Corno na lua de mel

Um conto erótico de Julio
Categoria: Heterossexual
Contém 2685 palavras
Data: 03/04/2026 19:43:30

Me chamo Paloma.

Faço parte de uma comunidade onde compartilhamos e desabafamos histórias do universo cuckold. Com a autorização de quem viveu essa experiência, hoje vou contar a história do casal Julio e Vanessa.

Se você também quiser desabafar ou compartilhar sua história, pode enviar um e-mail para: paradacuckol@gmail.com

Me chamo Julio e sou casado com Vanessa. Eu tenho 23 anos e ela 21. Eu sou branco, alto, estou um pouco acima do peso; ela branca, bem baixinha, cabelo preto, longo, bem magrinha, seios médios e uma bunda bem empinada, perfeita. Ela faz academia e joga vôlei, é uma mulher maravilhosa. Começamos a namorar na infância, sempre fomos muito estudiosos. Começamos a trabalhar cedo, trabalhamos juntos em um escritório de contabilidade. Como terminei a faculdade e ela está no último ano, decidimos nos casar em janeiro e hoje temos uma vida financeira muito boa.

Sempre tive um fetiche meio estranho que seria o de ver ela transando com outro homem. Nunca tive coragem de falar e posso dizer que levei isso numa boa a realidade era uma coisa e o fetiche outra; creio que ela nunca desconfiou enquanto éramos namorados e noivos. Não sei se era uma curiosidade em ver ela com um homem mais experiente e mais forte e mais dotado, pois eu tenho um pênis pequeno que não passa de 12 cm, além de ser muito fino, eu sei que esses pensamentos vinham na minha cabeça e eu fugia deles.

A festa do nosso casamento foi linda, tudo ocorreu muito certo e conforme as tradições; ela estava deslumbrante, linda, em um vestido de noiva estilo sereia, maquiagem perfeita e um perfume que não sai da minha cabeça

Havíamos decidido que nossa lua de mel seria perto e, quando fomos ver o local, um motorista chamado Jorge entrou em contato conosco oferecendo o transporte, nos buscando em São Paulo e levando até o local; nos traria de volta também. O preço era bem salgado, mas era um carro de luxo, então, como queria deixar tudo perfeito, contratei o serviço para nos levar a um hotel-fazenda localizado na cidade de Atibaia. Jorge é um homem negro, careca, alto e muito forte ele tem 42 anos.

A viagem foi de mais ou menos 2 horas e o Jorge começou a puxar assunto. Eu sou muito recatado e até tímido; ela, pelo contrário, muito comunicativa e educada. Acho que isso acabou sendo um prato cheio para o Jorge, que conversou e foi deixando a intenção dele cada vez mais clara, brincando com o fato de a gente ser muito tradicionalista ao ponto de viajarmos para a lua de mel vestidos de noivos; brincando, falou que só faltavam as latas na parte de trás do carro. Eu já estava percebendo a intenção dele, desde a hora que ela entrou no carro e confesso que aquela fantasia que eu queria esquecer começou a martelar na minha cabeça só de ver o olhar dele para minha esposa, mas tudo ficou muito claro quando ele falou que uma vez um noivo contratou o serviço dele e pediu para ele transar com a noiva na frente dele, que ele tinha esse fetiche. Nessa hora eu duvidei e ele falou que tinha as conversas de WhatsApp e nos mostrou. A fantasia estava cada vez mais perto de se tornar realidade bem no dia do meu casamento, então comecei a pensar o quanto aquilo poderia ser imoral e que eu poderia me arrepender depois, mas fiquei parado e deixando as coisas acontecerem, totalmente tenso. Ela se interessou pelo assunto e perguntou como esse casal o encontrou e teve a ousadia de fazer essa proposta. Ele falou que faz esse tipo de coisa há mais de 20 anos e tinha esse sonho de realizar uma esposa na lua de mel; fez um anúncio na internet e o tal cara leu e entrou em contato com ele; ele disse que teve a melhor experiência sexual da vida dele. Com toda ousadia, ele perguntou se já pensamos em realizar algo do tipo. Eu neguei na hora, mas ela sorriu e disse que passava muitas coisas na cabeça dela, mas que fantasias eram fantasias e realidade, realidade. Ele insistiu para ela falar o que se passava na cabeça dela e falou que, se fosse isso, ele faria e seria a maior honra para ele, pois quando realizou isso ele não teve o prazer de tirar o vestido da noiva. Ainda falou: "se vocês toparem, eu topo". Ela olhou para mim e eu, sem reação, perguntei: "você quer?". Ela falou que seria algo muito novo para ela e perguntou se tudo bem para mim. Eu não respondi, apenas fechei a cara; meio que ficou um silêncio constrangedor. Ele perguntou como era o hotel e se alguém poderia perceber que tinha 3 pessoas, pois nunca tinha prestado serviços para esse lugar. Ela falou que alugamos um chalé, não sabia como funcionava, mas não estava preocupada, pois só devia satisfação a mim, que estava vendo o que estava acontecendo, e ninguém tinha nada a ver com isso, pois o chalé estava pago.

Chegamos no hotel, entramos e eu saí do carro para buscar as chaves na portaria; ela ficou no banco de trás. Voltei para o carro, olhei nos olhos dela e vi que ela estava muito decidida. Entramos na fazenda e encontramos o chalé. Ele falou para mim: "abre o porta-malas e descarrega as bagagens, eu vou levar ela no colo". Eu, sem reação e levado pela fantasia, obedeci. Quando voltei, ele mandou eu segurar a porta do carro e levou ela no colo; deitou ela na cama e os dois começaram a se beijar. Eu fiquei parado ali, estático, olhando, e eles simplesmente me ignorando. Pararam de se beijar, me olharam e ela falou: "eu estou tão surpresa quanto você, eu não esperava que isso ia acontecer, mas há desejos em mim que você não consegue realizar e não é culpa sua, talvez nem minha. Eu te admiro como noivo e vou admirar como marido pela pessoa que você é. Só tive você até hoje, mas talvez se tivesse tempo, se não fôssemos vizinhos de muro, estudássemos na mesma faculdade, se você não fosse me buscar na academia e no vôlei todos os dias, talvez eu já tivesse feito algo que você não merece por ser refém dos meus pensamentos. Eu te amo e peço que não me julgue". Falei: "também te amo". Ela falou para o Jorge: "e você, eu peço que entenda; eu nunca tive outro homem, talvez não saiba fazer muita coisa para te agradar". Ele disse: "deixa comigo", e perguntou para mim: "você vai querer assistir mesmo?". Eu disse que sim. Ele falou: "então fecha a porta e senta ali na poltrona". Começou a beijar ela; depois de um beijo longo, tirou o vestido dela, despindo-a e deixando-a apenas com a lingerie branca. Que mulher linda, maravilhosa! Aquele show era para mim, mas de repente passou a ser para ele, e eu era apenas um espectador. Ele jogou o vestido dela no chão e mandou eu tirar do meio do quarto. Esqueci toda imoralidade e o que eu poderia me arrepender de deixar as coisas chegar naquele ponto e apenas assisti, enquanto ele beijava ela e colocava os dedos dentro da sua calcinha; ela gemia muito. Ele falou: "poucas vezes vi uma mulher tão apertada, que pele lisa, que corpo maravilhoso, que mulher cheirosa e que espetáculo de bunda". Jogou ela na cama feito uma boneca e começou a beijar a bunda dela intercalava com beijos e tapas deixando tuda vermelho o tesão e a entrega dela era nítido. Quando ele se despiu e ficou só de cueca, eu tomei um susto: que coisa enorme, não cabia na cueca. Ele tirou para fora e falou para ela: "já viu grandão assim?". Ela falou que não. Aí ele perguntou: "vai dizer que o do marido é pequeno?". Ela falou que sim. Ele falou: "então chupa ele". O jeito que ela chupou ele mostrava o tesão que ela estava; ele batia ele no rosto dela e ela aceitava, se entregava de verdade. Ele mandou ela deitar de bruços e começou a esfregar nela, que gemia feito louca. Depois ele se despiu por completo, tirou a lingerie dela, jogou para mim e começou a chupar ela; e foi aí que eu entendi o que é orgasmo. Ela ficou completamente louca a ponto de me assustar. Terminando de chupar ela, ele deitou ela na cama e começou a penetrar ela bem devagar. Ela gritava. Ele falou para eu segurar a mão dela. Eu segurei e beijei a mão da nossa aliança. Perguntei: "está doendo, amor?". Ela falou: "está gostoso, ele está me deixando louca". Voltei para a poltrona e, a cada posição que ele colocava, ela tinha um orgasmo, até que ele começou a colocar o dedo no cuzinho dela, coisa que eu nunca tinha feito por ser o maior tabu para ela. Ela falou que nunca tinha dado e ele falou que para tudo tinha uma primeira vez, que nada melhor que ser na noite de núpcias, só não seria com o marido. Eu pedi para ele não fazer aquilo, então ele mandou eu pegar o lubrificante que estava à venda. Eu olhei para ela e ela falou: "pega, amor". Eu peguei. Ele deixou ela de ladinho e começou a penetrar. Fui até a cama, segurei na mão dela e ela gritava. Eu perguntei se estava doendo, ela falou: "está, é muito grande, amor". Eu falei: "Jorge, para, por favor, vai machucar ela". Ele falou: "senta lá na poltrona", e começou a morder o pescoço dela devagar e falar com voz caliente que ele não podia deixar uma bunda linda daquela passar batido. Pediu: "aguenta um pouquinho, vc não quer me agradar?", e foi colocando cada vez mais, até ela se acostumar. Quando entrou praticamente tudo, ele perguntou: "quer que eu tire?". Ela falou: "não". Então ele continuou socando até ela ter outro orgasmo, ele falou para ela ficar de quatro e comeu o cuzinho dela assim por um bom tempo até que ela entrou em êxtase e caiu toda mole na cama eu olhei assustado e ele sorriu e falou, calma ela teve uma onda forte de prazer, ele voltou e ficou em cima dela e perguntou oque foi, perdeu o controle? Ela respondeu trêmula: Eu não aguento mais gozar, ele falou eu já estou terminando vai fazer eu gozar bem gostoso para você? Tirou o lençol que ela tinha se corrido e começou a socar no cozinho dela de ladinho derrepente ele tirou, mandou ela ajoelhar e gozou muito no rosto dela.

Ver o rosto dela todo gozado, me fez ver o quanto aquilo foi intenso. Ela acabou de sair do altar de casamento comigo, e foi literalmente devorada por aquele desconhecido na minha frente, foi muito insano e, por mais que eu já tivesse o fetiche, aquilo era impensável.

Jorge mandou eu ligar a banheira de hidromassagem e preparar o banho deles com bastante espuma, eu fiz isso. Ele falou "arruma a cama", eu tirei os lençóis e troquei, e os dois ficaram na banheira. Ele me chamou e falou "pega um champanhe aí no frigobar e nos sirva", eu obedeci. Voltei para o quarto, passados uns 20 minutos eles começaram a transar de novo. Quando decidi ir na banheira, ela estava em pé, cheia de espuma, e ele pegando ela por trás; eu balancei a cabeça e falei "gente, que loucura". Ela teve mais dois orgasmos, ele gozou nos seios dela. Fomos para o quarto, eles vieram com o roupão, eu perguntei: "você vai dormir aqui?". Ele falou "sim", eu peguei um colchão e coloquei no pé da cama.

Na manhã seguinte, meio que caiu a ficha. Eu vi ele deitado de cueca, ela só de calcinha, fiquei deitado observando. Minha cabeça maquinava uma sensação de dúvida e insegurança. Eu nunca fiz ela ter um orgasmo e ele fez diversas vezes em uma noite. Confesso que a lágrima caiu. Percebi que eles acordaram e fingi estar dormindo, até que o clima começou a esquentar e eles começaram a transar loucamente. Não havia pudor, não havia respeito, ele simplesmente dava uma surra de sexo nela e, automaticamente, uma surra moral em mim. Eu levantei, sentei na poltrona e olhei fixo no olho dela. Ela falou com a voz trêmula: "ele está acabando comigo". Ele não falava nada, apenas conduzia. Na hora de gozar, pediu para gozar na bunda dela e ela ficou toda lambuzada. Eles foram para o banho. Saíram, eu falei "vou pedir para servir o café da manhã". Ele falou que não queria, que ia embora, mas que passaria a lua de mel inteira ali. Ela sorriu. Ele falou que voltaria se eu deixasse; ela pediu e eu deixei, mas questionei: "o que vamos falar na recepção?". Ela ligou e falou que houve um imprevisto e que outra pessoa ficaria no quarto, perguntou se tinha algum acréscimo. Falaram que seria R$ 400,00 a diária e ele falou "então hoje e amanhã dá 800,00" e falou para eu pagar. Eu paguei. Ele foi embora, prometendo voltar. A vergonha da recepção era muito grande, todos pelo menos imaginavam o que estava acontecendo, foi muito humilhante ir lá passar o cartão. Conversamos, questionei ela sobre fidelidade. Ela falou que há mais ou menos 1 ano ela começou a se descobrir sexualmente, começou a desejar homens mais experientes, mais fortes, dotados, e fidelidade sempre houve, pois tinha muito sentimento por mim. Falou que tesão era uma coisa diferente e, realmente, antes do casamento eu percebi um certo afastamento de mim, evitando sexo, não aceitando convites para ir ao motel ou não ir na minha casa quando eu estava sozinho. Isso me deixou triste, mas a frase "eu te amo" me fez ver um futuro com ela mesmo depois de tudo. Passamos o dia nos divertindo na piscina e no toboágua de maneira romântica. Íamos conhecer a cidade por inteiro, mas ela perguntou: "e se o Jorge chegar?". Eu perguntei: "será que ele volta mesmo?". Não mandou mensagem. Eu vi que ela ficou ansiosa até que ele mandou mensagem falando que estava a caminho. Adiamos o passeio e esperamos ele. Ele chegou e falou: "Julio, pode ir dar uma volta? quero ficar sozinho com ela". Saí do quarto fui conhecer a cidade, estava aceitando meu lugar para como que para confirmar encontrei uma flor e cultura comprei um buquê de flores para ela, voltei 3 horas depois. Quando cheguei, os dois estavam na piscina que tinha na parte de fora da suíte esperei eles saírem e entreguei as flores, ela me abraçou e falou você é o melhor marido do mundo. Íamos sair para jantar e eu perguntei como seria. Aí ele falou: "leva ela para jantar, eu vou em um barzinho aqui perto e à noite nos encontramos". Chamamos o Uber e fomos. No jantar, entramos no assunto e ela falava que ele estava dando muito prazer para ela, que ela estava fascinada no sexo que ele proporciona e isso não mudava o amor e o carinho por mim.

Voltamos para o chalé, ele já havia chegado. Ela deitou do lado dele e os dois começaram a se beijar e transaram loucamente na minha frente de novo. Dessa vez ele gozou no rosto dela novamente. Foram para o banho, ele mandou eu arrumar a cama, arrumei, deitei no colchão e dormimos. No último dia fomos conhecer a cidade, ele ficou no hotel e quando voltamos aconteceu novamente ele pegou ela na beira piscina. Ele nos levou para casa. Eu pedi para eles não fazerem nada na porta, pois alguém poderia perceber, aí ele falou que tudo bem, outro dia ele conheceria nossa casa, paguei o restante da corrida ele deu um beijo nela e me falou foi ótimo prestar serviço para voces. Já fazem 3 meses e, sim, eles ainda transam com frequência.

Em breve, vou contar a história real de um participante que com certeza vai dividir opiniões...

Aguardem, porque em breve também teremos um canal com histórias como essa em áudio. 👀

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Comentários

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Que delicia uma mulher perfeita essa ama o marido mas fode gostoso com outro

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