Enquanto descobria os prazeres de dividir a cama com Larissa, acabei me envolvendo até mais do que gostaria na sua vida. Sua família era de uma igreja rígida, então eu precisava me fazer parecer, além de comportada, uma santa perto deles, para que minha garota pudesse frequentar minha casa e eu a dela.
Nesses dias indo a igreja e às reuniões em sua casa, conheci um pessoal bem diferente do meu convívio comum. A maioria tinham a minha idade e era visivelmente reprimidos demais. Os namoros que eu testemunhei entre eles, eram repletos de uma tensão sexual alarmante, como se no primeiro gatilho fossem foder até morrer, tamanha vontade.
Eduardo era a exceção que confirmava a regra. Era um cara baixinho, mesma altura que eu, gordinho, com um sorriso encantador, cara de safado e muito engraçado. Ele era a única pessoa dali em quem Larissa confiava, sabia da sua sexualidade, do seu caso comigo, dos seus planos para o futuro. Ainda assim, raríssimas vezes conversávamos, quase sempre ele estava num monólogo especial para o grupo, exalando bom humor e presença, era impossível não o notar e eu achava isso um charme.
Um dia, numa das maravilhosas transas com Larissa, fizemos uma brincadeira e ela ficou me "devendo" uma chupada. Claro que aquilo era pouco relevante já que ela o faria sem qualquer cobrança, mas ajudava a apimentar as coisas. Infelizmente, ficamos uns 3 dias sem nos ver e sequer tínhamos alguma perspectiva de que isso acontecesse, mas ela pensou em algo para resolver isso.
"Clara, amanhã vai ter uma reunião dos jovens da igreja na casa do Eduardo. É meio perigoso, mas eu queria pagar minha dívida lá. Que tal?"
Eu tinha compromissos no dia seguinte, certamente estaria sem energia a noite, mas quem negaria uma proposta dessas né? Concordei e marcamos de nos ver lá.
Acabei chegando antes de todo mundo, li errado o horário e estava no local uma hora mais cedo. Vestia uma saia jeans um pouco acima dos joelhos e bem justinha, rasteirinha e uma blusa de botão. Não sei se estava bom, mas era o que eu tinha para aquela ocasião.
Eduardo estava arrumando as cadeiras na garagem e veio me cumprimentar animado quando eu cheguei. Foi a primeira vez que me abraçou, ele tinha uma pele macia, um cheiro bem gostoso, parecia do tipo que se cuida. Me guiou até uma cadeira e ficamos conversando enquanto ele terminava as tarefas.
Seu papo era muito envolvente, eu mal tinha tempo para pensar enquanto ele falava e questionava, quando eu o respondo, ele parava tudo e ouvia atento as minhas respostas, então dava sequência no assunto. Até aquele momento, eu achava que ele era gay, pelo jeito afeminado, mas logo percebi que estava enganada. Conversando com ele e pensando na chupada que ganharia logo mais, fiquei levemente interessada em esticar o prazer para mais alguém.
O tempo passou e todos chegaram, a reunião correu bem e, na hora em que todos estavam fazendo um lanchinho, Larissa aproveitou para me puxar de canto e levou até a área de serviço nos fundos. Chegando lá, ela me deu um beijo rápido e se abaixou, eu ergui a saia até a cintura e pus a perna apoiada em seu ombro, tampei a boca assim que senti sua língua em mim, ela estava cada dia melhor e eu cada vez mais excitada. Foram poucos minutos até eu chegar lá, então ela se levantou, ajudou eu a me arrumar e me deu um beijo antes de se virar para sair primeiro dali, mas eu a impedi.
"Posso te perguntar uma coisa?"
"Claro, gata. Mas precisa ser rápida."
"Se eu quiser transar com um cara, você se importaria?"
"Não sei, depende de quem for. Eu não estou te satisfazendo mais?"
"Pelo contrário, Lari. Você é incrível, é que eu queria um algo a mais hoje e não sei quando teremos uma oportunidade."
"Verdade. Não tem problema, só não dê para um idiota qualquer."
Ela deixou essa frase pro fim e foi saindo, ainda sorridente com a gracinha que tinha feito. Eu fiquei um tempo ali parada, pensando se deveria mesmo dar sequência e atender meus desejos. Aí, como um enviado dos céus, Eduardo apareceu onde eu estava para ver se estava tudo bem.
"Nossa, ouvi vozes daqui e até assustei. Está tudo bem?"
"Desculpa, Edu. Vim dar uma respirada."
"Respirada, né. Sei."
Ele me encarou sorrindo com um olhar de desconfiança, de quem sabia exatamente o que eu estava fazendo. Eu fui me aproximando dele perto do portal de entrada para a área de serviços.
"Sabe, Edu. Eu estava pensando aqui, você acha que algum garoto da igreja se interessaria por mim?"
"Acho que sim. Homens de qualquer lugar se interessam por mulheres gostosas."
"E você me acha gostosa?"
"Bom, pelo que tanto que te observo, acho que você mesma já constatou isso."
Eu fiquei impressionada, sua desenvoltura não era só para gracinhas. Diferente da maioria dos caras, ele não titubeou, não duvidou de si ou do meu possível interesse. Essa foi a cartada final para me prender.
"Então se eu pedisse, você ficaria comigo?"
"Não. Você nem precisa pedir."
Ele esticou o braço para segurar minha cintura e me puxou para junto de si, nossos rostos estavam bem próximos, meu corpo estava trêmulo e esquentando. Sua língua me invadiu de forma delicada, seu beijo era calmo, me fazia sentir preenchida, ele me segurou ainda mais firme na cintura e também pelo pescoço, eu me entreguei de vez ao momento e perdemos um bom tempo ali.
As vozes chamando por ele acabaram por nos interromper, mas não duraria muito. Quando voltei para a garagem, o número de pessoas já tinha diminuído, conversei com Larissa até dar o seu horário e depois fiquei sentada esperando ansiosamente até a última pessoa sair.
"Quer ajuda pra arrumar tudo logo?"
"Não. Vamos para o meu quarto. Meus pais chegam daqui a pouco, eles me ajudam depois."
Ele segurou meu braço e me guiou até seu quarto. Chegando lá, mais um beijo delicioso enquanto andávamos até a cama, tirei minha sandália e me joguei em cima dela, esperando ser acompanhada por ele.
"Você tem camisinha?"
"Tenho sim."
Ele pegou e jogou um pacote bem ao meu lado, abaixou as calças e tirou a blusa, depois subiu na cama junto a mim. Mais alguns beijos e seu pau parecia que ia rasgar as calças. Minha buceta, para completar, estava ensopada como se eu não tivesse gozado uma hora antes.
Eduardo ajudou a tirar a blusa, desabotoou o sutiã com habilidade e abaixou minha saia, deixando-me apenas de calcinha. Mais beijos na boca, no pescoço, no dorso, lambidas e chupadas nos meus peitos, mordidas na barriga e uma massagem levinha e maliciosa na buceta ainda escondida pela calcinha.
Cada movimento dele parecia bem pensado, ele tinha experiência e sabia usar o que aprendeu. Abri as pernas para que ele me chupasse, sua língua não era tão gostosa quanto de Larissa, mas ele fazia muito bem. Eu deixei apenas alguns minutos, precisava do algo a mais duro e quente que ele escondia no meio das pernas.
"Me come, Du."
Ele abaixou a cueca enquanto me chupava, deu um último beijinho e veio me escalando até ter o pau na minha entrada, colocou rapidamente a camisinha e começou a esfregar aquela rola calmamente em mim.
"Ficou querendo algo a mais hoje foi?"
Ele tinha lido minha mente, parecia saber a razão de eu estar ali.
"Foi. Mete vai."
Ele comecou esfregando a pica no meu grelinho, as vezes deixava a cabeça fazer uma leve pressão, mas escorregava pra cima, mantendo-se do lado de fora.
"Já tive muita vontade de comer a Larissa. E mais ainda de comer vocês duas."
Eu gemia e rebolava loucamente, a impressão é que gozaria só com aquela sacanagem gostosa dele. A satisfação no seu olhar era irritante e excitante, eu me sentia dominada pelas suas intenções e ele estava bem consciente disso.
"Mete em mim, por favor. Eu quero seu pau."
Ele se abaixou e me beijou, passou a língua contornando meus lábios enquanto me penetrava, eu gozei imediatamente, uma coisa inédita pra mim e deliciosa também.
Eduardo ficou quietinho, com o pau enterrado em mim, sem se mexer. Quando eu recuperei a consciência plena, ele segurou firme meu pescoço, se apoiou na outra mão e começou a socar gostoso. Minha bucetinha estava sensível, parecia queimar a cada estocada, mas era deliciosa a sensação. Sua barriguinha roçava de leve meu grelinho, quase como se estimulasse em dois lugares ao mesmo tempo.
Sua mão era pequena, mas fechava meu pescoco na medida certa, apertava até eu quase sufocar, depois aliviava a pressão. Eu me agarrei as minhas pernas, ficando exposta e livre para ele decidir a intensidade com que socaria em mim.
Ele largou meu pescoço e se curvou até encostar a testa em mim, eu soltei as pernas e enrolei nele, ficamos olhando nos olhos um do outro e quando eu gemi no terceiro orgasmo da noite, senti seu pau pulsar para me acompanhar.
Infelizmente, a camisinha me atrapalhou de sentir seus jatos dentro de mim, ainda assim, nossos corpos colapsando juntos no orgasmo era delicioso o suficiente. Que transa gostosa, aquele gordinho valia cada segundo que eu o tinha dado.
Não tivemos tempo para mais uma rodada, apesar de eu querer. Voltamos para a área e organizamos as coisas enquanto esperávamos seus pais chegarem. Depois de tudo no lugar, ele ainda me beijou e dedou um pouco, mas não foi tempo o suficiente para mais uma gozada.
Ele gentilmente pediu que seu pai me levasse em casa, me agradeceu por ajudá-lo com a organização das coisas e se despediu com um convite para retornar quando eu quisesse.
Eu queria. E retornei.
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