PAULA, MINHA IRMÃ NINFOMANÍACA (ENTRE O DESEJO E O PRAZER).

Um conto erótico de clownmimic
Categoria: Heterossexual
Contém 2339 palavras
Data: 26/04/2026 21:45:19

Bem-vindo, Leitores.

Este não é apenas um conto — é um convite ao prazer. Nessa nova serie irei apresentar três histórias pensadas para provocar, instigar e despertar sensações que vão além das palavras.

Leia devagar… sinta cada detalhe… deixe o libido e a imaginação tocar onde quiser.

Se permita mergulhar, se envolver… e, quem sabe, se perder um pouco no prazer.

Essa história começa quando voltei a morar na casa de meus pais. Meu nome é Ugo, tenho 23 anos e sou o irmão mais velho. Tenho uma irmã chamada Paula, mais nova que eu, 19 anos. Meu relato aconteceu em setembro do ano passado, quando descobri que Paula era na verdade uma ninfomaníaca safada.

Acabei descobrindo sem querer. Foi quando minha mãe estava limpando a casa e pediu para que eu arrumasse os quartos para ela. Então fui de quarto em quarto. Foi quando entrei no quarto de Paula; quando estava arrumando, vi algo no canto da cama. Quando peguei, era um desses pintos de borracha que vibrava, e não era pequeno, não; devia ter uns 22 para 23 cm.

Nesse momento dei uma risada, pois Paula devia brincar bastante com ele, já que está ali do lado da cama. Não vou mentir, deu um pouco de tesão pensar que Paula enfia tudo isso; comecei a ficar de pau duro.

Meu pau até que não era grande desse jeito, mas também não era pequeno; ele era roliço do meio para a base e tinha entre 18 e 19 cm. Mas o que me revelou que Paula era ninfomaníaca foi seu diário, que ela largou jogado em cima da cama. Eu peguei e comecei a ler, e nele ela escrevia suas fantasias sexuais, nas quais incluía sexo com DP (dupla penetração), sexo no banco de trás do carro e um relato em que ela tinha sonhado ter dado sua buceta para o seu irmão fodê-la a noite toda.

Aquilo me deixou excitado, e comecei a olhar Paula, não mais como minha irmãzinha, mas como uma safada, bem gostosa.

Paula tinha 1,75 m, peitos grandes e uma bunda bonita, não tão grande, mas seus peitos eram o que mais se destacava. Um certo dia, enquanto estava arrumando uma tenda que estava solta no quintal, observei que Paula estava me observando.

Mas não dei muita atenção, só estranhei suas ações. Foi quando eu tirei minha camisa, pois estava suado, e pedi para que ela pegasse uma toalha para me secar. Ela trouxe e comecei a me secar. Eu não sou fortão ou algo assim, mas tenho um corpo atlético, pois fazia atletismo.

Depois que me sequei, entreguei a toalha para Paula e voltei a mexer no telhado, mas observando-a.

Paula, sem perceber que eu estava olhando para ela, pega a toalha, leva ao rosto e dá uma cheirada. Ela entra em casa, indo para outra direção. Fico curioso em saber para onde ela vai, então desço e sigo Paula. Ela entra no banheiro, fecha a porta e, quando chego próximo, eu começo a ouvir Paula dar gemidos baixos.

Ela deve estar se acabando lá dentro, se masturbando; aquilo me deixa com um tesão foda, mas volto para o quintal. Depois de um tempo, Paula sai do banheiro e volta para a cozinha.

Nesse meio tempo, minha mãe me avisa que iria ao mercado com meu pai e que eles iriam demorar um pouco.

Concordei e disse que já havia terminado o telhado, que eles poderiam ir, que eu já estava entrando para tomar um banho e tirar essa inhaca do corpo.

Ao entrar, Paula aparece e fala: "Ugo, te trouxe outra toalha". Agradeci e fui para o banho. Terminando o banho, enquanto eu estava saindo do banheiro, eu notei que o cesto de roupa suja está com a tampa mal colocada e fui arrumar. Foi quando eu vi a toalha que havia usado anteriormente e a calcinha de Paula enrolada. Quando peguei a calcinha dela, estava toda úmida e melada.

Aquilo me deixou de pau duro. Quando estava saindo, indo em direção ao meu quarto, percebo que Paula entrou no quarto e penso: essa será a melhor hora, estamos aqui em casa só nós dois.

Eu entro no quarto, vejo Paula deitada na cama. Eu entro com a toalha enrolada na cintura e Paula estava com um shortinho curto, com um tecido bem molhadinho. Aquilo acaba fazendo eu ficar de pau duro, fazendo com que a toalha se desenrole e caia. Nessa hora, Paula vira e me vê na frente dela de pau duro.

Bem na hora, pensei "foda-se" e fiquei parado na frente dela de pau duro. Paula olha para mim com o rosto vermelho, mas, ao mesmo tempo, olhando e encarando meu pau.

Nessa hora, Paula se levanta, pega minha mão e a põe em seu peito; depois vem e me beija. Começamos a nos beijar de língua. Aproveitei e comecei a passar a mão na sua bunda por dentro do short, quando Paula deu a mão no meu pau e começou a me masturbar devagar.

Depois, Paula fica de joelho na minha frente e começa a lamber meu pau. Paula umedece os lábios e se dedica com a boca apenas na cabeça do meu pau, depois chupa em um vai e vem contínuo.

Eu pego em sua cabeça e vou guiando-a, aumentando cada vez mais a velocidade. Depois, eu seguro a cabeça dela e enfio até o fundo da sua garganta e começo a gozar; ela engole toda a minha porra.

Depois, ela se deita na cama, abre as pernas, mostrando sua buceta raspadinha. Eu abro sua buceta e começo a explorá-la com a língua, passando por todas as partes.

Paula se contorcia de prazer, lambia devagar seu clitóris e depois eu levantei sua perna e comecei a chupar seu cu. O prazer foi tanto, a sensação era boa demais para parar agora. Depois eu e Paula ficamos exaustos, deitados na cama.

Depois, Paula me dá um beijo na boca e me diz no ouvido:

“Eu me masturbo toda a noite pensando em você, maninho.”

Aquilo me deixou de pau duro novamente, mas, quando iríamos continuar, ouvimos barulho no portão. Paula correu para o seu quarto e eu tranquei a porta do meu quarto.

Depois que eu me troquei, fui para; Paula já estava lá. Eu me sentei no sofá, então Paula vem do meu lado e deita com a cabeça no meu colo.

Eu começo a fazer um cafuné na sua cabeça, viro para ela e digo: “Eu não conhecia esse seu lado.” Ela olha para mim e me dá uma piscada.

Paula olha para o lado onde estavam nossos pais e, quando viu que eles não estavam olhando, me disse: “Vou te mostrar muito mais, é só aguardar”.

Nossos pais se sentam no sofá e começam a conversar com a gente. Meu pai nos fala que um tio nosso estava doente e que, na sexta-feira, eles iriam para lá e voltariam só na segunda.

Eu falei que, por mim, tudo bem. Minha mãe vira para Paula e diz que ela iria junto com eles. Paula pede para que possa ficar em casa. Minha mãe disse que não, pois eu estaria trabalhando e não haveria ninguém para ficar em casa na sexta, e não haveria nada para fazer em casa sozinha. Paula fez uma cara de chateada, mas lembrei que sexta não iria trabalhar.

Foi quando eu disse: "Mãe, pode deixar, eu não irei trabalhar, pois era feriado na cidade em que trabalhava." Paula fica eufórica e me diz:

Obrigada, mano. Ela olha para mim e, com uma cara bem safada, diz: "Você não irá se arrepender".

Minha mãe olha para ela e diz: "Comporte-se então, Paula, não vá dar trabalho para o Ugo." Em seguida, Paula vira-se para minha mãe e diz: "Trabalho, pode deixar, mãe, não vou dar muito. O Ugo vai adorar ficar comigo", e ri.

Era sexta-feira, nossos pais iriam sair depois do almoço. Fui para o treino de atletismo que praticava no ginásio da cidade. Voltei para casa, meus pais estavam saindo, dei tchau para eles e fui tomar banho. Paula estava na sala deitada. Entrei no banheiro, tirei a roupa e entrei debaixo da água. Não percebi e deixei a porta encostada.

Paula então entra no banheiro pelada e entra junto comigo debaixo do chuveiro. Como o box era pequeno, sua bunda ficava roçando meu pau. Eu olho para ela e falo: "E por isso que você queria ficar em casa, né, safada?"

Ela olha pra mim e diz: "Esse final de semana serei toda sua, pode fazer o que quiser comigo." Aquelas palavras me deixam de pau duro; Paula começa a esfregar meu pau em sua bunda.

Eu pego Paula no colo, seguro em sua bunda, enfio meu pau em sua buceta e começo a fodê-la debaixo do chuveiro. Depois eu levanto uma perna e continuo metendo, aumentando a velocidade. Paula tira meu pau da buceta e começa a se mijar toda. Eu me abaixo e começo a chupar seu cu.

Paula e eu saímos do box, nos enxugamos. Paula então me puxa pelo pau e me leva até o meu quarto. Deita na cama e me puxa para cima dela. Eu enfio meu pau novamente nela, ela cruza as pernas nas minhas costas e começo a fodê-la novamente. Enquanto estou metendo nela, ela começa a me beijar. Pego em seus peitos e começo a chupá-los, dou leves mordidas, Paula começa a gemer.

Ela sobe em cima, pega no meu pau e coloca na entrada do cu, deixando a gravidade agir, e começa a sentar devagar. Como meu pau era roliço, ele começou a estourar suas pregas. Ela gemia, mas não parava de sentar. Ela olha para mim, ofegante, pois tinha entrado tudo. Ela devagar começa a cavalgar no meu pau; a cada sentada, ela dava um gemido.

Eu segurei Paula pela cintura e falei que iria gozar em seu cu. Ela olhou para mim e concordou com a cabeça. Paula sente minha porra dentro dela, eu continuei bombado, melando toda a sua bunda. Depois levantei e coloquei meu pau na sua boca e pedi para que ela limpasse meu pau.

Paula não fala nada, começa a lamber meu pau e limpar ele todo. Depois olha para mim e diz para que eu limpe seu cu e sua buceta também. Então começo a chupá-la, lambendo cada parte da sua buceta e do seu cu.

Ela se deita do meu lado. Eu olho pra ela e começo a beijá-la na boca. Nesse dia, Paula dorme abraçadinha comigo na cama.

No dia seguinte, acordo e Paula já não está do meu lado. Levanto e sinto cheiro de café. Quando chego na cozinha, Paula estava fazendo café pelada. Como não sou bobo, eu tiro o short que havia vestido e entro na cozinha de pau meia-bomba.

Nessa hora, Paula me vê e vem na minha direção e me beija. "Bom dia, maninho." Eu olho pra ela, dou um tapa na sua bunda e digo: "Bom dia, maninha." Paula se debruça um pouco na mesa para colocar o café. Quando eu vejo aquela buceta carnuda, não aguentei e caí de boca ali mesmo. Ela começa a gemer de prazer. Eu olho pra ela e digo: "Já escolhi meu café da manhã." Coloco ela nobre à mesa, pego meu pau, que já estava armado e duro, e enfio na sua buceta, e começo a meter nela em cima da mesa. Não demora muito, eu olho para Paula e falo: "Abre a boca, que vou te dar seu leite." E gozo na boca dela e em sua cara. Paula olha pra mim e diz: "Que café gostoso, maninho."

Mas queria receber aqui atrás de novo. Paula queria mais. Eu olho para ela e respondo mais tarde, depois do café. Paula vai para seu quarto, pega seus brinquedos sexuais e começa a se divertir sozinha.

Pois precisava ir ao mercado para comprar algo para o almoço e janta. Nessa hora, aproveitei para pegar um fôlego, pois sabia que, quando voltasse, teria aquele corpo novamente para mim.

Chegando em casa, preparei o almoço, sentamos para comer. Depois eu disse que deitaria um pouco no sofá para descansar; Paula lavou a louça e se deitou no outro sofá também.

Ficamos deitados por mais ou menos 1 hora, foi quando senti uma sensação gostosa e, quando eu abri os olhos, Paula estava chupando meu pau. Ela olhou para mim, tirou meu pau da sua boca e disse: "Boa tarde, dorminhoco", e voltou a chupar.

Eu deslizo meus dedos pra sua bunda e começo a masturba-la. Paula tira meu pau da sua boca, deita sobre mim e começa a me beijar, depois pega no meu pau e coloca em sua buceta, começando a sentar devagar nele. Enquanto ela desce, eu sinto meu pau abrir sua buceta. Paula começa a gemer, eu olho pra ela e digo: "senta devagar". Ela olha pra mim e diz: "estou começando a me acostumar com ele, é bem grosso".

Paula começa a rebolar em cima dele, ao mesmo tempo gemendo de prazer. Depois, eu pego Paula, viro ela de quatro, começo a lamber e chupar seu cu e sua buceta, ficando com a boca toda melada. Depois de lubrificar bem, pego meu pau e coloco a cabeça na entrada do seu cu, e começo a forçar a entrada. Paula começa a se contorcer, vou forçando a entrada devagar. Depois que meu pau entrou todo, sussurro em seu ouvido. Quando seu cu aperta meu pau, eu fico com um tesão gigante, vou encher ele de porá novamente. Ela vira o rosto e diz: "Vai, maninho, quero sentir você todo dentro de mim."

Não deu outra: eu começo a gozar dentro dela. Naquele momento, seu cheiro me intoxicava de prazer. Ficamos transando a cada momento que dava; Paula era insaciável.

Depois disso, Paula não me via só como irmão, mas sim como seu macho, e todas as vezes que tínhamos a oportunidade de ficarmos a sós, transávamos o dia todo. Paula era insaciável, e eu adorava isso nela.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive clownmimic a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários