Pagamento do Aluguel usado o Corpo

Da série Bonecas da Noite
Um conto erótico de E.G.
Categoria: Trans
Contém 1088 palavras
Data: 26/04/2026 23:49:56

A semana voou mais que o normal. A Nykolly, a travesti amiga da Mell, minha quase namorada, entrou com tudo na minha vida. Mell estava em Minas na casa da mãe e só voltaria no fim do mês. Enquanto isso, a amiga dela cuidava de mim do melhor jeito possível.

No meio da semana, meu celular tocou.

— Oie, meu doutor…

— Oi, Mellzinha, como vai?

— Morrendo de saudades… Acordei daquele jeito pensando no senhor.

— Também penso em você… — respondi, sentindo um frio na espinha ao lembrar que agora tinha duas: a Mell e a Nykolly.

— Vc pode me fazer um favorzinho?

— Diga.

— Pagar pra dona do lugar onde alugo meu quarto o meu aluguel? A safada só aceita em dinheiro, nada de pix!

— Pode deixar, pago sim.

— Eu mando pra vc então. E já tô contando os dias pra voltar, meu doutor.

Recebi a grana por pix e fui sacar em dinheiro vivo. Era uma casa no Butantã. Mandei uma mensagem avisando que passaria por volta das 14h.

Toquei a campainha. Uma mulher alta veio me receber. Ela tinha o rosto ovalado, olhos castanhos escuros, nariz fino e boca carnuda. O cabelo era castanho escuro, liso, cortado na altura dos ombros, com uma franja lateral. Vestia uma legging preta e uma blusinha branca justa.

— Oi, é o Glauco né? Vamos entrando!

Tinha um corpo atraente, difícil saber que era uma transexual como a Mell e a Nykolly. Sentei no sofá. Os móveis eram um pouco antigos, mas o lugar era aconchegante.

Ela se sentou ao meu lado. Era mais velha que as minhas bonecas, tinha mais de 40 anos, mas era bonita e gostosa. Os peitos grandes balançavam dentro da blusinha branca a cada movimento.

— Ah, Glauco, te chamei pelo nome e nem me apresentei direito… Meu nome é Debora! Muito prazer.

— Prazer, Debora! Como eu disse, vim pagar o aluguel da Mell. Ela me pediu.

— Nossa, ela sempre estava falando de você pra gente. Nossa, ela não falou que você era tão cheiroso assim.

— Nós somos amigos há certo tempo.

— É verdade, você é advogado, né?

— Isso mesmo!

— Você podia deixar seu cartão. Muitas vezes a gente precisa de advogado… nunca se sabe.

— Claro, Debora.

Entreguei meu cartão.

— Eu tenho uma ação parada, você pode dar uma olhada?

— Claro, posso sim.

— Vem aqui que eu mostro, vou pegar o documento.

Ela me levou ao seu quarto. Havia uma penteadeira antiga, um armário gigante, um espelho grande e uma cama de casal. Um gato frajola dormia sobre a cama, acordou com o barulho e saiu correndo.

— Sente aí, Glauco, que já vou pegar.

Ela agachou para abrir uma gaveta baixa. A legging marcava sua bunda generosa, exibindo até a marca da calcinha enfiada no meio. Fingi naturalidade. Vi algumas fotos dela participando de competições de travesti sobre a penteadeira.

Ela trouxe um papel e sentou ao meu lado na cama. Li: era uma ação antiga, já prescrita.

Expliquei rápido e disse que não precisava se preocupar com nada.

— Ai, Glauco, obrigada! Uma safada que mandei embora por falta de pagamento fez isso comigo e recebi isso uns tempos atrás. Fiquei superpreocupada…

— Não se preocupe… Se receber outra me avise. Essa ela já perdeu o prazo.

— Ai, que bom!

Sentia a respiração dela bem perto de mim. Ela me pegou de jeito. Quando percebi, já estávamos nos beijando. Ela arrancou minha roupa e a sua sem cerimônia.

Debora ficou completamente nua na minha frente. Seu corpo era lindo pra caralho. Peitos grandes, naturais, pesados, com mamilos escuros e arrepiados. Barriga lisinha, cintura marcada, quadril largo. A pele morena-clara brilhava de suor. Cabelos pretos longos. O pau dela, grosso, uns 18 cm, já meio duro, balançava entre as coxas grossas.

Ela sorriu safada.

— Vou te mostrar como uma boneca experiente pega um homem.

Me beijou com força, enfiando a língua toda na minha boca. Depois forçou minha cabeça pra baixo.

— Me chupa, Glauco… Tô doida pra sentir um macho me chupando.

Obedeci. Abocanhei a rola dela, pele rosada na ponta e morena. Comecei a chupar enquanto me masturbava. Debora gemia alto, rebolando o quadril, fodendo minha boca.

Sem aviso, ela gozou forte, jorrando na minha boca e no meu rosto. Engoli o que consegui. Ela esfregou o pau melado na minha barba.

Depois dividimos o gozo num beijo profundo. Minha pica batia dura na coxa dela. Debora desceu, chupou meu pau até deixar ele babado, colocou camisinha, passou KY e virou de quatro.

— Chupa meu cuzinho safado…

Lambí e fodi o cuzinho dela com a língua. Estava piscando marronzinho. Chupei sem dó, fazendo ela gemer. Depois meti devagar, depois forte, metendo fundo naquela bunda generosa.

— Ai doutor, me fode, safado!

A bundona com marca do fio dental batia macia nas minhas coxas. Apertava com tensão e raiva dela ter gozado na minha boca.

Quando não aguentei mais, tirei a camisinha e explodi gozando tudo na bunda dela, jatos grossos escorrendo pela pele. Abri o cuzinho arrombado separando a bunda melada. Era um tesão ver ela se recuperando da arrombada e se punhetando de quatro e gozando mais uma vez.

Caímos na cama suados. Fiquei abraçado nela por trás, nossas mãos juntas punhetando o pau mole dela enquanto eu chupava seu pescoço e mordia o ombro.

— Ai, Glauco… que gostoso… Tava faz uns 10 dias sem gozar… desculpa não conseguir segurar e soltar tudo na sua boquinha.

— Você é uma delícia, Debora. Deliciosa pra caralho.

— Sabe, faz tempo que um macho não me come gostoso assim…

— Que pena, hein… mas eu te salvei hoje.

— Salvou sim, meu macho… Pena que tenho que dividir você com aquela chatinha da Mell.

Percebi a rivalidade na voz dela, mas não comentei

nada. Só sorri e mordi mais forte o ombro dela, fazendo ela gemer baixinho.

Depois de um tempo, nos vestimos. Ela me acompanhou até a porta, me deu mais um beijo demorado e disse baixinho:

— Volta quando quiser, doutor. O aluguel da Mell… A gente cuida disso Depois.

Saí da casa com o corpo ainda quente e o cheiro dela na minha roupa.

À noite, já em casa, liguei pra Mellzinha em Minas.

— Oi, meu doutor!

— Oi, Mellzinha, tudo bem?

— Tudo! Você pagou a Debora?

— Mais ou menos… — respondi rindo. — Vou te devolver a grana do aluguel.

— Peraí, não tô acreditando… Ela vai ver! — disse ela, rindo do outro lado da linha, achando que era brincadeira.

O que a Mell ainda não sabia era que o aluguel dela seria pago com juros altos… comigo saindo mais três vezes com a Debora nas próximas semanas.

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