Morando com o Fernando: Eu Virei a Mulher Dele de Verdade
Meu nome é Letícia. E eu não sei mais quem eu sou.
Faz duas semanas que eu me mudei pra kitnet do Fernando. Três quadras da minha casa de verdade, da casa onde Roberto e meus filhos me esperam. Três quadras que parecem um oceano. Eu arrumei minhas coisas de puta — micro vestidos, baby dolls transparentes, calcinhas fio-dental que mal cobrem a buceta — e deixei tudo no armário pequeno dele. A kitnet é simples: uma cama de casal que range quando ele me fode, uma cozinha minúscula onde eu cozinho pra ele, um banheiro onde eu tomo banho depois de ele me encher de porra. E é isso. Eu virei a mulher dele. Não a esposa. A mulher. A puta que mora com ele, que abre as pernas toda vez que ele chega, que lava a cueca dele e engole o leite dele como se fosse café da manhã.
Todo dia é a mesma rotina que me mata de desejo e de culpa. Eu acordo cedo, ainda com o cu latejando da noite anterior. Fernando sai pro trabalho ou pras tramoias dele e eu fico sozinha. Eu limpo a casa nua, só de avental, porque ele adora chegar e me encontrar assim — bunda pra cima, buceta brilhando de tesão só de pensar nele. Eu preparo o almoço, passo a roupa dele, arrumo a cama onde ele me arrombou na madrugada. Enquanto faço isso, a culpa me aperta o peito como uma mão invisível.
“Meus filhos… o que eles estão comendo agora? Roberto tá dando banho neles sozinho?” Eu paro no meio da cozinha, faca na mão, e as lágrimas escorrem. Eu amo meus filhos mais que tudo. Eles são o meu mundo. Mas aqui, nesta kitnet fedendo a sexo e suor, eu me sinto mais viva do que nunca. “Eu sou uma mãe horrível”, eu penso. “Uma puta egoísta que trocou os beijos dos filhos pelo pau grosso do Fernando.” E mesmo assim minha bucetinha pulsa, molha a coxa, só de imaginar ele chegando.
Quando ele chega, tudo muda. A porta abre e eu já estou lá, de joelhos ou de quatro no sofá, dependendo do humor dele. Ontem à noite, por exemplo, ele entrou suado, barriguinha de cerveja aparecendo na camisa aberta. Eu corri pra ele, beijei a boca dele com fome, sentindo o gosto de cigarro e cachaça. “Saudade de você, meu macho”, eu ronronei, já abrindo o zíper. O pau dele pulou pra fora — grosso, 17cm latejando, cabeçona roxa brilhando. Eu abocanhei tudo, garganta apertando, babando no saco dele enquanto ele segurava meu cabelo negro e molhado. “Isso, sua vadia casada… chupa o pau do teu homem de verdade.” Ele me chamou de “mulher dele” pela primeira vez. E eu gozei só de ouvir, sem nem tocar na buceta. Depois ele me jogou na cama, me colocou de quatro e meteu na bucetinha sem aviso. Doeu gostoso. Ele socou forte, me segurando pela cintura, deixando marcas roxas de novo. Eu gritava: “Fode tua mulher, Fernando! Me enche, me usa, eu sou sua puta agora!” Ele meteu quase uma hora, alternando buceta e cu, cuspindo no meu rabinho pra lubrificar e enfiando tudo. Eu gozei três vezes — uma no cu, esguichando no lençol, tremendo inteira, lágrimas de prazer e dor misturadas. Quando ele gozou, foi fundo na minha boca, jatos grossos, quentes. Eu engoli tudo, olhando nos olhos dele, sentindo o leitinho descer enquanto pensava no Roberto em casa, sozinho, talvez batendo punheta imaginando isso.
Depois do sexo eu cuido dele. Dou banho, massageio as costas, deito no peito dele e finjo que sou a esposa perfeita. Mas por dentro eu estou destruída. O conflito me rasga: eu amo o Roberto. Amo de verdade. Ele é o pai dos meus filhos, o homem que me aceita mesmo sabendo que eu sou uma puta. Eu sinto falta do cheiro dele, do jeito carinhoso que ele me beija, das noites que a gente transa (quando eu deixo). Mas com o Fernando… é diferente. Ele me domina. Me faz sentir desejada como nunca. Me enche de porra e me faz esquecer que eu tenho uma família. Eu fico deitada acordada, ouvindo ele roncar, e choro em silêncio. “O que eu tô fazendo com a minha vida? Meus filhos vão crescer sem mãe em casa. Roberto vai me odiar um dia.” Mas aí ele acorda no meio da noite, pau duro de novo, e eu abro as pernas sem pensar. “Vem, amor… fode tua mulher”, eu sussurro. E gozo de novo, culpada e feliz ao mesmo tempo.
Eu ligo pro Roberto quase todo dia. Ontem foi assim: eu tava de quatro, Fernando metendo devagar no meu cu, e eu peguei o celular. Falei com voz doce, ofegante: “Oi amorzinho… tá tudo bem por aí? As crianças dormiram? Eu tô aqui… pensando em você.” Enquanto falava, o Fernando socava mais fundo, mão na minha boca pra abafar os gemidos. Roberto respondeu carinhoso, preocupado, e eu gozei silenciosamente, buceta pingando, lágrimas escorrendo. Ele nunca vai saber que eu tava sendo comida no cu enquanto falava com ele. Só eu sei. Essa é a minha culpa secreta mais pesada: eu uso o amor dele pra me sentir ainda mais safada.
Eu sei que isso não vai durar pra sempre. O Fernando é ciumento, começa a querer controlar meus horários, meus clientes. Mas eu não consigo ir embora. Eu virei a mulher dele de verdade — cozinho, lavo, dou, engulo, grito o nome dele. E toda noite, quando ele dorme, eu fico olhando pro teto e penso nos meus filhos. No Roberto. Na Letícia que eu era antes. “Eu sou uma monstra”, eu choro baixinho. “Mas eu não consigo parar. Eu preciso disso. Eu preciso dele me fodendo como se eu fosse só dele.”
Amanhã eu prometi que vou passar em casa. Ver as crianças. Beijar o Roberto. Limpar a bucetinha e o cu antes, pra ele não sentir o cheiro. Mas eu já sei: quando o Fernando me chamar de volta, eu vou correr. Porque aqui, nesta kitnet, eu sou a puta completa. A mulher dele. E o conflito me mata… mas o prazer me mantém viva.
Eu amo minha família. Eu amo o Roberto. Mas eu amo mais ainda ser a vadia do Fernando. E isso, só eu sei, está me destruindo aos poucos.