Ricardo o Amante Parte 5 e 6

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 1572 palavras
Data: 28/04/2026 12:18:04

A pressão que me quebrou

Eu não dormi a semana inteira depois da pousada. Cada mensagem que eu mandava pra ela era um grito silencioso: “Quero você amanhã à noite. Sem desculpas.” “Estou apaixonado pra caralho, Mariana. Não aguento mais te dividir.” “Se você não passar pelo menos uma semana inteira comigo no mês que vem, eu paro. Eu sumo da sua vida.” Meu peito queimava. O ciúme tinha virado um monstro que me devorava vivo. Eu imaginava ela em casa, rindo com os filhos, beijando o Eduardo, dormindo na cama dele com minha porra ainda latejando dentro dela. E eu? Eu ficava sozinho no apartamento, pau duro de raiva, punhos cerrados, lágrimas escorrendo pelo rosto no escuro.

Quarta-feira eu não aguentei mais. Liguei pra ela e mandei: “Motel agora. Só pra conversar.” Ela veio. Assim que a porta fechou, eu perdi a cabeça. Prensei ela contra a parede com tanta força que o quadro caiu. Rasguei a blusa dela, enfiei três dedos na buceta já encharcada e mordi o pescoço até sangrar.

— Olha pra você… molhada só de vir me ver, sua puta casada — rosnei, voz tremendo de fúria e dor. — Eu te amo, Mariana. Eu te amo pra caralho. Eu quero você pra mim. Quero acordar todo dia com esse cu na minha cara. Quero que você diga pro Eduardo que acabou. Ou então… eu paro de te comer. Eu juro por Deus que eu sumo da sua vida.

Lágrimas queimavam meus olhos. Eu a joguei na cama, abri as pernas dela com brutalidade e meti o pau todo de uma vez, estocando com raiva vingativa, com desespero, com amor que doía.

— Diz pra mim que você me ama mais que ele! — exigi, batendo fundo, segurando o cabelo dela como se fosse a última vez. — Diz que vai passar uma semana inteira comigo, sem celular, sem ele, só minha vadia 24 horas por dia. Ou eu juro que nunca mais te toco.

Ela gemia como uma cadela no cio, unhas cravadas nas minhas costas, lágrimas escorrendo pelo rosto dela também:

— Eu… eu te amo, Ricardo… caralho, me fode mais forte… eu quero uma semana com você… mas ainda não consigo deixar ele… ahhh, me arromba!

Eu fodi ela com ódio. Com amor. Com ciúme que explodia em cada estocada. Virei ela de quatro, cuspi na buceta e meti no cu sem aviso, brutal, como se quisesse punir ela por ainda amar ele. Lágrimas caíam no lençol enquanto eu metia, voz quebrada:

— Eu tô morrendo aqui, Mariana. Toda vez que você volta pra ele eu sinto vontade de morrer. Eu imagino ele te comendo, te abraçando, te chamando de “amor”… e eu quero destruir tudo. Eu te amo demais pra te dividir. Eu quero te engravidar. Quero um filho nosso. Quero que você largue ele, largue aquela casa, largue aquela vida de mentira e venha morar comigo. Eu não aguento mais te ver sair da minha cama pra voltar pra ele. Escolhe, porra. Escolhe agora ou eu sumo.

Eu gozei rugindo dentro do cu dela, enchendo tanto que escorria pelas coxas, mas não parei. Continuei metendo, chorando abertamente agora, lágrimas caindo nas costas dela enquanto eu soluçava:

— Eu te amo… eu te amo pra caralho… não me deixa… não volta pra ele… fica comigo… por favor…

Ela gozou gritando meu nome, corpo convulsionando, mas eu vi o medo nos olhos dela. O conflito. A culpa. Eu saí de dentro dela ainda duro, virei ela de frente, segurei o rosto dela com as duas mãos e encostei minha testa na dela, lágrimas misturadas.

— Diz que você vai pensar em largar ele. Diz que uma semana inteira comigo é o começo. Diz que você me ama mais. Porque se você não fizer isso… eu vou embora pra sempre. E você vai sentir falta do pau que te fode de verdade. Vai sentir falta do homem que te ama de um jeito que ele nunca vai conseguir.

Ela chorou, me beijou desesperada, apertando meu pau ainda melado:

— Eu te amo… eu te amo mais do que consigo admitir… eu vou… eu vou passar a semana com você… mas ainda não consigo deixar ele… ainda não…

Eu a fodi mais uma vez, devagar agora, olhando nos olhos dela, lágrimas escorrendo, sexo vingativo e amor doentio ao mesmo tempo. Gozei dentro da buceta dela, enchendo até transbordar, marcando ela como se fosse a última vez.

Depois, deitado ao lado dela, suado, destruído, eu abracei ela forte e sussurrei com a voz falhando:

— Eu sei que você ainda ama ele. Eu sei que os filhos te prendem. Mas eu não aguento mais. Essa semana que vem… vai ser só o começo. Ou você escolhe eu… ou eu escolho desaparecer. Eu te amo demais pra ser o segredo pra sempre, Mariana.

Eu saí do motel com o peito rasgado. Ciúme, desespero, lágrimas secando no rosto. Eu a amava tanto que doía fisicamente. Tanto que eu estava disposto a destruir tudo — inclusive a mim mesmo — pra ter ela inteira.

Porque ela ia voltar pra casa agora, cheia de mim, cheia de promessas que ela ainda não tinha coragem de cumprir. E eu ia esperar. Chorando. Sofrendo. Mas pronto pra pressionar mais forte da próxima vez.

Parte 6

O fim de semana “só nosso”

Eu passei aquele fim de semana inteiro trancado no apartamento, bebendo, andando de um lado pro outro, pau duro de raiva e pau mole de desespero ao mesmo tempo. Era o fim de semana “só deles”. O Eduardo tinha levado as crianças pra casa da mãe, desligado os celulares, e agora tava com ela. Só ele. Só ele comendo a buceta que eu tinha arrombado na pousada. Só ele ouvindo os gemidos que eram meus. Só ele abraçando o corpo que ainda tinha minhas marcas roxas, minha porra seca, meu cheiro impregnado.

Eu imaginava tudo em looping na minha cabeça. Ele de quatro nela, metendo devagar, chorando no ombro dela, implorando “não me deixa”. Ela rebolando contra ele, mentindo que me amava menos, enquanto minha porra ainda latejava dentro dela. O ciúme era insano. Era uma faca girando no peito. Eu chorei. Eu gritei sozinho no quarto. Eu bati na parede até os nós dos dedos sangrarem. Eu te amo pra caralho, Mariana. Amo tanto que eu queria matar ele. Matar ela. Matar a mim mesmo por ter me apaixonado por uma mulher casada que ainda não tinha coragem de escolher.

Eu peguei o celular com as mãos tremendo. Abri a conversa. Enviei o vídeo que eu tinha guardado — aquele da sacada da pousada, eu metendo fundo no cu dela enquanto o mar batia ao fundo, ela gemendo “eu te amo, Ricardo” enquanto gozava apertando meu pau no cu. Enviei anonimamente pro número do Eduardo. Vingança pura. Cru. Sem piedade.

Depois liguei pra ela. Ela atendeu baixo, voz rouca de quem tinha acabado de ser comida por ele.

— Ricardo… agora não… ele tá aqui…

Eu não deixei ela terminar. Voz quebrada, lágrimas escorrendo pelo rosto, eu rosnei:

— Eu mandei o vídeo pro seu marido. Ele viu tudo. Viu você gozando no meu pau, dizendo que me ama. Agora responde pra ele na minha frente. Enquanto ele te come. Diz pra ele que você vai passar a semana inteira comigo. Diz que você me ama mais. Ou eu juro por Deus que eu sumo da sua vida agora e você nunca mais vai sentir esse pau te arrombando.

Eu ouvi o gemido dela do outro lado. Ouvi o Eduardo rosnando de ciúme. E eu fiquei duro pra caralho de ódio e dor.

— Responde, Mariana. Agora. Enquanto ele te fode. Diz que você escolheu.

Ela gemia, voz entrecortada, enquanto eu imaginava ele estocando com raiva atrás dela:

— Ricardo… eu… eu tô com ele agora… ele tá me comendo… ahhh… eu te amo… eu vou… eu vou passar a semana com você… mas…

Eu explodi:

— NÃO TEM MAS, PORRA! Escolhe agora! Eu ou ele! Eu tô chorando aqui, Mariana! Eu tô destruído! Eu te amo tanto que eu mandei o vídeo pra ele só pra ele sofrer como eu sofro todo dia! Eu quero você pra mim. Eu quero você saindo daquela casa. Eu quero você na minha cama todo dia. Eu quero te engravidar. Eu quero te roubar de uma vez. Escolhe. AGORA. Ou eu nunca mais te toco na vida.

Silêncio. Só gemidos, respirações ofegantes, o barulho de pele contra pele do outro lado da linha. Eu chorava abertamente, pau na mão, batendo com raiva enquanto ouvia ela gozando pra ele, mas falando pra mim.

— Eu escolho… eu escolho você… eu vou passar a semana inteira… eu vou dizer pra ele… eu te amo mais, Ricardo… eu te amo pra caralho…

Eu gozei rugindo no telefone, jorrando no chão, lágrimas misturadas com porra, corpo inteiro tremendo de alívio e dor.

— Boa menina. Mas quando você chegar em casa depois dessa semana… você não volta pra ele. Você vem pra mim. Pra sempre. Eu te amo demais pra te dividir. Eu te amo tanto que eu destruí tudo hoje. E você vai escolher de uma vez por todas.

Eu desliguei o telefone e desabei no sofá, soluçando como uma criança. Ciúme insano. Vingança crua. Amor que doía mais que qualquer porrada.

Porque agora ela tinha falado. Tinha escolhido. E eu ia esperar aquela semana como se fosse a última coisa que eu faria na vida. Depois… ela seria minha. Inteira. Sem volta.

Eu te amo pra caralho, Mariana.

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Comentários

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Seeia tão legal que depois que a esposa deligar o telefone dizer ao marido ,pronto amor o doido agora endoidou mais ainda e os dois rindo sem parar

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