Entre Toques e Desejos (Capítulo 2)

Um conto erótico de Hot♡
Categoria: Homossexual
Contém 1185 palavras
Data: 28/04/2026 09:02:25
Última revisão: 28/04/2026 09:03:52
Assuntos: Gay, Homossexual

“O Jantar das Intenções”

A expectativa é uma chama silenciosa que consome o ar de quem espera. Tiago passou a tarde inteira diante do espelho — algo que raramente fazia com prazer. Hoje, porém, era diferente. Com paciência quase ritualística, ele deslizava a lâmina pelo peito, garantindo que não restasse um único pelo para interromper a maciez da sua pele clara e delicada. Ele gostava de ser gordinho. Sentia que sua barriga macia, suas curvas generosas e a pele esticada e suave tinham um magnetismo próprio. Mas era o olhar faminto de Seth que transformava esse magnetismo em algo vivo, elétrico, quase insuportável.

Do outro lado da cidade, Seth preparava o ambiente com a mesma ansiedade contida. Sua casa era como ele: moderna, prática, com linhas limpas e uma energia intensa. Ele havia preparado um jantar leve — salmão grelhado, legumes no vapor e um bom vinho tinto —, mas a comida era apenas um pretexto. Enquanto arrumava a mesa, Seth sentia o leve roçar dos pelos aparados nas axilas contra a pele depilada do resto do corpo atlético. Ele ansiava pelo contraste: a aspereza controlada dele contra a suavidade total de Tiago.

Quando a campainha tocou, o coração de Tiago deu um salto violento no peito. Seth abriu a porta vestindo apenas uma calça de linho clara, que caía solta nos quadris, e uma camiseta branca justa que parecia lutar para conter os músculos peitorais definidos.

— Caralho, Tiago… você está incrível — murmurou Seth, a voz mais rouca e grave do que no dia anterior.

Ele deu um passo para o lado, mas não sem antes deixar a mão grande e quente pousar possessivamente na curva generosa do quadril de Tiago, guiando-o para dentro com um toque que já prometia muito mais.

O jantar foi uma dança lenta de olhares carregados e toques “acidentais”. O vinho ajudava a soltar as palavras, mas era a linguagem corporal que falava mais alto. Tiago não conseguia parar de observar os tendões fortes no antebraço de Seth quando ele cortava o pão. Seth, por sua vez, fixava os olhos no ponto onde a camisa de seda preta de Tiago se abria levemente no pescoço, revelando a pele branca e imaculada do peito.

Em determinado momento, Seth inclinou-se sobre a mesa, os olhos castanhos escuros fixos nos de Tiago.

— Você se sente confortável na sua pele, Tiago?

Tiago hesitou por um segundo, mas decidiu ser honesto:

— Nem sempre. Mas quando você me olha assim… eu sinto que sou exatamente como devo ser.

Seth sorriu, um sorriso lento e perigoso. Levantou-se e contornou a mesa até ficar de pé ao lado de Tiago. Não se sentou. Apenas ficou ali, imponente, a presença física dominando o espaço.

— Porque você é perfeito assim — disse ele, baixinho. — Você é um convite, Tiago. Tudo em você parece feito pra ser tocado, apertado, explorado…

Seth estendeu a mão e, com as pontas dos dedos calejados, traçou a linha do maxilar de Tiago, desceu pelo pescoço sensível e parou no primeiro botão da camisa de seda. A pele de Tiago se arrepiou imediatamente. O contraste entre a mão quente e áspera de Seth e sua própria pele macia era inebriante.

— Quer ver o resto da casa? — sussurrou Seth, o hálito quente roçando a orelha de Tiago.

Tiago apenas assentiu, sem conseguir formar palavras.

Seth o levou até o sofá da sala, onde a iluminação era baixa e uma música suave mal se ouvia por cima do som acelerado das respirações. Sentaram-se tão próximos que o calor dos corpos se misturava. Seth começou a acariciar o braço de Tiago, subindo lentamente a manga da camisa.

— Tão macio… — murmurou ele, quase reverente. — Porra, nunca senti nada assim.

Tiago fechou os olhos e entregou-se ao toque. Sua mão subiu até o peito de Seth, sentindo a rigidez dos músculos sob a camiseta. O coração de Seth batia forte, acelerado. Tiago deslizou os dedos até a nuca dele e o puxou para um beijo que os dois vinham adiando há tempo demais.

O beijo começou lento, uma exploração profunda e molhada de línguas que se reconheciam. Logo, porém, tornou-se urgente, faminto. A mão de Seth escorregou por baixo da camisa de Tiago, encontrando a barriga macia, quente e generosa. Ele soltou um gemido rouco ao apertar a carne farta, sentindo como ela cedia deliciosamente sob seus dedos. Tiago, por sua vez, explorava as costas largas e duras de Seth, cravando as unhas de leve na pele.

Seth afastou-se apenas o suficiente para olhar nos olhos dele.

— Eu quero te levar pra cama, Tiago… mas preciso que você saiba que isso não é só sexo pra mim. Eu sinto algo de verdade aqui.

Tiago sorriu, o rosto corado, e acariciou o rosto marcado de Seth com carinho.

— Eu também sinto, Seth. E é exatamente por isso que eu quero tudo com você.

Seth levantou-se e estendeu a mão. Tiago entrelaçou os dedos nos dele e deixou-se guiar pelo corredor. Ao passarem pelo grande espelho da parede, Tiago viu o reflexo dos dois: o homem atlético, definido, com músculos marcados, e ele, de curvas suaves, pele clara e corpo cheio. Pela primeira vez, não viu contraste. Viu encaixe. Viu perfeição.

No quarto, Seth tirou a camiseta com um movimento rápido, revelando o torso esculpido e as axilas com pelos escuros perfeitamente aparados, exalando um cheiro masculino forte e inebriante. Tiago começou a desabotoar a própria camisa com as mãos trêmulas, mas Seth se aproximou e terminou o trabalho por ele, abrindo o tecido com cuidado quase reverente.

Quando a camisa caiu no chão, Seth parou por um instante, admirando o corpo à sua frente.

— Você é lindo pra caralho — disse, com uma sinceridade que fez o peito de Tiago aquecer.

Seth passou as mãos pelos ombros macios de Tiago e desceu até os seios generosos, roçando os mamilos rosados com os polegares. Tiago arqueou as costas, soltando um gemido baixo e entrecortado. O desejo entre eles já era uma presença física, palpável, carregando o ar do quarto.

— Deita pra mim — pediu Seth, a voz rouca de desejo e carinho ao mesmo tempo.

Tiago obedeceu, sentindo o lençol fresco de seda contra as costas. Seth ficou por cima dele, apoiado nos braços fortes, olhando para baixo como se quisesse memorizar cada curva. Ainda estavam parcialmente vestidos, mas a fricção das calças era quase insuportável. O pau de Seth, grosso e com cerca de 15 cm, pressionava com força contra a coxa macia de Tiago. O pau de Tiago, de 12 cm e já babando, pulsava em resposta, marcando a calça.

Seth baixou o corpo devagar, beijando o pescoço de Tiago enquanto suas mãos exploravam a vastidão daquela pele macia e quente.

— Amanhã o mundo vai parecer diferente — sussurrou ele contra a orelha de Tiago, mordiscando o lóbulo de leve.

— Amanhã… — respondeu Tiago, puxando Seth mais para perto, a voz carregada de desejo — mas hoje só existe este quarto. Só existe você.

A noite estava apenas começando. E quando as últimas peças de roupa finalmente caíssem, quando pele tocasse pele sem qualquer barreira, os dois sabiam que não haveria mais volta.

E nenhum dos dois queria voltar.

Continua...

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Comentários

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Puta merda que delicia,texto lindo que chega a ser poético, com riqueza de detalhes que faz as cenas serem fácil de visualizar, sensual sem ser vulgar. Parabéns, adorando.

PS. Além de tudo isso você optou por membros de tamanhos dentro da média que fogem de outros contos que fazem questão de usar os GG como se fossem sinônimo de prazer.

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