O dia em que minha irmã descobriu que eu tinha tesão na mamãe. pt 1: A Descoberta.

Um conto erótico de Mauro
Categoria: Heterossexual
Contém 1405 palavras
Data: 03/04/2026 21:58:11

Eu nunca pedi pra sentir isso.

Tinha dezenove anos, corpo definido de quem malhava quatro vezes por semana sem exageros, cabelo loiro curto, rosto até bonitinho, nunca tive problema em arrumar mulher… mas dentro de casa eu me sentia o maior covarde do mundo. Porque toda vez que minha mãe passava por mim, meu pau traía o cérebro.

Minha mãe tinha quarenta e três anos quando essa história aconteceu: loira natural com mechas mais claras, que o sol deixava ainda mais bonitas. Alta, cintura marcada, quadril largo e uma bunda avantajada que balançava de leve quando ela andava descalça pela casa. Mas eram os seios que me destruíam: grandes, pesados, redondos, sempre bem sustentados por sutiãs que pareciam lutar pra conter eles. Mesmo em casa, de camiseta velha ou robe solto, dava pra ver o volume generoso, o vale profundo entre eles, a forma como balançavam quando ela ria ou se abaixava pra pegar alguma coisa.

E o cheiro… porra, o cheiro dela. Sempre perfumada. Um aroma doce, quente, amadeirado com toque de baunilha que ficava no ar mesmo depois que ela saía do quarto. Eu já tinha me masturbado só cheirando o travesseiro dela quando trocava a roupa de cama.

Era doentio. Eu sabia. Ela era minha mãe. E eu não conseguia parar de imaginar aqueles seios pesados na minha boca, aquela bunda avantajada sentada no meu colo, aquele perfume misturado com suor enquanto eu metia nela.

Por isso eu fazia escondido. E pensei que fosse ficar escondido para sempre...

Até que...

Era uma tarde de terça. Mamãe tinha saído pra fazer compras e minha irmã, Michelle, estava no treino de corrida — ela vivia na academia ou na rua, corpo definido, bunda redondinha e durinha de quem corria todo dia. A casa estava vazia. Eu sentei na cadeira da sala, abri o computador e entrei na pasta escondida que eu tinha criado: fotos da mamãe.

Uma delas era minha favorita. Ela na piscina do clube, de biquíni vermelho. A água escorrendo pela pele clara, os seios avantajados quase transbordando o top, o tecido molhado marcando os mamilos grossos. A bunda redonda e empinada brilhando ao sol. Eu baixei o short e a cueca até os joelhos, cuspi na mão e comecei a bater devagar.

— Porra, mãe... — sussurrei, olhos grudados na tela.

A mão subia e descia no pau duro, imaginando que era a boca dela, quente e molhada. Imaginando ela tirando o biquíni devagar, aqueles seios pesados caindo livres, balançando enquanto ela se aproximava de mim…

Eu acelerava o ritmo, respiração pesada, o som molhado da mão ecoando na sala silenciosa. A lubrificação já escorria pela cabeça inchada. Eu estava perto. Muito perto.

Foi quando ouvi a porta da frente bater.

Meu coração parou.

Passos rápidos no corredor. Eu tentei fechar a janela, mas o mouse escorregou. A foto de mamãe ficou enorme na tela, bem no momento em que Michelle apareceu na porta da sala.

Ela parou. Cabelos loiros curtíssimo, rosto bonito e afiado, corpo suado do treino, regata colada marcando os seios pequenos e firmes, shortinho de corrida mostrando as pernas torneadas e aquela bunda redondinha empinada.

Os olhos dela desceram direto pro meu pau duro na mão, depois subiram pra tela do computador.

Silêncio absoluto por dois segundos.

Depois veio o nojo puro na voz dela.

— Que porra é essa, Mauro?

A voz dela saiu baixa, mas cortante como faca. Ela deu dois passos pra dentro da sala, olhos arregalados de choque e raiva.

— Você tá batendo punheta… olhando foto da mamãe?

Eu tentei puxar o short pra cima, mas o pau ainda estava duro, latejando, ridículo. O rosto queimava de vergonha.

— Michelle… não é… eu posso explicar…

— Explicar o quê? — ela cuspiu, voz subindo. — Que você é um nojento? Que bate punheta pra própria mãe? Olha pra isso! Olha o tamanho da tela, seu doente!

Ela apontou pro monitor. A foto de mamãe de biquíni estava ali, gigantesca, os seios avantajados brilhando.

Eu queria sumir. O pau, traidor, ainda não tinha amolecido completamente. Michelle olhou de novo pra ele, depois pro meu rosto, com um misto de desprezo e algo que eu não consegui identificar.

— Se mamãe souber disso… — ela disse devagar, saboreando cada palavra. — Se ela souber que o filhinho dela se toca pensando nela… vai ser o fim da nossa família.

Ela cruzou os braços, empinando levemente a bunda redondinha dentro do shortinho.

— Levanta essa porra de short agora — ela ordenou, voz baixa e cortante. — Antes que eu vomite.

Minhas mãos tremiam quando puxei o tecido pra cima. O pau ainda latejava, preso desconfortavelmente contra a cueca. Eu não conseguia olhar pra cara dela. O rosto queimava tanto que parecia que ia pegar fogo.

Michelle deu mais um passo pra dentro da sala, fechou a porta atrás de si e encostou as costas nela. O corpo suado do treino brilhava: regata colada nos seios pequenos e firmes, shortinho de corrida marcando a bunda redondinha e as coxas definidas. O cabelo curtinho estava bagunçado, mas o rosto bonito dela estava sério, olhos estreitos cheios de nojo.

— Então é isso que você faz quando fica sozinho em casa? — ela continuou, quase sussurrando, mas cada palavra batia como tapa. — Bate punheta pra foto da mamãe? Da mulher que te criou? Seu nojento de merda.

Eu abri a boca, mas nada saiu. Só um som rouco e patético.

— Eu… não é sempre… foi só hoje…

— Cala a boca — ela interrompeu, levantando a mão. — Eu vi tudo. Vi você gemendo o nome dela enquanto batia aquela mão no pau. Vi você olhando pros peitos dela como se quisesse mamar. Que nojo, Mauro. Que nojo.

Ela se aproximou devagar, parou bem na frente da cadeira e olhou pra tela do computador de novo. Depois virou o rosto pra mim, um sorrisinho cruel aparecendo nos lábios.

— Imagina se eu contar pra ela. Imagina a mamãe chegando em casa, toda perfumada, sorrindo daquele jeito dela… e eu contando que o filhinho dela se masturba pensando em foder ela. Que ele goza olhando pros peitos grandes e pra bunda dela. Você acha que ela vai continuar te tratando como filho? Ou vai te expulsar de casa na hora?

Meu estômago revirou. Medo puro, gelado, misturado com a vergonha que queimava o peito. Mamãe era tudo pra mim — a mulher que me deu a luz, que me deu carinho, que cheirava tão bem e tinha aquele corpo que me deixava louco. Perder isso por causa de um momento de fraqueza…

— Por favor, Michelle… não conta — eu murmurei, voz tremendo. — Eu juro que paro. Eu apago tudo. Só não conta pra ela.

Michelle inclinou a cabeça, fingindo pensar. Depois riu baixinho, um riso sem humor.

— Parar? Você acha que é tão simples assim? Não, maninho. Agora você me deve. E eu vou cobrar.

Ela cruzou os braços debaixo dos seios pequenos, empinando levemente o peito. Os olhos dela desceram de novo pro volume ainda visível no meu short e voltaram pro meu rosto.

— A partir de hoje, você vai fazer tudo que eu mandar. Tudo. Se eu mandar você lavar minha roupa suada do treino, você lava. Se eu mandar você limpar meu quarto, você limpa. Se eu mandar você ficar de joelhos pedindo desculpa por ser um pervertido, você fica de joelhos. Entendeu?

Eu assenti rápido, engolindo seco. O coração martelava no peito.

— Entendi.

— Ótimo. — Ela deu um passo pra trás, mas antes de virar pra sair, parou e olhou pra tela mais uma vez. — E apaga essa foto agora. Mas eu sei que você tem mais. Se eu descobrir que você guardou alguma… eu conto tudo. E não vai ser só pra mamãe. Vai ser pra todo mundo que a gente conhece.

Ela abriu a porta, mas antes de sair virou o rosto uma última vez. O olhar dela era frio, mas tinha algo mais ali — uma faísca que eu não consegui decifrar.

— Ah, e Mauro… limpa essa meleca toda que você deixou na cadeira. Tá nojento.

A porta fechou atrás dela com um clique suave.

Eu fiquei ali, sentado, pau ainda semi-duro dentro do short, o cheiro do meu próprio tesão misturado com o suor dela que ficou no ar. A vergonha era tão grande que eu queria chorar. Mas por baixo dela, bem no fundo, tinha outra coisa: o medo… e uma pulsação incômoda que não queria ir embora.

Michelle agora tinha poder sobre mim.

E eu não fazia ideia do quanto ela ia usar.

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