Eu ia saindo pra jogar bola, vi minha filha na sala, dançando uma música. Era normal ver Alice dançando mas essa era muito sensual, ela parecia simular que estava jogando as cadeiras e quicando a buceta em algo imaginário.
Eu já tinha sentida algo por ela, mas nada se compara o que senti naquele momento, imaginei a bunda dela nua, eu a penetrando por traz. Tive que sair, mas a imagem de minha princesinha quicando em um pau imaginário ficou guardada.
Fiquei maquinando um jeito de ficar só com ela, sem minha esposa, sem a irmanzinha caçula, sem as amigas dela por perto. Pensei numa viagem à capital. Ela vivia pedindo pra me acompanhar em São paulo, onde nunca tinha ido.
No outro dia cedinho, ela ia saindo pra escola, fui com ela até a portace disse: vou esse final de semana a São Paulo. Quer ir comigo? Só quero pai. Vou arrumar a bolsa quando chegar da aula.
Podia ir de carro, mas pensei no ônibus a noite, juntinho dela, eram 8 hs de viagem. Comprei passagem pra 11 da noite. Com sono, ao meu lado, era o local certo pra mim começar a fazer carinho e deixar claro que eu tava de ter ela nos meus bracos, no meu colo, na minha pica.
Saímos na sexta a noite, ônibus atrasou um pouco, quase meia noite partiu, poltronas confortáveis, serviço de bordo.
Alice sentiu sono logo na saída, sentiu desconforto em dormir encostada na cadeira, não era acostumada viajar de ônibus. Pedi que ela sentasse em meu colo e arranjei o travesseiro na quina da janela. Peguei a manta cedida pela empresa e cobri todo seu corpo, o ar do ônibus geralmente é bem gelado.
Fiquei um bom tempo com a mão acariciando o rosto dela, Alice foi ralachando, sonolenta, senti vontade...desejo de explorar seu lindo corpo, enfiei a mão por baixo da manta e toquei na barriga dela, ela usava uma blusinha de alça, solta, fui massageando de leve e subindo por baixo da blusa, toquei nos seios dela.
Fui apalpando, apertando os biquinhos, Alice gemeu baixinho, um gemidinho suspirando. Continuei apertando os seios. Alice encostou a boca em meu pescoço e deu uma mordidinha. Tudo escuro no ônibus, aparentemente todos dormiam, desci a mão por seu corpo febril, até a barriga, prosegui até a testa da buceta. Alice usava uma calça leg e por baixo uma minuscula calcinha.
Fiquei algum tempo alisando a testinha, Alice tocou com sua mão sobre a minha e delicadamente foi empurrando pra baixo, meu pau foi a mil, minha bebê com eu a chamava as vezes queria ser tocada. Meu dedo encostou na rachinha úmida, eela suspirou e ofereceu os lábios. A beijei com muito amor e tesão .
Fiquei muito tempo dedilhando sua buceta, entre gemidinhos e suspiros senti ela cravar os dentes em meu peito e o melzinho escorrer em meus dedos. Bem na hora as luzes foram acendendo, estava chegando na primeira parada.
Não descemos ficamos no ônibus com poucas pessoas, Alice abraçada em mim foi adormecendo, quando o ônibus partiu, depois da parada ela já dormia. Eu também adormeci. Acordamos já amanhecendo o dia na segunda parada. Fomos tomar café e lanche, Alice toda alegre, fascinada com a viagem, sorria contente como se nada tivesse acontecido. O jeito dela encarar o acontecido, sem traumas, me autorizava a continuar..
Chegamos 9 hs na capital, o hotel era próximo, em meia hora já estavamos instalados, era um quarto muito confortável, eu e ela ali sozinhos, o ambiente ia favorecer . Saímos pra passear e almoçamos na rua. Represados ao hotel já próximo das duas da tarde. Eu tirei a roupa, fique só de cueca e uma camiseta, ela só de calcinha e blusinha de alça. Ligou pra mãe dela pra falar da cidade, ela tava encantada com a grandeza da capital.
Alice estava próximo da cama mexendo no celular, abracei ela por traz e falei no seu ouvido: aquela música que tú tava dançando aquele dia no seu quarto, deixou o pai louco. Dança um pouco pra mim ver. Ela procuro no celular e ligou, encostou as mãos na cama e começou a dançar,.. jogando jogando, jogando a buceta de quatro, de quatro na vara, jogando jogando. Abracei ela põe traz de novo e falei: dança sem a calcinha.. Alice sorriu sedutora e tirou. Foi dançado mais rápido, jogando jogando, jogando a buceta ...
Esperei ela dançar uns dois minutos e e encostei nela, abraçado, falei, com voz completamente rouca: bebê, dança na vara do pai, dança, pode bebê? Simmm, ela olhou pra trás deu uma reboladinha e aumentou o som...