Meu nome é Leonardo, sou de Belo Horizonte e atualmente tenho 41 anos, branco, cabelos curtos e corpo bem cuidado.
Compartilho hoje uma experiência que tive com uma sugarbaby submissa que conheci alguns meses atrás.
Quando era mais novo, frequentava muito o chat do uol, onde era relativamente fácil encontrar mulheres dispostas a sexo casual. Porém, de uns anos para cá, essa fonte se esgotou, hoje infelizmente no chat só tem homens com discursos para lá de reacionários e raramente alguma mulher.
Decidi então me cadastrar em um site de sugarbaby.
Lá conheci Melissa (nome fictício), uma jovem de 26 anos, morena clara, com aprox. 1,65m e corpo delicioso, com peitos médios e durinhos. Ela era de uma cidade próxima a Belo Horizonte, que não vou revelar por motivos obvios.
Depois de uma conversa no chat da plataforma, resolvemos ir para o whatsapp.
Melissa a princípio me confidenciou que gostava de ser dominada durante o sexo. Com a evolução do papo e a segurança, ela acrescentou que tinha muito tesão em ser tratada como submissa inferior no sexo.
Obviamente esse discurso pode soar estranho e misógino, mas dentro do BDSM, existe espaço para o que dá tesão, desde que sem julgamentos, com consentimento e sendo isso algo específico.
Um exemplo: Ela dizia que queria ter um "dono". Obviamente isso so pode ser saudável em um role play, uma encenação para aquele momento. Ninguem deve ter dono nem ninguem pode ser dono de outra pessoa.
Feito esse esclarecimento, a medida que iamos conversando Melissa me contava mais detalhes do que lhe dava tesão. Eu, como praticante BDSM, adorava todo relato que ela fazia.
Eu exijo que o primeiro encontro sempre seja em um local público explico que não vai rolar nada nesta ocasião. É apenas para nos conhecermos e testar a afinidade. A imposição de não rolar nada no primeiro encontro é para que ninguem se sinta obrigado a fazer nada por a pessoa ja está ali. Com ambos sem expectativa, não existe chance de frustração.
Marcamos o encontro em um pequeno shopping da cidade dela. Nos encontramos na entrada da praça de alimentação e fomos para uma mesa tranquila conversar.
A meu pedido Melissa me contou que estava terminando a faculdade, era solteira e que era sugarbaby pelo dinheiro e pelas experiências, especialmente sexuais que a função lhe proporcionava.
Perguntei sobre ela gostar de ser submissa na cama e como isso começou. Ela disse que sempre curtiu ver vídeos de homens dominando mulheres, mas que so recentemente isso se tornou mais latente, quando um homem que conheceu na plataforma pediu para lhe dar tapas no rosto e ela ficou muito excitada.
Ela nem sabia o que era BDSM ou as regras deste tipo de prática e se mostrou muito interessada.
Então lhe apresentei o formulário de limit list, que contem diversas práticas e ela deveria preencher cada uma delas com um número de 0 a 2, sendo:
0 -> limite proibido (não aceita esta prática)
1 -> aceitável mediante condições previamente estabelecidas
2 -> aceitável e desejável
Expliquei que ela deveria ser sincera sobre o que deseja e especialmente sobre o que não deseja, que eu não estava ali para julga-la.
Depois disso a deixei sozinha na praça preenchendo e disse para me informar quando terminasse. Adverti que não deveria preencher se não soubesse o que era. Ela poderia pesquisar cada prática mas se mesmo assim não entendesse, deveria preencher ns (não sei), que seria entendido a princípio como 0 (limite proibido).
Sai para fazer algumas compras que precisava e com aprox. 40 minutos ela me manda mensagem dizendo que terminou.
Quando voltei para a mesa, ela me entregou a folha preenchida completamente eu dobrei, guardei no bolso do meu paletó e tivemos a seguinte conversa:
eu: Como se sentiu preenchendo?
Melissa: normal
eu: Normal? como assim?
Após ela pensar um pouco e olhar para o lado para garantir que ninguem ouviria, respondeu:
Melissa: fiquei muito excitada de imaginar fazendo isso.
eu: Sua buceta está molhada?
Ela novamente olhou para os lados, conferindo o movimento, colocou a mão debaixo da mesa por dentro do shorts que usava, fechou os olhos por um instante e respondeu balançando a cabeça afirmativamente.
Combinei com ela duas safe-word. Safe-word, como o próprio nome diz é uma palavra de segurança. A primeira que combinamos é uma que quando dita, quer dizer que ela esta gostando mas deseja diminuir a intensidade e a segunda, que não está gostando e deseja parar aquela prática. Ambos anotamos as palavras para não nos esquecer.
Combinado essa parte, expliquei que iria analisar suas respostas e se fossem compatíveis com meus limites, poderíamos marcar um próximo encontro, este sim sexual.
Quando este encontro ocorresse ela deveria avisar alguma amiga que iria sair comigo, deveria passar meu contato para essa amiga e mandar a localização em tempo real para ela, para que se sentisse segura, pois quanto mais segura, melhor as coisas iriam acontecer.
Voltei para casa e fiquei positivamente surpreso com suas respostas. Não vou entrar no mérito do que ela respondeu pois o que narrarei a seguir ja vai mostrar boa parte dos seus desejos e consentimento. Lembrando que tudo que aconteceu teve seu consentimento prévio na limit list.
Não existe "testar o limite". Os limites são estabelecidos antes e é isso que traz segurança para a prática.
Combinamos uma quinta-feira 15h. Eu a pegaria no mesmo shopping que encontramos e de lá seguiríamos para um motel nos arredores.
Cheguei no shopping pouco mais cedo e pelo jeito, ela também, porque eram 14:55 e ela me mandou mensagem de que ja estava la.
Disse para ela onde havia estacionado o carro e que fosse ao meu encontro.
Estacionei numa vaga mais isolada, porpositalmente ao lado de uma coluna que impedia uma visão ampla para a lateral do carro do lado do passageiro.
Quando ela chegou, estava deliciosa. Com um cropped que deixava sua barriga a mostra com um generoso decote em V, além de uma mini-saia, que em pouco tempo descobri que era um short-saia.
Ela se aproximou do lado do passageiro e tentou abrir a porta, mas estava trancada. Eu abri o vidro e tivemos o seguinte diálogo:
eu: Que bom que você chegou cedo puta. Está pronta para ser usada?
Melissa deu um sorriso um pouco surpresa e respondeu de forma tímida: Estou
eu: Quero uma prova. Me mostre seus peitos.
Melissa: Aqui?
eu: Se eu estou mandando agora é para mostrar agora.
Melissa olhou para os lados, percebeu que a coluna do estacionamento tampava boa parte da visão para onde ela estava e levantou o cropped mostrando seus belos peitos com um sorriso excitante.
eu: agora me dê sua calcinha.
Foi neste momento que eu descobri que não era uma saia e sim um short-saia, quando ela disse:
Melissa: Eu estou com sort, para tirar ela, tenho que tirar o short.
Eu: A escolhe é sua. Se não tirar, será punida em público no caminho para o motel.
Após pensar um pouco ela mordeu o labio inferior, olhou novamente para os arredores, e se abaixou tirando o short-saia com a calcinha e jogou ambos pela janela.
Melissa: Satisfeito?
Eu: Adoro uma cadela obediente.
Então destranquei a porta e ela entrou vestindo somente o corpped.
Antes de sair com o carro mandei ela abrir as pernas e toquei sua buceta, que estava muito molhada, confirmando sua excitação em cumprir as ordens que ela tinha colocado como aceitáveis na limit-list.
---- Continua na parte 2
Se alguem também se interessa pelo assunto e quiser corresponder, meu e-mail e leonardomv@gmail.com