As aventuras de Daniel: O segurança que ficou viciado na minha pica (Episódio 04)

Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 1018 palavras
Data: 26/04/2026 16:27:30

As aventuras de Daniel: O segurança que ficou viciado na minha pica

Os dias foram se passando, e eu precisei me ausentar da empresa para cuidar do meu pai que estava doente. Mas, porra, a distância só fez o tesão aumentar. Eu sentia uma parada estranha no peito, uma falta daquele brutamontes do Diego. Eu já estava ficando viciado naquele cara.

Foi aí que surgiu uma campanha de moda em Gramado, uma semana inteira de evento com joias e roupas caríssimas. Matei dois coelhos com uma cajadada só: contratei o Diego como meu segurança particular. Íamos ficar colados, no luxo e no frio. Liguei pra ele na hora.

Eu — Bom dia, Diego. Desculpa atrapalhar, mas daqui a uma semana você viaja comigo. Vai ser meu segurança particular numa campanha em Gramado.

Diego — Caralho, chefe! Que notícia foda! — ele rosnou do outro lado. — Vamos dividir o quarto?

Eu — Com certeza, porra. Imagina nós dois abraçados naquele frio de Gramado...

Diego — Puta que pariu, vai ser do caralho!

O dia chegou e, quando vi aquele monumento de 2 metros vindo em minha direção no aeroporto, meu pau deu um solavanco na cueca. Fiz questão de pagar tudo do meu bolso para gente chegar dois dias antes. Só nós dois, No hotel, o clima já esquentou assim que a porta do quarto fechou, As malas foram para o chão e o Diego me prensou contra a parede com um beijo de língua que parecia que ele queria engolir minha alma.

Diego — Que saudade desse corpo, Daniel... — ele murmurou, a voz grossa vibrando no meu pescoço.

Eu — Só do corpo, seu Filho da ..?

Diego — Claro que não, porra! — ele riu, me jogando na cama de casal.

Tiramos a roupa na fúria. Eu fiquei por cima, lambendo aquele peitoral de lutador de MMA, chupando os mamilos dele até ele gemer alto. Levantei os braços dele e mergulhei o nariz nas axilas suadas do voo. Que cheiro de macho do caralho! Fui descendo até a pica dele, que já babava um pré-gozo transparente. Abocanhei tudo, sentindo o gosto forte, enquanto minhas mãos apertavam aquelas bolas pesadas.

Quando cheguei no cu dele, vi que estava fechadinho de novo. Comecei a lamber, enfiando a língua com vontade, ouvindo o Diego urrar e bater punheta com os olhos virados. Enfiei dois dedos, abrindo caminho naquele rabo apertado. Peguei a camisinha, lubrifiquei meu pau e apoiei as pernas dele nos meus ombros, Quando a cabeça da minha pica forçou a entrada, ele travou.

Eu — Relaxa, porra... você tá muito tenso — disse, saindo e chupando o pau dele para ele amansar. Tentei de novo, entrando até a metade.

Diego — Ai, caralho! Que rola grande, Daniel! Tá me rasgando todo, porra!

Eu — Relaxa esse rabo, Diego. Se ficar tenso, não entra.

Ele ainda tinha medo, era só a segunda vez dele como passivo. Parei com ele no meio, batendo punheta para aquele gigante, e beijando o corpo dele.

Eu — Fecha os olhos, e relaxa pro teu dono, vai...

Nisso, bateram na porta. O jantar. Puta que pariu! Tirei o pau de dentro dele, vesti um roupão, peguei o rango e o vinho. Comemos ali mesmo, de roupão, tentando baixar a adrenalina. Mas eu tinha um plano: a sauna.

À 1h da manhã, fomos para lá. Só nós dois, de cueca, naquele calor úmido. Deitei a cabeça no ombro dele, sentindo o suor dele escorrer no meu rosto. Comecei a provocar, passando a mão naquele peito peludo, vendo o volume na cueca dele saltar. Diego não aguentou. Me puxou pelo pescoço e me beijou com uma fome de bicho.

Ajoelhei no chão da sauna, tirei a cueca dele e comecei a chupar aquele pau latejando de calor. Depois, jogamos as toalhas no chão e ficamos num 69 frenético, engolindo o pau um do outro, o suor misturado com o gosto de pica. O cheiro de macho e sexo naquela cabine era inebriante.

Diego — Soca no meu rabo, Daniel! Agora! Aqui mesmo! — ele implorou.

Eu — É perigoso, Diego... alguém pode entrar.

Diego — Foda-se! Ninguém vem essa hora! Não tem câmera! Eu quero essa pica agora!

Puta que pariu! Lubrifiquei meu pau e meti no pelo, sem dó. Queria sentir o calor direto daquele cu virgem se abrindo para mim.

Eu — Como é bom estar dentro de você, meu segurança safado! Senti falta desse aperto!

Diego — Isso, caralho! Fode meu cu! Vai, acelera essa porra! — ele gritava, de frango assado, enquanto eu bombava com força, fazendo o som das bolas batendo ecoar na sauna.

Tirei o pau, sentei no banco e mandei:

Eu — Agora senta aqui, e mostra como você rebola.

Meu pau estava um ferro apontado para o teto, O gigante de 2 metros veio de costas e sentou com tudo, enterrando minha rola inteira, Ele girava aquela bunda maciça, gemia e revirava os olhos. Eu me levantei com ele espetado no meu pau, comecei a socar em pé, segurando ele por trás, mordendo as costas dele com força. O cheiro de sexo e suor era tão forte que eu quase gozei só de respirar.

Diego — Vou gozar, Daniel! Vou gozar! — ele berrou.

Tirei o pau, fiquei de frente para ele e me ajoelhei, ele jorrou porra direto na minha boca, Era tanta porra que eu quase engasguei, Continuei batendo punheta e gozei junto, sujando o chão da sauna. Nos beijamos com gosto de porra, um beijo bruto de quem acabou de se destruir.

Voltamos para o quarto e desmaiamos. Acordei meio-dia e vi aquela visão dos deuses: o Diego, aquele homão, dormindo peladão do meu lado. Sorri que nem um idiota. "Porra, será que tô me apaixonando por esse segurança?", pensei. Fui para o banheiro, mas a vontade de estar perto dele era maior. Voltei pra cama, deitei naquele peitoral imenso e o abracei, Ele acordou devagar, me puxando pra cima dele. Nossos paus se encontraram de novo, duros e pulsando, se esfregando enquanto a gente se perdia em beijos lentos.

A batida na porta do almoço nos interrompeu, mas o recado estava dado: aquele segurança gigante agora era viciado na minha pica e eu estava completamente entregue ao cheiro dele.

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