A semana que eu finalmente fiz dela minha de verdade
Segunda-feira de manhã. Eu abri a porta só de cueca, pau já latejando, marcando o tecido grosso. Mariana apareceu com a mala pequena, olhos brilhando de tesão e culpa. Não falei porra nenhuma. Prensei ela contra a parede do corredor, rasguei aquele vestido barato que o marido dela devia ter comprado e enfiei a mão direto na calcinha encharcada.
— Finalmente, porra… sete dias inteiros só minha, Mariana. Sem marido, sem filhos, sem essa porra de culpa. Essa buceta e esse cu vão ser só meus do nascer ao pôr do sol.
Levantei ela no colo como se não pesasse nada, carreguei pro quarto e joguei na cama king size. Cai de boca nela como um animal. Chupei aquele clitóris inchado com força, enfiando dois dedos no cu dela enquanto ela tremia inteira.
— Diz pra mim que você me ama mais que ele — rosnei, mordendo a parte interna da coxa dela. — Diz que essa semana você vai ser minha mulher de verdade.
Ela gemeu alto, pernas tremendo:
— Eu te amo, Ricardo… caralho, me chupa mais forte… eu sou sua essa semana… toda sua… ahhh, me fode com a boca!
Ela gozou jorrando na minha língua em menos de dois minutos. Eu nem esperei. Virei ela de quatro, cuspi na buceta inchada e meti o pau todo de uma vez, estocando fundo, batendo pele contra pele como se quisesse marcar território.
— Isso… toma esse pau que vai te arrombar o dia inteiro, vadia casada. Grita pra mim que você quer que eu te engravide.
— Me engravida, amor… me enche de porra… quero sentir você gozando fundo enquanto meu marido tá em casa sofrendo… me fode como se eu fosse sua pra sempre!
Eu fodi sem parar, trocando de buraco, fazendo ela gozar três vezes antes de jorrar quente e grosso na buceta dela. Depois puxei ela pro meu peito, suado, e sussurrei no ouvido:
— Eu te amo pra caralho, Mariana. Essa semana vai ser o começo. Você vai voltar pra casa e contar pra ele que acabou.
Ela não respondeu. Só apertou mais forte, sentindo minha porra escorrendo pelas coxas dela. Eu sorri no escuro. Essa mulher já é minha. Só falta ela admitir.
Terça-feira eu acordei com o pau na boca quente e molhada dela. Fodi a garganta dela até babar inteira, lágrimas escorrendo, depois virei de lado e meti devagar no cu apertado.
— Relaxa esse cuzinho pra mim, amor… hoje eu só quero sua bunda o dia inteiro. Quero te deixar aberta, inchada, marcada só por mim.
Ela gemia, unhas cravadas no lençol:
— Me arromba o cu, Ricardo… me usa como sua cadela anal… eu quero sentir você gozando dentro da minha bunda enquanto o Eduardo tá em casa sozinho, triste, imaginando o que você tá fazendo comigo…
Segurei o cabelo dela como rédea e meti com força:
— Ele tá triste? Que sofra. Essa bunda agora é minha. Diz que você me ama mais.
— Eu te amo mais… eu te amo mais, porra… me enche o cu de porra!
Gozamos juntos, eu enchendo o intestino dela até transbordar. No chuveiro fodi de novo contra o vidro, fazendo ela gritar que queria deixar o Eduardo por mim. Cada gemido dela era vitória.
Quarta-feira levei ela pra sacada. Coloquei de quatro com o sol batendo nas costas, meti no cu enquanto ela olhava a cidade. Ela gozou tão forte que as pernas falharam. Segurei ela e sussurrei:
— Eu quero que você pare de tomar remédio essa semana. Quero te engravidar de verdade. Quero um filho nosso. Deixa ele, Mariana. Vem morar comigo.
Ela não respondeu na hora. Depois, no meu ombro, chorou e disse que tinha medo de perder tudo… mas que me amava de um jeito que nunca amou ninguém. Eu abracei forte. Ela vai escolher. Eu sei que vai.
Quinta-feira foi o dia mais foda. Deitei ela de pernas abertas, peguei o celular e filmei enquanto metia devagar na buceta molhada:
— Olha pra isso, Eduardo… olha como sua mulher goza no meu pau. Olha como ela implora pra eu gozar dentro sem camisinha.
Ela gemia, tocando o clitóris:
— Me enche, amor… me dá um filho seu… eu quero ser sua mulher… ahhh, goza fundo!
Gozamos juntos, eu jorrando fundo enquanto ela gritava meu nome. Apaguei o vídeo. Não mandei. Ainda não. Era nosso segredo… por enquanto.
Sexta e sábado foram puro sexo sem fim: na cozinha ela debruçada na pia enquanto eu arrombava o cu; no sofá ela cavalgando e contando como o Eduardo tava destruído; de madrugada na cama, devagar, olhando nos olhos dela:
— Eu te amo pra caralho, Mariana… você é minha.
Domingo à noite ela arrumou a mala pra voltar. Eu não queria deixar. Quando a porta fechou, mandei a mensagem:
“Essa semana foi só o começo, amor. Da próxima vez você não volta. Eu te amo.”
Fiquei olhando o apartamento vazio, sentindo o cheiro dela ainda no lençol. Meu pau latejava só de lembrar. Ela volta. E da próxima vez não vai embora.
Essa semana foi o paraíso.
E eu mal podia esperar pra destruir o resto da vida dela… pra fazer ela minha de verdade.
parte 8
A Queda, as Ameaças e o Fim da Fantasia
Domingo à noite ela arrumou a mala com aquela cara de quem queria ficar. Eu vi nos olhos dela. Vi o medo, o tesão, o amor. Mas ela foi. Fechou a porta do meu apartamento e eu fiquei ali, pau ainda meio duro do último round na cozinha, sentindo o cheiro da buceta dela na minha pele.
Mandei a mensagem na hora:
“Essa semana foi só o começo, amor. Da próxima vez você não volta. Eu te amo.”
Esperei. Uma hora. Duas. Nada. Só o silêncio do apartamento vazio e o lençol ainda molhado da nossa porra.
Segunda-feira ela não apareceu. Terça também não. As mensagens dela pararam de chegar. Eu comecei a mandar as minhas. Primeiro carinhoso: “Você tá grávida do meu filho, Mariana. Volta pra mim. Eu te dou tudo que aquele corno nunca deu.” Depois mais forte: “Eu te amo pra caralho. Deixa ele. Eu vou te dar o mundo.”
Nada. Silêncio total.
Quarta-feira eu perdi a porra da cabeça. Comecei a mandar os prints. As fotos dela de quatro na sacada, cu aberto e minha porra escorrendo. Os vídeos que gravei quinta-feira — ela gemendo meu nome, implorando pra eu engravidar ela, dizendo que amava meu pau mais que o dele. “Se você não me atender, eu mando tudo pro Eduardo. Pro trabalho. Pros filhos. Pra família inteira ver que vadia casada você é.”
Ela leu. Visualizou. Bloqueou.
Eu fiquei louco. Liguei de números diferentes. Apareci na frente do prédio dela. Mandei flores com bilhete: “Ou você volta pra casa ou eu destruo a sua.” Fiquei horas no carro, olhando a janela do apartamento, imaginando ela lá dentro ainda com minha porra da semana inteira dentro do corpo.
No segundo mês ela surtou. Ligou pra polícia. Mostrou tudo. Print, vídeo, ameaça, tudo. Os caras apareceram no meu apartamento com mandado. Medida protetiva. “Fique longe dela ou vai preso.”
Eu ri na cara deles. Mas parei. Não porque tive medo. Parei porque entendi.
Ela escolheu ele.
Escolheu o corno que chorava em casa enquanto eu arrombava o cu dela na sacada. Escolheu a vida falsa, o casamento de merda, os filhos que não eram meus.
Eu fiquei sabendo depois, por um amigo em comum que trabalhava no mesmo prédio que ela. Ela fez exame de DNA. O filho era dele. 99%. A porra toda daquela semana sem camisinha, eu enchendo ela de leite todo dia… e o filho era daquele filho da puta.
Eu ri sozinho no apartamento vazio. Ri até doer a barriga. Depois quebrei um copo na parede e cortei a mão. Sangue pingando no chão enquanto eu olhava o celular com a foto dela de quatro, olhando pra câmera, boca aberta pedindo pra eu gozar.
Ela era minha. Por sete dias inteiros ela foi minha. Gemeu meu nome, chorou no meu ombro dizendo que me amava mais, implorou pra eu engravidar ela, pra eu tomar tudo dela.
E no final… escolheu ele.
Eu apaguei os vídeos. Apaguei as fotos. Bloqueei o número dela. Nunca mais mandei nada.
Não porque desisti. Porque entendi a verdade mais foda de todas:
Ela nunca foi minha de verdade.
Foi só uma vadia casada que quis viver a fantasia por uma semana. E quando a fantasia acabou, ela voltou correndo pro colo do marido traído, grávida dele, fingindo que nada tinha acontecido.
Eu quase destruí o casamento deles. Quase. Mas no final quem se fodeu fui eu.
Fiquei com o cheiro dela na memória, com o gosto da buceta dela na boca e com a porra da raiva no peito.
Mariana escolheu a vida segura.
Eu fiquei com a lembrança de ter fodido ela como ninguém nunca fodeu.
E isso… isso ninguém vai tirar de mim.