Aline Santos ajustou a alça da mala no aeroporto de Curitiba, o coração batendo acelerado. Era sua primeira viagem a trabalho pela empresa de Simone Ferreira: um congresso financeiro em São Paulo, com Marcelo Costa, o CEO em pessoa. Aos 30 anos, alta e esguia com sua saia reta abraçando as coxas longas e finas, ela se sentia exposta sob o olhar discreto dos passageiros. Seus cabelos pretos sedosos caíam sobre os ombros, e os olhos castanhos grandes piscavam tímidos, velados pela rotina vazia de um casamento sem faíscas.
Marcelo esperava no portão, 1,78m de presença imponente: físico médio com leve barriga macia, braços definidos sob a camisa social, barba cheia e olhos escuros que pareciam devorá-la por um segundo a mais. "Pronta para decolar, Aline? Vamos fazer dessa viagem inesquecível", disse ele com um sorriso respeitoso, mas o tom carregava um calor sutil. No voo curto, sentados lado a lado na classe executiva, o joelho dele roçou o dela acidentalmente — ou não. Aline corou, sentindo um formigamento inédito na barriga chapada sob a blusa solta.
No hotel em São Paulo, o check-in revelou o erro: apenas uma suíte com quarto duplo reservada por engano de Vanessa Oliveira, a gerente extrovertida que soltara uma piada leve por áudio: "Aline, aproveita o upgrade! Marcelo é um bom moço, mas solteirice no ar dá faísca, hein?". Simone, a diretora angelical de voz aveludada, havia aprovado tudo com um "Confiem no instinto da equipe", enquanto Luciana, a consultora de viagens freelance, rira ao telefone: "Eu cuidei dos detalhes, mas hotéis chiques sempre esquentam as coisas".
A suíte era luxuosa: cama king size, jacuzzi na varanda com vista para a cidade pulsante. "Eu durmo no sofá", ofereceu Marcelo, mas Aline, curiosa apesar da inocência, balbuciou: "Não precisa... Somos adultos". O jantar de networking veio depois — vinhos fluindo, Marcelo contando histórias da empresa com olhares intensos fixos nos seios pequenos e firmes dela, delineados pela blusa fina após o calor úmido da noite paulistana.
De volta à suíte, o ar estava carregado. Aline tomou um banho rápido, saindo de toalha curta que mal cobria a bunda pequena e as coxas elegantes. Marcelo, já de cueca boxer sob o roupão aberto, a viu e não disfarçou o volume crescente em seu físico médio. "Você é linda, Aline. Tão discreta no escritório... Mas aqui, sozinhos?" Ele se aproximou, mãos grandes traçando os braços dela com toques sugestivos, como fazia com as colegas para despertar desejos reprimidos.
Ela tremeu, inocente mas faminta pela faísca ausente em casa. "Eu... nunca fiz isso fora do casamento", sussurrou, olhos velados se abrindo para ele. Marcelo a beijou devagar, barba roçando a pele clara delicada do rosto de boneca. As mãos dele subiram pela barriga chapada, desatando a toalha. Seios pequenos firmes se revelaram, mamilos endurecendo ao ar. Ele os chupou com fome respeitosa, língua rodando enquanto ela gemia baixo, coxas finas se apertando.
Aline caiu na cama macia, pernas longas se abrindo instintivamente. Marcelo desceu, beijando a pele sedosa até a boceta depilada e úmida — virgem de toques ousados. "Deixa eu te mostrar o que é prazer de verdade", murmurou, língua mergulhando devagar, circundando o clitóris inchado. Ela arqueou, unhas cravando nos braços definidos dele, ondas de calor explodindo pela primeira vez sem rotina mecânica.
Para Aline, era uma cascata de descobertas. A língua dele não era o toque seco e apressado do marido; era quente, insistente, lambendo camadas que ela nem sabia existirem. Seu clitóris latejava como um botão secreto ativado, enviando choques elétricos pelas coxas finas e pela barriga chapada. "Meu Deus... Isso... É assim que se sente?", gemeu ela, voz trêmula de boneca, corpo esguio se contorcendo. Cada lambida abria portas: um formigamento nos seios pequenos firmes, um vazio delicioso na boceta que implorava por mais. Ela gozou ali, pela primeira vez oralmente, quadris tremendo violentamente, sucos escorrendo enquanto gritava abafado no travesseiro — uma liberação que a deixou zonza, olhos castanhos velados agora arregalados de assombro.
Ele se ergueu, pau grosso e latejante — meia maciez da barriga contrastando com a rigidez — posicionando-se. Entrou devagar, preenchendo-a centímetro a centímetro, olhos escuros travados nos dela. "Você é apertada... Perfeita". Aline gritou suave, sentindo cada veia pulsar dentro dela, esticando paredes que o marido mal roçava. Era plenitude, não dever; o atrito gerava faíscas que subiam pela espinha, mamilos endurecendo sozinhos. Ela descobriu o ritmo: empurrões profundos faziam sua bunda pequena quicar, coxas longas se enrolando na cintura dele, unhas marcando a pele morena. "Mais fundo... Ah, assim!", ousou pedir, voz ganhando confiança, corpo aprendendo a cavalgar as ondas — contração interna, rotação de quadris, o prazer se acumulando como uma tempestade.
Ritmo acelerando, ele a fodia com investidas profundas, mãos apertando as coxas finas, suor moreno pingando na pele clara dela. Aline experimentou o suor misturado, o cheiro almiscarado de sexo cru, o som molhado de pele contra pele. Seu segundo orgasmo veio avassalador: boceta apertando como um punho, visão embaçando, pernas tremendo incontroláveis. Marcelo veio logo após, jatos quentes enchendo-a enquanto rugia baixo, o calor interno a surpreendendo como algo proibido e viciante.
Exaustos, deitaram entrelaçados, peitos arfando. Aline, ainda nua e reluzente de suor, virou-se para ele com olhos curiosos, traçando a barba cheia com dedos delicados. O pós-sexo era calmo, mas sua mente fervia de perguntas básicas que o pegaram de surpresa — inocência pura chocando o CEO experiente.
"Marcelo... O que é isso que você fez com a boca? é' muito bom!
Ele piscou, surpreso com a crueza direta dela, rindo baixo. "É, amor. Você nunca...?"
Ela negou com a cabeça, cabelos pretos sedosos bagunçados. "Meu marido só entra e sai rápido. Ele nunca... lambeu? E isso de 'gozar' duas vezes? É normal? E seu negócio... Por que é tão grosso comparado ao dele? Dá pra engolir?"
Marcelo engoliu em seco, pau meia-bomba se mexendo só de ouvir. "Normalíssimo, Aline. Você é uma bomba de tesão reprimido. Engolir? Chama boquete... Quer tentar amanhã?" Ele a puxou para perto, atônito com a pureza das perguntas — como se ela fosse uma virgem explorando um mapa novo.
"Sim... E as mulheres no escritório? Vanessa brinca com 'happy hours quentes'. Vocês fazem isso com elas? Tipo, grupo?" Mais uma surpresa, olhos grandes fixos nele.
Ele sorriu predatório, mão descendo para massagear a bunda pequena. "Segredos do CEO. Mas você... Já é minha descoberta favorita."
Na manhã seguinte, no congresso, Aline sentou quieta no canto, observadora silenciosa como sempre — mas agora com um brilho secreto nos olhos castanhos e um caminhar sutilmente mais sensual nas coxas longas