Minha primeira vez foi com meu avô

Um conto erótico de Juliana
Categoria: Heterossexual
Contém 2813 palavras
Data: 27/04/2026 09:32:37

Minhas melhores memórias são sobre os fins de semana que eu passava na casa do meu avô, em São José dos Campos.

Meu pai é o mais novo de três irmãos. Vovó Júlia faleceu quando eu tinha seis anos de idade e meu avô, “seu Flavio” (como é conhecido ainda hoje, na vizinhança), sempre foi o alicerce de nossa família. Adorado pelo filhos e pelos netos, ainda hoje cuida bem de todos nós.

Sempre gostei de praticar esportes e, ainda adolescente, eu já tinha um corpo lindo e bem definido, que chamava a atenção de homens jovens e adultos, por onde eu passava. Mas, prestes a fazer dezenove anos de idade, eu ainda não havia perdido a minha virgindade.

Meu aniversário de dezenove anos se aproximava, e meus pais decidiram me dar uma festa como presente. A festa seria na cidade onde moravam meus primos e meu avô, e ele ficou muito animado com a notícia. Afinal, eu era sua neta mais nova e muito apegada a ele.

Ele sempre foi muito carinhoso comigo, gostava de me abraçar, beijar no rosto e me colocar sentada sobre seu colo. Mas, com o tempo, percebi que os abraços foram se tornando menos “apertados” e os beijos na face, menos frequentes. Vovô Flavio me olhava diferente, de uma forma que parecia desejo... principalmente, quando eu usava roupas curtas ou apertadas.

Diversas vezes eu tive a impressão de que ele ficava com ereção, quando estava próximo a mim. E aquilo começou a mexer comigo... afinal, meu avô é um homem alto, robusto e ainda muito bonito. Tem 1,90m de altura, é calvo e ostenta um charmoso bigode branco. Tem sobrancelhas grossas que parecem estar sempre franzidas, causando a impressão de que é um homem muito bravo. Ele foi policial militar e, ainda hoje, é um homem muito ativo e que gosta de praticar musculação. Além disso, meu avô também tem uma voz “grossa” e imponente, que ainda hoje me deixa com a calcinha molhada.

Um dia estava calor, e perguntei ao vovô se podíamos ficar um pouco na piscina. Eu queria ter certeza se meu avô era capaz de sentir desejo por mim... e queria uma oportunidade de poder estar a sós, com ele.

- Claro, minha filha, vovô te espera lá. Pede pra sua mãe pegar uma latinha de cerveja pro vô.

Percebi que ele aceitou depressa demais. Coloquei um biquini apertado e fui de encontro ao vovô, que estava já de sunga dentro da piscina. Não puder deixar de notar seu olhar ao me ver caminhando em sua direção - era como os dos homens que me olhavam na rua. Me senti como se eu não fosse sua neta, e sim, uma mulher que ele queria comer.

Entreguei a cerveja em sua mão e ele não disse nada. Estava com o semblante sério, abriu a cerveja e deu um longo gole enquanto alternava o olhar entre os meus seios e minha calcinha. Ainda sem tirar os olhos do meu corpo, disse:

- Juliana, você está se tornando uma linda mulher!

Era o que eu mais queria ouvir! Mas não estava preparada para isso e corei na mesma hora. Muito envergonhada, dei uma risadinha nervosa.

- Obrigada, vovô. O senhor é um homem muito bonito, quero um dia poder ter um namorado como o senhor.

Ao dizer isso, instantaneamente os bicos de meus seios ficaram duros, ficando ainda mais evidentes com o maiô apertado. Vovô, um homem maduro e experiente, percebeu minha excitação.

- Vem cá, minha filha. Entra na água com o vô.

A água chegava na altura da barriga do vovô, mas meus pés por pouco alcançavam seu fundo. Eu sou baixinha, tenho 1,54m. Ele colocou a lata de cerveja na borda da piscina e me trouxe para perto de si, abraçando-me com seus braços e posicionando meu corpo de costas para o seu. E então falou baixinho, com aquela voz grave no meu ouvido:

- E o que minha filha quer de presente de aniversário?

Olhei ao redor, cautelosa... meu pai estava com meu irmão na sala, minha mãe estava na cozinha fazendo o almoço. Estava com medo da reação do meu avô, mas meu desejo por aquele homem era grande naquele momento, e eu não queria perder a oportunidade.

- Vô... eu ainda não perdi a virgindade...

Senti meu avô ajeitando seu corpo atrás de mim, me abraçando mais forte e posicionando o seu pau duro (que ainda estava dentro de sua sunga) contra minha bunda. Era algo muito gostoso, sentir a pressão daquele pau grande contra meu corpo pequeno.

- Uma mulher linda como você, Juliana... se eu tivesse sua idade, já tinha comido você há muito tempo...

Senti que a respiração do meu avô ficou mais ofegante, ao dizer isso. Ele discretamente olhou ao redor e, percebendo que não havia ninguém nos olhando, apertou com força um dos meus seios, me fazendo gemer baixinho de surpresa e prazer.

- Vovô, por favor não briga comigo... e não conta pra ninguém. Mas... eu quero perder minha virgindade com o senhor...

Ele então começou, devagar, a acariciar meus mamilos com seus dedos, me deixando louca de tesão. Beijou meu pescoço, fiquei arrepiada sentindo seu bigode na minha pele.

- Te desejo tanto, Juliana... você está tão gostosa que até esqueço que é minha neta...

Estava difícil eu me concentrar com ele brincando com seus dedos em meu mamilo, mas percebi que ele tinha ficado relutante.

- Por favor, vovô! Por favor... tira minha virgindade...

Meu avô ficou sério, me segurou com força pelo cabelo e, puxando minha cabeça para trás de forma a posicionar minha orelha próximo aos seus lábios, disse baixinho no meu ouvido:

- Vou te comer hoje, Juliana. Tô louco de tesão pra te fuder.

Ao ouvir aquilo meu prazer era tanto que eu comecei a tremer, apesar do calor que tomava conta de mim. Desta vez, fui eu quem ajeitei minhas nádegas para sentir melhor o corpo do vovô no meu.

- Sim, vovô, por favor!

Ele abaixou um pouco a sua sunga dentro da água e levou minhas mãos até seu membro, que estava muito duro. Eu nunca havia segurando um pau em minhas mãos, antes.

- Vovô, é muito grande!

Realmente, minhas mãos não conseguiam fechar ao redor do pênis do vovô Flávio. Vovô se orgulha de ter um pênis de 21cm de comprimento e diâmetro de 7cm.

- As namoradas do vô adoram, filha... você vai gostar, também.

Ouvir ele falar no plural (“namoradas”) me deixou ainda mais excitada. Naquele momento, decidi que queria ser também uma das namoradinhas do vovô.

Ouvimos um barulho na porta, ao que vovô me empurrou para a lateral da piscina e deu um mergulho, vestindo novamente a sunga. Era minha mãe, vindo nos chamar para almoçar. Por sorte, não suspeitou de nada.

Quando estávamos saindo da piscina, vovô disse:

- Hoje seus pais vão dormir fora, você e seu irmão vão ficar comigo. Depois que o Rafa dormir, você vai no quarto do vovô. Entendeu?

- Sim, senhor.

Quando era por volta de 00:30h meu irmão estava em um sono profundo. Eu, obediente, levantei-me da cama e fui caminhando nas pontas dos pés até o quarto do vovô. Dormíamos nos quartos da parte superior da casa, enquanto o quarto do vovô ficava no térreo.

Fazia calor e a janela do quarto estava entreaberta, permitindo que a lua parcialmente iluminasse o corpo musculoso e peludo do meu avô sobre a cama. No recinto, ouvia-se apenas o barulho do ventilador de teto. Ele estava acordado e sem roupa, aguardando minha chegada. Meu coração estava acelerado, e eu podia sentir que estava suando frio. Dei dois passos quarto adentro e fiquei paralisada, me questionando se devia prosseguir ou não.

Percebendo minha hesitação, ele levantou-se da cama e caminhou em minha direção, fechando a porta atrás de mim. Em seguida, ficou parado em pé à minha frente, e disse enquanto passava a mão carinhosamente pelos meus cabelos:

- Filha, vovô vai perguntar mais uma vez. Tem certeza de que é isso que você quer de aniversário?

O timbre grosso e autoritário de sua voz foi o suficiente para que minhas pernas bambeassem. Senti que estava ficando com a bucetinha molhada.

- Vovô... tira minha virgindade, por favor. Finge que sou a vovó Júlia, pode fazer comigo o que quiser! Finge que eu sou uma namorada sua.

Vovô me ergueu do chão e me colocou deitada sobre a cama sem esforço algum, como se eu fosse uma boneca. Em seguida ele cuidadosamente ficou com seu corpo por cima do meu e então invadiu minha cavidade oral com sua língua, a movimentando em todas as direções dentro de minha boca. Me recordo até hoje de como era gostoso o sabor de seu hálito e a sensação do seu bigode raspando em meus lábios. Eu nunca havia experimentado aquilo! Meu corpo parecia em chamas, era um misto de medo, desejo, prazer!

Com destreza, ele tirou minha calcinha sem tirar sua língua de minha boca e, ao mesmo tempo, começou a percorrer toda extensão dos meus lábios vaginais e a entrada da minha buceta com seus dedos grandes e ásperos.

Vovô então colocou sua cabeça entre minhas pernas, e senti um enorme prazer quando sua língua começou a forçar o meu hímen. Ao mesmo tempo, seu bigode roçava no meu clítoris, provocando em mim descontrolados gemidos!

- Quieta, Juliana! Geme baixo, porra!

Ouvir aquele comando me provocou um enorme prazer, e ao contrário de sua ordem, meus gemidos se tornaram mais altos. Ele pareceu preocupado.

- Morde o travesseiro! Quer acordar teu irmão?

Obediente, coloquei o travesseiro sobre meu rosto e pressionei, tentando abafar meus gemidos, mas o prazer era demais. Meu corpo tremia, as pernas ficavam bambas e, quando eu involuntariamente tentava fechá-las, as mãos fortes do vovô as mantinham abertas enquanto ele vigorosamente lambia toda minha buceta.

Tive, então, o que depois soube se tratar do meu primeiro orgasmo! Meu corpo começou a ter espasmos involuntários e eu sentia como se me fosse faltar o ar. Em alguns momentos eu ficava a ponto de quase perder a consciência, de tanto prazer.

Vovô Flavio fazia movimentos de língua e alguns sons como se estivesse bebendo mel de minha buceta. Na sequência enfiou novamente sua língua dentro da minha boca e eu senti um gosto diferente, que dei conta tratar-se do meu fluido vaginal. Pela forma como seu bigode estava úmido, minha buceta devia estar mesmo muito molhada.

- Juliana, abraça o vovô. Com força.

Ele voltou a me beijar novamente, e então percebi que, devagar, começou a afastar minhas pernas com suas coxas musculosas. Logo em seguida, tive a sensação de algo quente encostando na minha buceta, como que tateando à procura de algo. Percebi que a respiração do meu avô ficou mais intensa, quando seu membro se acomodou na portinha do meu canal vaginal.

Foi quando ele parou de me beijar, e olhou sério para mim. Era surreal, ver a imensidão daquele homem sobre meu corpo, me olhando fixamente como se eu fosse uma presa, e não a sua netinha querida.

- Daqui pra frente, você vai ser a putinha do vovô! Vai ter que me obedecer, sempre que eu quiser comer você. Entendido?

Balancei a cabeça, em movimento de afirmação. Ele, então, falou mais alto:

- Responde, porra! Entendeu?

- Sim senhor, vovô.

- Sim senhor, o que?

- Vou ser sua putinha, vovô! O senhor quem manda em mim! Vou sempre obedecer o senhor!

Mal terminei de falar e ele colocou a sua mão sobre minha boca, tampando-a com força. Fiquei sem entender o motivo, e então senti uma dor lancinante que parecia rasgar o meu corpo ao meio! Fiquei um segundo sem entender e então percebi que o vovô estava empurrando seu pau enorme para dentro de mim.

Fiquei muito assustada naquele momento, porque era desproporcional a dimensão do seu enorme membro e meu estreito e pequeno canal vaginal. Comecei a me debater, mas vovô era muito forte e meus esforços foram em vão. Tentava gritar, mas sua mão abafava minha voz. Ao invés de recuar, ele continuou forçando seu pau dentro da minha buceta, me alargando à força.

- Calma, caralho, calma... você não quer ser a mulher do vovô? Aguenta, porra... vovô ainda nem começou.

Enquanto meu avô gemia de prazer, eu cerrei meus olhos com força, sentindo as lágrimas escorrendo pelo meu rosto. Depois de alguns minutos, a dor se tornou muito mais suportável. Percebendo isso, ele tirou a mão de minha boca e começou o movimento de vai-e-vem com sua tora dentro de mim.

- Pronto... está vendo como é gostoso? Agora sim, o vovô vai começar a te comer!

É indescritível a sensação de prazer que tive com algo tão grande e quente me preenchendo toda por dentro. A sensação do seu contato com a minha pele, a pressão que seu pau fazia quando empurrava o colo do meu útero... Nossa! Quando eu começava a gemer alto novamente, meu avô enfiava sua língua em minha boca, abafando meus gritos de prazer com os seus beijos. Não sei quantos orgasmos tive, mas foram múltiplos e, em alguns, tenho certeza de que quase cheguei a perder a consciência de tanto tesão. Que homem! Parecia um sonho.

Em alguns momentos o vovô parava de me beijar para dizer algo, mas sem parar de meter seu pau dentro de mim:

- Minha putinha... vai viciar no pau do vovô...

- Que delícia essa bucetinha apertada...

- Geme gostoso, minha baixinha, geme... como você é gostosa! Caralho! Porra!

Às vezes vovô ficava me olhando, como que esperando eu dizer algo em retribuição, mas eu não conseguia falar! Apenas ficava ali olhando para ele, mordendo meus lábios e gemendo alucinadamente de prazer.

Vovô Flavio me comeu de várias formas, naquele dia: "papai e mamãe", de ladinho, de quatro (minha preferida, que delícia!), "frango assado"... em certo momento, percebi que os movimentos do vovô começaram a ficar mais fortes, mais rápidos e seu pau parecia ficar ainda maior dentro de mim. Até que, de súbito, ele tirou seu membro de dentro de mim e, com os joelhos apoiados na cama (cada um de um lado do meu corpo), enfiou parte de seu pau dentro de minha boca, segurando minha cabeça firme com suas mãos. Percebi que antes de fazer isso ele pareceu limpar o pênis, mas, mesmo assim, senti um forte cheiro de sangue em seu membro, o que me fez relutar por um segundo.

- Abre logo a boca, porra! Vou gozar!

Vovô forçou seu pau dentro da minha boca, fechou os olhos, virou a cabeça para cima e deu um forte gemido. Fiquei assistindo, enquanto os músculos de seu corpo se contraiam como que acompanhando vários jatos de sua porra sendo lançados dentro da minha garganta. Eu comecei a ficar com dificuldade para respirar, pois seu sêmen é muito espesso e eu engasgava quando o tentava engolir. Tentei afastar seu corpo para longe com minhas mãos, mas era como empurrar uma parede. Quando pareceu terminar, ele habilmente cerrou meus lábios com sua mão ao retirar seu pau da minha boca.

- Engole tudo, Juliana!

Obediente, engoli tudo que o vovô depositou dentro da minha boca.

- Abre a boca pro vô ver.

Ele deu um sorriso satisfeito, deitou-se sobre ao meu lado na cama e me puxou para perto de si, envolvendo meu corpo em seus braços musculosos enquanto eu acomodava minha cabeça sobre seu peitoral cabeludo.

Eram quase cinco horas da manhã e a luz do dia já começava a iluminar o quarto. Eu me sentia cansada e com muitas dores, como se tivesse levado uma surra. Lágrimas escorreram novamente da minha face, mas naquele momento, eram de felicidade. Vovô percebeu e me deu um beijo na testa. Depois, mandou eu tomar um banho e voltar para o meu quarto.

Ao me levantar para ir ao banheiro levei um grande susto: minhas pernas, assim como o lençol da cama, estavam muito sujos de sangue. Vovô Flavio deu uma gostosa risada, me abraçou e disse que aquilo era normal quando uma mulher perde a virgindade.

- Deixa que o vô arruma aqui, vai se limpar.

Depois desse dia, vovô Flavio virou meu amante e fazemos sexo em todas as oportunidades possíveis. Ele me come onde sente vontade... no quintal, na cozinha, no banheiro, na piscina, na escadaria do meu condomínio, dentro do carro... aproveitamos todas as oportunidades possíveis, mesmo quando estamos com parentes em casa.

O tempo passou. Estou casada há seis anos e tenho dois lindos filhos pequenos. Meus pais se mudaram para perto do meu avô, e eu e meu marido estamos nos organizando para fazer o mesmo movimento. Amo meu marido, mas não me entendam mal... hoje em dia, não se fazem mais homens como meu avô. Ele é um verdadeiro touro no sexo, e me sinto sortuda e privilegiada em poder proporcionar prazer a um macho alfa como ele.

Obrigada se leu até aqui. Um dia eu volto para contar sobre a primeira vez que fiz sexo anal com o vovô.

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Estou na expectativa pra ler essa parte, se quiser conversar por email, eu adoraria saber de outras histórias suas!! banjos394@gmail.com

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