— Hum, ainda está meio mole — comentou Beth, observando com malícia.
— É... mas coloca na boca e veja ele endurecer — respondi, desafiando-a.
Sem qualquer pudor ou hesitação, ignorando completamente a presença de Juliana, Beth envolveu meu membro com a mão direita. Seus dedos apertaram com firmeza enquanto ela iniciava um movimento rítmico, subindo e descendo com uma confiança provocadora. A cada deslize, senti o sangue pulsar com mais força; ele ganhava volume e rigidez sob o toque dela.
— É, está crescendo rápido... — ela murmurou, sentindo a mudança de textura. — Será que aguenta algumas sentadas?
— Quer experimentar? — provoquei, sentindo o prazer subir.
— Você vai deixar? — Beth rebateu com um sorriso audacioso, sem interromper o movimento viciante da mão, os olhos fixos nos meus enquanto sentia a ereção se completar.
Desviei o olhar para Juliana e a peguei em flagrante: ela estava com os olhos fixos, hipnotizada pelo que Beth fazia com a mão. Sorri com o canto da boca e provoquei:
— E a Juh? Tem coragem de fazer isso na frente dela?
— Eu estou bêbada... — Beth respondeu com um riso frouxo e audacioso. — Amanhã nem vou lembrar do que aconteceu hoje. Se você der conta e ela quiser participar, por mim não tem problema nenhum.
Senti o sangue ferver e o tesão atingir o ápice. Encarei as duas, deixando claro que o jogo tinha mudado:
— Se rolar, não vou ter pena de nenhuma das duas. Vai ser putaria completa.
Beth, então, virou-se para a filha com um olhar cúmplice:
— O que acha, Juh?
— Ah... se você topa, eu topo — Juliana confessou, a voz levemente trêmula. — Só de olhar já está me dando um tesão absurdo.
Ela mordeu o lábio inferior, sustentando meu olhar com desafio:
— Vamos ver se você aguenta nós duas.
Não esperei mais. Levantei-me e estendi as mãos; Beth segurou uma, Juliana a outra. Seguimos em um silêncio carregado de eletricidade até o quarto de hóspedes. Assim que entramos, Beth trancou a porta, mas parou por um instante, a mão ainda na maçaneta:
— A casa está bem fechada, Juh?
— Tá mãe, eu fechei toda ela.
Beth trancou a porta. Assim que ela se virou, não perdi tempo: segurei-a pela cintura e a joguei com força na cama. Ela caiu de barriga para cima, ofegante. No mesmo instante, puxei Juliana para mim, colando nossos corpos, e a beijei com ferocidade. Minha língua invadiu sua boca, explorando cada canto com uma fome que eu mal conseguia controlar. A ficha ainda não tinha caído: eu estava prestes a possuir mãe e filha.
Enquanto nossas línguas se entrelaçavam, minhas mãos subiram para a barra da camiseta de Juliana. Fui levantando o tecido devagar, sentindo a pele quente do seu abdômen. Ela ergueu os braços para facilitar e, centímetro a centímetro, o segredo se revelou: primeiro a curva da base dos seios, depois as aréolas rosadas e, por fim, os bicos rígidos de excitação. Tirei a peça por completo e a joguei longe.
Ao lado, Beth não perdia tempo. Ela se livrou do roupão com um movimento fluido, revelando-se completamente nua e magnífica. Enquanto eu voltava a devorar os lábios de Juliana, senti as mãos de Beth em mim. Ela despiu minha camiseta e, com uma pressa controlada, livrou-me do short e da cueca. Meu pau saltou, completamente pulsante e rígido.
Senti a mão de Beth envolver meu membro novamente, mas dessa vez me virei para ela, selando nossos lábios. O beijo de Beth tinha o gosto quente da cachaça e uma urgência madura. Enquanto eu explorava sua boca, senti Juliana se aproximar por trás, colando os seios nus nas minhas costas e distribuindo beijos úmidos pelo meu pescoço. A combinação daqueles dois estímulos — o toque de uma e o fôlego da outra — quase me destruiu; era um prazer que eu nunca havia experimentado.
A mão de Beth movia-se com uma lentidão torturante, explorando cada centímetro da extensão do meu pau, enquanto eu distribuía minhas mãos para suas funções finais. Minha mão direita mergulhou por dentro da calça de Juliana, encontrando sua intimidade já encharcada. A esquerda fez o mesmo com Beth, afundando os dedos entre seus lábios carnudos e úmidos.
— Aiii, isso... que delícia! — Beth gemeu contra minha boca, arqueando o corpo conforme meus dedos encontravam seu ritmo.
Interrompi o beijo em Beth e voltei minha atenção total para Juliana. Ao senti-la tremer sob meu toque, percebi que ela estava completamente entregue; naquela noite, não haveria limites. Minha língua invadiu a dela com uma agressividade possessiva, selando o pacto de que o pudor tinha ficado do lado de fora daquele quarto. Enquanto eu a devorava, Beth descia os beijos pelo meu peito, mantendo a mão firme e rítmica em meu membro.
Abaixei a calça de Juliana com urgência e, no segundo seguinte, abocanhei seu seio direito. Meus dentes roçavam levemente naquele bico rígido e suculento, enquanto minha língua explorava cada curva daquela carne firme.
— Aii, tio... calma! — ela soltou um riso nervoso, arqueando o corpo.
Beth, por sua vez, continuava sua trilha de beijos pela minha barriga até que, finalmente, sua boca envolveu meu pau por completo. O calor da garganta dela me fez perder o fôlego. Com um movimento bruto, terminei de arrancar a calça de Juliana, revelando sua intimidade rosada e perfeitamente depilada. Eu a joguei na cama, mas não subi; puxei-a pelas coxas até a beira do colchão e forcei suas pernas bem abertas.
Meu tesão era algo fora de controle, superando até a memória daquela transa insana com minha filha e minha irmã um mês atrás. Juliana escancarou as pernas, deixando sua flor totalmente exposta. Não hesitei: mergulhei o rosto entre suas coxas, atacando seu grelo com a língua. Eu alternava lambidas profundas nos lábios vaginais com sucções rápidas no clitóris, fazendo-a perder os sentidos.
— Caralho, tio! Calma... que delícia, seu puto! — ela gritava, as mãos cravadas nos meus ombros.
Enquanto eu trabalhava em Juliana, Beth pegou um travesseiro, jogou-o no chão para proteger os joelhos e se posicionou entre minhas pernas. O quarto foi tomado por uma sinfonia suja: o som úmido das minhas lambidas se misturava ao shuft-shuft das mãos e ao glop-glop profundo da boca de Beth devorando minha rola.
— Caralho, que rola dura... você está com muito tesão, Paulo — Beth murmurou, pausando o boquete por apenas um segundo para me encarar com os olhos brilhando.
— Muito — respondi com a voz rouca, sentindo que ia explodir a qualquer momento.
— Eu adoro isso... — ela sorriu e voltou a afundar a boca no meu membro.
— Caralho, tio... que língua gostosa! Puta que pariu! — Juliana gemia, as pernas tremendo.
Ficamos mais de dez minutos naquela entrega total. Uma trilha de baba escorria pelo canto da boca de Beth, que caprichava em um boquete extremamente úmido e barulhento; meu pau estava completamente encharcado. Decidi que era hora de elevar o nível e comandar a troca:
— Não queriam putaria? Pois hoje vocês vão ter o que pediram.
— Ah, é? — Beth desafiou, ofegante. — Quero só ver essa putaria.
Ordenei que Beth deitasse e abrisse as pernas. Juliana, sem perder o ritmo, tomou o lugar da mãe e assumiu o boquete. Com dois dedos, envolvi o grelo inchado de Beth e mergulhei a língua. Repeti o banho que havia dado na filha: minha língua percorria cada centímetro daquele bocoetão, explorando os lábios e castigando o clitóris. Minha saliva se misturou ao mel abundante que ela produzia, transformando a região em uma poça de puro prazer.
Juliana não ficava atrás, concentrada em um boquete delicioso. A cena era o caos perfeito.
— Que rola dura, tio... — Juliana murmurou, impressionada.
— Menos conversa, Juliana. Cai de boca nesse pauzão! — ordenei, e ela obedeceu de imediato.
Minha língua continuou maltratando a boceta de Beth por mais dez minutos. Antes de me levantar, notei que ela estava em um estado de excitação absoluto; sua xana estava tão encharcada que minha rola deslizaria ali sem qualquer resistência.
Levantei-me e, por pura maldade, puxei Juliana pelos cabelos para um beijo profundo. Fiz questão de que ela sentisse o gosto da própria mãe em minha língua. Ao terminar, dei um tapa leve, mas estalado, em seu rosto:
— Safada.
— Seu puto... — ela sussurrou, com o olhar carregado de desejo.
Fui para o centro da cama e me sentei, segurando meu pau que estava duro como rocha. A embriaguez estava sendo dissipada pela descarga de adrenalina e pelo tesão absurdo. Beth se ajeitou de joelhos à minha esquerda, enquanto Juliana se posicionou à direita. Puxei Beth — que agora eu via como muito mais que uma irmã — para perto e a beijei com força, enquanto Juliana atacava meu pescoço.
Fiquei nesse revezamento frenético, abraçado às duas, sentindo o calor de seus corpos nus contra o meu, até que Beth interrompeu o beijo, ofegante:
— Caralho... que tesão absurdo que eu estou sentindo!
— Caiam de boca! — ordenei, com a voz rouca de desejo. — As duas no meu pau, agora!
Beth e Juliana deslizaram pela cama em sincronia, como se estivessem hipnotizadas. Beth o engoliu primeiro, com uma profundidade que me fez arquear as costas, enquanto Juliana se concentrava em passar a língua quente pelas minhas bolas. Elas começaram um revezamento coreografado: quando uma subia para o boquete, a outra descia para os ovos, tomando o cuidado excitante de não cruzarem as línguas, mas deixando que o calor de uma completasse o da outra. O toque macio das glândulas sendo lambidas simultaneamente me fazia delirar.
— Puta que o pariu... — eu rosnava, sentindo o prazer me atingir em ondas.
Puxei Beth pelos quadris e dei a ordem:
— Faz um 69. Agora.
Beth, totalmente rendida, girou o corpo e sentou-se sobre o meu rosto, pressionando sua intimidade encharcada contra minha boca. Comecei a devorá-la com voracidade enquanto ela dividia meu membro com a filha.
— Isso, filha... chupa essa rola dura, chupa! Deixa a mãe ver — Beth incentivava entre gemidos, assistindo Juliana trabalhar no meu pau.
Eu me acabava naquele grelo enorme de Beth; ela estava ensopada, um mel espesso que inundava minha boca. Ficamos assim por longos minutos, até que decidi mudar o foco:
— Vem, Ju. Senta na minha cara também.
Beth se afastou, e antes que Juliana se virasse para o 69, eu a puxei para um beijo bruto. Vi quando ela passou a língua no canto da boca, saboreando propositalmente o gosto da mãe que ainda estava em mim. Assim que ela se virou e sentou, notei o contraste: o grelo de Juliana era menor, mais firme e rosado que o de Beth. Comecei a brincar com ele com a ponta da língua, explorando a polpa macia de sua xana.
O quarto era um festival de sons úmidos e confissões sujas:
— Caralho, mãe... você está engolindo o pau do tio inteirinho! — Juliana exclamou, maravilhada.
— Estou com muito tesão... — Beth devolveu, a voz abafada pelo meu membro. — Caralho, que rola gostosa! Se o seu pai souber disso, ele mata a gente.
A menção ao perigo só serviu para incendiar ainda mais o clima. Pedi que elas se levantassem um pouco e puxei Beth para um beijo, transferindo o gosto da filha para a mãe. Deitei-me novamente, e elas se posicionaram sobre mim, uma de cada vez, entregues aos meus beijos e carícias.
— Caralho, Paulo... eu estou ensopada — Beth confessou, ofegante, os olhos nublados de luxúria.
— Está gostando? — perguntei, observando o estado das duas.
— Precisa mesmo perguntar? Até a bebedeira passou.
— Querem parar?
— Não! — Beth respondeu por instinto, olhando para a filha. — Você quer parar, Juliana?
— De jeito nenhum, mãe — Juliana garantiu, com um sorriso malicioso, pronta para o que viria a seguir.
— Olhem bem... não vai ter mais volta a partir daqui — alertei, encarando as duas com seriedade.
— Eu sei. Vamos logo, eu quero isso — Beth respondeu, decidida.
— Eu também quero — Juliana ecoou, sem um pingo de hesitação.
Naquele momento, qualquer resquício de moralidade ou noção que eu ainda tinha desapareceu. Levantei-me e tomei as rédeas. Puxei Beth, deixando-a de barriga para cima no centro da cama. Em seguida, guiei Juliana pelas mãos, fazendo-a deitar sobre a mãe, corpo a corpo, rosto a rosto. As bocetas se tocaram, pele com pele, criando uma simetria perfeita.
— O que você vai fazer, tio? — Juliana perguntou, ofegante.
— Vou chupar as duas ao mesmo tempo.
Elas se ajeitaram em uma sintonia impressionante. Como tinham estaturas parecidas, os seios se esmagavam uns contra os outros e as intimidades ficaram coladas. Comecei por baixo, lambendo a base da boceta de Beth, e logo subi a língua para atingir Juliana. Parecia que eu estava saboreando o sorvete mais caro do mundo, deslizando a língua bem no meio da polpa de cada uma, querendo distinguir o gosto da mãe e da filha antes da foda começar de vez.
Os gemidos vieram em uníssono:
— Ainnn...
— Ainnnnn...
Intensifiquei as línguaradas, sentindo o calor que emanava daquele encontro. Foi quando vi as mãos de Beth descerem e segurarem as nádegas de Juliana, afastando-as com força para deixar o cuzinho da filha em evidência. Entendi o sinal imediatamente. Minha língua abandonou a umidade da frente e mergulhou nas pregas apertadas de Juliana.
— Aii, mãe! — Juliana exclamou, arqueando as costas.
— Tá gostoso, filha? — Beth perguntou, com a voz embargada.
— Muito! Puta que o pariu...
— Se o seu pai souber, ele nos mata — Beth lembrou, mais para se excitar do que por medo.
— Verdade... então é bom aproveitar. Vai que a gente só tenha esse momento.
— Sim... esse momento é nosso. Só nosso.
Beth começou a acariciar o rosto da filha com uma ternura pervertida. Antes que o clima mudasse, ordenei que trocassem de posição. Juliana deitou de costas e Beth montou sobre ela. Agora era a vez de Juliana usar as mãos para abrir a bunda da mãe, revelando aquele cu escuro e convidativo. Minha língua foi de encontro às pregas de Beth sem piedade.
— Aiiiiiin, caralho! — Beth gritou, perdendo a linha.
Minhas mãos encontraram as de Juliana, entrelaçando nossos dedos enquanto eu trabalhava com vigor no rabo de Beth.
— Aii, filha... caralho!
— Tá com tesão, mãe?
— Nossa, muito! Seu tio está dando línguaradas no meu cuzinho... — Beth confessou, entregue ao prazer mais primitivo.
— Que delícia... — murmurei, sentindo o mundo girar.
Fiquei bons minutos ali, enquanto mãe e filha se encaravam em um transe de luxúria pura. Minha língua começava a cansar, e meu pau implorava pelo calor de uma das duas. Lá fora, o som dos passarinhos indicava o amanhecer, mas dentro daquele quarto o tempo havia parado. O fato de serem minha irmã e minha sobrinha injetava uma dose de adrenalina proibida que me deixava completamente fora de si.
Levantei-me e fiquei de joelhos na cama. Fiz Beth se deitar ao meu lado e Juliana se posicionar sobre ela, corpo a corpo. Coloquei meu membro entre os dois rostos e elas não hesitaram: as duas línguas atacaram simultaneamente. Beth alternava entre o corpo do pau e as bolas, enquanto Juliana dava um "talento" voraz na glândula.
Em um movimento brusco, retirei o pau. As línguas de mãe e filha se encontraram no ar, entrelaçando-se por acidente. Elas pararam na hora, um instante de hesitação e choque percorrendo o olhar de ambas. Sorri com malícia e devolvi o pau ao centro; elas voltaram ao trabalho, mas o clima tinha mudado. Quando retirei novamente e as línguas se cruzaram pela segunda vez, vi a mão de Beth descer e dar um apertão possessivo na bunda da filha.
— Não querem rola? — provoquei. — Quem lamber mais gostoso vai ser a primeira a ser comida.
Juliana reagiu de imediato, engolindo meu pau com força enquanto eu segurava sua cabeça e ditava o ritmo. Uma baba espessa começou a escorrer pelos cantos da boca dela. Notei que as unhas de Beth estavam cravadas nas nádegas de Juliana, e comandei:
— Abre a boquinha, Beth. Deixa a baba dela cair em você.
Beth obedeceu, hipnotizada, recebendo o fluido da filha diretamente na boca. Juliana começou a se esfregar, roçando sua intimidade encharcada na coxa de Beth enquanto continuava o boquete. A cena era um caos de mãos, coxas e fluidos. Retirei o pau da boca de Juliana e mergulhei em um beijo profundo com Beth, dividindo aquela mistura de baba e desejo.
Fiz Beth subir mais na cama e posicionei Juliana em cima dela, mas em posição invertida. Puxei as pernas de Juliana, forçando as duas bocetas a se tocarem, colando um grelo no outro. Juliana deitou-se de costas, com os cabelos pendendo para fora da cama, enquanto as duas seguravam as pernas uma da outra em um emaranhado de carne.
Encaixei-me para um 69 com Beth. Enquanto ela recebia meu pau e eu sentia sua boca quente, minha língua trabalhava nas duas bocetas coladas. Eu me lambuzava naquele encontro de "méis" diferentes, sentindo o calor pulsante de mãe e filha fundidos em um só, enquanto minha mão livre apertava os seios de Juliana. Eu estava mergulhado em um mar de perversão.
— Caralho, que tesão!
Embora estivesse no meu limite, eu não conseguia parar. Usei as mãos para selar o contato definitivo: segurei os grelos de mãe e filha, colando-os um no outro, e comecei a brincar com aquela união. Beth, em um surto de luxúria, puxou Juliana com força pelas pernas, e as duas bocetas começaram a se roçar freneticamente. O movimento, que começou tímido, logo se tornou um atrito violento de pele contra pele.
— Ainnnn... — o gemido das duas soou em uníssono.
Olhei para Juliana e vi sua expressão de entrega total, mordendo os lábios com força. Levantei-me, deixando que elas continuassem sozinhas por um instante. O estalo úmido daquelas duas intimidades se chocando era o único som no quarto. Quando Juliana finalmente se afastou para levantar, um fio prateado de lubrificação se esticou entre ela e a mãe antes de se romper. O tesão as consumia por inteiro.
— Nossa... eu estou me tremendo toda — confessou Juliana, ofegante.
— Quer parar? — Beth perguntou, desafiando a própria sanidade.
— Não, mãe... e você? — Juliana rebateu, ajeitando o cabelo enquanto o suor brilhava em seu corpo.
— De jeito nenhum. Estou adorando essa brincadeira.
A luz do amanhecer começava a denunciar a noite de pecado, mas Juliana não estava pronta para encarar a realidade. Ela fechou as janelas, desceu o blackout e desligou cada luz indicadora de eletrônicos. O quarto mergulhou em um breu absoluto; era como se o mundo tivesse deixado de existir.
Deitei-me ao lado de Beth no silêncio denso. Ouvi o roçar de lençóis e os passos suaves de Juliana voltando para a cama. Ela foi se arrastando sobre nós, o calor do seu corpo jovem tateando o escuro até encontrar o meu. Minha mão buscou sua bunda no escuro e ela sussurrou:
— Acho que estou no meio de vocês dois...
— Sim... sinto seus seios contra o meu corpo, filha — Beth respondeu, a voz carregada de uma vibração elétrica.
— Está tão escuro que parece que o que fizermos aqui ninguém nunca verá — Juliana disse, antes de selar seus lábios nos meus.
Nossas línguas iniciaram uma batalha feroz na escuridão. Sem a visão para nos distrair, o sabor e a textura de Juliana pareciam dez vezes mais intensos. Foi quando ouvi o sussurro de Beth, como um aviso proibido:
— Shiiii... filha...
Aquele alerta da mãe só serviu para incendiar Juliana ainda mais. O beijo dela se tornou predatório, profundo, como se quisesse me engolir por inteiro no vácuo do quarto. Ao lado, ouvi os gemidos curtos e abafados de Beth, que se masturbava ou apenas reagia ao calor do momento:
— Aiiiiiinnnn... shuuu...
— Caralho, que tesão! — Juliana soltou contra minha boca, completamente perdida no escuro.
O som de carne contra carne preencheu o silêncio do quarto. Juliana, em um surto de audácia, mergulhou a mão na boceta da mãe, provocando em Beth gritos de um prazer quase agônico. Era o ápice que eu buscava: uma putaria desenfreada, onde cada tabu era quebrado sistematicamente. Abaixei-me e abocanhei o seio de Juliana, enquanto o som rítmico do shuft-shuft das mãos dela na mãe ficava mais intenso.
— Está encharcada, hein, mãe! — Juliana provocou, a voz falhando.
— Estou, filha... muito! Não para, continua... — Beth suplicava, arqueando as costas.
A tensão estava tão alta que a escuridão já não bastava; elas queriam ver o que estava acontecendo. Juliana levantou-se e abriu uma fresta da cortina. A luz pálida da manhã invadiu o quarto, revelando os corpos suados e avermelhados. Ela voltou para a cama, arrastando-se sobre nós até colar sua boca na minha em um beijo feroz. De repente, Juliana retirou a mão da boceta de Beth e a levou diretamente aos lábios da mãe:
— Sente o gosto, mãe... sente...
Beth arregalou os olhos, mas não hesitou: começou a lamber os dedos banhados no próprio mel, enquanto me encarava. Aquele gesto foi o estopim. Posicionei Juliana sobre Beth e direcionei meu pau para a entrada da minha irmã. Ela estava ensopada; entrei como manteiga em uma frigideira quente. O calor interno era absurdo. Comecei a estocar devagar, saboreando a resistência mínima daquela boceta larga e acolhedora.
— Ainnn... isso... que delícia! — Beth gemia, apertando os lençóis.
— Isso, tio! Fode a minha mãe... fode ela bem gostoso, ela está precisando! — Juliana incentivava, vibrando com cada movimento meu.
Aumentei o ritmo, e o som de plaft-plaft das nossas pelos se chocando ecoava no quarto. Dei tapas estalados na bunda branca de Juliana, que assistia de camarote as caretas de prazer que a mãe fazia a cada estocada profunda. Após alguns minutos de uma foda intensa, retirei o membro, subindo o corpo para encontrar o alvo seguinte.
Mirei na Juliana. Diferente da mãe, ela era apertada, oferecendo uma resistência deliciosa que exigiu um pouco mais de jeito. Forcei a entrada lentamente, sentindo o caminho se abrir até que meu pau estivesse totalmente enterrado nela.
— Puta que o pariu! — Juliana soltou um grito agudo, os olhos revirando.
Comecei a fodê-la com calma, sentindo a pressão daquela carne jovem me apertar. Os corpos de mãe e filha, agora colados e brilhando de suor, moviam-se em um ritmo só. À medida que eu acelerava, o lubrificante natural delas facilitava o deslize, e o quarto foi tomado pelos gritos de prazer de Juliana, que ecoavam como um hino de libertinagem.
— Awwnnn... awwnnn... tio!
Acelerei o ritmo, sentindo Juliana apertar as coxas com força enquanto Beth segurava o quadril da filha para dar mais firmeza ao movimento. O sexo era visceral. Os rostos de mãe e filha ficaram a milímetros de distância, as respirações se misturando, mas sem chegarem ao beijo, mantendo aquela tensão proibida no ar. Meu pau batia no fundo daquela boceta deliciosa por mais de dez minutos, até que decidi mudar o jogo.
— Levantem. Agora! — ordenei.
Deitei-me na cama e as posicionei. Juliana sentou-se sobre o meu rosto, abafando meus sentidos com sua intimidade molhada, enquanto Beth, de costas para mim, desceu lentamente até engolir meu pau por inteiro com sua boceta larga.
A cama rangia sob o peso da foda. O som de plaft-plaft-plaft ecoava enquanto Beth cavalgava com fúria, subindo e descendo com uma autoridade que só ela tinha. Eu estava mergulhado no mel de Juliana, sentindo cada contração dela enquanto ela comandava:
— Aiiii, tio... que delícia! Chupa, vai... chupa tudo!
Ao mesmo tempo, minha irmã sentava com tanta força que o impacto vibrava em mim. Ela soltava a voz, sem qualquer pudor:
— Caralho... que rola gigante! Você está acabando com a minha boceta, Paulo!
Invertemos. Agora era a vez de Beth sentar no meu rosto e Juliana assumir o comando do meu pau. Minha sobrinha rebolava com uma malícia que me fazia fechar os olhos e segurar o gozo, que pulsava perigoso na base do membro. Enquanto isso, minha língua trabalhava fundo no interior da minha irmã, saboreando cada gota do seu prazer.
Finalmente, decidi pela posição mais primitiva. Coloquei Beth de quatro na beira da cama e aterrei meu pau nela com uma estocada só. Enquanto eu a possuía por trás, Juliana postou-se ao meu lado, colando seu corpo suado no meu e me beijando com urgência.
— Está gostando de comer a minha mãe, não está, tio? — Juliana sussurrou entre os beijos.
— Ela é uma delícia... — respondi, sem diminuir a força das estocadas.
— Eu sei que é... é a minha mãe — ela rebateu, com um olhar que misturava orgulho e luxúria.
Revezamos uma última vez. Agora era Juliana quem estava de quatro, oferecendo sua bunda empinada e sua boceta apertada para mim. Beth ficou ao meu lado, observando com atenção cada detalhe da minha rola entrando e saindo da filha. Segurei o quadril de Juliana com firmeza, sentindo a pele quente e úmida, enquanto Beth guiava meus movimentos e sussurrava palavras sujas no meu ouvido...
Até que a Juliana começou a gritar com uma intensidade visceral, perdendo o fôlego, até que senti as paredes dela se contraírem violentamente em volta do meu membro.
— Aiiiiiiiiiiiiiii! — o grito dela ecoou, agudo e definitivo.
Ela desabou. Suas pernas tremiam incontrolavelmente e a respiração era tão ofegante que parecia que ia passar mal. Mas o ritmo não podia parar. Puxei Beth e a coloquei na posição de "frango assado", com as pernas dobradas e abertas ao máximo. O cansaço já pesava em meus ombros; estávamos há horas naquela maratona de prazer.
Meu pau foi engolido mais uma vez por aquela imensidão quente. Juliana, ainda recuperando os sentidos, virou o rosto no travesseiro e ficou assistindo, em silêncio, eu possuir sua mãe. Aumentei a velocidade e a força; o som das estocadas era seco e bruto. Beth, mais contida que a filha, mas não menos excitada, sussurrava:
— Fode essa boceta... fode, Paulo!
Minhas bolas batiam contra a pele dela a cada impacto profundo. Eu a estocava com tudo o que me restava, até que ela arqueou o corpo e cravou as unhas nos meus braços.
— Vou gozar! Vou gozar, Paulo!
Apertei o passo até sentir a contração final. A intimidade dela ferveu, apertando meu pau em um espasmo térmico absurdo. No limite, retirei-me e descarreguei tudo sobre a barriga dela, vendo o rastro do meu prazer brilhar sob a pouca luz que entrava no quarto.
— Caralho... estou exausta — Beth murmurou, fechando os olhos.
Deitei-me entre as duas. O silêncio que se seguiu durou mais de trinta minutos, preenchido apenas pelo som das nossas respirações voltando ao normal, até que o sono nos venceu. Acordamos por volta do meio-dia e fomos para o banho juntos. Para minha surpresa, não houve peso na consciência. Nem da minha parte, nem da delas. Agíamos com uma naturalidade desconcertante, como se aquela noite de excessos fosse apenas um segredo bem guardado entre cúmplices.
Nossa sorte foi a rapidez. O namorado de Juliana, que chegaria às 19h, apareceu às 14h. Naquele momento, a casa já estava impecável; cada resquício de suor, fluidos e luxúria havia sido apagado.
Antes de pegar a estrada de volta para São Paulo, puxei Beth de canto e perguntei se ela manteria o plano de me visitar em maio. Ela sorriu, um brilho cúmplice no olhar, e confirmou: estava tudo certo. A contagem regressiva para o próximo encontro já havia começado.