Fodendo com o motorista de uber

Um conto erótico de Blind Milf
Categoria: Heterossexual
Contém 1045 palavras
Data: 28/04/2026 22:59:36

Como todos vocês sabem, eu escrevo sob o pseudônimo de Carla, contando coisinhas picantes para excitar todo mundo. Estou meio enferrujada pelo tempo sem escrever, mas espero que essa nova história agrade..

Inspirada por um conto que li aqui bem recentemente e gostei muito, resolvi escrever um nesse estilo também, espero que vocês batam uma bem gostoso e que adorem a amiga da Carlinha, que aqui, chamarei de Liliana.

Vamos à história.

O meu nome é Liliana, mas podem me chamar de Lily.

Eu sou amiga da Carlinha, aquela safadinha que vocês já conhecem bem, só que hoje, quero contar um pouquinho sobre mim e sobre uma aventura que tive.

Eu sou gordelícia como a minha amiga, cabelos longos, peitões, rabão, coxas grossas, porém diferente dela, eu não vejo um palmo na frente do meu nariz, mas sinto que é uma beleza.

O que vou contar aconteceu numa dessas idas e vindas de uber, numa dessas viagens que fiz por pura preguiça de caminhar um pouquinho.

Eu saí de uma peça de teatro que havia ido assistir, o local era próximo ao metrô, tipo uma caminhada de 10 minutos, mas como eu estava meio cansada, resolvi pedir um uber. Logo aceitaram minha corrida e embarquei rumo ao que seria uma das melhores trepadas da minha vida.

Pedi pra sentar na frente, com a desculpa de que facilitaria o desembarque, mas queria mesmo era ver se colava essa de dar pra um motorista de aplicativo. Eu sempre tinha tido essa fantasia, mas nunca tinha podido realizar.

Júlio, o motorista que aceitou minha corrida, já foi logo puxando papo assim que me acomodei convenientemente no banco da frente, o que já me deixou à vontade de cara. Gostei do som da voz dele e não sei porque, mas só isso já deixou minha bucetinha molhada.

Ele perguntou sobre o clima, que por sinal estava quente pra caralho, fez algumas perguntas sobre coisas que geralmente deixam as pessoas curiosas em se tratando de uma cega que se vira sozinha. Eu respondi tudo sorrindo e fazendo questão de me virar, pra que ele tivesse uma visão dos meus peitos.

O percurso foi rápido, mas qual não foi a minha surpresa quando ele me disse na chegada ao metrô:

Hey moça, vou encerrar sua corrida aqui, mas se quiser, te levo em casa. Não vou negar que passei a viagem toda te olhando e pensando como você é gostosa. Eu já vou parar mesmo, então se aceitar...

Eu nem pensei duas vezes, aceitei de cara, sabia que poderia estar caindo em um puta golpe, já que confiar hoje é difícil, só que eu quis mesmo pagar pra ver. Como eu ia dormir na casa da Carla aquele fim de semana, só mandei uma mensagem rápida pra ela saber onde eu estava e segui viagem com aquele desconhecido.

A conversa continuou, mas mudou de amena pra picante, ele já colocava a mão na minha perna sem nenhum pudor, apertava minha coxa, dizia que estava de pau duro, e eu, pra facilitar, abri minhas pernas só um pouquinho, pra ele ver como eu já estava no ponto. Aí, ele me perguntou:

Nós dois sabemos que queremos transar, você quer me dar e eu quero te comer. Você prefere um motel, ou prefere que eu dirija até um lugar mais afastado e te foda no carro?

Eu nem podia acreditar na sorte que tinha, eu queria dar pra um motorista, mas no veículo de trabalho dele. Antes de voltar a dirigir, Júlio me tascou um beijão, meteu a mão no meio das minhas pernas e acariciou minha racha por cima da calcinha.

Sua puta, ta toda melada já né? Vou te comer com vontade, você não vai aguentar nem sentar de manhã.

Isso só me fez ficar mais excitada. Falei pra ele dirigir logo, que não aguentava mais de tesão.

Pouco depois, ele parou o carro, abriu a porta, me mandou descer e tirar a roupa. Eu fiquei meio cismada, mas ele me garantiu que ali não vinha ninguém, que eu podia gemer e gritar o quanto quisesse, que ninguém escutaria. Obedeci, tirei tudo e ele já me agarrou com vontade, começou a me beijar, me apalpar toda, dizendo o quanto eu era gostosa, que eu seria a passageira putinha dele. Foi então que ouvi o som do Júlio se despindo e segundos depois, me pegando de novo e me botando pra mamar aquela caceta.

Mamei com vontade, que rola deliciosa, dura, grossa, cabeçuda. Me deliciei naquela pica, deixei ela bem babadinha. Júlio então trocou de posição, me deitou no banco, arreganhou minhas pernas e começou a me chupar. Nessa hora eu já nem me lembrava de nada, não pensava em nada, só naquela língua daquele macho lambendo minha racha, chupando e me fazendo gozar pouco depois na boca dele.

Depois de beber meu melzinho, de uma estocada só, ele enterrou tudo aquilo em mim. Eu gritei de surpresa e de tesão. Ele bombava minha xoxota com vontade, me dizia que eu era sua puta, que eu era sua ceguinha vagabunda, que de agora em diante, ele ia comer a ceguinha dele sempre que quisesse, que eu era dele, que minha bucetinha nunca ia esquecer aquela pica.

Ele metia com força, eu gemia, gritava, pedia mais, implorava por mais, ele me atendia, dando urros de prazer, me xingava e eu adorava.

Gozei de novo gritando o nome dele, dizendo:

Vai Júlio, arromba sua ceguinha safada, vai Júlio, come sua passageira putona.

Ele me pôs de quatro e disse que me enrabaria. Eu fiquei com medo, porque nunca tinha sentido algo tão grande no meu cú, mas quis agradar e continuar sentindo aquele tesão da porra.

Ele foi colocando aquela vara aos poucos, mas depois eu acostumei e aí só foi bombada no cú, tapa na bunda, puxão de cabelo e mais xingo.

Eu estava louca e pedia:

Vai seu motorista safado, come o cuzinho da cega come, mete na sua ceguinha sem dó, me esfola toda vai Júlio. Isso só aumentou suas estocadas e pouco depois, ele esporrava todo aquele leite no meu rabo.

Já satisfeitos, nos vestimos e ele me deixou na casa da Carla.

Atenção: todos os contos, bem como todas as situações e nomes são fictícios.

Contato: blindmilf1987@gmail.com

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