Esposa 70% Fiel parte 1

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 838 palavras
Data: 29/04/2026 00:36:40
Última revisão: 29/04/2026 01:00:07

A Centelha que Queima Devagar

Mariana estacionou o carro e ficou um instante respirando fundo, o coração ainda acelerado. O vestido preto colado ao corpo delineava cada curva: seios empinados, cintura fina, quadris largos que balançavam quando ela andava pelos corredores da universidade. Hoje Lucas, o aluno de mestrado, havia ultrapassado todos os limites.

Depois da aula, ele fechou a porta da sala e se aproximou devagar, voz baixa e rouca:— Professora Mariana… esse vestido está me matando desde que você entrou. Imagina eu te levantando nessa mesa, abrindo essas pernas e te comendo bem devagar enquanto você tenta não gemer alto demais…

Ela sentiu um calor líquido entre as coxas. Imaginou a cena por um segundo — a boca dele no seu pescoço, as mãos jovens apertando sua bunda — mas apertou as pernas e respondeu com um sorriso frio:— Lucas, eu sou casada. E o meu marido sabe exatamente como me fazer gritar. Boa noite.

Agora, em casa, o cheiro de Beto a recebeu como um afrodisíaco: suor, graxa, homem de verdade. Ele estava na cozinha, de costas, camiseta branca grudada nos músculos das costas, jeans baixo revelando a borda da cueca preta.

Mariana largou a bolsa e foi até ele. Colou o corpo inteiro nas costas largas, mão deslizando devagar pela frente da calça, apertando o pau que já começava a endurecer.

— Hoje eu quase deixei um aluno me foder na sala de aula — sussurrou no ouvido dele, mordendo o lóbulo. — Ele me disse que queria me comer em cima da mesa, Beto… bem devagar, pra eu sentir cada centímetro.

Beto gemeu rouco, virando devagar. Seus olhos escuros queimavam de ciúme e tesão. Segurou o queixo dela com firmeza, polegar roçando o lábio inferior.

— E eu quase meti nessa divorciada hoje — respondeu ele, voz grave. — Ela abriu as pernas sem calcinha na minha frente, boceta molhada e piscando. “Me fode aqui, Beto… me fode agora que meu ex nunca soube me comer direito.” Eu fiquei duro pra caralho imaginando socar tudo nela.

Mariana mordeu o lábio, apertando mais o pau dele por cima da calça, massageando devagar.

— Mas você não fodeu ela… — murmurou, voz manhosa. — E eu não deixei ele me tocar. Porque essa boceta aqui… — ela pegou a mão grande dele e enfiou por baixo do vestido, pressionando contra a renda encharcada — …só fica assim pra você, amor. Olha como eu tô molhada só de te contar.

Beto soltou um rosnado e arrancou o vestido dela com um puxão. Empurrou-a contra a bancada, abriu suas pernas com o joelho e se ajoelhou.

— Porra, Mari… você tá pingando — grunhiu, puxando a calcinha pro lado. — Pensou na boca dele te chupando, né? Diz a verdade.

Ele lambeu devagar, língua grossa do cu até o clitóris, chupando com fome.

Mariana agarrou os cabelos dele, rebolando contra a boca quente.

— Ahh… sim, eu pensei… imaginei ele me lambendo assim… mas queria era essa sua língua safada, Beto. Queria você me chupando enquanto ele só podia sonhar.

Beto se levantou, abriu a calça e tirou o pau grosso, latejando, cabeça brilhando de pré-gozo. Esfregou devagar contra o clitóris dela, pra cima e pra baixo, torturando.

— Pede direitinho, professora — ordenou, voz rouca. — Diz pra mim o que você quer que o seu eletricista faça com essa boceta casada.

Mariana arqueou as costas, voz trêmula de desejo:

— Me fode, Beto… mete esse pau grosso bem fundo. Me usa pra apagar a vontade que aquele aluno me deu. Quero sentir você marcando cada pedacinho que ele desejou hoje.

Ele meteu tudo de uma vez, até as bolas. Mariana gritou de prazer.

— Isso… assim! — ela gemeu, unhas cravando nos ombros dele. — Mais forte… me mostra que eu sou só sua.

Beto segurou os quadris dela e estocou pesado, ritmado, batendo fundo.

— Essa boceta é minha — rosnou, mordendo o pescoço dela. — Por mais aluno gostoso que te queira… por mais vadia que abra as pernas pra mim… é aqui que eu gozo toda noite. Entendeu, Mari?

— Sim… sou sua — ela ofegou, rebolando contra ele. — Me fode mais fundo… me faz esquecer o nome dele. Quero gozar pensando só no seu pau me enchendo.

Ele a virou de costas, dobrou-a sobre a bancada, puxou o cabelo dela com uma mão enquanto a outra dava tapas firmes na bunda. Metia forte, o som molhado ecoando na cozinha.

— Goza pra mim, professora… aperta esse pau que é só seu — ordenou ele, voz rouca.

Mariana gozou forte, pernas tremendo, gemendo o nome dele como uma prece suja. Beto continuou socando até o limite, então puxou o pau e gozou quente nas costas e na bunda dela, jatos grossos marcando a pele.

Ofegantes, ele se inclinou sobre ela, peito colado nas costas suadas, boca no ouvido:

— amor… Amanhã você me conta o que o Lucas te mandou no privado. Eu te conto como a divorciada me implorou pra voltar amanhã cedo. E a gente vai foder até não sobrar nenhuma tentação.

Mariana virou o rosto, beijou-o com fome e sussurrou:

— Mal posso esperar pra te deixar ainda mais louco de tesão…

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