Eu e Juliano fomos colegas de trabalho. Na verdade, no dia que entrei na empresa ele estava se desligando. Nos encontramos no RH, ele puxou conversa e desejou boa sorte. Era um homem extremamente boa praça, sorridente, gentil e humilde com todos. Com seus 38 anos era extremamente atraente, mas sua gentileza o deixava ainda mais bonito. Eu tinha 24 anos, embora jovem, era uma mulher de postura altiva, centrada é focada na carreira. Sou mulata. Na época, tinha cabelos longos e cacheados. Um rosto delicado e um corpo de academia. Eu percebi que atração física foi mútua naquele encontro rápido, mas uns 2 anos depois, Juliano me encontrou pelas redes sociais e ficamos amigos. Passamos a sair e desenvolvemos uma amizade colorida. Praticamente todos os finais de semana ele me convidada para fazer alguma coisa. Como ele era promotor de eventos, sempre tinha convites para bons lugares diversos. Nosso lance era casual mas sempre teve muita consideração de ambas partes. Eu estava em uma fase da vida em que não queria relacionamento sério, mas gostava de ter alguém fixo e legal para estar de vez em quando, e Ele era essa pessoa. Certo dia, em uma quarta feira muito feia e chuvosa, por volta das 20 horas ele me chamou no whatsapp: oi linda, tá arrumando o quê? Vem aqui pra casa pra gente ficar de boa e assistir um filme? Eu me animei no mesmo instante, pois aquela noite estava propícia pra isso, e claro, um sexo bem gostosinho debaixo da coberta.
Tomei um banho caprichado, fiquei bem cheirosa e me arrumei de maneira mais simples: um shortinho se academia, um moletom, cabelo preso e chinelo. Peguei meu carro e fui até o apartamento dele. Chegando lá, ele já me aguardava com um vinho gelando e havia pedido pizza.
O apartamento era antigo, os móveis eram velhos, mas sempre tudo muito organizado e limpo. A casa estava escura e só a TV estava ligada. Me sentei à mesa como sempre e ele me serviu vinho. Como de costume, nos tratávamos com uma certa elegância. Fazíamos questão de deixar claro um para o outro que havia consideração e requinte, apenas do nosso lance ser casual e aquilo era extremamente excitante. Enquanto conversávamos, a chuvinha caía lá fora, lá se ia a primeira taça de vinho até que o interfone tocou. Era o motoboy entregando a pizza. Ele pediu licença e desceu para buscar. Nesse momento, eu vi a porta do quarto dele, que estava entreaberta se mexer. Tive a impressão de ter visto uma sombra passando lá dentro, mas logo pensei que fosse por causa do vento. Ele morava sozinho, eventualmente recebia o filho, a mãe, ou algum amigo de evento dormia lá.
Quando ele retornou com a pizza direto para a cozinha, me disse: linda, fique a vontade aí no sofá. Vou buscar uma coberta pra gente. Entrou no quarto, pegou a coberta e me deu. Foi a cozinha e trouxe a caixa de pizza. Organizou tudo perto e colocou o filme. Estava tudo perfeito como sempre. Aquele clima sensual e acolhedor no ar. Uma desprentençao, como se apenas o filme importasse, mas eu e ele sabíamos que não. Esse era o nosso jogo e em poucos instantes estaríamos fudendo como animais e assim foi. Bastou o primeiro beijo de língua, molhado, suave, com gosto de vinho...eu simplesmente não resistia a ele. Ele era delicado e provocante no toque, o que me deixava em uma posição de sentir tudo com intensidade, mas ter que ir buscar mais caso quisesse, entende?
Era uma espécie de hipinose que me causava necessidades de descer beijando e cair com a boca engolindo a pistola dele inteira sem o menor esforço. Era lento... demorado...podíamos ficar ali a noite toda. Ele segurava a taça de vinho enquanto eu abria o zíper da sua bermuda enquanto o beijava afoita. Minha intenção era alcançar apenas a cueca e acariciar a rola grossa de uns 22 centímetros. Eu sentia a respiração ofegante, ele pressionando a rola contra minha mão , como quem dicesse: é seu! Não me contive mais, me ajoelhei no chão, tirei a pistola dele pra fora da cueca e inicie apenas na cabecinha. Estava quente, macia. Eu dava beijos molhados nela como se fosse na boca. Ele escutava o barulho das chupadas e gemia, como se estivesse sendo torturado. Foram vários beijos deliciosos e chupadas apenas na cabeça, até que passei a lamber de cima pra baixo. Da cabeça às bolas...e quando chegava na cabeça da rola, dava outro chupão gostoso e molhado. Ele se contorcia de tesão. Com delicadeza, comecei a tirar sua bermuda e sua cueca. Queria aquela tora 100% disponível pra mim. Ele me ajudou. Sentou mais a vontade, com as pernas um pouco mais aberta, inclinou o corpo pra trás com os olhos fechados, segurando a taça de vinho intacta como quem merecesse todo prazer. Eu empurrei levemente suas coxas como se quisesse apreciar puramente aquele cacete. Propositalmente e com uma leve pressão de unhas, deixava ele sentir entre as coxas as minhas mãos, enquanto isso, abocanhava sua pistola como se fosse um banquete. Era tudo meu! Eu escorregava as mãos pelas bolas, puxando levemente a pele, usando como se fosse uma alça pra ajudar e empurrar a rola para dentro da boca, ele alucinava. Após algum tempo subi para sua boca e o beijei, ele tirou minha blusa e abocanhou meu peito, enquanto segurava o outro com uma mão. Senta por cima, com meu shortinho de academia, eu podia sentir a rola pulsando e ele forçando a entrada da minha xota. Comecei a tirar meu short, porque só pensava na delícia que seria ser penetrada daquele jeitinho: rola babada, latejando, peito chupado...era tudo que eu queria. Já estava com a buceta molhada e totalmente disponível, então, rocei a entrada dela na cabeça da rola, apenas encaixando, quando comecei a piscar. Ele gemia gostoso, sentindo cada detalhe...ele me deixava fazer como bem quisesse, era meu objeto. Eu o beijava e piscava a buceta na cabeça do enorme cacete. Até que me levantei, peguei ele pela mãos e me debrucei sobre a mesa. Eu queria a tora me atravessando de uma vez só de quatro. Ele se posicionou, alisou meu corpo, meu cabelo... novamente, por um instante, tive a sensação de ter visto outro movimento de sombra no quarto. A porta parecia um pouco mais aberta agora e eu estava com um sensação de que era observada, mas não liguei, estava prestes a ser preenchida pela melhor rola que já tive e estava posicionada pra isso. Eu pedi a ele com voz manhosa:amor, coloca só a cabecinha?
Ele repetir com voz trêmula: você quer só a cabecinha, amor? Eu assenti quase implorando, e assim ele fez. Ele se pré me obedecia. A buceta estava tão melada que praticamente atraia aquele pau. Ele deixou assim: bombando de levinho apenas a glande. Vez ou outra eu contraia a buceta de forma inesperada e a pistola batia com força. Outra hora prendia a cabeça lá dentro e ele tinha dificuldade em realizar...eu gemia gostoso, baixinho...ele se deliciava. Novamente vi outro movimento na porta do quarto, mas agora tive certeza que alguém nos observava. Olhei atentamente e pude ver um movimento de vai e vem de mão. Era alguém batendo punheta. Dessa vez, a pessoa queria ser vista. Eu não vi outra parte que não , a mão segurando uma pistola grossa e fazendo movimento de vai e vem. Tudo isso, na penumbra do quarto com a porta semi aberta. Aquilo me causou uma sensação deliciosa, ainda mais por aquele sensação de a pessoa estar apreciando tudo escondido, e certamente meu homem consentiu que o outro assistisse. Quando eu notei, eu passei a falar frases picantes um pouco mais alto e gemer ainda mais gostoso, narrando cada detalhe do sexo. Meu homem esfolava a cabeça da rola e me pedia pra deixar colocar mais...eu pedi apenas mais um pedacinho. Ele atendeu, metendo mais uns 2 centímetros de rola, e com muita concentração, bombando só até ali. Eu me contorcia. Enfiei minha mão entre minhas pernas e alcancei suas bolas. Eu adorava segurar a pele do saco enquanto ele me fodia. Eu puxava a rola pra mim pelo couro ele ele gemia. Eu Olhava o outro se deliciando na punheta e minha vontade era de chamá-lo pra se sentar em frente a mim com as maos para trás e me oferecer apenas a pistola pra mamar, mas não fiz isso, afinal, eu era admirada pela minha postura seria, fazer isso, poderia colocar nosso teatrinho a perder. Eu fiquei ali sendo enrabada com 10% de pistola, vendo o outro se matar na punhete, até que, em um gesto mais brusco, catei as bolas do meu macho por baixo e puxei tudinho pra dentro de mim. Ele urrou como um bicho e eu senti uma dor leve no útero e dei um grito abafado. Meu homem perdeu o controle e passou a bombar forte, segurando pela cintura, aquele saco enorme castigando meu grelo...o movimento do punheteiro aumentou...eu pedi ao meu macho pra puxar meu grelo enquanto me fudia e ele atendeu. Ele adorava isso e eu tbm. Meu grelo era grande de tanto pedir isso. Eu empinei ainda mais o rabo pra ele ter mais acesso. Eu abria meu rabo com as duas mãos pra ele penetrar mais fundo, o barulho das batidas do saco dele no meu grelo eram altos e Quando vinha uma vontade de gritar, eu mordia a coberta e abafava o som, ele, ou eles, ficavam loucos. Ele disse: amor, pode gozar? Eu queria deixar pois estava prestes também, mas como gostava de contraria-lo, disse com voz manhosa: não bebê! Está tão gostoso, mete só mais um pouquinho. Ele suspirou fundo, como se estivesse tentando manter o controle. Eu deixava o bico dos meus peitos e esfregararem no tecido de chenile do sofá, provocando uma sensação deliciosa até que eu pedi a ele: amor, goza pra mim? Ele começou a bombar curtinho e forte. Catou minha cintura como se fosse uma alça, enqun isso, os movimentos involuntários da minha buceta gozando gostoso começaram, ele sentiu e o tesão explodiu em gala. Ele urrava...eu gritava mordendo a coberta. Tudo descompassado e uma deliciosa gozada pra cada lado. O ritmo foi desacelerando até que a pistola mole e melada caiu automaticamente pra fora. Ele se jogou sobre mim exausto. Ficamos ali. Eu olhei para a porta e não vi mais meu voyer. Talvez tivesse finalizado junto com a gente.
E o filme? Ficou para outro...e outro...e outro dia.