A tarde, fiquei em casa, mas não consegui estudar. Muitas coisas acontecendo e não saiam da minha cabeça.
Ao mesmo tempo que ficava trancado no quarto como de costume, só que desta vez, sem estudar, observava o movimento na casa da Aninha para ver se ela aparecia. Mas, ela não apareceu a tarde inteira. Estava ansioso pela chegada do horário para ir “estudar” com Aninha. Por volta das 19h fui até a cozinha, preparei um lanche bem reforçado, coloquei outra bermuda, com o cuidado de trocar se cueca, coliquei a mochila nas costas e fui me despedir de mamãe.
- Mãe, vou estudar. Estou preocupado com Aninha, que não apareceu na aula e não a vi a tarde inteira. Viu algo?
- Anda uma gripe forte por ai, talvez ela tenha contraído. Acho que não deveria ir, porque arriscar?
Diante de sua negativa, afirmei.
- Vou assim mesmo, tomo cuidado. Não se preocupe se chegar muito tarde, além da hora combinada. É que temos muita matéria para revisar e as provas estão chegando.
Dei um beijo em sua testa e sai apressado.
Chegando na casa, entrei pelo portão e bati na porta. Malu veio me atender.
- Oi, querido. Estava com saudades. Tímido, sorri e a observei. Estava de vestido leve, florido. Mesmo assim dava para perceber suas generosas curvas, seios médios, cintura fina que ajudava a deixar bunda mais proeminente. Da forma como o vestido colava no corpo dava para a ver a divisão de suas nádegas.
- Não vi Aninha hoje. Ela está aqui? - Perguntei
- Ah, você veio pela Aninha? Pensei que era por minha causa... – brincou, fazendo “beicinho”.
Sorri e disse que claro que voltará por ela, mas que como Aninha não era de faltar a aula ou sumir por um dia inteiro, estava preocupado.
Malu sorriu e disse que Aninha estava no quarto, mas que não me deixaria vê-la ainda. Primeiro iríamos nos divertir. E me puxou para seu quarto.
As paredes eram pintadas de um azul claro. Não tinha pôsteres nem letras de música nas paredes. Tinha uma cama de casal grande, como jamais vira antes, um frigobar e banheiro anexo. O quarto cheirava bem, talvez algum perfume caro. Diferente do outro que tinha um ventilador no teto, este tinha ar-condicionado na parede. Tinha ainda uma poltrona ao lado da cama. Na janela, uma cortina em tom claro e de tecido leve, deixava entrar uma claridade.
Ao entrar no quarto, ela me pegou pelos ombros, me abraçou e beijou ardentemente. Sua língua passeava na minha boca, procurando a minha. Pego de surpresa, fiquei brevemente pensando o que fazer. Sem alternativa, correspondi aí beijo, também usando minha língua e logo passando a beijar seu rosto, passando pelas orelhas, onde mordi de leve seu lóbulo ee desci para seu pescoço, já abrindo os botões de seu vestido. Ela, por sua vez, recebia os beijos e chupões, mas suas mãos tiravam minha camisa e passava suas unhas no meu peito. Abrindo os botões, deixei-o cair aos seus pés, expondo aquele pele queimada pelo sol, exibindo as marcas de biquíni nos seios que estavam livres (ela estava sem sutiã). Fui levando-a para a cama, deitei-a delicadamente e beijei seu pescoço e seios, mordendo seus entumescidos mamilos. Ela só gemia e sorria satisfeita. Percorri seu corpo, passando pelo umbigo, que tanto lhe dava prazer ao ser beijado (não sabia porque aquilo a agradava tanto, ainda mais quanfo enfiava a língua nele), até chegar a sua calcinha. Puxei para o lado, enfiei a língua na sua bucetinha e chupei seu grelo já duro. Pouca lubrificação ainda. Beijei entre suas pernas, mordi levemente e voltei à sua bucetinha. Desta vez, ela levantou a bunda da cama e começou a tirar a calcinha fio dental branca com rendas que usava. Puxei para baixo e retirei pelos pés. Ela se arrumou na cama, subindo mais para a cabeceira e me puxou junto. Nos beijamos esfregando nossos corpos. Ela me deitou na cama e foi descendo até minha pica, beijando a cabeça, esfregando seus lábios pelas laterais e então, começou uma chupeta maravilhosa, me levando ao êxtase. Enquanto chutava, me olhava fixamente no rosto, fazendo contato visual. Ver e sentir aquela boca carnuda, com lábios vermelhos, e aqueles olhos negros durante a chupeta, era algo divino, maravilhoso. Ficou ali um bom tempo e então, foi retirando o pau da boca e sugou só a cabeça, me fazendo contorcer de prazer. Aos poucos foi subindo e eu vendo aquele rabo levantado enquanto ela deslizava pelo meu corpo, lambendo minha pele tida. Voltamos a nos beijar com ardência e desejo. Ela então, pegou meu pau com uma mão e colocou-se com as pernas ao redor de meu corpo, joelhos dobrados e levantando levemente a bunda, encostou a cabeça da minha pica nos lábios vaginais e foi esfregando e forcando a entrada. O pau deslizou suavemente para dentro, arrancado um gemido rouco de sua garganta, enquanto dizia ser bom aquilo tudo. Quando enfim, estava com todo o pau dentro de sua buceta, ela aguardou um pouco, levantando a cabeça e suspirando pesado, para então começar a levantar e descer, tirando quase todo o pau e voltando a colocar inteiro na buceta. Foram cerca de 15 minutos de movimentos, alternando esse sobe e desce com o corpo inteiro e somente com a bunda, e avisou que iria gozar, me chamando para gozarmos juntos. Mais um pouquinho e ela gozou primeiro, deitando sobre meu corpo. Eu não cheguei a gozar, mas queria muito. Deixei que ela escorregasse para a cama e mantendo-a de bruços, fui por cima e comecei a esfregar o pau no meio daquelas lindas nádegas, ralando seu caminho, que se abria, quase engolindo meu pau. Mas, não enfiei ali, nem sabia se ela gostaria disso, então voltei a cutucar sua bucetinha, enfiando devagarzinho. Ela levantava a bunda, facilitando a penetração profunda. Olhando aquela bunda generosa mexendo enquanto a fodia, me deixei levar para o gozo. Gozei abundantemente, enchendo sua bucetinha de leite quente. Eu arfava de cansaço e prazer. Ela também estava satisfeita e com um sorrisinho matreiro, me puxou para seu lado e ficamos nos beijando.
Quando descansamos o suficiente, ela falou que pensou que eu iria comer seu cuzinho. Mas que não estava preparada ainda para receber meu pau ali. Que se eu continuasse e aproveitando a situação que ela estava, teria até conseguido. Mas, que assim foi melhor. Em outra oportunidade, talvez fôssemos até o fim.
Enfim, levantamos, vestimos algo bem leve e saímos para a sala, onde já se encontravam o rapaz magro e Aninha conversando amistosamente. Aninha me viu e correu para mim, me abraçando e rindo alegremente, disse:
- Aqui está você! Não me procurou ao chegar? Esqueceu o combinado?
A Malu olhou surpresa e perguntou:
- O que combinaram?
Aninha se antecipou e contou que havíamos combinado que toda nossa transa, entre Malu e eu, Aninha queria estar presente para aprender também.
Malu riu e disse que por ela tudo bem, mas que algumas ocasiões seríamos só nós, se assim ei desejasse. Não respondi nada, deixando na expectativa até porque eu mesmo não sabia o que responder.
Malu foi à cozinha e perguntou se queria comer alho, respondi que não, já havia feito um lanche em casa antes de sair.
O rapaz acompanhou Malu.
Aproveitei que estava sozinho com Aninha e lhe perguntei porque havia faltado a aula e não a havia visto em casa a tarde toda. Ela me disse que mais tarde conversariamos.
Malu voltou, passou rapidamente por nós, beijou Aninha na testa e minha boca e entrou no quarto. O rapaz também saiu da cozinha e foi para o quarto em que Aninha estava.
Malu voltou inspirada, sentou no meu colo, me beijou ardentemente e perguntou:
- Já comeu duas juntas? Ri da pergunta, meio envergonhado, pois não conhecia muito de sexo e nem saberia como me comportar em tal situação. Malu sorriu e disse gentilmente para deixarmos para outra ocasião, que estando maus descansado seria melhor para todos. Ela entao, voltou- se para aninha e perguntou:
- Então, como nosso visitante se comportou? - fazendo um movimento de cabeça em direção ao quarto do rapaz.
Aninha respondeu que satisfatoriamente, mas ainda estava muito afobado.
-Normal, disse Malu. Ele está muito preocupado em aprender rapidamente.
Voltou-se para mim e explicou;
- Valdir era virgem até bem pouco tempo, está noivo e vai casar com uma moça de família muito religiosa, que nada sabe também de sexo e ele resolveu aprender comigo.
Me surpreendi com aquela resposta dita tão facilmente.
- Estou tentando trazer também a noiva para ensinar. Ele topa, mas acha difícil convencer a moça.
Nós ouvíamos calados suas palavras, e me passava pela cabeça se Malu seria uma prostituta. Se fosse, seria uma de luxo. Mas, me custava pensar assim. Uma mulher tão linda, capaz de ter qualquer homem ais seus pês, porque iria se prostituir?
Malu encarou Aninha e lhe disse que fosse até o quarto do rapaz e lhe fizesse companhia.
- Quando terminar com ele – me fazendo sinal com a cabeça, te chamo para irem para casa. Se assim você desejar, claro – disse para Aninha. E voltando-se para mim, concluiu
- E você também, se quiser ir. Aqui tem lugar para você. E riu, de forma sedutora.
Retribui o sorriso, mas deixei no espaço.
Malu levantou, me pegou pelo braço e me convidou a voltarmos para a cama.
Ao entrarmos no quarto, ela deitou-se de bruços deixando à mostra aquela bunda magnifica para mim. Beijei suas pernas e nádegas, mordi de leve aquela pele macia. Malu levantou levemente sua bunda, facilitando eu abrir e afundar meu rosto entre elas. Não sabia o que fazer ao certo, nunca me imaginei fazendo algo assim, mas estava com vontade de beijar e chupar aquele cuzinho.
Malu gemeu fundo e começou a rebolar, me incentivando a continuar com aquilo. Atendi seu chamado e passei a língua ao redor de seu anelzinho, parando no meio e tentando penetrar com a ponta da língua. Malu aumentou o ritmo de suas ancas, rebolando sem parar e gemendo cada vez mais alto. Ficamos assim até que ela levantou mais os quadris ficando de quatro e me deixando saborear sua boceta gostosa e todo o mel que escorria. Chupei bastante, até fazê-la gozar. Ela quis retribuir a chupada, mas pedi para deixar para outro dia. Afinal, indi para casa com Aninha fatalmente iríamos repetir o que fizemos na noite anterior. Malu era esperta e me disse que se estivesse me guardando para a Aninha, estava perdendo tempo, pois Aninha estaria acabada naquela noite, depois de um dia inteiro de muita foda.
Surpreso, apenas sorri.
Fui ao banheiro, tomei um banho e voltei para me vestir. Malu maus uma vez fez aquele beicinho que era peculiar, e fingindo tristeza, perguntou se iria mesmo deixa-la sozinha, que iria mesmo embora, etc.
Disse que não poderia chegar muito tarde em casa, ela já sabia disso.
A beijei e saí do quarto, encontrando Aninha já sentada na sala, me aguardando.
Perguntei a Aninha se ela iria para casa e ela respondeu que sim, não me deixaria ir sozinho para casa – é sorriu, com cara de sapeca.
Nos despedimos de Malu e saímos as casa, de braços dados e muita alegria. Conversamos amenidades até próximo do terreno baldio, quando ela me olhou nos olhis, sorrindo e convidou:
- Vamos? Minha xotinha está com saudade de tua rola.
Ri dos termos usados e a segui. As preliminares se repetiram, até com muita gula, como não imaginava, por não ser a primeira vez. Ela me chupou por um bom tempo, virou e ficando arqueada com as mais na parede, abriu as pernas e levantou o rabo, facilitando meu acesso para retribuir a chupada.
Chupei com gosto, facilitado pelo fato de ela estar sem calcinha. Só levantou o vestido.
Após um bom tempo chupanfo, ela abriu a mochila pequena que trazia e foi dizendo:
- Hoje, vamos faxer algo difetente. Mas, tem que me prometer que sera gentil e carinhoso, alem de muito paciente. Não sei se vou aguentar tudo isso, mas quero muito tentar.
E tirou um tudo de lubrificante da mochila. Veio até mim e passou aquele óleo em toda a extensão do meu pau, batendo uma leve punheta. Voltou a posição anterior com as mais na parede e levantando o rabo, chamou:
- Vem, meu macho. Passa gel nc meu cuzinho, enfia um dedo, talvez até mais para me acostumar e depois me empata com esse trabuco.
Espalhei gel com abundância no seu cuzinho, meti um dedo, dois dedos, e ela pedia para meche com os dedos no interior para ela se acostumar.
Finalmente iria comer meu primeiro cuzinho. Tirei os dedos e fui levando o pau até a porta de sei ânus, que se contraia com medo do que estava por vir.
No impulso, dei uma palmada nas nádegas e mandei relaxar, como se soubesse o que estava fazendo.
Que se ela tinha pedido, iria ser fudida assim, pelo cuzinho.
Ela gemeu, remexeu, acredito que tenha querido desistir diante do que viria. Esticou a mão para trás, pegou no meu pau e direcionou até a porta de seu cuzinho, que reagia sempre com contrações. Mas, após algumas contrações, ele voltava a ficar abertinho. Esperei por uma dessas ocasiões e fiquei forte. A cabeça pulou imediatamente para dentro, ⁷arrancando um grito animalesco da garganta da Aninha. Segurei forte pelas suas ancas, mas não empurrei mais. Deixei ficar ali, algo me dizia que não deveria enterrar muito, temendo causar dor e faze-la desistir do intento. Ela segurava meu pau com força, na clara intenção de impedir maior penetração. Seu rosto estava vermelho e suava bastante. Ate seus olhos estavam vermelhos. Me assistei e perguntei se estava tudo bem, se queria que tirasse.
- Não, deixa ele aí. Não mete mais, senão vai me rasgar.
Aos poucos ela foi se acostumando e começou a rebolar lentamente, facilitando a entrada do pau no seu cuzinho.
Deixei que ela controlasse a medida. Assim, o pau foi logo entrando todo até meu corpo encostar em suas nádegas. Comecei a enterrar e quase tirar todo o pau e voltar a meter todo. A foda ficou rápida, ela rebolando muito e eu no entra e sai. Ela pegou minha mão direita e puxou para o meio de suas pernas, fazendo com que eu esfregasse seu grelo, enterrando os dedos e voltando a esfregar seu grelo. Nesse ritmo, com relação gritando de prazer, gemendo e urrando, fomos sendo levados ao ápice. Gozei muito em seu cuzinho, e ela após um tempinho, gozou também, desta vez com ela mesma se masturbando.
Soltei sua cintura e a segurei até sentar na areia. Nos olhamos rindo de tudo aquilo, de mais uma experiência vivida por mim. Foi a primeira vez que comi um cuzinho. E tinha que ser com Aninha. Rindo, ela me disse que aprendera a fazer anal com a Malu e Valdir, o rapaz magro que estava na casa, e que adorara a experiência. Gostava da sensação do pau entrando no seu cu, forçando as paredes, até deixando tudo quente. Na primeira vez, ficou com medo de ficar muito estragada, que nunca mais seria a mesma, dr não poder mais controlar as fezes. Mas, Malu que não participou ativamente da foda, somente dera instruções, lhe havia dito que não temesse, que o ânus voltaria a ficar igual como antes. Declarou também que decidiu dar para mim ainda naquele dia, aproveitando que se achava estar abertinha para receber meu pau que era bem mais grosso que o do Valdir, que doeu bastante, mas que não se arrependia de ter feito comigo, mas acreditava que levaria um tempo para voltar a sentar normalmente.
Rimos daquilo e nos arrumamos rapidamente e retiramos a areia das pernas e roupas. Caminhando pela rua a caminho de casa, perguntei se sua mãe não achava estranho ela chegar tão tarde e até mesmo passar o dia fora de casa, sem ir a escola. Ela me disse que quanto à escola, sua mãe não sabia que faltava de vez em quando e que como sua mãe trabalhava fora, chegava tarde e dormia cedo, sem dar conta da sua chegada. Mas, que antes de sair para trabalhar, fazia questão de fazer o café da manhã para elas e conversarem sobre as coisas. Sua mãe queria saber mais, mas Aninha evitava dar detalhes. Somente dizia estar estudando muito devido a proximidade das provas e ela precisar melhorar suas notas e que eu estava ajudando ela e sua amiga. Não gostava de jantar para a mãe, mas apesar de serem confidentes, temia a reação dela.
Terminamos o trajeto com um beijo na face como de costume.