Parte 35: Lua de Mel em Porto de Galinhas – Paixão e Cumplicidade

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 908 palavras
Data: 03/04/2026 18:43:14

A viagem de lua de mel de Rufus e Sara começa com um voo tranquilo para Porto de Galinhas, um paraíso de águas cristalinas e areias brancas em Pernambuco. Eles chegam ao resort à beira-mar, um lugar romântico com bangalôs privativos e piscinas infinitas. Sara, às vésperas de completar 42 anos em maio, está radiante – loira com cabelos ondulados na altura dos ombros, magrinha mas com seios fartos que preenchem elegantemente o top, traços delicados no rosto ovalado, mas com ruguinhas sutis ao redor dos olhos azuis e da boca, marcas de uma vida vivida com intensidade. Aos 20 anos, Rufus a olha com admiração: "Você tá linda, amor… essa idade só te deixa mais sexy." Ela ri: "Ah, para… tô me sentindo uma garota de novo ao seu lado."

O primeiro passeio é pela praia principal, com Sara vestindo um biquíni azul-turquesa que realça sua pele bronzeada, o top apertado destacando os seios volumosos, e um short jeans curto mostrando as pernas finas mas tonificadas. Eles andam de mãos dadas pela areia fofa, conversando leve: "Lembra do nosso primeiro encontro? Eu nervosa, você todo confiante", diz ela. Rufus sorri: "E agora casados… melhor decisão da minha vida." Param para um coco gelado, rindo de piadas bobas sobre o casamento.

No segundo passeio, exploram as piscinas naturais de corais, um ponto turístico icônico – Sara em um maiô branco sem alças, tecido colado ao corpo magro, seios fartos quase transbordando, ruguinhas suaves no decote à mostra enquanto mergulham nas águas mornas. "Olha esses peixes coloridos… parece um sonho", comenta ela, flutuando ao lado dele. Rufus a puxa para um beijo: "Você é o meu sonho… te amo tanto." Conversam sobre planos futuros: "Quero viajar mais, e quem sabe filhos?", diz ele. Sara pisca: "Calma, garotão… tô quase nos 42, mas quem sabe?"

O terceiro passeio é um tour de buggy pela vila de pescadores e manguezais, Sara com um vestido solto floral, decote generoso expondo o colo, saia esvoaçante revelando as coxas ao vento. "Adoro essa brisa… me sinto viva!", exclama ela, vento bagunçando os cabelos loiros. Rufus dirige o buggy: "Você é viva, amor… e sexy pra caramba." Falam de memórias: "Lembro quando conheci você. Antes de vê-lo, sentia pena por saber que Gislaine o enchia de chifres. Mas quando te conheci, senti algo..." ela parou - "senti vontade de ensinar uma lição pra minha filha, mas mais que isso, vontade de dar pra você o que ela não dava. Não um sexo qualquer, mas um sexo de verdade... talvez, um sentimento de verdade." - ela para, reflete e apenas ri: "cara, eu me apaixonei por você muito rápido" e os dois caem na gargalhada juntos. E Rufus admite: "se não fosse a Gislaine, naquela primeira noite, eu já te namorava. E quanto mais tempo eu passava com você, mais eu te queria." Sara cora e sorri, olhando pra baixo. "Você é muito linda, sabia?" diz Rufus, levantando o rosto dela novamente, desacelerando o buggy. E eles se beijam, mas param rapidamente, para Rufus não bater em uma pedra que ele não percebera se aproximar. E riem juntos mais uma vez.

À noite, fazem um passeio romântico pela praia deserta, estrelas brilhando no céu. Sara em um vestido leve branco, seios fartos balançando suavemente, ruguinhas no rosto suavizadas pela luz da lua. Encontram um canto isolado atrás de dunas, e o tesão explode – ela o beija faminta, mãos na calça dele: "Me fode aqui, amor… rapidinho." Rufus a deita na areia, penetrando devagar na boceta úmida: "Ahh, delícia… minha gostosa." Sara geme: "Isso seria algo que a Gislaine faria… uma menina jovem, safada." Rufus acelera as estocadas: "Você é mulher suficiente pra essa doideira… e mais sexy que qualquer uma." Ela goza tremendo: "Ahh, obrigada… você sempre me joga pra cima, me faz sentir um mulherão foda. Graças a você, sei que sou." Eles se dão muito bem, rindo e se abraçando após o clímax rápido, areia grudando nos corpos suados.

Mas na última noite, no bangalô, Sara pede algo inusitado: "Amor… fode comigo me chamando de Gislaine de novo, como aquela vez." Rufus hesita, mas topa, deitando-a na cama king size: "Tá bom, Gislaine… toma pau nessa bocetinha deliciosa." Estocadas profundas em missionário, mãos nos seios fartos dela: "Ahh, rebola, Gislaine… delícia!" Sara grita ao gozar, pernas tremendo: "Ahh, sim… tô gozando, Rufus!" Fica extremamente excitada: "Amo ser chamada assim… me excita pensar que sou tão linda e gostosa quanto ela. Mas mais que isso, me mata de tesão saber que você ainda a ama e a deseja." Rufus ri, virando-a de quatro: "Você é minha mulher, Sara… mas se quer, toma mais, Gislaine… posso comer esse cuzinho agora?" Ela geme: "Ahh, delícia… me come, meu padrasto gostoso!" Ela então admite: "Te amo muito e com a Gislaine… aceito tudo..." Rufus provoca, em tom zoeiro: "Quando voltarmos, quer me ver foder a Gislaine na sua frente?" Sara revira os olhos, monta nele, cavalgando ritmada e com violência, seios balançando e o barulho da sentada sendo alto: "Pode ser agora… ahh, me chama de Gislaine!" Ele obedece: "Rebola assim, Gislaine… rebola no meu pau" Ela emula a filha nos trajeitos, rebolando mais solta: "Ahh, delícia! Come sua ex putinha enquanto minha mãe tá no mercado!" Enquanto eles dois gozam juntos, acabam também soltando gargalhadas misturadas aos gemidos: "Somos loucos… mas estamos na mesma sintonia, amor." - Rufus fala. Eles definitivamente estavam alinhados sexual e emocionalmente, o amor transbordando em cada toque.

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