SALA 4 – Conhecendo a Dra. Helena

Um conto erótico de Dean184
Categoria: Heterossexual
Contém 1720 palavras
Data: 26/04/2026 16:50:39

Este conto ñ envolve sexo explícito e sim dominação feminina, ambiente médico e fetiches envolvendo medfet, castidade e edging. Se não é o que procura, pule para o próximo.

No auge dos 50 anos, Dra. Helena era uma mulher forte, imponente e que exalava autoridade. Era muito respeitada por toda a faculdade onde trabalhava. Além de coordenadora do curso de medicina, também lecionava diversas disciplinas do curso e também exercia a medicina na clínica médica da própria universidade, o Instituto São Gabriel.

Muitos boatos corriam pelos corredores da faculdade e da clínica, coisas do tipo sexual como o fato da Dra. ser uma safada, trair o marido com funcionários e até mesmo pacientes. Mas ninguém nunca teve a coragem de questionar ela sobre nada, já que apenas com uma olhada ela já conseguia deixar qualquer um nervoso.

Dra. Helena era uma mulher alta, esbelta, com os olhos azuis num tom piscina, que contrastavam com o cabelo de tom escuro e cumprido. Devido aos diversos procedimentos estéticos, não dava nem para chamar de coroa pois aparentava ter no máximo 40 anos, chutando alto. Mas na realidade já estava na casa dos 50. Por mais que fosse alta, ela não era uma mulher avantajada. Você via os seios, a bunda e as coxas com um certo volume, mas nada exagerado. E tudo isso envolto de uma cinturinha fina de boneca. Dra. Helena era sem dúvidas o sonho de qualquer homem.

Em uma tarde de agosto, a sala 4 do Instituto São Gabriel, local onde a Dra. trabalhava, havia sido preparada com um rigor que ia além do protocolo médico tradicional. Suas assistentes haviam deixado tudo pronto para que ela recebesse o seu paciente do dia, Nicholas, um jovem de 21 anos do curso de educação física da própria universidade, que vou apresentar mais pra adiante.

O projeto chamava-se "pesquisa avançada sobre a resposta hemodinâmica em atletas de alto rendimento" e era liderado pela Dra. Helena e mais duas médicas que também trabalhavam na universidade. As jovens médicas realmente estavam levando a pesquisa a sério, mas a Dra. Helena na verdade só aceitou lidera-lo pra poder se aproveitar dos possíveis pacientes/voluntários. Ela sempre teve o tesão e o desejo em dominar e controlar homens. Ela sabe que em um consultório, onde ela é a autoridade máximo, todos os homens se curvam para ela, mas ela também segue uma ética médica rigorosa e nunca quis colocar sua carreira a perder. Porém, com o projeto acadêmico a história era outra: ela conseguiria se aventurar com uma situação em que o paciente não seria exatamente um paciente e sim um voluntário, aluno, jovem e talvez bobinho, o que era perfeito para que ela pudesse se aproveitar.

Durante algumas semanas, Dra. Helena caminhou pela universidade analisando possíveis candidatos. Ela sabia que um aluno do curso de Ed. Física era o mais conveniente para o tipo de pesquisa, então logo foi para a piscina do campus assistir as aulas de natação e lá ela pode ver um rapaz que chamou sua atenção. Era moreno, do tipo bronzeado de praia, tinha tatuagem por todo o braço direito, corpinho definido, forte e por volta de 1,80 de altura. O porte era de homem feito, mas a cara era de bebê, ela sabia que o garoto teria no máximo uns 24 anos. Ela logo foi conversar com o coordenador da Ed. Física para descobrir quem era o rapaz, e depois de mexer os pauzinhos, conseguiu fazer com que o coordenador entrasse em contato com o jovem e o convencesse a participar como voluntário da pesquisa acadêmica, em troca de horas complementares para completar o seu currículo.

Voltando para a sala 4, minutos antes do jovem entrar, Dra. Helena pensava o quanto Nicholas era o espécime perfeito: o corpo treinado, o metabolismo acelerado e uma autoconfiança que ela, como uma sádica e safada, planejava desmantelar.

— Bom dia, Nicholas — saudou Helena, enquanto o jovem se acomodava na maca. — Como você sabe, o rendimento físico depende da saúde vascular. Para este teste, o protocolo exige 5 dias de retenção seminal. Você seguiu a risca?

— Sim, doutora. Foi difícil, especialmente com a rotina de treinos, mas segui — respondeu Nicholas, tentando manter a voz firme, embora o simples roçar do tecido do calção de academia contra sua pele já estivesse gerando um desconforto visível.

Um protocolo virtual foi enviado para o garoto pelo whatsapp logo depois que ele se voluntariou, e nele tinham algumas exigências com por exemplo a não ejaculação. Como não namora, a maior dificuldade de Nicholas foi apenas segurar as punhetas, mas que, como qualquer jovem, já foi algo bem difícil de se fazer.

Percebendo que o jovem não tinha entendido muito bem o motivo da pesquisa e qual o tipo de exame seria feito, ela começou a explicar:

- Nicholas, você agora precisa relaxar, certo? Vamos realizar a ultrassonografia com Doppler para avaliar a vascularização do seu órgão genital, explicou ela, enquanto calçava as luvas de látex com um estalo seco que ecoou nas paredes brancas. - Preciso que você se dispa da cintura para baixo e cubra-se com este lençol.

Além disso, ele foi conectado a eletrodos no peito e um medidor de pressão constante. O objetivo era monitorar como o estresse da excitação afetava todo o sistema cardiovascular dele.

Quando a Dra. aplicou o gel, o jovem rapaz deu um solavanco na maca. A sensibilidade de 5 dias era surreal. — Relaxe, Nicholas. É apenas o condutor — disse Helena, usando os dedos enluvados para espalhar o gel de forma circular, cobrindo cada milímetro da área genital.

A médica posicionou-se do outro lado, segurando uma lanterna clínica de alta intensidade para "observar a dilatação venosa superficial". O calor da luz próxima à pele hipersensível era uma provocação insuportável. — Vamos começar o Doppler — anunciou Helena. Ela não foi direto ao ponto. Começou deslizando o transdutor pela parte interna das coxas dele, subindo lentamente, parando milímetros antes do objetivo, para depois descer novamente. Nicholas sentia o sangue latejar em suas têmporas. A ereção surgiu, violenta e imediata, esticando o tecido à medida que Helena finalmente encostava o aparelho em seu pênis.

Nicholas ficou sem reação, não sabia se aquilo era normal, se ele estava sendo inconveniente e tentou usar as mãos para cobrir seu órgão e interromper o exame, o que fez com que a Dra. o repreendesse na hora:

- Nicholas, não faça isso. Precisamos realizar um exame de alta precisão.

- Mas é que doutora... – tentou expressar o jovem, mas sem conseguir concluir, a médica posicionou novamente as mãos dele sobre o apoio da maca e ordenou:

- Fique quieto, se quiser pode fechar os olhos.

Sua voz era autoritário, mas ao mesmo tempo aveludada, o que começou a fazer com que Nicholas “relaxasse” ao mesmo tempo em que seguia duro feito uma rocha.

A médica trabalhava em sincronia. Enquanto manipulava o transdutor com uma pressão firme, com outra mão usava uma gaze seca para "limpar e reaplicar" o gel constantemente, criando um atrito ríspido do pênis melecado com a gaze, que fazia Nicholas soltar leves gemidos. Nos intervalos, monitorava os batimentos cardíacos em voz alta. — 110 batimentos por minuto— narrava ela. — A pressão sistólica está subindo. Você está entrando em estado de alerta. — Vamos manter esse estado — disse Helena com um sorriso clínico.

Ela fazia questão de deslizar o aparelho pela piroca do rapaz, se uma forma que ia além do protocolo de medicina. Ela fazia com que o aparelho percorresse por toda a cabeça, depois pelo corpo do pênis até quase chegar nas bolas. Ela também colocava uma pressão desnecessário, pressionando o pau do garoto contra o próprio abdômen dele. Durante os intervalos, ela se reposicionava e manuseava o órgão, fazendo com que ele sentisse as luvas o tocando. Percebendo um nível altíssimo de rigidez no membro, ela disse:

— Se você chegar ao ápice agora, os dados de resistência serão inúteis. Nicholas, respire. Não deixo você finalizar ainda.

Sempre que Nicholas chegava perto do limite, Helena parava o movimento bruscamente e aplicava uma compressa fria por alguns segundos. O choque térmico fazia o jovem gemer e se contorcer, apenas para, segundos depois, as mãos voltarem com o gel morno e a fricção acelerada. Essa tortura de "quase-fim" durou vinte minutos. O corpo de Nicholas estava coberto de suor, os músculos do abdômen definidos estavam contraídos pelo esforço de não perder o controle.

— Veja a saturação do tecido — comentou a médica, aproximando o rosto para observar o piroca babando de Nicholas, que latejava no ritmo do som do Doppler. — Cinco dias de retenção criaram uma congestão pélvica perfeita para o nosso estudo. — Acho que você não aguenta mais — disse ela, notando que as mãos de Nicholas agarravam as bordas da maca com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos.

— Você está bem, Nicholas? Vamos colher os dados finais — decidiu Helena.

Ela abandonou o transdutor e usou as mãos, segurou o pau do moleque com um movimento que Nicholas até tremeu, ela começou a estimular a base enquanto pressionava pontos específicos nos canais inguinais para aumentar a sensibilidade.

— Agora, Nicholas. Mostre-me o seu máximo — sussurrou Helena.

Para um jovem de 22 anos, no auge da forma física e após cinco dias de privação, o estímulo duplo foi devastador. Nicholas soltou um grito abafado, a cabeça pendendo para trás. O som do Doppler no monitor tornou-se um ruído contínuo e agudo. A ejaculação foi um evento de força bruta. O fluido foi disparado com tal pressão que atingiu o monitor de ultrassom e o avental da médica, que observavam tudo sem recuar um milímetro. Helena se encheu de prazer vendo a piroca do garoto jorrar sêmen, enquanto o rosto dele demonstrava tamanha expressão de prazer e desespero, seguido de alívio profundo.

Foram vários espasmos longos, que deixaram o atleta de educação física completamente drenado, tremendo como se tivesse acabado de correr uma maratona. — 25 minutos de resistência — anotou Helena, olhando para o relógio.

— Um desempenho notável para um estudante.

Helena limpou uma gota de gel do rosto e olhou para Nicholas, que estava imóvel, com o peito subindo e descendo freneticamente. — Excelente contribuição para a ciência, Nicholas.

Entregou papel para que ele se limpasse, pediu para que ele se vestisse assim que estivesse recuperado e disse que por hoje estava finalizado. Mas que em breve entraria em contato para a nova consulta.

CONTINUA...

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