O primeiro ato de coragem (despertando o desejo final)

Um conto erótico de jeff
Categoria: Heterossexual
Contém 2121 palavras
Data: 28/04/2026 23:01:26

Após nossa frustação de não termos conseguido realizar nessa primeira viagem, pensei que pudesse haver algum medo nela em continuar, senti o desespero de não consumarmos aquilo que tanto queríamos. Foi então que decidi contornar.

Se o mundo real ainda parecia distante, começaria pelo controle, pela descoberta íntima, sem pressa, sem testemunhas.

Comprei alguns brinquedos. Nada exagerado, apenas o suficiente para provocar curiosidade… e, talvez, revelar mais do que palavras seriam capazes.

Deixei a caixa escondida no guarda-roupa dela.

Precisei viajar a trabalho e,

Em uma noite de ligações, a conversa, como tantas outras, começou leve… mas havia algo diferente. Uma tensão que já não precisava de convite.

Falei a ela que havia deixado uma surpresa em seu guarda-roupa. Ela demorou alguns segundos até encontrar. Quando abriu, não falou nada de imediato. Mas não precisava. O silêncio dela dizia mais do que qualquer reação explícita.

Havia surpresa… e algo além. Curiosidade misturada com uma entrega que começava a se formar.

Ao abrir o conteúdo a caixa, ela, atônita, não sabia nem por onde começar, e, de certa forma, isso era exatamente o que tornava tudo mais intenso.

Naquele momento queria me teletransportar para ver de perto aquele momento.

Mas, percebei que não era sobre mim, era sobre ela. Não era sobre técnica. Era sobre descoberta.

Do outro lado da tela, eu assistia, não como quem conduz, mas como quem testemunha um limite sendo lentamente ultrapassado. E, naquele instante, tive certeza de algo que até então era só hipótese: Ela não precisava ser convencida, o desejo já estava ali. Só precisava de espaço. Ela iniciou pelo plug, pegou o lubrificante que usávamos e colocou cuidadosamente em seu cu à época virgem, ela havia colocado o celular de frente para ela, mas, nesse momento se virou de costas para a câmera e me mostrava o seu botãozinho totalmente plugada, seu cuzinho virgem pronto para ser penetrado, mas, não se resumiu a isto, ainda havia o vibrador, aquele monstro que ela pegou e cuidadosamente passou a pincelar pela buceta peluda dela, um mastro de 23 centímetros que ia devorando ela centímetro por centímetro enquanto, ao mesmo tempo em que eu me assustava o tesão tomava conta por estar vendo aquela cena que logo seria real.

Passamos alguns minutos na ligação e ali ela revelou mais um de seus muitos desejos, ela queria ser filmada enquanto era acontecia, e ela não colocou limites, ela queria quantas membros existissem, naquele momento tive certeza que todas os paus do mundo seriam insuficientes para saciar seu prazer.

Voltando de viagem a insegurança tomou conta de mim, como faríamos? Como eu poderia realizar o desejo de minha mulher em nossa cidade, sem perdermos o status social que tínhamos?

Foi então que sugeri uma viagem curta.

Nada distante demais, apenas o suficiente para nos tirar do ambiente conhecido. Alugamos um hotel fazenda.

A ideia era simples: observar, sentir o ambiente… e, se surgisse oportunidade, deixar acontecer. Sem pressão. Ou pelo menos era o que eu dizia a mim mesmo.

Chegou o dia de nos dirigimos ao hotel fazenda e somente lá, percebi que talvez não tivéssemos tanta sucesso na nossa empreitada em encontrar alguém sigiloso o suficiente para que finalmente acontecesse.

Mas, ali estávamos, então, durante a nossa transa, para instigá-la mostrei a ela vídeos de casas de swing e perguntei a ela sobre a vontade dela de ir, inicialmente ela preferia não ir, pois, ela queria escolher a pessoa certa para isso.

Para quem, como nós, ainda estávamos tentando iniciar na vida liberal, ouvir isso daquela mulher que você cuida com tanto carinho, é descomunal, um prazer que só quem vive sabe, a sensação de ver tua mulher, esposa, companheira e dama perante a sociedade, se transformando a cada transa em uma safada é indescritível.

Aquela mulher que eu conheci virgem já não existia. E assim começamos naquela tarde que mudou nossa vida para sempre.

Naquele dia, o lugar estava tranquilo.

Famílias, alguns casais… nada que chamasse atenção. Ela parecia mais contida no início. Mas eu já sabia reconhecer quando aquilo era timidez… e quando era antecipação.

Começamos a beber. Pouco a pouco, o corpo dela relaxava.

Os gestos ficavam mais soltos. O olhar, mais atento ao redor. Entramos na piscina. A água na altura da cintura, o movimento constante, o silêncio crescente à medida que o dia terminava.

Por volta de 17h, o sol começou a baixar e as pessoas que estavam na piscina começaram a sair, assim, ela se sentiu a vontade para tirar sua saída de praia e ficar apenas com seu microbiquini, lembro que naquele momento, restavam apenas dois casais e um outro homem, por volta dos 45 anos, sozinho. Inclusive, ele estava comandando a caixa de som que estava a tocar.

Nada explícito. Mas havia algo no jeito como ele permanecia ali… como quem observa sem querer parecer que está. Aproximei-me dela e disse “estão olhando”.

Ela não respondeu de imediato.

Apenas sustentou o olhar por um segundo a mais do que o necessário.

Como se sente? — perguntei.

Dessa vez, a resposta veio simples:

— Não me incomoda.

E foi nesse “não” que tudo mudou.

Rafael também estava bebendo desde cedo e perguntou se queríamos colocar algumas de nossas músicas em sua caixa de som, eu respondi e disse que sim. A esta altura, a bebida já tinha eliminado a timidez que restava, então, passamos a nos beijar dentro da piscina.

O tempo passou… e o ambiente foi esvaziando. O som da água, o vento leve, o cair da noite. Restamos nós... e ele. A tensão já não precisava de confirmação.

Era quase palpável. Conversamos pouco. Palavras demais quebrariam o que estava sendo construído no silêncio.

Passado um tempo, Rafael levantou-se para ir ao banheiro, o que nos deu espaço para conversar e, a ela, tempo de observar se o queria mesmo.

Ao direcionar-se ao banheiro, Rafael estava vestindo apenas uma sunga, que, àquela altura, apesar de estar de noite, marcava seu membro. Perguntei a ela o que ela estava achando daquilo e ela apenas pegou a minha mãe e fez deslizar e sentir o quão melada estava.

Naquele momento, pensei, preciso encorajá-la e fazer acontecer hoje.

Levantei-me e me direcionei ao banheiro, quase ao mesmo tempo em que estava entrando, Rafael estava saindo, olhei para ela e ela acenou com a cabeça no sentido de quem dizia que queria ele.

No banheiro, na minha cabeça passavam mil coisas, principalmente sobre a insegurança de finalmente acontecer, o medo e o tesão me corroíam por dentro, e o meu pau estalava dentro da sunga.

Ao voltar do banheiro, observei que ela havia tomado atitude e se aproximado um pouco mais de Rafael, porém, ainda sem estarem sequer conversando, portanto, cheguei junto a ele e perguntei se não queria se juntar conosco, já que estávamos usando sua caixa de som e estávamos apenas nós 3 ali.

É importante lembrar que por ser um hotel fazenda, a piscina ficava distante há uns 100 metros dos quartos, no mínimo, além de existirem algumas tendas que impediam que quem estivesse hospedado pudesse olhar diretamente à piscina.

Com a aproximação passamos a conversar mais reservadamente. A tensão tomava conta, o medo e a coragem pairavam.

Era perceptível pra mim que ela já não se aguentava mais de tesão, eu tocava sua vagina e sentia que estava ensopada. O medo desaparecia e restava apenas a vontade era ali mesmo despi-la totalmente e chamar Rafael para penetrá-la, mas, ainda havia receio, o lugar não era apropriado, podíamos ser descobertos e acredito que todos esses sentimentos faziam exalar o tesão.

Mesmo com os sentimentos a flor da pele e que nós quiséssemos a atitude de Rafael, nada acontecia, eram conversas que não prosseguiam rodeadas de medo por ambos os lados enquanto o tesão latente estava espalhado no ambiente.

Após a conversa, sem novos assuntos, surgiu ali um silêncio sepulcral, já não havia mais ambiente para música alta, o silêncio se ergueu, os corpos tremiam, um casal e um homem, a qual nunca tinham visto, e um desejo a ser realizado sem que houvesse atitude nenhuma.

O silêncio que veio depois não era desconforto.

Era expectativa. E foi ela quem rompeu. Propôs uma brincadeira que era leve o suficiente para parecer inocente, porém, ambígua o suficiente para não ser.

Ela disse: Uma venda e um jogo simples. (Marcopolo)

Mas todos ali sabiam que não era sobre brincar.

Colocamos a saída de praia dela como venda e começamos a brincadeira, o coração pulsava como nunca, o desejo parecia vazar por nossos corpos. Timidamente, Rafael, então, vendou-se.

Quando ela se aproximou dele pela primeira vez, o tempo desacelerou. Não houve impulso. Houve escolha. Lenta. Quase cautelosa. Como se ainda houvesse espaço para voltar. Mas não houve. Ela atravessou aquele limite invisível,

e, no instante em que o fez, algo mudou definitivamente.

Por um segundo meu mundo parou, o toque dela em seu peito mostrava uma barreira que parecia intransponível, se quebrando. Ele tocou de volta e percebeu que era ela, eu observava, um pouco mais de longe.

naquele momento, senti tudo ao mesmo tempo: o desejo, o receio,

uma pontada de ciúme, e uma curiosidade impossível de ignorar. Mas, acima de tudo, havia uma certeza: Eu não iria impedir.

Ouvi a risada retraída de ambos, senti o gelo se quebrando, olhei para Mariana e acenei com a cabeça, era o que ela esperava, ela desceu com a mão direita pelo corpo cheio de pelos de Rafael, deslizou até a sua barriga e parou. Ele, imóvel, vendado, com a respiração ofegante. Não sei se ele esperava que aquilo acontecesse, mas estava lá, naquele momento, perto de fazer parte de um desejo de um casal que há poucas horas ele sequer sabia que existia.

Lembro-me de cada microsegundo daquele momento, ela deslizando a mão abaixo da barriga e pegando em seu membro que estava tão duro quanto pedra.

O toque deixou de ser hesitação e passou a ser continuidade. O ambiente ao redor desapareceu. Restavam apenas respirações mais intensas, movimentos mais próximos… e uma tensão que já não cabia mais no silêncio. Quando ele retirou a venda, não houve surpresa real. Apenas a confirmação do que já estava acontecendo.

Não havia mais espaço para recuo. E, curiosamente, foi isso que trouxe calma. Sem palavras, seguimos para um lugar mais reservado.

Por um segundo, me veio um flashback na memória, da primeira vez que Mariana havia dito que queria ser possuída por outro homem junto comigo, que queria deliciar-se em outro pau. Meu coração disparava.

O que aconteceu ali não foi sobre intensidade imediata.

Foi sobre liberação. Algo que vinha sendo construído há tempo demais finalmente encontrava forma.

Eu a via diferente. Não como alguém que havia mudado,

mas como alguém que finalmente havia deixado de esconder partes de si.

Mariana, então, arrumou os cabelos, deslizou sua mão novamente pelo corpo de Rafael e abaixou sua sunga, o tesão e o temor rondavam, foi quando eu vi, minha mulher com o membro de outro homem em suas mãos, suas pequenas mãos ali masturbando outro homem.

Ali eu podia notar, o olhar de desejo em seu rosto, as curvas delineadas de maravilhoso corpo, a calcinha ensopada.

Após abaixar a sunga, ela ficou empinou-se, como ficava em nossa cama quando me chupava e dizia que que queria experimentar mais, me olhava, e eu admirava aquela mulher que até então havia sido só minha, se tornando definitivamente do mundo.

Mariana, então, tomada pelo desejo, respirou fundo e começou a chupar Rafael de um jeito que só ela sabe, eu via a cena e ainda não acreditava, ali era a realização do meu maior sonho e meu maior medo, deixei-a a vontade para fazer o que quisesse, ela chupava Rafael e eu sentia sua vagina cada vez mais molhada, ao mesmo tempo que queria meter desenfreadamente nela, queria observar aquela cena que por muito tempo imaginei e deixar que minha mulher se entregasse por completo.

Ela gemia de prazer como nunca houvera, ali, não havia espaço para volta, o start havia sido dado.

Após algum tempo nessa posição, ela olhou e, carinhosamente pediu: "amor, posso sentar nele (Rafael)?" Eu, ainda incrédulo, disse que sim.

Para nossa surpresa, nosso querido amigo não aguentou e gozou, como se não o fizesse a muito tempo, a porra escorria pelo corpo até então intocável de Mariana.

E, quando tudo terminou, não houve excesso de palavras. Apenas um silêncio diferente. Mais leve. Mais completo.

— Por hoje… chega — ela disse.

Fez uma pausa.

E completou, quase sorrindo:

— Mas eu quero mais.

E, naquele momento, eu entendi. Não era um fim. Era o começo de algo que ainda não sabíamos até onde iriaMariana ama se exibir e ser elogiada, se der certo, nos próximos contos mandarei foto dela por email

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