Minha iniciação - primeiras lições e prazeres desconhecidos – 2° parte
Logo após essa primeira sessão de aprendizado, ela foi para o banheiro tomar banho e me convidou para ir junto. Num lampejo de raciocínio, imaginei o que aconteceria se fossemos juntos ao banheiro. Mas, o horário marcado para voltar para casa já estava ultrapassado em mais de uma hora e sabia que minha mãe não dormia enquanto não chegasse em casa. Então, fui até a porta do banheiro e avisei que estava indo, não dando tempo para ela raciocinar, senão correria o risco de ser convencido a ficar mais tempo, o que não seria difícil de me convencer. Peguei minha mochila, coloquei nas costas, ultrapassei a porta para ganhar a sala e me dirigir a porta que me tiraria dali. Ainda se ouvia o som da música, já sem outros ruídos que se ouvia antes. Deveriam, que queria que fosse que ali estivesse, já deveriam estar dormindo.
Abri a porta e o portão do jardim e corri para casa, ainda sentindo o cheiro e gosto dela em mim, lembrando de todas as experiências vividas naquela noite. Será que todos se sentiam assim, depois da primeira experiência sexual? Pelo que ouvia os outros garotos falarem, com eles deveria ter sido diferente, tipo botar, gozar, tirar e ir para casa. Nada de preliminares, além de às vezes uma punheta ou amasso.
Me sentia exultante, feliz e agradecido pela maravilhosa noite proporcionada por quem nem imaginava.
No dia seguinte, quando retornávamos da escola, Aninha já de braço dado comigo, coisa que nunca até então tinha acontecido, demonstrando maior intimidade, com um largo sorriso falou baixinho:
--E daí, gostosão, como está? Sonhou comigo?
E ria graciosamente. Imaginei comigo como nunca a vira daquela forma, e que não seria difícil se apaixonar por ela. Claro, mais tarde entenderia que aquela era a paixão da primeira mulher e pelo prazer proporcionado.
- Quando vamos repetir? Quel tal hoje a noite? – perguntou ainda com um sorrisinho maroto.
- Quem sabe? – respondi, tentando afastar de mim a tentação de convidar para ser naquele momento mesmo, que não queria esperar para viver tudo de novo.
- Não podemos interromper o processo de aprendizado. Ainda tem muito a aprender. – ela disse.
--Como assim? Ainda tem mais? – perguntei, curioso.
- Claro, bolinho. A noite passada foi só o início. Imagina o que mais teria acontecido se tivesse ficado e tomado banho comigo? Não, não. Vc não é capaz de imaginar... – e gargalhou baixinho parabligo em seguida levantar o olhar e fixar em meus olhos, mordendo o lábio inferior.
Aquela garota era uma tentação e seria difícil aguentar are a noite para tê-la novamente. Rimos e continuamos nosso rumo para casa. Ao chegar à frente de sua casa, ela ficou na ponta dos pés, beijou meu rosto e disse;
- Ate a noite. Não sei se resistirem até lá... - E sorriu matreiramente.
Respondi com um aceno de cabeça e pensei comigo “se para ela vai ser fificil, imagina para mim”.
Entrei em casa, meio desconcertado com todo o acontecimento, que nem cumprimentei minha mãe e fui direto para o meu quarto. Logo depois ela entrou e perguntou, brincando:
- Chegou, mocinho? Nem me cumprimentou...
- Ah, desculpe, mãe. Estava pensativo e nem me dei conta do erro. E fui até ela dei-lhe um beijo no rosto noite perguntei como tinha sido sua manhã. Ela falava e eu nem prestava atenção, somente meneanfo a cabeça como afirmando ou negando algo. Meu pensamento não saia do que poderia aonda acontecer, o que ainda teria a aprender.
Meu dia passou assim. Nem abri meus livros ou cadernos. Sequer revisei as matérias estudadas durante o dia, como costumava fazer.
Por volta das 8h, repeti o processo do dia anterior, e ao passar pela sala onde minha mãe aguardava meu pai sair do banho para jantar, ela perguntou se iria dar aula para a amiga novamente. Confirmei e arrumando a cochilo nas costas, fui saindo de casa. Ela ainda ne perguntou se não iria jantar, e respondi que não, que comeria algo com os amigos.
Ao chegar na casa da amiga, tudo parecia como na noite anterior, exceto pelo rosto de Aninha que espiava pela janela de vidro, por trás das cortinas.
Nem bati na porta e ela já estava abrindo e me recebendo com um largo sorriso e um selinho nos lábios. Disse manhosamente:
--Você veio... estava ansiosa e receosa que pudesses estar assustado com tudo.
Ao que respondi:
- Como recusar um convite como esse? Tentando ser malicioso também.
Ela me pegou pela mão e me levou de novo em direção ao quarto da noite anterior. Na sala, ficava o som da música que tocava e alguns outros sons indecifráveis vindos do outro quarto. Ao entrar, Aninha foi logo frechando a porta e me pegando de jeito, beijou minha boca ansiosamente, retirando a blusa pela cabeça, enroscando sua língua na minha e tateando minha calça a procura do meu pau já pulsante. Até imagino que ele passou o dia inteiro assim, duro, pronto para explodir. Retribui o beijo ainda mais voluptuosamente que na noite anterior, imaginando já saber o que fazer. Ela retirou minha camisa e foi se abaixando, abrindo minha calça e numa acao rápida, baixou minha calça junto com a cueca, liberando o pau, que saltou em direção ao seu rosto. Aninha lambeu is lábios, levantou o olhar para mim, e sorrido, mantendo o olhar nos meus olhos, foi passando a língua ao redor da glande, de vez em quando abocanhava, fechava a boca ao redor do pênis, afastando e engolindo novamente. Aquilo me levava à loucura. Com os olhos fechados, eu curtia o momento e quando abria meus olhos, o que via eram os olhos dela num sorriso de satisfação.
Ato seguinte, ela me levou para cama, retirando nossas roupas e deitando na cama, eu totalmente nu e ela só de calcinha fio dental, totalmente enterrado na bunda. Daquela forma, sua bandinha até parecia apetitosa. Beijamo-nos ardentemente e ela me pedindo mais calma, para controlar meus instintos e aproveitar mais o momento. Tentei seguir seu conselho, às vezes me descontrolava e logo percebia meu entusiasmo demasiado e diminuía o ímpeto. Era difícil manter a calma, mas tentava. Beijei sua boca, seu rosto, suas orelhas, enfiei minha língua em seu ouvido, segundo seuas orientações e desci beijado seu pescoço, arrastando a língua em seu corpo até chegar aos seus seios. Chupei, suguei seus mamilos entumescidos, com a pele arrepiada, seus ralos e frágeis pelinhos ouriçados. Ali me demorei mais tempo e continuei a descer. Ela já não dizia mais nada, apenas gemia, grunhia e dizia coisas desconexas e incompreensíveis. Cheguei ao seu umbigo e lembrei de seus pedidos na noite anterior. Meti a língua no buraco do umbigo e ela remexia o corpo, se contorcendo e gemia ainda mais alto. Eu não entenda como aquilo podia provocar tal prazer que ela demonstrava, mas como ela demonstrava gostar, continuava ainda com mais volúpia.
Enfim, cheguei ao ponto que aguardava e que pretendia fazer com que ela sentisse ainda mais prazer, sua bucetinha linda, rosada e suculenta. Ali corria um mar de líquido meio gosmento, mas que emanava o cheiro da fêmea que estava esperando por mais. E mais lhe dei. Abri suas pernas, contemplei sua bucetinha cheirosa e cai de boca, sugando o sumo e seu grelo entumecido. Gostava do que estava sentindo e fazendo. Afinal, ela gozava sem parar, se contorcendo na cama e urrando de prazer. Dar prazer àquela mulher era meu maior desafio. Afinal, ela quem dera o pontapé inicial, me ensinando tudo que sabia naquela matéria.
Quando enfim ela gozou mais uma vez e parou completamente de participar, ficando inerte e respirando rápido, demonstrando estar cansada, e me levou a perguntar se estava tudo bem, ela sorriu e disse que nada poderia estar melhor. Que estava satisfeita e orgulhosa de seu melhor aluno.
Levantou da cama, depois de um tempo e me chamou para ir ao banheiro, que lá ela iria me fazer gozar. A segui, orgulhoso e ansioso para fazer mais coisas, além e esvaziar o saco que doía. No banheiro, já dentro do box e ligando o chuveiro, foi se abaixando e voltando a me chupar. De repente, a porta do banheiro se abriu e apareceu uma morena linda de rosto, cabelos negros lisos, escorrendo pelas costas, presos por uma liga, dois seios médios, mamilos duros, pele queimada pelo sol, com um largo sorriso no rosto e logo dizendo:
- Então, esse é o amiguinho de vcs que precisa aprender? Pelo visto, já está bem adiantado. Basta ver como vc gozou sem a penetração, Aninha. Mas, ainda precisa aprender mais. E com uma professora diferente.
E foi entrando no banheiro. Ela era muito parecida com nossa amiga conhecida e que sabia morar naquela casa. Aninha, vendo meu espanto, foi logo dizendo.
- Edinho, essa é a Malu, irmã da Ida e que mora na capital desde que terminou a faculdade. Ela nos ensinou muitas brincadeiras.
Ato contínuo a Malu entrou no banheiro. Corpo esbelto, curvas maravilhosas...
Em um breve momento em que ficou de perfil para mim, pude observar que tinha uma bunda generosa, não era grande exageradamente, mas muito proporcional ao resto do corpo. Enfim, estávamos diante de uma bela mulher. E exalava um frescor, um perfume gostoso. Devia ter acabado de tomar banho.
Ela parou frente à porta box, dando espaço para a Aninha sair e logo após entrou no box, me encarando fixamente. Passou suas unhas grandes e bem cuidadas em meu rosto descendo pelo corpo, circulando meus mamilos que estavam duros. Sorriu, diante meu espanto e encanto. Ela sabia que era assim, causava impacto nas pessoas, principalmente nos homens. Ela tinha algo que não dá para explicar, segurança, poder, tudo junto.
Em seguida, foi baixando a minha frente, dizendo:
- Vamos brincar, gostoso? Primeiro eu te mostro o que sei e depois vc me mostra o que aprendeu, ok?
Tudo que ocorria diante de mim indicava que estava diante de uma chefe, a hierarquia era nítida. Só pela saída do box da Aninha cedendo seu lugar àquela mulher sem questionamentos, já dizia isso.
Ela chegou ao meu pau, pegou e exclamou:
- Vc soube escolher, putinha. Ele tem um belo pau. – falava com a Aninha, claro.
Depois completou:
- Veja só, escravo, isso que é um belo pau. Grosso assim, dá mais prazer, encosta nas paredes da buceta e faz gozar rapidinho.
Só naquele momento percebi a presença de outro rapaz no banheiro. Era um rapaz alto, magro, cabelo liso e escorrido. Estava só de cueca. Aninha estava ao seu lado, mas não se tocavam. Ambos observavam tudo em silêncio. Aninha transparecia seu tesão ainda - ou talvez até mais, latente.
Malu passou a língua na cabeça, circundando o pau e foi passando pela lateral do pênis, babando e gemendo. Acho que seus gemidos eram maus para mim do que por estar sentindo algo, já que era experiente e devia ter experimentado outros cacetes até maiores e mais grossos que o meu.
Mesmo assim, era prazeroso ver que agradava. Aumentava munha auto estima e não deixava baixar a guarda. Colocou todo o pau na boca e começou uma gulosa muito boa, semelhante à que Aninha fazia, mas mesmo assim diferente. Enquanto chutava, passava suas mãos nas minhas nádegas e puxava o saco, literalmente. As mãos nas minhas nádegas era para me firmar e puxar para junto dela.
Depois de muita felação e troca de olhares – ela sempre me encarando, talvez para ver minha expressão, se estava gostando ou não, ou talvez até para saber do que mais eu gostava, finalmente afastou sua boa de meu pau, levantou-se à minha frente e, se encostando parede do box, levantou um perna e me chamou com uma voz cativante:
- Agora está na hora de vc me mostrar o que aprendeu. Vem, coloca esse pau duro na minha xerequinha, vem...
Nem perdi tempo, segurei o pau com firmeza e entrei entre suas pernas. A cabeça roçava na xereca, eu estava atabalhoado, querendo muito mas não conseguindo penetrar. Então, ela me disse, calmamente:
- Calma, querido. Com jeitinho ele entra. Se acalme, temos a noite toda para nós. Quero provar muito ainda desse pau. Deixa te ajudar, mas primeiro, respire, expire, respire, expire... pronto, agora vamos fazer direitinho.
E pegou meu pau e encaixou nos grandes lábios, pedindo “vai, querido, me penetra, me dá uma prova desse caralho”. E o pau começou a deslizar apertado para aquela buceta maravilhosa, que embora tão experiente e com tantos fluidos, ainda apresentava certa resistência à penetração.
A cabeça rompeu a barreira e ela soltou um suspiro de satisfação. Relaxou e começou a mexer levemente os quadris, ajudando o pau a entrar ainda mais. Eu controlava a ansiedade e o desejo de me enterrar fundo naquela gruta, mas como Aninha havia dito, precisava aprender a curyir o momento, viver cada instante daquela experiência. Assim, comigo firmando o corpo e ela remexendo, o pau foi penetrando cada vez mais. Não acreditava mas sentia as paredes da vulva nas laterais do pau. Nem com a Aninha, menos experiente, sentira isso. Quando alcancei o limite, com todo o pau enterrado até o fim, comecei o entra e sai, no início meio frenético, mas logo ela tomou as rédeas e pediu: “Calma, amor, sem pressa. Deixa eu curtir cada instante e aproveite para se deliciar também. Não esqueça, temos a noite toda”. Controlando o ritmo ditado inicialmente por ela, fui retirando e metendo de novo, até o ponto de quase gozar. Então, num momento em que pensei que iria gozar, ela me afastou de seu corpo e disse: “essa foda merece um lugar mais confortável. Vamos para a cama” e foi me puxando para fora do box. Entramos no quarto e ela já deitou na cama me chamando para deitar ao seu lado. Começou a me beijar a boca, depois percorreu todo caminho como antes, até chegar ao meu pau. Chupou um pouco e depois foi engatinhando para cima de meu corpo até deixar nossos sexos parelhos. Pegou meu pau com sua mão esquerda e direcionou para sua fenda. A cabeça foi se alojando. Ela arfava e controlava a penetração, de modo que parecia uma eternidade completar finalmente. Com todo o pau dentro, ela parou, suando, respiração pesada. Eu quis começar o entra e sai, mas ela pediu: ”Calma, deixa eu descansar e aproveitar. Daqui a pouco te deixo me foder de jeito”.
Era um deslumbre para mim ter uma mulher daquelas pedindo para desfrutar de meu corpo e dos momentos vividos.
Aos poucos ela foi começando a levantar e descer, lentamente como em uma dança. Aquilo era gostoso demais. Depois de um tempo nesse ritmo, ela sentou totalmente, encostando sua pele com a minha e começou a mexer só com os quadris, ainda levantava e descia, mas só com a bunda subindo e descendo. Naquele ritmo, logo iria gozar, mas ela começou a tremer e gemer alto e ela começa a gozar intensamente. Aquilo me faz parar de pensar em mim e só fico curtindo seu prazer. Era intenso, forte, avassalador.
Após o gozo, ela deitou sobre meu corpo para ir escorregando davagarinho para o lado. Descansamos um pouco alguém que pudesse ver minha fisionomia naquele momento com certeza veria um sorriso de satisfação. Afinal, aquilo tudo não era para qualquer iniciante.