Matando a saudade com todos os buracos cheios

Um conto erótico de marianinfaclara
Categoria: Heterossexual
Contém 1273 palavras
Data: 28/04/2026 12:15:59

Quando eu peguei férias pela primeira depois de estar namorando, foi tudo muito diferente. Eu havia marcado uma viagem de 1 semana para a Bahia, antes um pouco de conhecer Carlos e ele não conseguiria me acompanhar.

Na primeira semana livre, foi a primeira vez que ele passou um tempo a mais na minha casa e, apesar de continuar em sua rotina normal de trabalho, fazia tudo que era possível para que eu não fizesse nada - cuidava de mim, preparava comida, arrumava as coisas, enfim, um descanso perfeito.

Na segunda semana, numa terça-feira, ele me levou ao aeroporto para a minha viagem. Nos despedimos, eu me senti bem aflita com aquilo e percebi ali que sentia de fato algo a mais por ele. Na semana em que estive longe, ligava todo santo dia, ficávamos um tempo conversando a noite, me masturbava com ele nessas ligações e pegava no sono enquanto ele contava sobre os planos e o dia passado. De certa maneira, me senti uma adolescente nesses dias, tomada por uma paixão avassaladora e um desejo fulminante de ter meu homem outra vez.

Na quarta-feira a noite da semana seguinte eu retornei, ele já tinha avisado que não conseguiria me buscar, mas iria o quanto antes me ver. Peguei um táxi e fui pra casa me preparar, queria fazer tudo que fosse possível com meu homem, não parei de pensar nele por um segundo daquela semana e estava pegando fogo. Surpreendemente, estava tudo super limpo e organizado, o que me deu ainda mais vontade de recompensa-lo.

Separei mais ou menos minhas coisas, selecionei a lingerie preferida dele e fui tomar um banho, lavei o cabelo, me perfumei toda, vesti a lingerie e fiquei aguardando sua chegada na sala.

Quando ouvi o barulho da porta abrindo me levantei do sofá e fiquei parada esperando. Meu coração palpitava de saudade e quase não contive a alegria e o sorriso quando o vi.

Ele trancou a porta e veio correndo até mim, me deu um beijo maravilhoso enquanto eu pulava no seu colo. Carlos me levou em seu colo até o quarto, sem parar de me beijar, a essa altura, eu já estava enlouquecida de vontade e pingando de tão molhada. Chegando lá, me jogou na cama e ficou parado me admirando. Eu, claro, me exibi um pouquinho, tentando o deixar ainda mais animado.

Ele tirou a roupa olhando nos meus olhos, mas parou na cueca, eu me aproximei da beira da cama, beijei sua barriga e fui descendo até a altura do seu pau. Beijei e dei uma mordidinha, ainda por baixo da cueca mesmo. Senti ele pulsar na minha boca, o tecido fino mal conseguia conter o calor e o cheiro delicioso daquela pica.

Quando coloquei pra fora, o pau dele praticamente saltou, batendo no meu rostinho. Eu o agarrei firme, passei a língua na cabecinha e comecei uma mamada bem discreta, degustando sem pressa aquela rola delicosa. Fui aumentando o ritmo aos poucos, sentir ele pulsar nas minhas mãos e boca me deixava ainda mais excitada, a vontade era de sugar até a alma na mamada.

Carlos estava de pé na frente da cama e eu deitada na beira, numa posição meio desconfortável, mas nem me importava. Quando cheguei no auge da chupada, resolvi pedir algo para ele.

"Amor, quero que não se segure, tá bom? Vou te fazer gozar bastante hoje e em todos os meus buracos."

Ele deu alguns passos para a trás, tirando sua pica do meu alcance, eu desci da cama e me ajoelhei até ficar próxima o bastante outra vez. Voltei a mamar, agora de joelhos, com a mesma vontade de antes. Ele segurou meus cabelos e começou a mover o quadril indo mais fundo na minha garganta.

De pouco em pouco meu controle foi sendo tirado de mim, meus cabelos eram segurados mais firmes e os movimentos dele contra minha cabeça iam ficando mais fortes e profundos. Era delicioso, minha boca ia salivando mais e mais, o gosto do pau, o cheiro, logo eu estava apenas apoiando as mãos em seu corpo e com a boca aberta para ser fodida.

"Isso, minha putinha. Boquinha aberta pra mim, tava morrendo de saudade."

As vezes ele enterrava e deixava até o fundo, eu sufocava e então ele tirava para eu respirar, depois voltava a meter. Na última vez em que me fez engasgar, ele tirou e deixou o pau para que eu mamasse mais um pouco.

"Vou gozar, cadela. Engole tudo."

Eu coloquei a cabeca na boca e chupei forte, enquanto punhetava incansavelmente. Não demorou até que seu jato viesse, fiz questão de engolir gota a gota da porra, sem deixar escorrer e ele estava bem cheio.

Depois da gozada, continuei mamando seu pau que seguia bem duro, babava mais e mais nele enquanto Carlos se recuperava do orgasmo. Depois de se recompor, ele me puxou pelos cabelos até que eu ficasse de pé. Um beijo safado, uma apertada na bunda que me deixou com mais vontade ainda e fui empurrada na cama.

Ele veio até mim olhando nos meus olhos, visivelmente tomado de desejo em com o pau escorrendo minha saliva. Afastou minha calcinha para o lado e enterrou de uma só vez na minha bucetinha. A entrada foi forte, rude, mas suave, minha buceta estava ensopada, implorando por aquela pica e seu pau estava ainda mais molhado.

Eu estava completamente entregue, molinha de tanto prazer, ele metia com força, como se estivesse usando uma bonequinha e isso me excitava muito. Alguns beijos na boca que se desenvolviam mal por conta dos meus gemidos que interrompiam, chupadas gostosas nos meus mamilos e estocadas mais e mais fortes. Foi a primeira vez na vida que gozei completamente em silêncio, com as unhas enterradas em suas costas e com a buceta sendo preenchida com sua porra quente.

Ficamos parados um tempo naquela posição, o ar parecia faltar nos meus pulmões, eu me sentia tão bem que queria sorrir sem parar.

"Não relaxa de vez ainda. Tem mais uma coisinha."

Ele se abaixou para me beijar, mexendo o quadril de leve, senti seu pau endurecer dentro de mim. Ele pegou um travesseiro e me virou como um saco de batatas, colocando o travesseiro na altura da minha cintura, se esticou para pegar o lubrificante na mesinha. Depois, passou bastante no meu cuzinho e começou a meter de leve até entrar tudo. Eu enterrei meu rosto no colchão e me empinei um pouco mais.

Um tapa forte na bunda e então ele começou a meter livremente, seu pau entrava e saia por inteiro, dando um tranco ao chegar no fundo. O peso do seu corpo se mexendo, fazia o meu acompanhar, então enquanto era invadida por trás, meu grelinho ia esfregando no travesseiro abaixo, uma sensação ímpar.

Nenhum de nós tinha força para falar nada, eu gemia desesperada, tomada pelo prazer, ele seguia socando firme e me apertava para demonstrar o prazer que sentia.

Mais uma vez, gozamos juntos, ele veio primeiro e eu em seguida, a sensação de ter o meu desejo atendido e ter cada buraco preenchido de porra era deliciosa, além da satisfação de tirar tudo do meu namorado.

Quando saiu de trás de mim ele praticamente cochilou uns 10 minutos. Eu fiquei o observando exausto e satisfeito, pensando na maravilha que havíamos acabado de fazer. Depois de nós levantar, olhamos para a cama, que estava completamente melada dos nossos líquidos, quase como uma prova cabal do que havíamos acabado de fazer. Banhamos juntos, pedimos comida e voltamos para a cama, para uma nova rodada de sexo e uma boa noite de sono.

Email: marianinfaclara@gmail.com

Instagram: marianinfaclara

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Comentários

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Clarinha...

A melhor foda é a com saudade!

Carlos tem sorte, tem uma gata bi, cuzeira e bebedora de leite.

Adorei o conto!

Beijo no monte vênus😈♥️

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Como sempre todos o seu contos/relatos são espetaculares, os detalhes e a forma que vc escreve excita e nos envolve.

Parabéns!!

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