A vingança nunca é plena

Um conto erótico de Ana Atrevida
Categoria: Grupal
Contém 7394 palavras
Data: 27/04/2026 09:59:54

A VINGANÇA NUNCA É PLENA.

Me chamo Ana, Ana atrevida para os íntimos.

Já faz um tempo que não escrevo meus contos, andei com problemas e espero que meus leitores entendam. Não vou falar destes meus problemas, ainda mais que eles já acabaram.

Mas indo ao relato de uma nova história, uma lembrança esquecida e que acabou povoando minhas memórias e resolvi relatar.

Antes de meu casamento, bem antes de tudo que já relatei, eu era noiva do meu ex-marido. Todos já sabem bem da história que ocorreu entre nós e o término do nosso casamento.

Eu ainda na casa dos 20 anos, noiva e sem muita experiência de vida, confiava demais nas pessoas, da mesma forma que confiava em meu noivo também confiava em minhas amigas, parentes e toda pessoa que fazia parte da minha vida.

Pedro e eu vivíamos na expectativa de nosso casamento. Tudo que fazíamos era preparar para a nova vida, juntar dinheiro para as despesas e a vida ficou muito conturbada. Além disto tinha a nossa vida com a família e o nosso trabalho. Eu, desde nova já trabalhava com educação e Pedro nesta época era representante comercial e viajava constantemente. Depois acabou trabalhando por conta própria em outro ramo de negócio. Às vezes ele ficava fora por vários dias. Teve viagens que duraram 2 ou 3 semanas.

Foi durante uma destas viagens que uma amiga minha me disse algo que momentaneamente destruiu minha vida, acabou com a minha ilusão.

Ela me disse que o namorado dela estava em uma viagem (era caminhoneiro) e disse ter visto Pedro com uma mulher em um restaurante a beira da estrada, em uma situação que não gostaria de dizer. Em suma, ele disse que ela estava sentada no colo dele, os dois embriagados e aos beijos.

Quando ela me disse isto, o chão abaixo de mim se abriu e me senti com em queda até o inferno. Eu me senti mal, quase desmaiei com a notícia e após algum tempo, fiz algumas perguntas querendo saber mais do caso. Então ela me disse que ele tinha visto ele nesta situação na BR tal e perto da cidade tal. (não vou dar detalhes de onde e nem quando isto teria ocorrido isto não é relevante para a história).

Eu convicta de que era tudo verdade, senti-me tomada de ódio e tristeza. Logo Pedro? Dizia que me amava e que eu era a pessoa mais importante na vida dele.

Fui para casa com a cabeça revirada e chorei muito por uma noite toda. Ele telefonou para mim, mas fiz questão de não responder. Não havia como conversar com ele.

Durante a madrugada, magoada e ainda chorando muito, prometi que ia dar o troco. Eu tinha que me vingar dele, e não seria qualquer vingança. Um ditado diz que a vingança é um prato que se serve frio e bem temperado. Eu só não tinha um plano, uma ideia do que fazer, não era esperta o suficiente para tramar algo assim. Sabia que queria me vingar e que faria isto a qualquer custo.

Durante dois dias minha mente só pensava em como dar o troco, de maneira colossal.

Fui conversando com minhas amigas, sem dar muito a entender do quê pretendia e o motivo disto. Não falei nada disto para a pessoa que me contou o caso. Achei prudente dela não saber nada do que eu tinha em mente.

Em conversa com uma amiga que também trabalhava na mesma escola que eu ela me disse que conhecia um sujeito que meu noivo não se dava bem. Ela chegou a dizer que uma vez os dois quase saíram nos tapas. O rapaz em questão também não ia com a cara do meu noivo. Pensei, é a pessoa certa para meu plano de vingança. Ainda mais se Pedro tomar conhecimento, coisa que achei lógico de acontecer já que a pessoa também não gostava dele, seria muito provável de contar para alguém.

Mesmo sendo um plano ardiloso e com risco de meu nome cair na boca do povo, fui em frente e comecei a pesquisar sobre o tal amigo. Seu nome é Miguel (fictício, logico). Descobri onde trabalhava e onde gostava de ir, bares e tudo mais. Eu tinha que dar um jeito de me aproximar dele, me insinuar e fazê-lo vir até mim, sem contudo chamar demais a atenção. Tinha que parecer o mais natural impossível. Quando realmente vi o Miguel vislumbrei meu plano dando certo, ele é lindo demais. Muito mais bonito que meu noivo. Neste caso seria mais fácil suportar ter envolvimento com ele, melhor do que com um cara feio. Já que meu plano não incluía o prazer e sim a vingança, mas como dizem que mal há unir o útil ao agradável?

Numa sexta-feira, quando meu noivo Pedro estava em nova viagem, me arrumei o melhor possível e fui a um bar sozinha, sabendo que Miguel sempre ia lá. Com sorte acabaria nos encontrando. Só não tinha bolado um modo de me aproximar dele, meu plano era sentar-me sozinha em algum lugar que seria percebida, notada. Assim fiz, sentei a uma mesa que todos que entravam podiam me ver. Sozinha e com aliança de noivado à minha mão direita bem nítida. Na minha mente era o meio mais explícito de me expor. O tempo foi passando, 21 horas, 22 horas e quando eu já estava pensando em ir embora, eis que o Miguel entra, acompanhado de dois rapazes e uma moça.

Ao entrar, ele me viu sozinha e rapidamente correu os olhos pelo salão do local, talvez buscando ver alguém, no caso meu noivo. Eu não tinha certeza, mas ele conhecia Pedro bem e sabia que eu era noiva dele. Notei a inquietação dele ao me ver sozinha. Ele deve achar que Pedro está aqui comigo, tipo no banheiro. Deve achar que vai ter problema se os dois se encontrarem.

Ao passar pela minha frente ele me lançou um olhar meio que investigativo, como se me perguntasse: “Onde está seu noivo?”

Eu devolvi o olhar, mas de forma discreta coloquei o canudo da bebida em minha boca de uma forma nada habitual, quase sexy, lambendo primeiro o canudo para depois por na boca.

Ele notou isto e eu pensei, o peixe está mordiscando a isca. Pedi mais uma dose do meu drink predileto. (Para quem não leu meus contos ainda, meu drink é vodka com limão, gelo e soda).

Já tinha feito contato visual, agora era dar tempo e aguardar para ver se ele toma a iniciativa. Resolvi demorar bem mais do que habitualmente fico na rua. Observava o local onde eles estavam sentados, e via a moça com um dos rapazes se beijando constantemente, logo pensei ser a namorada dele. O outro conversava com Miguel que não prestava atenção. Ele estava observando a minha mesa. Eu já imaginava o que poderia estar passando a mente dele e resolvi encarar, fixar meu olhar nele para ver se algo mudava. Ele então passou as mãos pelos longos cabelos. Ele é moreno e bem forte, bem mais alto que meu noivo. Ao passar as mãos pela cabeleira, notei que olhou diretamente para mim e fez uma cara como se perguntasse-me algo. Resolvi arriscar e acenei de volta movendo os lábios como se respondesse: “Você me perguntou algo?”

Ficamos neste joguinho de olhares por mais de meia hora, e eles levantaram para ir embora e eu pensei: pronto, não vai dar em nada.

Esperei que passassem por minha frente, discretamente olhei para ele ainda à distância, novamente pus o canudo em minha boca, repetindo o ritual. Eu tinha que chamar a atenção dele para completar minha vingança.

Ele percebeu bem minha intenção e assim que passou bem a minha frente fez um sinal para eu ir fora do bar. Pronto, parte do plano está dando certo. Paguei minha conta e tratei de sair dali, como se nada houvesse acontecido.

Quando cheguei ao carro que eu estava (do meu pai), ele me chamou: ‘Ei, você. Espera um pouco’. Eu na hora tremi, mais medo do que tudo, nunca havia feito algo assim. Sexo já tinha com meu noivo, mas foi só. Estava completamente cega pelo desejo de vingança, só não sabia como ia acabar.

- Notei que você estava sozinha no bar, está tudo bem? Disse ele ao se aproximar de mim.

-Sim. Estou bem e você?

- Desculpe-me a falta de modos, mas você não é a noiva do Pedro?

- Verdade, sou a noiva dele, pretendemos nos casar no próximo ano.

- Novamente me perdoe, mas o que faz a esta hora sozinha?

- Ah eu queria sair um pouco, a rotina do pre-casamento ocupa demais a gente né? Então pensei em sair para esvaziar a mente, descansar mesmo. Mas meu noivo viaja muito. Então vim sozinha mesmo, não achei companhia de ninguém.

- E vai voltar sozinha para casa?

- Bom este é meu plano. Nesta hora eu soltei um risinho meio malicioso, mas posso jurar que foi totalmente sem pensar. Eu estava nervosa.

- Desculpe-me novamente a minha falta de educação, me chamo Miguel. Posso saber o seu nome?

- Você não sabe meu nome? Me chamo Ana. Se eu te fizer uma pergunta me responderia com sinceridade?

- Sim. Claro. Pergunte o que desejar?

- Tá bom. E verdade que você e meu noivo não se dão bem?

- Sim. É verdade. Temos um assunto não resolvido. Se quer mesmo saber tem a ver com ele ter invadido a área de comércio de um parente meu e eu fui falar com ele. Me tratou com total ignorância e tive vontade de massacrar a cara feia dele. Não fiz por que uns amigos meus não deixaram. Mas foi só isto.

- Ahh. Pensei que seria outros motivos, mas deixa para lá. Agora preciso ir embora. Já está tarde.

- Ana, este é seu nome né? Deixe agora eu te fazer uma pergunta?

- Sim. Pode fazer.

- Eu estou pensando o motivo de você ter vindo sozinha e a gente acabar tendo um certo flerte, troca de olhares sabe? Ana, não sou bobo e acho que algo você deseja. Estou errado?

- Rss. Você me deixou sem graça agora tá. Não sei dizer ao certo mas sim, você está de certa forma certo. Te achei interessante.

Novamente ri de nervosismo, apesar de querer vingança não posso deixar de dizer que ele é realmente um gato e estar conversando com ele sozinha estava mexendo comigo de todas as formas. Em minha mente eu me envolveria com ele para completar meu plano. Olhando mais a frente, vi que os dois amigos e a moça estavam esperando por ele.

- Olha Miguel, não quero te prender aqui tá? Acho que seus amigos estão te esperando.

- Ah sim. Desculpa, me esqueci deles momentaneamente. Nós vamos para a casa do Wander, ver filmes e tomar umas. Fim de noite. Amanhã não temos nada para fazer mesmo. Você tem algo para fazer amanhã cedo?

- Não, não tenho nada para fazer amanhã. Nada de importante né?

- Então, quem sabe não quer vir conosco. Lá não tem ninguém que vai nos incomodar. Não gostaria de vir com a gente?

- Mas eu nem conheço eles, nem tampouco te conheço.

- Mais um motivo, conhecer gente nova. Acho que vai gostar da Roberta, uma moça muito legal. Meus amigos também são muito gente boa.

Meu plano corria mais rápido agora do que eu mesma desejava. Acho que se quisesse completar precisava aproveitar a oportunidade. Talvez não tivesse outra chance como esta. O problema é que agora tinha mais 3 pessoas envolvidas e meu plano so incluía o Miguel.

- Tá bom. Eu aceito o convite, mas eles não vão achar ruim?

- Bobagem, como disse são gente boa. Quanto a isto pode ficar tranquila.

- Mas como vamos fazer, vocês estão num carro só? Eu estou no carro do meu pai.

- Vamos fazer assim, os 3 vão no meu carro e você me leva no seu, assim te mostro o caminho. Lá tem lugar para estacionar.

Assim fizemos, eu no meu intuito vingativo, levava o inimigo do meu noivo. Estava tudo indo no sentido de completar meu plano, vingar a traição do Pedro transando com seu inimigo. Nada poderia ser pior para ele. A única coisa que eu não sabia como fazer era: como transar com Miguel sem que chame a atenção dos 3 amigos dele? Minha cabeça rodava, seria na casa mesmo, no carro do meu pai, na garagem da casa, ou a gente ia para um motel? De toda forma em minha mente eles ficariam sabendo, fosse onde fosse, acontecesse o que acontecesse. Eu estava muito nervosa, sentia uma tremedeira interna que deixava minhas pernas bambas. Como também havia bebido uns drinks a mais, pedi gentilmente que ele guiasse o carro até a casa do amigo. No caminho fiz questão de deixar minhas pernas mais afastadas uma da outra. Uma ficava mais próxima dele o possível. Era tipo pedindo para ele tentar me tocar.

Sabe Miguel, deixe-me saber mais de você. Tem namorada?

- Não, Sem namorada por enquanto.

- Posso te perguntar mais uma coisa?

- Sim, pode sim Ana.

- O que você sentiu quando me viu sozinha no bar? Lasquei esta pergunta para tentar descobrir se ele estava interessando em mim.

- Olha, eu conhecia você por ser noiva dele. Então imaginei que ele estivesse lá também. Tentei me certificar disto para evitar qualquer coisa sabe? Daí vi que estava sozinha. Pensei: o que ela faria aqui sozinha. E quando você me olhou com o canudo na boca, me perdoe a indiscrição, tive a plena certeza que você se insinuou para mim. Foi isto que passou pela minha mente naquela hora. Depois quando estávamos nos olhando, tive a nítida certeza que realmente você estava interessada. Corrija-me se estou errado.

- Errado você não está, ao todo não. Não nego que me chamou muito a atenção. Mas como sabe sou noiva e não posso me dar ao desfrute.

- Bom. A pergunta agora não é se você pode ou não pode. É saber se estava interessada, e em que realmente.

- Assim você me deixa constrangida, sem graça. Você sabe bem não é?

- Você acha que corre algum risco então de ir até a casa de meu amigo, junto comigo e eles? Por quê, se está interessada, devo lhe dizer que eu também senti interesse em você. Não pelo fato de ser noiva dele ou não. Achei você uma moça muito interessante. Pretendo respeitar sua situação, se é isto que deseja.

- Olha, eu aceitei vir não foi? Sei que corro risco sim. Eu bebi um pouco, estou mais solta que o normal. E você é um homem muito atraente. Então risco sempre tem.

- Quer então voltar para casa?

- Definitivamente não, Miguel.

Chegamos a casa do amigo dele, muros bem altos e o portão estava aberto. Miguel entrou com o carro e eles fecharam o portão. Não havia ninguém na casa, além de nós 5. Foram e me levaram para o interior. Em uma sala grande e com uma tv de tamanho enorme frente a um grupo de estofados. No meio da sala um tapete bem felpudo. Eu pensei na hora. Bem sugestivo isto tudo.

Pegaram uma garrafa de whisky, serviram a todos e eu resolvi provar. Não sou muito chegada em bebida tão forte, mas quis me sentir poderosa nesta hora.

Colocaram um filme e para minha surpresa era um filme erótico. Fiquei meio sem graça e apagaram as luzes, acho que não deram a mínima para minha presença, creio que sempre faziam isto.

Sentei-me no canto de um sofá em frente a tv e me mantive firme. O filme tinha duas mulheres e nesta hora as duas tomavam banho juntas, rindo e se esfregando embaixo do chuveiro.

A Roberta nesta hora já estava embolada com um amigo de Miguel, ele sentado ao meu lado. Notei que ele não prestava atenção ao filme, ficava fitando o que ocorria ao redor, e seu amigo bebia goles de whisky e, a cada cena mais quente no filme dava um gritinho tipo, vai lá! Miguel estava bem próximo de mim, acho que ele conseguia sentir minha respiração mais forte. De repente ele me falou: Esta tudo bem, Ana? Quer dar uma volta pela casa? Eu assenti que sim e ele me pegou pela mão, seu copo de whisky na outra e saiu me puxando para um lugar longe daquele filme. Ele viu que aquilo não era o que eu pensava.

- Não curte filme erótico? Nunc a viu?

- Já vi sim, mas não na frente de muita gente né?

- Ah tá, e foi no motel com seu noivo?

- Sim. Foi.

- Bacana. E você já foi com outro pro motel?

Fiz silencio nesta hora, caminhamos até o jardim que fica nos fundos da casa. Não respondi a última pergunta que ele me fizera. Preferi deixar que ele ficassem em dúvida.

- E se eu te perguntar uma coisa Ana, me responde?

- Sim. Claro.

- Quer ir pro motel comigo?

Meu plano está quase finalizado, basta dizer que sim.

- Nossa Miguel, não sei o que responder.

Mal acabei de dizer e ele se projetou em minha direção e beijou minha boca, um beijo meio chupado, sem língua. E como sugasse meus lábios.

Eu fiz que tinha ficado sem graça, não poderia dar a entender a ele que meu plano era trair por vingança, não por tesão.

- Nossa Miguel, me desulpa tá, não esperava isto, deste jeito.

- Ana, a quem pensa que estamos enganando? Não era arriscado vir? Você veio. Agora se quiser eu posso te levar para casa, ou te seguir no meu carro por sua segurança. Ou então você fica. Você escolhe o que deseja Ana. Mas saiba. Pretendo lhe dar mais beijos caso você fique.

- Não sei o que dizer, nem mesmo o que pensar, eu quero ficar mas....

Não deixou que eu terminasse minha fala, enfiou sua boca na minha novamente, agora me segurando pela cintura, enfiou sua língua na minha boca e fiquei sem folego com um beijo para lá de sexy. Minha calcinha começava a se ensopar, agora eu sentia desejo mesmo com ele. Na minha mente eu dizia, é um mal necessário. Resolvei retribuir ao beijo dele, abracei-o com minhas mãos em seu pescoço. Ele com as mãos em minha cintura, começou a esfregar pelas minhas costas, apertar meu corpo e senti quando ele enfiou as mãos em minha bunda. Dei um salto e institivamente empurrei minha pélvis em sua direção. As bocas coladas uma a outra, senti que ele começava a mostrar sinais de sua virilidade. Seu membro já dava sinais de vida, dentro das calças, meio amolecido, meio entumescido. De toda forma, senti que não se tratava de um pênis pequeno, ao contrário parecia ter um tamanho bem razoável. Pedro, meu noivo, não era dono de um pênis grande, mas como dizem, o tamanho não importa.

Será?

Comecei a alisar seus cabelos, desfilar meus dedos pelo seu pescoço, ele começou a apertar minha bunda e subiu uma mão até meus seios, ficou alisando por cima da roupa.

- Miguel, não posso. Sou noiva.

- Tá bom. Agora diz isto para você, pois acho que deseja como eu.

Resolvi não falar mais nada e beijei novamente aquela boca enorme de dentes brancos.

Ele mais atrevido que antes, enfiou sua mão por dentro de minha blusa, alisou meus seios. Estava de soutien e isto dificultava um pouco as coisas. Ele então me puxou novamente e saímos pelo jardim. Nos fundos havia uma parte da casa, destinada a lazer. Tinha churrasqueira, pias, geladeiras e um porta. Ele abriu e exibiu um quartinho, como sofá e tv

Me puxou para dentro do quartinho. Continuou beijando minha boca e eu pensando. Meu plano já deu certo, eu devia para por aqui. Acontece que agora Miguel não deixaria isto acontecer e, de fato começou a me despir ali mesmo, retirou minha camisa e meu soutien. Com surpresa admirava meus seios nus. Delicadamente alisou meus seios e abocanhou um deles, segurando o outro. Era uma delícia sentir a chupada, sentia minha boceta alagar minha calcinha. Eu levei a mão até sua calça e apalpei seu pau por cima da roupa. Fiquei abismada por não conseguir segurar, enchia minha mão completamente. Miguel parou de me bolinar, e abriu sua calça, puxou abaixo pelas pernas levando junto sua cueca. Pude enfim observar seu pau já duro, apontando para cima. Devia ter uns 20, 21 cm. E eu acostumada com um fino de 15 cm do meu noivo. Resolvi por mão no seu pau, estava quente e latejando, grosso. Comecei a manipular seu pau, punhentando levemente quando voltei a beijar Miguel. Ele aproveitou e começou a descer minhas roupas também. Abaixou minha calça e minha calcinha. Ficou admirando minha calcinha toda ensopada. Dever ter pensado, está doida para dar.

De repente Miguel me empurra e cai sentada no sofá, meio sem entender o que ele queria.

Ele veio, tirou meu tênis, acabou de retirar toda minha roupa, e ficou em pé a minha frente me olhando inteira.

- Faça um carinho nela para mim.

- O quê? Não entendi Miguel.

- Se toca, esfrega sua bocetinha para eu ver.

Fiquei meio sem saber o que fazer, mas fiz como ele pediu.

Abri minhas coxas e comecei a passar a mão e os dedos pela minha boceta.

Ele de pé, esfregando o próprio cacete dizia, que delícia sua bocetinha. Acho que ela quer pau hoje. Eu continuava a me esfregar e olhava para o cacete dele, agora com a forma final. Duro como uma pedra. Miguel se aproximou de mim. O cacete há um cm de meu rosto. Ele disse.

- Quer beijar meu pau?

Eu sem responder nada fiquei olhando ele apertar o cacete, minha mão agora fustigava minha boceta. Ele se aproximou mais de mim e encostou seu pau no meu rosto. Deu uma esfregada no meu rosto e perguntou se eu queria cheirar. Eu já estava cheirando e o cheiro me deixava louca, pois adoro cheiro de pau. Lembro que ficar um tempão mexendo no pauzinho do Pedro, cheirando bem perto do rosto, sem contudo por na boca.

Fechei meus olhos e deixei rolar. Ele apontou seu pau em direção a minha boca, encostou a cabeçona arroxeada em meus lábios e disse.

- Abra sua boca, deixa meu pau entrar nela.

Assim eu fiz, abri um pouco os lábios, mas não totalmente. Ele então começou a enfiar seu pau na minha boca, mas com certa dificuldade, pois não abri totalmente. Ele forçou e a cabeça passou, estava agora toda na minha boca. Amoleci a boca e chupei de leve, meio que sem saber o que fazer. Ele falou aperta meu pau com seus lábios. Passe a língua debaixo da cabeça.

Nossa. Eu mal conhecia ele já está chupando seu cacete, devo confessar que estava me dando muito tesão fazer isto. Resolvi segurar seu saco e acariciar bem gostoso, fui me soltando e enfiava cada vez mais fundo seu pau na minha boca. Ele estava começando a dar sinais de gozo, já havia uns 10 minutos que eu estava chupando seu cacete quando ele tirou e falou. Não, não quero gozar ainda. Veio me beijar e provou do gosto de seu próprio pau. Voltou a lamber meus seios e sua mão foi até minha boceta, começou a brincar com ela, e me olhou com olhar de surpresa quando tentou enfiar um dedo no meu canal. Seu dedo não entrou tão fácil, eu na verdade não tinha nunca saído com um homem de pinto grande, então estava muito apertada ainda. Miguel voltou a me beijar e seus dedos brincando na minha boceta. Estava gostoso demais e eu dizia que ia gozar. Ele acelerou os dedos e na minha boceta e clitóris, acabei gozando na mão dele dando bocetadas contra ela. Olhei na cara dele e ele sorria safadamente. Na minha mente eu lia seus pensamentos. A noiva do babaca gozando comigo. Ele voltou a morder meus seios, seus dedos agora invadiam minha boceta, agora ele tentava enfiar dois.

- Ai Miguel, devagar, não machuca tá.

Ele olhou na minha cara e deu um sorriso tipo, vai sofrer muito hoje.

Desceu sua boca pela minha barriga, abriu minhas coxas e enfiou sua cabeça entre elas.

Senti sua língua lambendo minha boceta, foi uma delícia isto. Meu noivo não gosta muito de fazer oral e raramente me chupava. Agora eu me soltei completamente, ele desavergonhadamente enfiava sua língua o mais fundo no meu canal. Ora subia a língua até meu brinquinho e enfiava seus dedos na minha boceta. Era muito martírio para mim, eu queria muito gozar na boca dele e sabia que não ia demorar. Comecei a me movimentar, oferecendo minha boceta toda para sua boca e nem vi quando gritei: que delícia. Acho que gritei um pouco mais alto que devia e tive receio que alguém pudesse ter escutado. Nesta hora lembrei que não era para ter acontecido assim e eles não poderiam saber de nada, mas agora era tarde.

Assim que gozei, Miguel se levantou, seu rosto todo melecado de minha umidade, rindo safadamente veio se deitar sobre mim, me ajeitando no comprimento do sofá. Seu corpo começou a esmagar o meu contra o móvel, ele se ajeitando sobre mim, suas mãos abrindo minhas pernas até que ele ficasse entre elas. Pela primeira vez senti seu cacete roçar a minha boceta. Novamente em minha mente vinha a ideia de vingança, mas confesso, o tesão agora me fazia esquecer tudo e o que mais queria é que este homem super gostoso metesse tudo nela. E assim ele fez, começou a me beijar, eu sentindo ele bombando seu pau contra minha virilha, roçando a minha vagina. Isto me fazia sentir ondas pelo corpo e quase implorar para enfiar aquela pica grossa em mim.

- Ana, quer mesmo dar para mim.

- Miguel cala a boca tá?

Ouvindo isto ele riu e me beijou novamente. Eu agora embaixo dele sentia seu pau esfregando a entrada da minha boceta, ela se pudesse puxaria ele pra dentro.

Ele então, bem safado fala

- Ana pede para eu meter. Pede.

- Vai, mete seu cacete nela, fode minha boceta.

Ele pelo jeito queria mais me maltratar que tudo diz novamente.

- Pede cacete na boceta, pede.

- Mete seu cacete na minha boceta.

- Ela quer meu pau la dentro?

- Quer sim. Mete nela.

Eu nunca havia dito isto para meu noivo, sempre era um sexo nada vulgar, agora estava implorando para que o seu rival a fodesse. Só com as roçadas da sua glande por minha vulva já me fazia sentir que ia gozar de novo e sem pensar eu disse.

- Quero que meta nela agora, alarga minha bocetinha.

- Você quer pau nela? Então pega ele e guia para dentro.

Eu então levei minha mão, puxei seu cacete para dentro dela e ele começou a meter. Na primeira tentativa doeu, o pau dele estava bem inchado e grosso. Abri minhas coxas ao máximo para conseguir suportar a penetração.

- Nossa Ana, sua boceta é apertada, vou adorar arregaçar ela. Você quer que eu arregace ela?

- Sim. Mete muito nela. Eu quero muito.

Ele então começou a meter mais firme, devagar, dando um tempo para eu acostumar com seu cacete grosso. Ele beijava minha boca, eu segurando o máximo para não gritar de dor. Nunca tinha sentido um pau tão grande assim, era como se perdesse a virgindade pela segunda vez.

De repente ele começa a bombar. A cada estocada sinto que mais de seu cacete entrava nela. Aos pouco fui me acostumando com a grossura e depois de uns 15 minutos ele já enfiava seu cacete sem dó em mim. Ainda doía, mas agora eu estava adorando dar pra ele. Ele olhou sério para mim e disse, nossa, esquecemos da camisinha. Nesta hora eu quase entrei em pânico. Ele tapou minha boca e falou, tomara que não engravide. Isto era sinal que ele não pararia até gozar dentro de mim. Eu tentando dizer para ele parar só senti quando ele acelerou os movimentos e me beijando novamente jogou toda sua porra contra minha boceta, e pelo jeito encheu meu útero com sua semente. Agora era tarde, já tinha gozado. Ele riu de novo e disse. Que delícia é transar com você, sem tirar seu pau de dentro de mim. Voltou a me beijar e eu ainda não tinha gozado no pau dele, sentindo sua porra escorrer. Ele voltou a se mexer, metendo seu cacete, agora eu sentia ele mais grosso ainda. Estava encharcada de porra e meus sucos, meu tesão foi acendendo de novo e pela primeira vez gozei no pau de outro homem, por vingança, por tesão, por safadeza. Sei que gozei o bastante para tremer as pernas.

Ele agora mexia seu pau lentamente, para dentro e para fora. Estava gostoso demais ainda sentindo as últimas ondas do meu gozo. Ele parou de meter, me beijou levemente e retirou seu pau de dentro de mim. Fiz questão de olhar bastante quando ele tirou o segundo cacete de minha vida. Era bem grande e bem grosso, meio amolecido pela nossa transa. Nesta hora ele disparou: Seu noivo te come assim? Eu não respondi a sua provocação e apenas dei um longo beijo, abraçando ele e o trazendo de volta contra mim.

- Ana, acho que você está querendo mais.

Novamente não respondi a ele e com novo beijo demonstrei que sim, eu transaria novamente se ele quisesse. Ficamos neste abraço suado e nos beijando. Resolvi levantar e me lavar no banheiro do anexo. Quando retornei ele não estava no anexo, fiquei imaginando onde ele estaria. Passados uns 10 minutos mais ou menos, ele retorna conversando com um dos caras que estavam na casa, um dos amigos. Pelo jeito era o que estava solteiro. Eu fiquei apreensiva e me enrolei em minhas roupas tentanto cobrir meu corpo. O amigo dele entra no quarto primeiro e se dirige a mim com um tudo bem, como se nada tivesse acontecido. Miguel entra em seguida com cara de quem tudo parece normal, tudo aqui é corriqueiro. A impressão que tive nesta hora que fazem deste anexo um local de trazer as presas e me senti uma delas.

Eu sentada, com minhas roupas tentando cobrir meu corpo, Miguel se aproxima e puxa meu rosto para me beijar. Eu meio sem jeito com a situação acabei beijando só que agora bem apreensiva. Nisto Miguel dispara:

- Cara, vc nem imagina o quanto esta menina é gostosa.

Falando isto começou a alisar meus cabelos, beijou meu rosto e levemente suas mãos começaram a retirar minhas roupas de cima de mim, eu tentei relutar e ele sem muito esforço retirou me deixando completamente nua na frente de seu amigo.

- Relaxa Ana, está tudo bem. O Binho é um amigo legal, você vai curtir.

Eu não conseguia balbuciar uma palavra, estava pasma, paralisada.

Miguel, que a esta hora estava apenas com uma cueca tipo sunga, a retira e ficando completamente nu , senta ao meu lado e começa a me manipular. Segurou meus seios e como me exibindo para seu amigo, beijou minha boca. Eu estava muito nervosa, não sabia o que fazer. Se gritar, acabo nem sendo ouvida. Para quem eu poderia pedir ajuda?

Eu nas mãos de Miguel com o canto do olho vejo o Binho retirando suas roupas. Quando ele está totalmente nu, reparo no seu pênis, menor e menos grosso do que eu acabara de ganhar. Ele então vem e senta-se ao meu lado, me deixando entre os dois. Agora um trio totalmente pelado.

Miguel me puxa o rosto, enfia sua língua em minha boca, eu tentando me controlar. Sinto uma outra boca roçando minha nuca e uma mão alisando minha bunda.

- Relaxa Ana, você queria mais e eu dei um jeito para você ter tudo. Aposto que vai amar.

Somente fechei os olhos e acabei consentindo que estes dois homens me acariciassem, um beijando minha orelha, outro a minha boca. Ora um beijava meu seio outro simplesmente me alisava o outro seio. Nem na mais incrível fantasia imaginei que estaria com dois homens. Agora sentia dois pares de mãos manipulando meu corpo. De repente os dois, parecendo combinados, pegam minhas mãos e levam até os dois cacetes, me fazendo segurar ambos. Foi uma sensação esquisita, mas não nego que aquilo estava me excitando. Pude fazer a comparação de tamanho e grossura, Miguel tinha um pau maior que seu amigo, não tão exagerado mas seu amigo tinha um pau mais duro, e com a glande mais exposta. Creio que deva ter passado por um procedimento medico para retirada da pele. A glande sempre ficava exposta. Uma bela e inchada glande diga-se de passagem. Binho se levanta e fica em frente a mim. Miguel segurando minha cabeça me guia em direção ao cacete do seu amigo.

- Chupa Ana, chupa gostoso.

Ao dizer isto, Miguel empurra minha cabeça em direção ao cacete de seu amigo. Eu somente abri minha boca e engoli a cabeça. Binho empurrou seu pau e mais da metade entrou em minha boca, quase me fazendo engasgar. Continuei chupando aquele pau duro e ouvia Miguel comentando, que delícia hein Ana? Binho gemendo baixo, eu com a boca cheia de pau e Miguel me fazendo segurar seu pau enquanto isto. Senti que Miguel gostava de ver seus amigos transando com as meninas que ele conquistava. Eu agora não tinha certeza de mais nada que aconteceria, só sei que aconteceria mais coisas que eu pretendia na minha vingança.

Binho estava prestes a gozar, eu sentia seu pau pulsando na minha boca e o gosto de porra já vinha na secreção de seu pau. Tentei tirar o pau dele da minha boca mas foi em vão. Tanto ele quanto Miguel seguraram minha cabeça e acabei levando uma esporrada imensa na boca, vazou porra esguichando pelo canto da boca, quando só ouvi o Miguel falar: Nossa! Porra Binho.

Tirei o pau da boca, cuspi no chão o quanto consegui, minha boca toda colada de porra grudenta e com gosto muito forte. Tive ânsia de vomito nesta hora, mas segurei a onda.

Olhei para o Binho e sua cara de satisfação pelo menos me deu a impressão de um serviço bem feito. Voltei ao banheiro para me lavar e tentar tirar o gosto de porra da boca, ouvindo os dois conversando e rindo. Quando voltei ao anexo, os dois me puxaram para sentar novamente entre eles. Eu agora nem relutava mais, já aconteceu mesmo e o que mais acontecer azar.

Binho veio me beijar a boca pela primeira vez, não senti ele ter nojo de beijar a boca que ele acabou de entupir de porra.

Miguel veio lamber minhas costas, senti como se um ferro quente subisse pelas minhas costas.

Binho amassando meus seios dizia, muito gostosa, muito gostosa. Miguel leva sua mão até minha boceta, escancara minhas coxas, exibindo toda minha feminilidade a seu amigo que não se contém e começa a alisar minha boceta, junto de Miguel, os dois manipulando minha boceta. Talvez este seja o sonho de muitas mulheres, dois homens loucos por ela. Mas eu não me sentia assim, até aquele momento. Não vou negar que não estava excitante, estava até muito gostoso. Só o receio de que tentassem me comer ao mesmo tempo. Já sabia da dupla penetração e isto assombrava minha cabeça neste momento, ainda mais por que não era adepta de sexo anal. Só havia feito uma vez com meu noivo e se mostrou ser muito dolorido. Senti quando os dois começaram a me fustigar mais fundo com seus dedos, eu comecei a sentir muito tesão nesta hora e busquei a boca de Miguel para um beijo forte de língua. Senti quando dois dedos de Binho entraram na minha boceta, eu abri minhas pernas curtindo a manipulação, então Miguel vendo isto aproveitou e tratou de também enfiar dois dedos nela. Agora eu sentia dor, mas permiti que me fodessem com 4 dedos por um tempo. Minha cabeça a mil nesta hora. Binho então enfiou meu seio esquerdo em sua boca, e com uma chupada forte passava a língua na ponta do meu mamilo. Eu gemi alto pela primeira vez, abri muito minhas coxas para que meus dois machos fodessem minha boceta com seus dedos.

Comecei sentir uma onda quente pelo corpo eu quando vi minha pélvis se mexia atrevida em direção aos dedos que me penetravam, Gozei com 4 dedos de dois homens na boceta. Relaxei um pouco e vi os dois olhando para mim, admirados ou incrédulos, sei lá.

Eu acabei com toda a vergonha que sentia e abaixei minha cabeça e enfiei o pau do Miguel na boca, engolia e retirava da minha boca, não sei por quê mas sentia como se isto me saciaria. Binho vendo que eu estava solta e relaxada, fica em pé atrás de mim, levanta minha bunda e me coloca de 4. Só senti quando ele pincelou minha boceta com seu cacete, foi muito gostoso e acabei empurrando minha bunda em sua direção fazendo com que ele me penetrasse. Seu cacete entrou todo de uma vez, eu já estava mais relaxada por ter levado um cacete maior antes, e muito lubrificada. Foi fácil e bem gostoso o sentir metendo em minha boceta, e pela posição sentia ele bem fundo dentro de mim. Novamente outro pau sem camisinha me fodia.

Miguel se ajoelhou no colchão, oferecendo seu grande cacete para eu chupar. Chupa minhas bolas, disse forma de ordem. Tirei o pau da boca, segurando com uma mão e enfiei seu saco na boca, totalmente depilado e com testículos bem volumosos, chupei um e depois o outro.

Binho metia forte em minha boceta, os sons vindo desta foda eram altos e ele atarracado a minha cintura socava o mais fundo que conseguia. Eu entalada com um pauzão na boca e outro na boceta só pensava como isto acabaria. De repente me viram ao contrario, me deitam de costas, Miguel levanta minhas pernas e soca sem dó seu cacete na minha boceta. Eu soltei um ai, pois doeu a forma que ele meteu. Binho somente segurou minha cabeça e me fez engolir de novo o seu pau. Os dois me revezavam, ora um atrás e outro na frente. Ficamos nesta orgia não sei por quanto tempo, só sei que comecei a gozar tão forte novamente no pau do Miguel que acabei mordendo o cacete do Binho.

- Ai Ana, para, tá machucando.

Eu ainda tremia as coxas soltei os dentes do pau do Binho mesmo sem pedir desculpa pela mordida. Ele novamente enfiou seu pau na minha boca e falou: faz com carinho.

Eu ainda sentindo o gozo com o pau do Miguel ainda enfiado na minha boceta, chupei mais delicadamente o pau do Binho. Binho tirou o pau da minha boca, sentou-se no colchão, me puxou por cima dele. Saindo da foda com Miguel acabei sentando no pau do Binho, de frente para ele, que me beijava a boca e amassava os seios. Eu sempre gostei de sentar no cacete do meu noivo que, aparentemente era menor que o do Binho, sendo que o do Binho era menor que o do Miguel. Porém o pau do Binho estava muito gostoso nesta posição e comecei a cavalgar seu pau, rebolando gostoso. Só ouvi Miguel me incentivando:

- Isto Ana, mete gostoso, rebola safadinha.

Veio por trás de mim e virando minha cabeça para cima beijou minha boca, desceu pelas minhas costas e vendo de perto o pau do amigo entrando e saindo de minha boceta. Passou um dedo no meu ânus e eu gelei.

Ele se aproximou e beijou minhas nádegas. Ficou passando a língua na minha bunda e ainda com seu dedo alisando meu ânus, tratou de tirar o dedo e lambeu meu anelzinho. Contorci meu anel pela sensação da primeira língua no meu cu. Nunca imaginei que homem algum faria isto, ainda mais com um pau enterrado na minha boceta. Mas ele fez, ficou passando a língua no meu cuzinho, eu senti uma onda de choque pelo corpo e comecei a gozar. Dava trancos com meu corpo e me agarrei ao Binho na hora que gozei e sinto que gemi alto. Binho me segurou num abraço forte, e então Miguel tirou sua língua do meu cuzinho. Encostou a glande inchada posicionando ela para me penetrar o cu com seu cacete. Na hora eu gritei que não, por favor.

- Relaxa Ana, vai ser muito gostoso.

- Não Miguel por favor, me solta Binho.

Binho não dando a mínima, me fez beijar sua boca, me travando com seus braços. Miguel sem a menor misericórdia, empurrou seu cacete contra meu cu. Senti uma dor horrorosa e lagrimas brotaram no meu rosto. Miguel firmou o cacete com a cabeça meio enterrada, esperando que relaxasse.

- Ana, relaxa por que senão vai doer.

- Por favor, por favor.

Em vão falava e senti quando ele empurrou mais, meu anel se abriu e a cabeça me penetrou. Doeu muito, horrível mas ele não retirou seu pau do meu cuzinho.

Binho começou a se movimentar em baixo, fazendo seu pau entrar e sair da minha boceta, isto acabava me causando mais dor ainda. Tentei relaxar pois sabia que seria inevitável a sodomia. Miguel empurrando lentamente seu pau, senti ele mais fundo agora, bem no meu reto. A dor que sentia agora era bem menor que a da penetração, porém ardia muito, ele vendo que eu aceitei seu pau começou a meter no meu cu e exclamou todo feliz:

- Hum, que cuzinho gostoso Ana. Agora seu cuzinho é meu.

De fato, meu cu neste momento era todo dele e ele faria o que quisesse.

Binho acabou me soltando apenas me firmando pela cintura, tentando se mover dentro de mim.

Eu sentia os dois paus dentro, um roçando o outro separados pelas carnes do meu útero e intestino.

Eu nesta hora só queria que acabasse, não sentia um pingo de prazer, somente dor.

Miguel acelerou a metida e acabou encharcando minhas tripas com sua porra.

Binho embaixo sorria da forma mais sórdida que eu poderia sentir.

Miguel tirou seu pau meio mole de minhas entranhas e senti um ar frio no meu cu, devia estar bem alargado para tanto.

Quando Miguel saiu de cima de mim. Binho me fez acelerar o movimentos e disse, me faz gozar Ana.

Eu acelerei os meus movimentos e o beijei na boca. Rapidamente ele começou a gemer algo e esporrou na minha boceta.

Os dois, agora satisfeitos, me soltaram e fui a banheiro tentar me recompor. Me lavei o máximo que consegui e vesti minhas roupas. Ao voltar ao anexo, demonstrei minha vontade de ir embora e acabei beijando os dois nem sei por quê. Se alguém tivesse que agradecer aqui seria os dois. Cometi minha vingança, tive uma noite de sexo plena, porém não me sentia nem um pouco orgulhosa com meu feito. Não faria a menor diferença, a não ser que meu noivo tomasse conhecimento. Resolvi arriscar e não completar a vingança, deixando para trás o momento mais bizarro que eu havia cometido em minha vida. Resolvi esconder esta história bem no fundo do baú de minhas lembranças, deixando meu noivo com uma galhada na cabeça, a ignorância completa de que sua noiva fez papel de uma perfeita vagabunda.

Hoje, 28 anos após o ocorrido me vem a lembrança daquela noite. Atualmente já tendo passado poucas e boas, separado de meu marido, tendo aceito foder com um negro em sua frente, não consigo separar o que foi pior, ou o que foi melhor. Apenas devo confessar que após ter ficado com Miguel e Binho (este não estava nos meus planos), resolvi perguntar a minha amiga sobre a conversa de que meu noivo estava me traindo. Na época, eu acreditei cegamente sem ter ao menos questionado. Ela então me contou que o tal namorado dela não tinha tanta certeza assim se era Miguel. Depois de um tempo, ele até perguntou ao Pedro se ele esteve em tal lugar alguma vez. Ao que Pedro respondeu que não, ele até passava por esta rodovia mas nunca parava ali, por que havia muita prostituição e droga no local e sempre tinha batida policial. Então evitava sempre parando mais a frente.

Epa, era mentira? E agora? Como resolvi ocultar o ocorrido agora tinha realmente motivos para isto. Tramei uma vingança contra algo que ele não havia feito.

Hoje, penso nesta situação, e meu ex-marido não soube até hoje do que eu fiz. Para ele, sempre santinha moça para casar. Assim me portei, acabei casando e nunca mais estive com outro homem até os fatos que narrei nos contos anteriores.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Casado com problemas a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaCasado com problemasContos: 29Seguidores: 71Seguindo: 2Mensagem Casado e com muitos problemas

Comentários

Foto de perfil genérica

Na verdade essa notícia sobre seu noivo, foi só um gatilho para liberar a puta vadia e escrota que vive dentro de você, você não procurou a verdade, não esperou seu noivo chegar e você colocar as cartas na mesa, onde você teria duas opções: perdoar ou terminar o noivado, já que ainda não tinha o compromisso firmado do matrimônio, mas não, você procurou o caminho da bandidagem, da putaria, que era o que lhe convinha, chupou pica, que não havia chupado nunca seu noivo, deu o cu, que também negava a seu noivo, fez dupla penetração, que não teria como propor a fazer com seu noivo, em fim fez tudo que tinha direito e vontade, sem arrependimento, acredito até que você queria sair com outro(os), por achar o pau do seu noivo pequeno e fino. Mais vamos ao ponto principal: você se vingou, pagando uma suposta traição com juros e correção, e juros altíssimos. Aí descobriu que a possível traição foi uma informação errada, cadê a mulher direita, honrada que se sentiu ofendida e no direito de revidar?, você teve mais uma vez a chance de se redimir quando descobriu que não houve traição, chamar seu noivo, explicar a ele tudo o que ocorreu e dar as mesmas escolhas que você negou a ele: você pode perdoar, pode descontar saindo com outro mulher ou duas mulheres, ou terminar o nosso relacionamento. Mas não, você preferiu ficar calada e, me desculpe a franqueza: mulher que prova mais de uma pica e duas não fica.

0 0

Listas em que este conto está presente