Meu primeiro conto

Um conto erótico de Alice
Categoria: Heterossexual
Contém 1062 palavras
Data: 26/04/2026 20:33:48

Depois de anos de decepção, encontrei um namorado safado que nem eu, infelizmente moro na casa da minha mãe, meus pais, mas dessa vez não pareceu tão boa assim essa ideia, realmente aconteceu, desculpa se não parece tão bom o descritivo, na verdade eu disse mais safadeza do que coloquei aqui mas estou com vergonha.

Renato pegou a estrada de São Paulo até Jacareí numa sexta-feira à noite. O carro velho, o ar condicionado quebrado, o pau já duro só de pensar em Alice. Ela tinha 42 anos, mãe de dois, mas a bucetinha era peladinha de menina – lisa, rosa, inchada. Os seios médios, caídos na medida certa, bicos morenos. A bunda média, um pouco mole, mas que balançava gostoso quando ela andava de calcinha.

Alice morava com a mãe viúva numa casa de fundos com quintal. A mãe, uma senhora de 68 anos, cabelos grisalhos, corpo magro, olhar de águia. Religiosa, mas calada. Nunca falava de sexo. Nunca perguntava nada.

Renato chegou tarde. Alice abriu o portão de camisola curta, sem sutiã, os bicos marcando o tecido.

– Tá sozinha? – ele perguntou, já entrando.

– A mãe foi dormir. Mas ela acorda com qualquer barulho.

– Então a gente vai fazer barulho.

Foram pro quarto de Alice. A cama de casal rangeu quando Renato sentou. Ela fechou a porta, mas não trancou.

– Tira essa roupa – Renato pediu, a voz grossa.

Alice obedeceu. A camisola caiu. Ela ficou nua – os peitos médios balançando, a barriguinha macia, a bunda redonda e um pouco mole. E entre as pernas, a bucetinha lisa, depilada na cera, igual de menina. Os lábios internos rosinhas, o grelo já aparecendo, inchado.

– Você é uma puta gostosa – ele disse, puxando ela pelo cabelo e beijando sua boca com força.

Ela gemeu no beijo, mordeu o lábio dele. A mão dela desceu, apertou o pau dele por cima da calça. Era médio – uns 15cm, cabeça média, mas grosso. E duro como pedra.

– Tá atrasado – ela sussurrou. – Já tô molhada desde o almoço.

Renato se ajoelhou na frente dela. Abriu os lábios da buceta com os dedos. Lambeu devagar, do grelo ao cuzinho. Alice apoiou a mão na cabeça dele.

– Isso… lambe essa buceta… chupa meu grelo…

Ele chupou como se fosse a última vez. Enfiava a língua dentro, lambia os pequenos lábios, chupava o grelo até ela tremer. A buceta dela escorria mel, escorria pela barba dele.

– Agora me fode – ela pediu, puxando ele pela camisa.

Renato tirou a calça e a cueca. O pau duro, médio, cabeça roxa, babando. Ele deitou Alice na cama, abriu as pernas dela, e enfiou de uma vez. Ela arqueou as costas.

– Aí, caralho… assim…

Ele metia rápido, forte, sem frescura. A cama rangia. A cabeceira batia na parede. Os peitos médios dela balançavam, e ela segurava os próprios seios, apertava os bicos.

– Isso, Renato… fode essa buceta… fode sua puta…

– Sua buceta é uma delícia, peladinha, apertada…

Ele puxou ela pela cintura, colocou de quatro. A bunda média e mole tremeu quando ele enfiou de novo, agora por trás. Ele socava fundo, batendo com a pelve na bunda dela. O barulho era molhado e alto: ploc, ploc, ploc.

– Tapa na minha bunda – ela pediu.

Ele bateu. Forte. A bunda ficou vermelha. Ela gemia mais alto.

– Mais. Tapa mais, seu filho da puta.

Ele bateu sem dó. Ela se mordia, gemia, puxava o lençol.

– Vai gozar? – ela perguntou.

– Não. Quero gozar na sua cara.

– Então tira.

Ele tirou. Ela se virou, ajoelhou na cama, abriu a boca. Renato punhetou rápido na frente do rosto dela.

– Abre essa boca sua puta… mostra a língua…

Ela mostrou babada. Ele gozou. Jorrou na língua dela, no queixo, no peito. Leite grosso, quente. Ela lambeu os próprios lábios, engoliu parte, passou o resto no mamilo.

– Agora me limpa – ele mandou.

Ela chupou o pau dele, limpou todo o leite e o mel dela.

Nesse momento, a porta rangeu devagar.

Os dois congelaram. Olharam para o corredor escuro. Uma silhueta no batente – mulher, cabelos grisalhos, camisola longa. Não entrou. Não falou nada. Só olhou por dois segundos e fechou a porta.

– Quem era? – Renato sussurrou.

– Minha mãe – Alice respondeu, sem pânico. – Ela já sabe de tudo.

– Ela viu…

– Viu. Mas não vai falar nada. Ela nunca fala nada. Só olha.

Renato sentiu o pau endurecer de novo. O flagra o excitou mais do que deveria.

– Ela está te olhando de novo – ele disse, vendo que a porta não estava totalmente fechada, um olho brilhando na fresta.

Alice sorriu. Não virou para ver. Ao invés disso, ajoelhou-se novamente, pegou o pau de Renato ainda babando, e começou a chupar devagar, olhando para a fresta da porta.

– Quer uma palhinha, mãe? – ela falou em voz alta.

Ninguém respondeu. Mas a porta não se fechou.

Alice chupou com mais vontade, gemendo mais alto, babando mais, fazendo questão que alguém estivesse vendo. Renato meteu na boca dela, segurando seu cabelo.

– Sua mãe tá te vendo chupar pau – ele disse.

– Eu sei. É pra ela ver.

Renato gozou de novo, dessa vez na boca dela. Ela engoliu tudo, abriu a boca, mostrou vazia e limpou os lábios.

A porta se fechou. Passos lentos pelo corredor. Silêncio.

No Outro Dia

Na manhã seguinte, Alice e Renato tomaram café na cozinha. A mãe estava lá, de avental, preparando pão.

Ninguém falou nada sobre a noite. Ninguém olhou diferente.

Mas quando Renato se levantou para ir ao banheiro, a mãe segurou o braço dele por um segundo.

– O café está pronto – ela disse, com a voz neutra. Depois, quase num sussurro: – Ela nunca esteve tão feliz.

E soltou.

Renato entendeu. O olhar dela não era de nojo. Era de curiosidade, talvez até de desejo guardado.

Na despedida, a mãe de Alice beijou a testa da filha e depois a mão de Renato. Por um segundo, seus dedos apertaram os dele.

O carro partiu. No retrovisor, Renato viu a mãe de Alice na janela do quarto, olhando fixo. Ela acenou devagar.

– Sua mãe é uma mulher interessante – ele disse.

– Ela é uma santa – Alice respondeu. – Mas até santa tem seus segredos.

Renato riu. Guardou na memória o olho brilhando na fresta da porta. E pensou que, na próxima visita, talvez a porta nem precisasse estar fechada.

Tudo bem que não posso falar por Renato, mas comigo em casa mudou algumas coisas, tipo minha mãe querer conversar comigo sobre isso e sexo...

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