A Centelha que Queima Devagar
Mariana estacionou o carro e ficou um instante respirando fundo, o coração ainda acelerado. O vestido preto colado ao corpo delineava cada curva: seios empinados, cintura fina, quadris largos que balançavam quando ela andava pelos corredores da universidade. Hoje Lucas, o aluno de mestrado, havia ultrapassado todos os limites.
Depois da aula, ele fechou a porta da sala e se aproximou devagar, voz baixa e rouca:— Professora Mariana… esse vestido está me matando desde que você entrou. Imagina eu te levantando nessa mesa, abrindo essas pernas e te comendo bem devagar enquanto você tenta não gemer alto demais…
Ela sentiu um calor líquido entre as coxas. Imaginou a cena por um segundo — a boca dele no seu pescoço, as mãos jovens apertando sua bunda — mas apertou as pernas e respondeu com um sorriso frio:— Lucas, eu sou casada. E o meu marido sabe exatamente como me fazer gritar. Boa noite.
Agora, em casa, o cheiro de Beto a recebeu como um afrodisíaco: suor, graxa, homem de verdade. Ele estava na cozinha, de costas, camiseta branca grudada nos músculos das costas, jeans baixo revelando a borda da cueca preta.
Mariana largou a bolsa e foi até ele. Colou o corpo inteiro nas costas largas, mão deslizando devagar pela frente da calça, apertando o pau que já começava a endurecer.
— Hoje eu quase deixei um aluno me foder na sala de aula — sussurrou no ouvido dele, mordendo o lóbulo. — Ele me disse que queria me comer em cima da mesa, Beto… bem devagar, pra eu sentir cada centímetro.
Beto gemeu rouco, virando devagar. Seus olhos escuros queimavam de ciúme e tesão. Segurou o queixo dela com firmeza, polegar roçando o lábio inferior.
— E eu quase meti nessa divorciada hoje — respondeu ele, voz grave. — Ela abriu as pernas sem calcinha na minha frente, boceta molhada e piscando. “Me fode aqui, Beto… me fode agora que meu ex nunca soube me comer direito.” Eu fiquei duro pra caralho imaginando socar tudo nela.
Mariana mordeu o lábio, apertando mais o pau dele por cima da calça, massageando devagar.
— Mas você não fodeu ela… — murmurou, voz manhosa. — E eu não deixei ele me tocar. Porque essa boceta aqui… — ela pegou a mão grande dele e enfiou por baixo do vestido, pressionando contra a renda encharcada — …só fica assim pra você, amor. Olha como eu tô molhada só de te contar.
Beto soltou um rosnado e arrancou o vestido dela com um puxão. Empurrou-a contra a bancada, abriu suas pernas com o joelho e se ajoelhou.
— Porra, Mari… você tá pingando — grunhiu, puxando a calcinha pro lado. — Pensou na boca dele te chupando, né? Diz a verdade.
Ele lambeu devagar, língua grossa do cu até o clitóris, chupando com fome.
Mariana agarrou os cabelos dele, rebolando contra a boca quente.
— Ahh… sim, eu pensei… imaginei ele me lambendo assim… mas queria era essa sua língua safada, Beto. Queria você me chupando enquanto ele só podia sonhar.
Beto se levantou, abriu a calça e tirou o pau grosso, latejando, cabeça brilhando de pré-gozo. Esfregou devagar contra o clitóris dela, pra cima e pra baixo, torturando.
— Pede direitinho, professora — ordenou, voz rouca. — Diz pra mim o que você quer que o seu eletricista faça com essa boceta casada.
Mariana arqueou as costas, voz trêmula de desejo:
— Me fode, Beto… mete esse pau grosso bem fundo. Me usa pra apagar a vontade que aquele aluno me deu. Quero sentir você marcando cada pedacinho que ele desejou hoje.
Ele meteu tudo de uma vez, até as bolas. Mariana gritou de prazer.
— Isso… assim! — ela gemeu, unhas cravando nos ombros dele. — Mais forte… me mostra que eu sou só sua.
Beto segurou os quadris dela e estocou pesado, ritmado, batendo fundo.
— Essa boceta é minha — rosnou, mordendo o pescoço dela. — Por mais aluno gostoso que te queira… por mais vadia que abra as pernas pra mim… é aqui que eu gozo toda noite. Entendeu, Mari?
— Sim… sou sua — ela ofegou, rebolando contra ele. — Me fode mais fundo… me faz esquecer o nome dele. Quero gozar pensando só no seu pau me enchendo.
Ele a virou de costas, dobrou-a sobre a bancada, puxou o cabelo dela com uma mão enquanto a outra dava tapas firmes na bunda. Metia forte, o som molhado ecoando na cozinha.
— Goza pra mim, professora… aperta esse pau que é só seu — ordenou ele, voz rouca.
Mariana gozou forte, pernas tremendo, gemendo o nome dele como uma prece suja. Beto continuou socando até o limite, então puxou o pau e gozou quente nas costas e na bunda dela, jatos grossos marcando a pele.
Ofegantes, ele se inclinou sobre ela, peito colado nas costas suadas, boca no ouvido:
— amor… Amanhã você me conta o que o Lucas te mandou no privado. Eu te conto como a divorciada me implorou pra voltar amanhã cedo. E a gente vai foder até não sobrar nenhuma tentação.
Mariana virou o rosto, beijou-o com fome e sussurrou:
— Mal posso esperar pra te deixar ainda mais louco de tesão…