Minha esposa santinha gostou do marido da irmã parte 9

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3152 palavras
Data: 29/04/2026 06:47:33

A noite passou arrastada, mas meu sono, por incrível que pareça, foi leve. O peso da traição da Lia agora era contrabalançado pelo peso da coleira que eu havia colocado no pescoço da Clara. Acordei antes do sol, com o som das aves e o cheiro de mato úmido, sentindo uma disposição que há muito tempo não me visitava.

Lia ainda dormia, a boca entreaberta, o rosto sereno de quem não tem consciência. Olhei para ela e não senti raiva; senti apenas um distanciamento cirúrgico. Ela era uma peça que eu moveria depois. O foco agora era a capital.

O dia na fazenda seguiu seu ritmo. Ajudei o capataz com a contagem dos bezerros, suei sob o sol forte, sujei as botas de lama. Eu queria que a Clara soubesse que eu continuava sendo o "caipira", o homem que lida com a força bruta. Por volta das 11h, meu celular vibrou no bolso do jeans.

Era um número desconhecido.:

Desconhecido: faremos a chamada às 14h. Nao mande mensagem no WhatsApp, o Paulo vinculou meu aparelho ao computador dele hoje cedo por causa de umas notas fiscais. Você está destruindo tudo, Robson. Espero que esteja satisfeito."

Eu não respondi. A satisfação não era algo que se explicava, era algo que se consumia.

Antes das duas da tarde, inventei que tinha que ir ver o gado para a Lia, e fui ficar em baixo de um pé de mangueira

Recebi a ligação e aceitei

A tela piscou. A imagem de Clara apareceu.

Ela estava em um ambiente luxuoso, provavelmente seu closet privativo. As paredes brancas, os espelhos dourados e as fileiras de bolsas de grife ao fundo faziam um contraste violento com eu debaixo de um pé de mangueira. Ela estava impecável: maquiagem leve, um robe de seda champagne e o cabelo preso em um coque elegante. Mas os olhos... os olhos estavam inchados. Ela tinha chorado.

— "Satisfeito, animal?" — ela disparou, a voz trêmula, mas tentando manter a postura. — "Estou aqui. O que você quer que eu faça?"

Eu me ajeitei depois da mangueira, cruzei os braços e deixei o silêncio trabalhar a meu favor por alguns segundos.

— "O tom de voz ainda está muito alto para quem está na palma da minha mão, Clara," — eu disse, a voz grave e calma. — "Tira o robe. Devagar. Quero ver se o que o Sérgio comprou brilha tanto quanto na foto."

Ela fechou os olhos com força. Uma lágrima solitária escorreu, estragando a base perfeita.

— "Eu te odeio," — ela sussurrou.

— "O ódio é um sentimento muito próximo do desejo, cunhadinha. E nós dois sabemos que você adora o perigo. Senão, não estaria acobertando o Paulo enquanto dorme com o dinheiro de outro. Vamos... o tempo está passando."

Com as mãos trêmulas, ela desamarrou a fita de seda. O tecido escorregou pelos ombros, revelando que, por baixo, ela não usava absolutamente nada. A pele dela estava bronzeada. Ela era, de fato, uma obra de arte esculpida pelo dinheiro e pela vaidade.

— "Aproxima a câmera," — eu ordenei.

Ela obedeceu, ajoelhando-se no tapete felpudo. A respiração dela estava curta. Quando ela afastou as pernas e revelou o piercing — um ponto de luz em meio ao triângulo perfeito que eu já conhecia pela foto — eu senti o triunfo.

— "Toca nele," — eu disse, minha voz agora um sussurro carregado de malícia. — "Quero ver como você faz quando está sozinha pensando no que o 'caipira' faria com você se estivesse aí agora."

Clara soltou um soluço sufocado, mas os dedos longos e bem feitos começaram a se mover. O contraste era hipnotizante: a mulher de elite, cercada de luxo, submetendo-se aos comandos de um homem que ela chamava de bicho do mato.

Eu com um movimento lento, desabotei o bota da calça e tirei meu pau fora, algo que ela ainda não tinha visto.

O silêncio do lado de lá foi absoluto. Através do celular, vi o rosto de Clara se transformar. A expressão de pavor e nojo que ela tentava sustentar ruiu, dando lugar a um choque hipnótico. Os olhos dela se arregalaram, percorrendo o tamanho do meu pau de 24 cm, fixando-se na grossura e nas veias pulsantes que denunciavam meu tesão.

Ela parecia ter esquecido que o marido estava do outro lado da porta do closet. A boca dela se abriu levemente, e o ar escapou em um suspiro inaudível. A "princesa de elite", acostumada com homens de academia e suplementos, estava diante de algo que o dinheiro do Sérgio não comprava e que a frouxidão do Paulo jamais alcançaria.

— "O que foi, Clara?" — eu provoquei, minha voz saindo num tom baixo que vibrava no microfone. — "O bicho do mato assustou a santinha? Ou você finalmente entendeu por que a Lia não consegue sair dessa fazenda?"

Ela não respondeu. Estava paralisada, os dedos ainda segurando as abas do robe de seda, mas os olhos... os olhos estavam famintos. Era uma luta interna visível entre o orgulho dela e um desejo primitivo que ela nunca tinha tido coragem de confessar.

De repente, o som de uma porta batendo ao fundo, no vídeo, O susto a trouxe de volta à realidade, mas o olhar dela voltou para a tela. Não era mais um olhar de desprezo. Era o olhar de quem tinha acabado de descobrir qual seria o seu vício.

— "Clara? Você está aí dentro? A chave do carro não está no console!" — A voz do Paulo ecoou, abafada, mas próxima demais.

Ela olhou para a câmera, os olhos esbugalhados, implorando em silêncio para que eu não fizesse barulho, para que eu não falasse. Eu apenas sorri e levei o dedo aos lábios, fazendo o sinal de silêncio.

Eu tinha o controle total. E o melhor de tudo? Eu ainda não tinha terminado.

— "Atenda ele, Clara," — eu sussurrei, antes que ela pudesse desligar. — "Atenda ele com esse rosto vermelho de tesão por minha pica. Deixe ele sentir o cheiro do seu medo. É isso que vai te manter viva até o nosso próximo encontro."

A tela ficou preta.

A adrenalina ainda corria nas minhas veias, misturada ao calor do sol debaixo da mangueira. O contraste era absurdo: o suor do trabalho no campo secando na minha pele enquanto a imagem da mulher mais intocável da família desmoronava em uma tela.

Guardei meu pau, sentindo a pulsação demorar a baixar. Aquele choque no olhar dela foi melhor do que qualquer confissão de culpa. Clara não estava apenas com medo de ser descoberta; ela estava perturbada pelo que viu. A máscara de nobreza tinha caído, e por baixo dela, eu encontrei o que suspeitava: uma mulher que sentia falta de algo real, algo bruto.

Caminhei de volta para casa com um passo leve, quase flutuando. No caminho, cruzei com o capataz.

— "Tudo certo com o gado, patrão?" — ele perguntou, tirando o chapéu.

— "Tudo sob controle, Zé. Melhor do que nunca."

Ao entrar na casa, o cheiro do almoço tomava conta. Lia estava na cozinha, mexendo uma panela, o cabelo preso em um rabo de cavalo. Ela me olhou e sorriu — aquele sorriso que, ontem, me daria paz, mas que hoje parecia apenas uma pintura mal feita sobre uma parede rachada.

— "Demorou, Robson.

__ foi bem corrido amor o trabalho

Sentei-me à mesa, observando Lia me servir. A ironia era deliciosa. Ela achava que eu era o marido traído, o homem simples que ela podia manipular. Ela não fazia ideia de que eu agora estava pensando em comer a irmã dela.

Meu celular vibrou sobre a mesa. Uma notificação de mensagem. Não era do WhatsApp, onde o Paulo vigiava. Era um SMS, curto e direto.

Desconhecido:"Eu vou te matar por isso. Mas... quando é que você vem para a cidade?"*

Senti um riso seco subir pela garganta. O anzol não tinha apenas fisgado; ele tinha atravessado a carne. Clara estava em pânico, mas a curiosidade e o desejo proibido eram venenos que agiam rápido.

— "Quem é, amor?" — Lia perguntou, curiosa, sentando-se à minha frente.

Olhei fixamente nos olhos dela, sustentando o olhar até que ela desviasse, um pouco desconfortável.

— "É o zé, Lia. O novo capataz, perguntando se a fazenda ta como eu quero. Acho que você ainda nao o viu"

Lia me serviu um pedaço generoso de carne, mas o meu apetite era voltado para algo muito mais sombrio do que aquela refeição. Ela franziu a testa, processando o que eu tinha dito sobre o "novo capataz".

— "Zé? Novo capataz, Robson?" — ela perguntou, apoiando os cotovelos na mesa e me encarando com aquela falsa curiosidade que agora me dava nojo. — "Eu não conheço nenhum Zé novo. Achei que o pessoal da fazenda era o mesmo desde o ano passado. Ele é um bom funcionário? É de confiança?"

Senti um prazer quase físico em mentir na cara dela, retribuindo cada traição que ela pensava estar escondendo sob o tapete.

— "É excelente, Lia. Discreto, faz o que eu mando sem questionar e sabe exatamente onde apertar para as coisas funcionarem," — respondi, cada palavra carregada de um duplo sentido que ela não conseguia captar. — "E sobre confiança... bom, ele está na minha mão. Isso é o que importa."

Ela deu de ombros, voltando a comer, sem notar que o brilho no meu olhar não era sobre o gado. Meu celular vibrou novamente no bolso. Eu sabia que era ela. Aproveitei que Lia foi até o fogão buscar mais feijão e saquei o aparelho rapidamente.

Eram duas mensagens seguidas. Senti o sangue pulsar na têmpora ao ler.

Desconhecido: "Eu ainda não consigo tirar aquela imagem da cabeça. Eu odiei o que você me fez fazer, mas... meu Deus, Robson. Eu amei o seu pau. É absurdo. Eu nunca vi nada parecido, nem nos meus sonhos mais sujos."*

Antes que eu pudesse processar o choque de honestidade da "santinha", veio a segunda bomba:

Desconhecido:"O Paulo acabou de entrar aqui no closet. Ele se ajoelhou no mesmo tapete onde eu estava por sua causa... e me pediu em casamento. Oficialmente. Com anel de diamante e tudo. Ele quer oficializar nossa 'família' agora que para assumir a empresa do seu pai tem que ser um homem de familia. O que eu faço, seu animal?"*

Soltei um riso mudo, guardando o celular antes que a Lia se virasse. A ironia era uma obra de arte. O Paulo, o "homem de negócios" que vigiava o WhatsApp da mulher, estava agora beijando a mão da noiva que, minutos antes, estava se tocando para o cunhado "caipira" através de uma tela de celular.

Lia voltou para a mesa, sorrindo como se fôssemos o casal perfeito da fazenda.

— "Você está com um sorriso estranho hoje, Robson. Aconteceu algo?"

— "Apenas percebi que a safra deste ano vai ser muito mais produtiva do que eu imaginei, Lia,"

respondi, pegando o garfo.

Lia me observou por mais alguns segundos, aquele olhar semicerrado de quem tenta decifrar um enigma, mas logo relaxou. Ela não tinha a profundidade necessária para entender o jogo que eu estava jogando. Para ela, eu ainda era o marido previsível, o solo firme onde ela pisava enquanto sonhava com as luzes da capital.

— "Você anda misterioso," — ela comentou, levando o copo de suco aos lábios. — "Mas fico feliz que esteja animado com a fazenda. O papai sempre diz que o olho do dono é que engorda o gado."

— "O olho do dono vê muita coisa, Lia. Coisas que ninguém mais percebe," — respondi, saboreando a carne como se fosse a própria vitória.

Terminei o almoço em silêncio, deixando que ela falasse sobre planos irrelevantes para a reforma da casa. Minha mente estava quilômetros dali, naquele closet luxuoso, imaginando a cena: o Paulo, ajoelhado, jurando amor eterno e fidelidade à mulher que ainda sentia o rastro do meu comando na pele.

Assim que ela se levantou para tirar a mesa, saí para a varanda. O calor da tarde pesava, mas eu precisava responder. A "cunhadinha" estava em pânico, e o pânico é o melhor tempero para a obediência.

Digitei com calma:

"Diga sim, Clara. Aceite o anel. Deixe ele acreditar que conquistou a joia mais pura do mercado. Um homem de família precisa de uma fachada, e você é a melhor máscara que o dinheiro dele pode comprar."

Esperei. Três minutos depois, a resposta veio, e eu quase podia ouvir a respiração ofegante dela através das letras:

"Você enlouqueceu? Se eu casar com ele, vou estar presa a esse idiota para sempre! E você... você vai continuar me usando? É isso?"

Sorri, sentindo o poder correr como eletricidade.

"Você já está presa, Clara. Mas não ao Paulo. Você está presa ao que sentiu quando viu o que o 'animal' tem para te oferecer. Diga sim para ele. Deixe ele colocar o anel no seu dedo... e depois, comece a planejar a ida de nós para ai. Quero ir para ai próximo final de semana. Invente uma desculpa. Diga que quer celebrar o noivado com a sua irmã, e chame nos para a capital."

A resposta demorou mais dessa vez. Imaginei-a guardando o celular às pressas enquanto o Paulo tentava abraçá-la, sentindo o nojo dele e o desejo por mim lutando dentro do peito.

"Eu vou mandar mensagem para a lia agora. Mas se a Lia desconfiar de um milímetro disso, eu acabo com você, Robson. Eu juro."

— "Você não vai acabar com nada, Clara," — sussurrei para o vento. — "Você vai é começar a entender o que é ser possuída de verdade."

Voltei para dentro. Lia estava com o celular na mão, os olhos brilhando de uma forma que eu não via há tempos. Ela olhou para mim, surpresa, e soltou um risinho excitado.

— "Robson! Você não vai acreditar!" — ela exclamou, vindo em minha direção com o aparelho estendido. — "A Clara acabou de me mandar mensagem. O Paulo pediu ela em casamento agora mesmo! Oficialmente! Ela mandou a foto do anel... meu Deus, deve ter custado uma fortuna."

Aproximei-me, fingindo interesse. Na tela, a mão de Clara exibia um diamante que refletia a luz do closet, mas eu só conseguia focar na pele dela, a mesma pele que eu vi nua há poucos minutos.

— é lindo amor.

— "E tem mais: ela quer que a gente vá para a capital no próximo final de semana para comemorar. Um jantar de noivado íntimo, só para a família.

Senti o gosto metálico da antecipação. Clara era rápida. O medo a tornava eficiente.

— "No próximo final de semana?" — cocei o queixo, fingindo está muito ocupado. — "Tenho muita coisa para ver na fazenda, Lia. O gado não espera noivado de ninguém."

— "Por favor, Robson!" — ela se aproximou, enlaçando meu pescoço, usando aquele perfume doce que agora me parecia enjoativo. — "É a minha única irmã. E o Paulo vai assumir a presidência em breve. É importante estarmos lá. Faz isso por mim?"

Olhei para o rosto dela, para a máscara de esposa dedicada. A ironia era que ela estava me implorando para levá-la exatamente para o lugar onde eu iria fuder a irmã dela.

— "Tudo bem, Lia. Se é tão importante assim... nós vamos. Mas não quero frescura com hotel. Se é para comemorar em família, ficamos na casa deles."

Lia deu um pulo e me beijou.

— "Vou avisar ela agora! Você é o melhor!"

Lia saiu da sala saltitante, os dedos voando sobre a tela do celular para dar a notícia à irmã. Eu fiquei ali, parado no meio da sala, sentindo o silêncio da casa de fazenda ser preenchido pelo plano que estava se concretizando.

O "caipira" estava indo comer a ninfeta metida a patricinha.

Passei o restante da tarde no galpão, revisando algumas ferramentas. Eu precisava de atividade física para não deixar transparecer a euforia. O Paulo era um homem de números, de planilhas e de vigilância digital, mas ele era cego para o que estava bem debaixo do seu nariz. Ele achava que vincular o WhatsApp da Clara ao computador era controle. Mal sabia ele que o controle real não precisa de senhas; ele precisa de nervos.

Meu celular vibrou. Uma mensagem

Desconhecido: "Ela aceitou. Vocês ficam na suíte de hóspedes, ao lado do nosso quarto. O Paulo está radiante, bebendo um uísque caro para comemorar o 'negócio fechado'. Eu sinto vontade de vomitar. Por que você exigiu ficar aqui em casa?"

Sorri, limpando a graxa das mãos em um pano velho.

>Eu: porque quero que você ouça o som dos meus passos no corredor à noite. Quero que você perca o sono sabendo que estou a uma parede de distância. Prepare o melhor lençol, Clara. O noivado é dele, mas a putinha novinha é minha."

Ela não respondeu mais. O silêncio dela era a sua rendição.

O jantar naquela noite na fazenda foi estranhamente calmo. Lia estava efervescente, falando sobre que vestido usaria e como a capital estava mudada. Na verdade ela tava louca para da para o Paulo de novo, começou a listar os restaurantes luxuosos onde o Paulo certamente nos levaria.

— "Você precisa levar aquele seu terno azul, Robson. Não quero que o Paulo pense que você só tem roupa de lidar com bicho," — ela disse, servindo o café.

— "Vou levar o que for necessário, Lia. Mas não se preocupe com o Paulo. No final das contas, ele e eu sabemos muito bem quem manda em cada território," — respondi, com um tom de voz que a fez parar por um segundo, confusa, antes de rir.

— "Às vezes você fala de um jeito que eu nem reconheço," — ela comentou, dando de ombros.

Eu a observei enquanto ela lavava a louça. A traição dela com o cunhado da capital agora parecia um crime de amadores. Ela me traía por tédio ou por status; eu estava movendo as peças por uma justiça sombria, uma redistribuição de poder que deixaria cicatrizes.

Os dias seguintes passaram como um borrão de preparativos. Eu me certifiquei de que o "novo capataz" — que na verdade era apenas o meu silêncio e minha nova postura — cuidasse de tudo.

Na sexta-feira de manhã, carreguei as malas na caminhonete. Lia estava impecável, usando um chapéu de aba larga e óculos escuros, pronta para o seu papel de "dama da sociedade" em visita à cidade grande.

— "Pronta?" — perguntei, segurando o volante com firmeza.

— "sim amor vamos."

— "vamos vida," — eu disse, engatando a marcha.

Enquanto a caminhonete devorava a estrada de terra em direção à rodovia, olhei pelo retrovisor a fazenda ficando para trás. Eu estava levando comigo o cheiro do mato, a força bruta e um segredo que queimava no meu bolso.

No meu celular, uma última mensagem de Clara, enviada pouco antes de sairmos:

> **Desconhecido:** "O Paulo saiu para buscar uma remessa de vinhos para o jantar de amanhã. Estou sozinha em casa. O closet está aberto. Não demore."

Pisei um pouco mais fundo no acelerador. A capital que nos esperava não tinha ideia de que o bicho do mato estava chegando para cobrar a conta, e o pagamento não seria em dinheiro. Seria em pele, gemidos e na destruição total daquela farsa de família perfeita.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Casal hot a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 17Seguidores: 58Seguindo: 33Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

Foto de perfil genérica

Fogo no parquinho, o pau vai torar. o capial é muito esperto, parabéns pelo conto.

0 0
Foto de perfil genérica

To amando... agora ele dará as cartas. Pelo jeito, o coroa vai dançar nessa.

Lia jogou, achou que estava por cima da carne seca o traindo com o playboy e continuando com o posto de dona de casa santinha... Concordo com o pensamento do marido não se trata de amor ao playboy, mas concorrência com a irmã, inveja do estilo de vida dela, e o pior da traição a manipulação o fazer de trouxa, o achar estúpido. Isso quebra a confiança e transforma. A relação deles jamais será a mesma, se sobreviver.

O Paulo playboy assumiu o papel de corno.. Sabe o envolvimento de Clara com o coroa e aceita. Não é inocente. E é essa fraqueza dele que deve ser pouco atrativa a Clara. Lia se deslumbrou por ele, mas não o conhece. Quando descobrir que ele não é o Alpha que nem o seu marido vai se desencantar... talvez seja tarde.

Clara promete. No fundo pelas atitudes o que ela mais deseja é um Alpha e pode ter encontrado em Robson. Manter as aparências perceber tr se tornado secundário. Acredito que após ser comida intensamente e a química entre os dois for explosiva, a relação se transformará. Para Robson ter uma mulher socialmente elegante, fina, mas bem putinha na cama é fantástico. Ele sempre terá o álibi perfeito, a esposa deslumbrada pelo playbou da cidade que pensa que ele é um corno frouxo.

A questão é, todos saberão da traição de todos e formarão um grupo permanente de swing? Ou a mentira e as traições permanecerão, com todos sabendo, mas fingindo que não sabem pra aumentar mais a excitação?

0 0