormir, eu fingiria que iria embora, mas ficaria escondido, e ela me chamaria.
Quando Rose chegou, jantamos os três. Eu e Nicole trocávamos olhares e disfarçávamos. Depois, o namorado dela chegou. Lá pelas 22h30, Rose disse que ia dormir. Me chamou, mas falei que estava cansado e iria embora. Me despedi e fiquei lá fora esperando.
Minutos depois, Nicole mandou mensagem. Entrei. No quarto, o namorado estava vendado e amarrado na cama, e ela completamente nua. Fiquei no canto, numa cadeira que ela deixou.
Que delícia vê-la assim, de perto: peitos durinhos, bucetinha lisinha, bunda perfeita. Ela olhou para mim e esfregou a mão na buceta. Ficou de quatro sobre o namorado, virada para mim, e começou a mamar ele enquanto se masturbava.
Nicole: Humm, pau gostoso!
Namorado: Chupa, vadia!
Eu via a buceta dela molhada. Não resisti e comecei a me masturbar. Ela percebeu, parou e disse:
Nicole: Isso, safado! Quero ver você gozando gostoso.
O namorado achou que era para ele.
Namorado: Eu vou, sua puta!
Ela fez 69 com ele, mamando enquanto me olhava. Eu me masturbava sem parar. Ela começou a gozar na boca dele, gemendo. Depois subiu e começou a cavalgar.
Nicole (olhando para mim): Safado, cachorro!
Eu (sem som): Vadia!
Ela mordia os lábios, chupava o dedo, me encarando. O namorado xingava, ela cavalgava mais forte, mexendo nos peitos e no grelinho.
Não demorou e ele disse que ia gozar.
Nicole: Goza, amor! Enche sua puta de porra!
Ela acelerou, ele gozou dentro dela. Ela tirou o pau, sentou na beira da cama e abriu as pernas, me mostrando tudo. A porra escorria, e ela se masturbava me olhando.
Eu (sem som): Puta!
Nicole (sem som): Goza, safado!
Ela gozou primeiro. Eu não aguentei e gozei também, sujando a roupa.
Depois, ela mandou eu me esconder no armário. O namorado foi tomar banho. Quando ela voltou, abriu o armário ainda pelada, com a coxa escorrendo.
Nicole (sussurrando): Gostou, seu puto?
Eu: Gostei, vadia. Você é muito safada.
Ela riu e disse que queria fazer mais vezes. Pegou a calcinha, mandou eu me limpar com ela. Esfreguei no pau e na roupa. Ela mandou eu levar de lembrança, dizendo que tinha esfregado na buceta antes.
Saí rápido do quarto e fui embora… com a calcinha dela.