Férias em Família: O Corno no Banho e a Esposa na Cama gozando

Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 514 palavras
Data: 26/04/2026 11:03:27

​Aos 33 anos, a gente aprende a ler os sinais, mas o que aquela morena de 29 estava entregando naquela viagem era mais que um sinal, era um convite. Ela tinha aquele estilo marcante: cabelo curtinho, 1,65m de pura provocação. Os seios eram pequenos, mas o que faltava em cima, sobrava atrás. A bunda era um espetáculo à parte — grande, redonda, firme — e o biquíni de tanguinha parecia pequeno demais para conter tudo aquilo.

​Na praia, o sol castigava, mas o calor de verdade vinha dela. No mar, o jogo ficou sério. Cada onda que batia era a desculpa perfeita para um esbarrão. Ela buscava minha mão, pedia ajuda para não cair, e em um desses momentos, a água nos jogou um contra o outro. Minha mão "escorregou" naquela bunda monumental e senti a textura da pele dela sob o fio-dental. O clima estava elétrico. Ela pulava em mim, rindo, e eu segurava firme na sua cintura, sentindo a temperatura subir. E lá de longe, na areia, o marido dela — o verdadeiro corno da história — só observava com a latinha de cerveja na mão, sem fazer ideia de que a mulher dele estava em chamas por outro.

​O Perigo no Apartamento

​A noite caiu e voltamos para o apartamento. O cansaço era fachada; o que queríamos era a chance de estarmos a sós. Depois de um descanso rápido, o ritual do banho começou. Ela foi primeiro, e quando saiu, eu entrei. Saí do chuveiro apenas de bermuda, com a toalha no ombro, exalando perfume.

​Foi a hora perfeita. O marido dela entrou no banho, e o som do chuveiro virou o sinal verde que precisávamos. Ela estava ali, secando o cabelo, distraída... ou fingindo estar. Passei por trás dela com tudo, raspando meu pau com vontade naquela bunda imensa que eu tinha cobiçado o dia todo. Senti ela se encostar para trás, aceitando o contato.

​Segurei firme na cintura dela e sussurrei no seu ouvido:

— Cuidado, você está mexendo com fogo.

Ela virou o rosto levemente, com um olhar que queimava:

— Pois eu quero me queimar.

​O desafio estava lançado. Olhei para a porta do banheiro, ouvi a água correndo e disse baixo:

— Aproveita que ele está lá dentro. Duvido você aguentar.

— Vai ser você quem não vai aguentar — ela rebateu, com aquela malícia de mulher fogosa.

​O Momento

​— Então fica de quatro e só puxa a calcinha de lado — ordenei.

​Ela foi além. Com uma urgência que me deixou louco, ela abaixou o short e arrancou a calcinha de vez. Se posicionou de quatro na cama, entregando aquela vista privilegiada. A bunda dela era ainda mais impressionante de perto. No meio daquela imensidão redonda, vi o "grilinho" dela, saltado e avantajado, uma delícia de se ver, brilhando de vontade, piscando para mim.

​Não perdi tempo. Tirei o pau para fora e comecei a dar aquela pincelada lenta, passando a cabeça nela, sentindo o calor que emanava dali. Ela soltou um suspiro abafado, o corpo tremendo, enquanto o som da água no banheiro continuava, selando o destino daquele encontro proibido. Continua Parte 2

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