O silêncio do quarto é interrompido apenas pelo ronco rítmico de Roberto ao meu lado. Olho para o relógio digital: 03:00 da manhã. Exatamente um ano desde que tudo mudou. Sinto o calor subir pelas minhas coxas, aquela umidade pulsante que me faz deslizar a mão para dentro da camisola. Meus dedos encontram meu clitóris inchado e começo o movimento, fechando os olhos para que as imagens daquela noite voltem com a força de um soco.
Eu tinha 44 anos na época. No espelho, eu via uma mulher que parecia irmã da própria enteada, Samara, de 19. Meu corpo era firme, meu rosto jovem, e eu carregava uma fome que Roberto, aos 40, raramente conseguia saciar. Meu "útero não desenvolvido" me impedia de ter filhos, mas me sobrava libido. Roberto trabalhava demais, chegava exausto. Eu era insaciável.
A Mecânica do Pai
Lembro-me de uma madrugada em que o desejo me queimava. Acordei Roberto com a mão já fechada no pau dele.
— Helena, para... a Samara tá no quarto do lado, ela vai ouvir — ele sussurrou, o corpo mole de sono.
Pobrezinho. Ele não entendia que o risco era o tempero. Eu sabia que nenhum macho resiste a uma boca bem trabalhada. Desci para baixo do lençol e o tomei. Em minutos, a resistência dele ruiu. Ele me puxou para cima, me jogou de quatro e começou a socar.
Foi aquela transa "papai-mamãe" protocolar. O som da carne dele batendo na minha bunda ecoava, seco e repetitivo. Eu gemia baixo, sentindo o atrito, mas minha mente já estava voando. Foi uma transa mecânica, a menos intensa de todas, mas serviu para me deixar no ponto. Enquanto ele gozava e desabava de sono, eu pensava na Samara, ali do lado, e no que o destino nos reservava.
O Pacto e a Umidade
Samara e eu tínhamos uma relação de quase mãe e filha. Ela me admirava e confiava em mim para falar o que não ousava conversar com o pai. Talvez tivesse medo da reação; Roberto era conservador demais. Quando ela começou a namorar Willian, de 22 anos — um rapaz forte que já a via como futura esposa — a pressão aumentou. Ela queria se dar logo para ele, mas morria de medo de a primeira vez doer. Pior: ela mentia para as amigas que já era experiente, que fazia boquete e até já tinha dado o cuzinho, só para evitar o bullying das meninas. Um dia, angustiada por sustentar essa farsa e sem saber como agir com o namorado, ela me implorou ajuda. Fui ajudar, mas ela me fez jurar que não contaria para o papai.
Selamos ali nosso pacto do mindinho: tudo o que disséssemos morreria entre nós, longe dos ouvidos de Roberto. Foi o sinal verde para que eu começasse a dar as instruções que ela tanto queria.
— Samara, o segredo é o boquete. Se você souber usar a boca, sugar com vontade e exigir que ele também chupe você, o corpo relaxa e a buceta encharca, fica escorregadia como manteiga. Não tem dor, a não ser aquela dorzinha gostosa. Só prazer.
Enquanto eu explicava os detalhes de como controlar o ritmo dele, via a pupila dela dilatar em delírio. Ela estava de shorts de malha fininho, sentada de pernas abertas. Notei a marca: uma roda de umidade. Uma mancha molhando o tecido bem no vão das pernas, crescendo conforme eu descrevia as sensações. Ela fechava os olhos, a respiração curta. Ali, o respeito de madrasta morreu; sobrou apenas a putaria entre amigas.
A Jeba de Willian e o Desejo
Poucos dias depois, Samara achou que estava sozinha em casa. Ela armou um encontro com Willian, pensando que estariam só os dois, decidida a colocar em prática o "treinamento" que recebeu. Eu percebi a movimentação e, em vez de sair, decidi ficar quieta, observando tudo por uma fresta. Samara tentava aplicar o que eu ensinei, mas era desajeitada. Ela caía de boca, mas raspava os dentes sem querer na glande, fazendo Willian recuar com caretas de dor. O clima estava morrendo e ele começou a broxar devido ao excesso de didatismo dela.
Até que, após muita insistência, ela acertou o ponto. Quando ela finalmente abaixou a calça dele e começou a mamar direito, meu fôlego sumiu. Willian tinha uma jeba de fazer inveja. Um pau grosso, venoso, que pulsava a cada movimento dela. Eu senti um choque na espinha. Passei a desejar aquela rola toda dentro de mim. Willian, porém, não aguentou o tranco e explodiu rápido demais. Foi porra para todo lado: no rosto, nos cabelos, na blusa. Samara ficou estática, sem saber se aquilo era bom ou ruim. Nas sombras, com a mão na buceta melada, eu desejava sentir o gosto daquela porra quente. Provei meu próprio caldo. Notei que ele também era inexperiente e gozou precoce, mas o conflito interno me consumia: o respeito pela casa contra a fome por aquele jovem desgraçado. Fodeu com minha sanidade!
Esperei eles se recomporem e saí de fininho para a rua. Momentos depois, fiz barulho na entrada, fingindo que acabava de chegar. Encontrei os dois no sofá, agindo com naturalidade forçada. Fingi que não vi o rastro de sêmen na ponta do cabelo de Samara. Guardei o segredo para mim.
O Segundo Pacto
No dia seguinte, Samara veio me contar tudo, empolgada, mas frustrada com o resultado final. Fingi que não sabia de nada. Eu disparei, irônica:
— Bom, do jeito que você fala, parece que não tem mais o que fazer, a não ser que eu esteja lá para ensinar os dois pessoalmente.
Ri; era apenas uma retórica sátira, mas ela me interrompeu entusiasmada.
— Você faria isso mesmo, Helena? Por favorzinho, vai, diz que sim!
Assustada, eu a chamei de louca, perguntei se ela tinha noção do que dizia. Acho que ela não sabia o que era uma retórica sátira. Avisei que disse da boca para fora. Mas ela insistiu, disse que Willian aceitaria. Provoquei, dizendo que, se ele aceitasse, seria oportunismo dele, não amor. Ela deu de ombros, disse que ele era apenas um "objeto de aprendizagem". Ela não o via como definitivo; tinha outros planos. Quando mencionei o risco de Roberto descobrir, dificultando a ideia, ela ofereceu o dedinho: seria nosso segundo segredo. Embriagada pela conversa e já completamente molhada, sem pensar, aceitei. Loucura!
Naquela semana, eu transava com Roberto e via o Willian. Via aquele corpo pardo, forte, e o pau gigante. Via a Samara como uma mulher no auge, com aquela bunda firme e o cabelo loiro batendo na bunda. Puta que pariu! Eu comecei a achar a enteada gostosa! Eu não era lésbica, mas desejava o conjunto. Desejava a sujeira daquela situação.
A Aula Prática
Na sexta-feira, Samara revelou o plano final: ela não contaria nada a Willian. Fingiríamos um "flagra". Ela começaria a transar com ele e, no auge, eu apareceria do nada, como se fosse por acidente. Em vez do sermão, eu cederia aos pedidos dela por ajuda, fingindo resistência.
Chegou o grande dia dos meus sonhos! Entrei abruptamente no quarto quando eles estavam pelados. Willian entrou em choque, cobrindo o pau com a almofada. Fiz minha cena de madrasta, tentando falar palavras interrompidas, mas Samara me puxou pela mão, chamando-me de "mãe". Ela tirou a almofada, revelando o pau gigante e veiudo. Olhei para Willian com um olhar assustado (fingindo surpresa) e ele, hipnotizado, apenas observou enquanto a própria namorada me despia e me puxava para entre eles.
— Ok! Vamos lá. Então... olha como se faz, Samara.
Perdi a compostura e abri a boca. Envolvi aquela cabeça gigante. O pau vitrificou imediatamente. Mal comecei a sugar e percebi que ele ia explodir. Assim que ele ficou ofegante, parei.
— Agora, Samara, a lição: quando o homem começa a dar sinais de que vai gozar, você interrompe e faz ele chupar você.
Mas, como eu queria muito aquela carga cheia, menti para ela, dizendo que ia mamar até ele gozar uma vez para que ele durasse mais depois. Voltei para o pau dele com fúria. Ela olhava com atenção. Willian explodiu na minha garganta. Foi a maior carga de porra que já recebi. Engoli tudo, mostrando para a enteada que ela não precisava ter medo do gosto.
O Emaranhado de Carne
Diferente do que eu imaginava, Willian não amoleceu; a primeira gozada apenas o deixou mais faminto, apesar do pau meia-bomba.
— Agora, Willian, chupa a minha buceta. Eu dou as coordenadas.
Eu guiei a cabeça dele, mas chamei Samara para a minha cara e comecei a lamber a buceta dela também, ensinando com a língua onde ele deveria tocar. O gosto era doce. Fizemos um revezamento: eu a lambia para ele ver, e depois ela me chupava para entender o que exigir de um homem.
O quarto virou um ninho de corpos.
— Agora, coloca na minha "filha" — eu disse, usando o termo pela primeira vez para selar o pacto com fluidos de prazer.
Ajudei na penetração. Ela estava tão lubrificada que ele deslizou como quiabo. Entrou fácil, sem dor. O som era sujo: carne contra carne, batida de coxa e bunda. Até que Samara, em transe, me puxou para o meio.
— Depois de tudo, você também merece, mãe. Agora pode tudo. Aproveita também!
O Willian me pegou por trás enquanto a Samara mamava nele por baixo. Agora aquele pau grosso estava me rasgando, preenchendo cada centímetro, enquanto eu sentia os dedos dela me explorando. Aquele desejo de quando eu espiava estava sendo realizado sem transgressão. Consentido. Depois de alguns minutos senti a respiração dele mudar e ordenei:
— Samara, pega tudo!
Ele saiu de mim e ela abocanhou com força. Enquanto ela rodeava a cabeça daquele pau com a boquinha delicada dela, eu engolia suas bolas. Ele jorrou na garganta dela. Uma carga menor, mas violenta. Ela engasgou, mas não desperdiçou uma gota sequer.
O Silêncio Final
Após o suor secar, propus um novo pacto. Aquilo nunca mais aconteceria. Eu amava Roberto e aquela loucura precisava morrer ali. Willian estava confuso, mas satisfeito. Samara estava radiante, sentindo-se finalmente mulher.
Eles terminaram meses depois. Ela foi para a faculdade, decidida a viver sua liberdade com os colegas, sempre me agradecendo por tê-la "libertado". Roberto continua o mesmo, sem desconfiar que a paz da nossa casa foi construída sobre um segredo de carne e suor.
E eu, aqui no escuro, finalmente gozo. Meus dedos estão ensopados enquanto as imagens daquela noite me consomem. O registro está feito. A memória é minha, e o prazer é o meu único juiz. E tomara que Samara não me venha com outra surpresa.