Mensagem não lida 2

Um conto erótico de Ksado Uberlândia
Categoria: Heterossexual
Contém 503 palavras
Data: 26/04/2026 17:21:24

Continuando a história de Ana e FelipeAna colocou o mesmo vestido. Preto, seda, alça fina. O que o Felipe mandou.

Lucas viajou a trabalho. “Volto só quinta”, ele disse no beijo de despedida.

Às 23:40 o interfone tocou.

Ela abriu a porta sem perguntar quem era.

Felipe entrou já fechando a porta com o pé. Encostou ela na parede do hall, sem tirar os olhos dela.

“Puta que pariu, Ana. Você obedece bem demais pra uma mulher casada.”

“Cala a boca”, ela respondeu, já puxando ele pela camisa. “Se você fala alto os vizinhos escutam.”

“Então fala baixo você. Fala no meu ouvido o que você fez a semana inteira pensando em mim.”

Ele subiu as mãos pelas coxas dela, levantando o vestido.

“Fala, Ana. O que você fez quando lembrou dos meus dedos?”

“Eu me toquei”, ela admitiu, mordendo o pescoço dele. “No banho. Na cama dele. Pensando em você me chamando de safada.”

“Safada”, ele repetiu, roçando a boca na orelha dela. “E adulterinha. Fala. Diz que você é a minha adulterinha.”

Ana arfou, as unhas cravando nas costas dele.

“Sou. Sou tua adulterinha, Felipe. E hoje eu não quero pensar nele nem um segundo.”

“Então não pensa”, ele disse, ajoelhando na frente dela ali mesmo no hall. “Só sente.”

Ele puxou a calcinha dela pro lado com os dentes. Ela segurou o cabelo dele, olhando pra porta como se o Lucas fosse entrar a qualquer momento.

“Se ele me ligar agora…”, ela começou, a voz falhando.

“Atende”, Felipe disse, e lambeu devagar. “Quero te ouvir gemer o nome dele enquanto goza pra mim.”

O celular vibrou na mesinha. Nome na tela: Marido ❤️.

Os dois travaram. Ana cobriu a boca, em pânico. Felipe sorriu contra a pele dela.

“Atende, Ana. Ou eu paro.”

Ela deslizou o dedo na tela, tentando normalizar a respiração.

“Oi, amor”, conseguiu dizer.

“Oi, sumida. Já deitou?” A voz do Lucas sonolenta do hotel.

Felipe não parou. Pelo contrário. Enfiou dois dedos fundo, o polegar no ponto certo, e não tirou os olhos dela.

“Já… tô deitada sim”, Ana respondeu, a voz tremendo.

“Tá tudo bem? Sua voz tá estranha.”

“Tô… cansada. Saudade.”

Felipe sussurrou, só pra ela ouvir: “Fala que sente saudade do meu pau. Fala.”

Ana fechou os olhos com força, uma lágrima de tesão e culpa escorrendo.

“Muita saudade”, ela gemeu baixinho no telefone. “Muita.”

“Te amo”, Lucas disse do outro lado.

“Também te amo”, ela respondeu, e desligou na mesma hora, jogando o celular longe.

Aí ela quebrou. Gozou com a mão na boca pra abafar, as pernas tremendo, chamando o nome do Felipe entre sussurros.

“Filho da puta…”, ela ofegou quando voltou a si. “Você é um filho da puta.”

“E você gozou falando com ele”, Felipe disse, levantando e limpando a boca com o polegar. “Agora quem manda aqui?”

Ela puxou ele pelo colarinho até o quarto.

“Você. Hoje. Na cama dele. Faz eu esquecer meu próprio nome.”

E fez.

Ana está cada dia mais entregue á Felipe.......

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