50 anos, 25 anos (parte 1 e2 de 40)

Um conto erótico de Felipe e Jonas
Categoria: Gay
Contém 3344 palavras
Data: 28/04/2026 17:55:35
Assuntos: Gay

Dia um (terça) - Felipe

Entender Lúcia era impossível, eu avisei que não me esperasse, que encontrei amigos que não via há anos, que estava tudo certo e iria chegar tarde, ela me ligou mais de cinco vezes em uma hora, detesto coleira, não ponho em ninguém pra ninguém tentar por essa coisa em mim. Mas aquela história com ela já havia terminado, ela de fantasia erótica de enfermeira dizia que havia me esperado, eu a desminto, noite de terça, ela só havia enterrado o feminismo dela para tentar me fazer sentir-me culpado por não estar entediado ao lado dela quando podia rever amigos que não via a vinte e cinco anos.

Fui para o quarto e tomei banho enquanto ela se fingia de doida. Quando ela viu que o circo armado não conseguiu público, tentou o teatro dramático, e piorou quando eu me vestir com a mesma calça e camisa com que cheguei, fui buscar as malas no quarto de hóspedes, aí ela viu que era sério, encostou na parede com as costas e derreteu até o chão com lágrimas que já molharam as telas, eu amo aquelas telas, mais que boca, bunda ou boceta de Lúcia, amo aquelas telas e elas infelizmente são parte de Juliana, adoraria poder tirar elas do armário e chupar, morder, bater, acariciar, cheirar, lamber, passar meu pau ou apenas admirar, ver aquelas auréola rosa escuro na pele muito branca, a maciez, o toque, tudo o que podia ter feito nesses seis anos e ela não deixou. Acabou.

Na mala já havia tudo o que era importante não deixar para trás, fotos, eletrônicos, documentos e alguns objetos de estima, agora era só jogar sapatos, objetos de higiene pessoal, meu chinelo e minhas roupas, coloquei uma pulseira dela junto, o objeto do resgate, essa é a minha quinta separação, Lúcia foi a segunda mulher om quem mais tempo vivi, não era bonita, ou inteligente, mas ra bia de foda e tinha telas incríveis, e é a única mulher que conheço que prefere dar o cu a ter a vacina fodida, língua e dedos em qualquer canto, mas pica é no cu, ela nem se importa comigo, sei que está faltando com a vagabunda que era mulher dela antes de nós dois começarmos a foder. Chifre devolvido.

Não sintam pena de mim. Não vou sentir falta dela, tenho meus esquemas, e nunca fui otário, ela tem os esquemas dela, deve ter levado toco dos esqueminhas, o surto é dela, meu não. Vou passar dois dias no hotel, ela vai ligar, pedir a pulseira, devolvo depois de outra foda, dessa vez com boceta, sexo de despedida, sempre esqueço algo na casa delas. Peço para o Uber me deixar no hotel onde os caras estão.

25 anos, vinte e cinco, caramba, um quarto de século, por que?

Eu nem queria mas acabo me flagrando ligando para Marcelo e Jonas, ligação para o grupo que fizemos no WhatsApp, digo pra mim mesmo que era para calar o motorista. Recordo-me Jonas chegando ao colégio militar onde nos conhecemos no último ano do fundamental, ele parecia ter vindo amarrado pelo pai, eu o achava um bostinha arrogante, mas gostei dele mesmo não gostando dele, noutras palavras, eu não sabia dizer porque, mas tinha a ver com o modo como ele encarava os adultos com algo mais que petulância, ele olhava como a um igual e sem medo. Marcelo era o exato oposto, humilde financeiramente, emocionalmente, culturalmente, linguisticamente… um excelente atleta, e inteligente demais, que entrou em nossa escola para nos dar troféu, ser exemplo a ser seguida, e eu, gordo, feio, tímido, inseguro e gago.

Não somos bonitos, Marcelo e eu, mas Jonas é, foi modelo, foi repórter televisivo, depois correspondente internacional, rodou o mundo. Marcelo casou quando engravidou a namorada, era cabo e estava para ser promovido, escondeu a gravidez até a promoção surgir, recentemente se aposentou, não lembro se tenente ou capitão, mas não rodou o mundo, rodou o Brasil. Eu rodei a cidade, morei em catorze casas, nenhuma delas minha, professor de física, burro eu não sou, mas sou teimoso, preguiçoso (acho), e mulherengo, e infiel, por isso tenho malas e poucos pertences, quero rodar todas as xoxotas da cidade, todas as bonitinhas, já fodi judia, crente e macumbeira, já fodi índia, negra, ruiva e estrangeira, já fodi casada, viúva, noiva (no vestido de noiva), corna, lésbica e freira, já fodi rica, pobre ferrada e endividada, eu rodei as mulheres. E me apaixonei cada vez que pedi para que me levassem pra casa.

Já fiz de tudo com elas, relacionamento aberto, sadomasoquismo, criei filho dos outros, botei e levei chifre, mas coloquei mais do que levei, bem mais, porque sempre me vingue disso. Já dei surra na vadia que mereceu, deixei e a vi pedindo foda e porrada novamente. Já tive um namoro casto onde o máximo foi chupar tetinha. Duas putas já pagaram pra eu comer elas, nunca ganhei dinheiro como cafetão, mas já me ofereceram esse emprego. Vivi até chegar aos atuais quarenta e nove, e adorei minha vida.

O telefone dispara sem que nenhum dos dois atenda, fico nervoso, que inconveniente que eu sou. Marcelo retorna, diz que estava no banho e não pode atender, pergunta se estava tudo bem, não estava, eu estava me divorciando pela sexta vez na minha vida, e dessa vez estava doendo, não era um alívio, era como uma confirmação de incompetência e eu estava cansado, disse isso que estava cansado, frustrado, triste, mas mais cansado e de um jeito estranho. Avisei que não tinha para onde ir e estava indo para o hotel deles. O motorista ficou calado até chegarmos ao hotel.

Os dois estavam ao lado balcão, e era estranho como comecei a chorar do absoluto nada, nunca chorei por término algum, mas lá estava eu, chorando, e eles vieram me abraçar, cada um de um lado meu e ao redor deles mesmos, como se fossemos uma cabaninha ou a torre de uma catedral, meus amigos, os irmãos que não tive, chorei, Jonas disse que eu tinha de decidir em ter barba mal feita ou esse ranho que estava correndo de meu nariz, Marcelo disse que era o momento perfeito para ficar bem na foto e Jonas tornou a falar que nunca se sabe como a recepcionista vai atender os três coroas que conversam com as testas coladas, então rimos, muito, muito por tão pouco.

Eu com menos de uma hora de término, Marcelo com quatro meses de viuvez e Jonas com três anos de solidão ouvimos que não havia vagas no hotel, que… cebola! Marcelo disse que podiam ficar alternando entre si quem ia ter o desprazer de me ouvir roncar até alugarem o apartamento, Jonas diz que decidiram dividir um apartamento, como os universitários fazem, como nunca fizemos, mas quase… Eu estava rememorando todo o meu passado nesta noite de reencontro e eu implorei para ir junto, eu não tinha uma casa, uma cama só minha desde os vinte e cinco quando deixei a casa de meus pais. A atendente revirou os olhos e balançou a cabeça em seu julgamento, rimos e eu lacrimejei quando eles disseram que isso já havia sido combinado mesmo sem mim.

Fui disputado num cara ou coroa, quem perder leva o burro (eu), Jonas perdeu, subimos e havia muito o que conversar mas já passava da meia-noite e ele estava vindo de um voo internacional, dormimos de costas um para o outro, ele deve ter apagado, eu sei que eu apaguei.

Dia dois (quarta) - Jonas

Acordo depois de ter sonhado com Bruno, estávamos em Barcelona, ele me conta como foram maravilhosos nossos quase nove anos, que estava arrependido de ter sido tão escroto comigo e estragado tudo, éramos mais jovens, Barcelona foi nosso começo e ele estava grisalho apesar de no sonho ele ter os trinta e cinco de nosso começo, ele me pedia uma nova chance a sexta, disse que não ia me bater novamente e eu o sinto dentro de mim, sinto seu peito em minhas costas embora o visse de frente e ele me beijasse - mesmo no sonho eu estava consciente de que não era real e que não iria durar.

De repente o punho dele se fecha e vem de cheio em direção ao meu rosto. eu me acordo abraçado a um homem parrudo, loiro e peludo, mas ainda assim para me defender de Bruno, acerto um murro com a mão esquerda no fígado desse homem em minha cama e ouço o urro de dor de Felipe que contorcido de dor não consegue perceber meu desespero, agonia, vergonha, ele se inclina para o lado e cai de quatro ao lado da cama, que vergonha.

Uma hora depois ainda não consigo olhar na cara dele, ele ri de meu embaraço diz que acordou para urinar e na volta eu me virei e o agarrei, chupei seu mamilo, ele me conta isso no café da manhã e Marcelo chora de gargalhar sem se importar com a frieza de hóspedes mau-humorados naquele começo de dia. Felipe disse que eu fiz carinho em seu peito e barriga e ele ficou com medo de eu descer mais, com vergonha de me acordar e me matar de vergonha e também não queria participar das ameaças que eu dizia a Bruno enquanto dormia e do absoluto zero, bah, o murro.

Felipe pega umas coisas para comer e diz que vai chegar tarde no trabalho, não tem carro e nunca aprendeu a dirigir, morre de pânico de volante, ia de ônibus para a escola em que dá aulas, disse que era a vida do professor, me chama de Tyson e deseja um dia incrível para mim e para Marcelo. Marcelo estava esperando o corretor, estava na cidade já há quatro dias, tinha ido a duas imobiliárias e um corretor havia agendado de lhe mostrar quatro apartamentos até a hora do almoço, eu ia voltar para a cama até esse retorno dele, eu tinha duas entrevistas pelo computador, uma para uma revista que queria fazer uma matéria comigo e outra com um editor que estava planejando me ter em seu catálogo, talvez um livro de memórias das viagens da profissão e outro de ficção. Eu estava animado. Fui dormir.

Acordei com uma pessoa fazendo massagens no meu pé, fiquei com medo e não havia sonhado, o diabo do milico estava dando gargalhada com meu medo, me mandou vestir alguma coisa, baixar meu pau e ir com ele almoçar no supermercado há duas quadras de onde estávamos, ele ficou me apressando na porta do banheiro, dizendo que minha entrevista era às duas e meia e eu só tinha uma hora para sair, comer e voltar. No caminho para o restaurante no estacionamento do subsolo do supermercado ligo para meus compromissos e peço adiamento de meia-hora para poder almoçar, falo de jet-lag e ambos me concedem uma hora extra, posso comer mastigando antes.

Marcelo diz que encontrou três lugares ótimos, o que era animador visto o insucesso dos dois dias anteriores, o primeiro era uma compra, na verdade o repasse de um apartamento financiado, todo reformado e mobiliado, e tirando um quarto lilás infantil, sim, estava pronto para morar, o segundo faltava reformar tudo, absolutamente, tudo, fiação e hidráulica, e era de frente para o mar, dois anos de aluguel free se fizéssemos uma obra demorada e custosa, mas por dois anos sem aluguel parecia super válido, mas o terceiro era excelente, estava sendo entregue para alugar tudo novo, pintura branca, piso de vinílico claro, primeira morada, faltavam os móveis, mas a marcenaria o os vidros estavam instalados, e apontou o prédio quando saímos do mercado, décimo terceiro andar, bem localizado, arejado sem barulho de trânsito, dois quartos, Marcelo diz que eu vou ter de namorar Felipe nesse caso. Não acho a menor graça.

Há coisa de cinco anos disse a eles por email que eu era gay, disse por email, liguei e disse que havia escrito uma carta e queria que eles lessem antes de conversarmos. Nos últimos vinte e cinco anos a gente se dava telefonemas ou reuniões pelo Skype de quinze minutos umas três ou duas vezes ao ano, com alguns poucos anos sem contato. Num desses anos sem contato escrevi esse email, pedindo desculpas por não ter dito antes, eu confiava neles, mas fui moldado a ser homofóbico, e apesar de ser gay, eu era um gay em conflito, que sentia culpa por sentir prazer com outros caras.

Na carta falei de Bruno, um assistente italiano que tinha interesse de fazer o que eu fazia, cobrir política, moda, costumes e arte, e ignorar completamente celebridades, eu falava sobre o que as pessoas faziam e não sobre as pessoas, eu repetia para ele que se eu fosse bom com mexericos, escreveria literatura, Bruno era italiano, mais jovem que eu uns cinco anos, um bronco sobre a riqueza cultural da Itália e da Europa, chamava McDonald's de restaurante e Marvel de cinema, era modelo de catálogo de confecção, tinha um pau lindo, e uma bunda magnifica, não era bom de cama, mas era curioso e tinha potencial.

E eu me apaixonei pelo filho do proletariado pobre do interior da Sicília, peludo e rude, e ele queria ser um ex-modelo que dita e não segue tendências, como o brasiliano que ele se ajoelhava para descalçar os sapatos e chupar as bolas, quatro anos depois eu estava pedindo ele em noivado. Erro, erro enorme, o pior de minha vida.

Encontrei, Bruno com dois amigos e uma ninfa no nosso sofá, brigamos depois que eu voltei depois de ter saído e batido a porta, ele dormiu no sofá e quando reiniciei a briga ele me bateu, trẽs socos e eu estava no chão, ele de bota me perguntava se eu ia ficar quieto e manso como um bom corno ou era melhor chutar minha cara. Fiquei quieto.

Naquele momento eu não queria me expor, ele já tinha um nome, fazia o oposto que eu, mexerico de celebridades, óbvio que eu estava no meu auge, e ele estava avançando e quando passasse por mim seria apenas o início, e eu não queria passar a ser visto como a vítima de violência doméstica, eu que era tido como um veado não declarado, não queria usar a bandeira do arco-íris pela primeira vez como escudo contra a vergonha que havia sido ter sido pego de surpresa.

Isso eu pus no email, e como eu pretendia me livrar de Bruno. Fiz planos de assassinato, de exposet, de tanta coisa, mas tive de ser organizado, paguei para jovens atores lhe darem furos de reportagem falsos que o descridibilizassem. Ele nunca se preocupou em fazer um curso de letras, ou de jornalismo e eu havia feito ambos. Francês em Nice, inglês em Toronto, jornalismo no Brasil, eu não sou inteligente como Marcelo, nem muito menos como Felipe, mas eu não era burro como Bruno.

E eu o amava, eu fazia terapia para entender como era a diferença entre o masoquismo e a relação abusiva, minha terapeuta queria saber qual controle eu ainda tinha, e eu não tinha controle algum sobre o que eu dava de mim a Bruno.

Comprei botas novas para ele, leves e de saltos mais largos, ele já “brincava” que eu escolhia as coisas com as quais eu ia apanhar. Ele me batia, bebia, “arrependido”, se recompunha e isso levava semanas e por fim ele se tornava maravilhoso, carinhoso, delicado, no início pedia para que eu o comesse, forte e decidido, depois, que a gente se alternasse, demorava meses, e do nada o monstro se instalava, começava com tapas que eu não conseguia convencer que não gostava, ele… Ele se convencia que era parte de minha encenação para deixar o jogo mais violento e excitante, e deixava. E quando eu baixava a guarda… lá estava eu com hematomas que não iriam desaparecer por semanas.

As botas que Bruno sempre adorou tinham cocaína nos solados e saltos, eu tive tempo, na nossa viagem para Turquia, separados, para fingirmos sermos um casal que se conhece por sorte… Bem, eu sempre quis manter minha imagem separada da dele, usei seu computador por tempo o suficiente para o rechear ao longo de meses com buscas sobre carteis e terroristas, entrei em contato com essa gente em seu nome, e o coloquei como um delator de um segredo menor, mas só grande o suficiente para que ele fosse preso, e que rezasse para nunca sair.

Ninguém acreditou em Bruno, e ele se… ele decidiu não sair vivo da cela para ser julgado por seus crimes, pediu para falar comigo uma dezena de vezes e eu sempre mandei questionários como quem quer a matéria e zero contato com o criminoso. Fiquei péssimo quando ele morreu, minha terapeuta disse que eu não tinha o direito de não sentir prazer e alívio. Dois anos depois eu confesso tudo aos garotos e claro que com isso as vezes em que desde sempre, sempre soube que era gay e como foi bom ser amigo deles ainda que eles não soubessem.

No telefonema seguinte, não tocaram no nome de Bruno, perguntaram se meu… era apertado para segurar uma caneta ou somente garrafas de coca-cola, perguntaram se eu gostava de me posicionar politicamente com a direita ou com a esquerda e se isso influencia na decisão de chupar caralho torto numa suruba. Me fizeram rir demais.

Felipe disse que quando começou a namorar pela primeira vez, no primeiro ano do ensino médio o mundo ficou mais claro, ele só pensava em boceta e eu não, Marcelo batia punheta com camisinha para ganhar prática e não engravidar ninguém, um insucesso diga-se de passagem, mas eu desviava o assunto quando falavam de sexo, porque para eles sexo era com mulheres.

Marcelo disse que falou com Felipe que era coisa da cabeça dele, mas quando o Diogo encostou a cabeça na árvore e baixou a calça empinando o rabinho para cada um de nós tirar casquinha, eu fui o único que perguntou a ele se ele estava se sentindo tranquilo com aquilo. Eu me via como Diogo. Ambos me pediram perdão por não ter chegado junto e me dado apoio abertamente, parecendo que eu estava só. Minha vida rebobinou e passou por mim todas as vezes que eu cortei esse assunto com eles e chorei horrores.

A tarde eu fui dar a entrevista, contei de como era dar sorrisos e lidar com a depressão diariamente, como foi a decisão de voltar ao Brasil, a decisão de falar sobre as pessoas sobre minha sexualidade e de como me sinto covarde ao olhar para trás e não me ver nenhuma vez militando por causas como nossos direitos para minorias, para mulheres, para povos ameaçados, sem causas ambientalistas e de como fui alienado ao que realmente importa, mas gosto de roupas e sapatos também. A noite meu editor estava online comigo e eu tive de apresentar Felipe que chegava para pegar sua mala e ir para o quarto de Marcelo. Meu editor achou que fossemos amantes, Felipe riu e disse que não era bonito o suficiente e que em nossa primeira noite ele só fez ser ignorado e apanhar.

Quando ele saiu eu tive de contar a história, o editor riu muito e disse que eu podia incluir essa história verdadeira em uma coletânea de contos de ficção. Contei de minha entrevista mais cedo, perguntei se ele não se interessaria por minha vida, autoficção, um livro sobre como foi cada cidade por onde passei, claro as que passei algumas semanas ao menos, minhas impressões, coisas curiosas que só umbrasileiro poderia viver nelas, e outro sobre três coroas que decidem morar juntos como não fizeram aos vinte anos. Ele deu um grito de alegria, Sim, ele dizia do outro lado, agora era negociar, tamanho da obra, datas para entrega e publicação, eu não seria relevante como notícia por muito tempo.

Eu tinha pouco tempo. Contei para os garotos quando vieram me buscar para comer, dizendo que eu iria sumir sem sair do quarto e sem me preocupar em comer e tomar água. Eu estava feliz

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