Eu ainda consigo fechar os olhos e ver a Luiza exatamente como ela era naquela época. Eu tinha meus 28 anos, no auge de tudo, e ela, com 23, parecia um furacão silencioso que atravessou a minha rotina. Ela não era só bonita; era o tipo de mulher que prendia o olhar. Tinha 1,65m, a pele bem clarinha que contrastava com aquele cabelo preto, longo, que descia pesado até o final das costas. E as tatuagens... cada traço no corpo dela parecia contar uma história que eu estava louco para ler.
A gente se conheceu na academia. Aquele ambiente de ferro e suor virou o cenário de trocas de olhares que foram ficando cada vez mais pesados. Ela morava com um cara na época, mas entre uma série e outra, a conversa fluiu, o WhatsApp foi trocado e a tensão só aumentou.
O dia do "xeque-mate" aconteceu quando o namorado dela precisou viajar a trabalho. Fui até a porta da casa dela. O plano era só conversar, mas assim que estacionei o carro e ela entrou, o ar dentro do veículo pareceu acabar. A gente sabia que a frente da casa dela não era o lugar ideal.
Saímos dali e fomos para um refúgio, uma casa com piscina e churrasqueira onde o mundo lá fora não existia. Mas a urgência era tanta que o primeiro beijo aconteceu ainda no carro. Foi intenso, urgente. Minha mão encontrou a coxa dela, sentindo a textura da pele e a firmeza do corpo, e ali eu soube que a Luiza "quietinha" da academia era só um disfarce.
Quando finalmente entramos no quarto, o clima já estava em ebulição. Nos deitamos, o calor dos corpos se misturando sob o cobertor. Ela tomou a iniciativa, ágil e decidida. Lembro de quando ela tirou meu short; eu ainda estava tentando processar tudo, o corpo despertando aos poucos. Tentei ajudar, mas ela, com aquele jeito dominante que eu não esperava, não deixou. Ela queria que eu sentisse cada toque, cada movimento.
Ela começou a me chupar com uma vontade que me deixou sem norte. Eu via o esforço dela, o desejo em me fazer perder o controle, e senti meu corpo responder com força total, ficando rígido, pulsando nas mãos e na boca dela. A Luiza era incrível. Sem perder tempo, assim que sentiu que eu estava pronto, ela veio por cima. Não de frente, mas de costas para mim, deixando que eu tivesse a visão privilegiada daquela bunda larga e da cintura fina que eu tanto tinha imaginado. Ali, naquela cavalgada, eu entendi que aquela noite ficaria marcada para sempre.Continuaa Parte 1