DOUGLAS

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Homossexual
Contém 619 palavras
Data: 26/04/2026 10:49:53
Assuntos: Gay, Homossexual

Douglas é meu namorado. É um homem lindo, desenhado pela natureza num momento de êxtase. Seu rosto delicado, barba sempre aparada e macia; lábios carnudos, que a gente não cansa de olhar – e quando cansa beija; suas mãos são mágicas, produzem no meu corpo efeitos inéditos sempre; peito e braços de quem malha com sensatez; e principalmente um falo delicioso, que sabe todos os segredos de me penetrar de uma maneira sempre nova e arrebatadora. Douglas é maravilhoso.

Vejam como ele é...

Outro dia, tarde chuvosa, eu degustava um capuccino, no meu apartamento, no meu sofá, deitado de bruços, mergulhado no vício tecnológico do século. Sem roupa, naturalmente, que não a uso em casa. O giro da fechadura me diz que ele chegou: Douglas não mora comigo, mas tem a chave da minha porta e do meu corpo – entra quando quer, instala-se quando deseja, vai embora quando dá na telha, volta quando tem saudade e vontade.

Entrou pingando de chuva, beijou-me a nuca (arrepiou-me) e entrou no banheiro. Desnudou-se (estava de pau duro – ele também fica excitadíssimo com água do alto), enxugou-se e veio para a sala. Sem dizer palavra (decerto para não atrapalhar o cantar da tempestade lá fora), voltou a me beijar a nuca; só que desta vez ao primeiro beijo seguiram-se outros e cheiros.

Eu sabia que os ralos pelos da minha perna estava eriçados, denunciando minha excitação, mas continuei a leitura de um “textão” maravilhoso no celular. Descendo a boca, roçando os lábios e a barba pelas minhas costas, desfez-se a concentração no que eu lia. Quando os roçares chegaram as minhas nádegas e a língua enfiou-se entre elas, atingindo meu cu, este já involuntariamente piscava. Seus dedos separaram as bandas da bunda, escancarando meu furico, que recebeu sua língua molhada, entrando, lambuzando, lubrificando...

Celular jogado, meus olhos fechados, para melhor sentir a sensação indescritível daquelas carícias. Douglas deitou-se sobre minhas costas e sua preciosidade fálica cumprimentou a minha entrada com um suave encostar. Uma leve pressão e a cabecinha foi se afundando em mim, carinhosamente. Fui sentindo a nitidez daquela rola embrenhando-se em minhas entranhas, com a disposição de quem, mesmo já tendo feito aquele caminho inúmeras vezes, conseguia ser inédito a cada penetrar.

Eu gemia quengamente, de olhos fechados, experimentando todo o prazer que somente quem adora ser varado por uma pica amada consegue entender. Seus gemidos eram musicais, enquanto o cantar da chuva lá fora dava o tom e a harmonia da foda. As estocadas, o vai e vem, o entra e sai de sua rola no meu cu fazia triscar raios de prazer por todo o meu corpo e pelo dele.

Eu abri o quanto pude minhas pernas, como a querer tê-lo mais e mais dentro de mim, enquanto ele se enfiava com afinco, como a querer morar dentro do meu corpo, misturar-se a ele, formar um só corpo.

Girei minha cabeça para alcançar seus lábios, circulei com meu braço seu pescoço, e enquanto nos beijávamos, ele acariciava com vigor minhas axilas depiladas – ele sabe ser uma de minhas zonas erógenas mais sensíveis.

E de repente ele parou de meter, e senti sua vara pulsar dentro de mim. Paramos todos os movimentos, para experimentar essa pulsação gradativamente crescente, até a explosão intensa em jatos intermitentes – grunhidos descontrolados... Chovia fartamente dentro do meu rabo.

Após a última expulsão líquida, seu corpo pinotando involuntariamente nos resquícios do gozo, meu homem deitado sobre minhas costas, o corpo arfando ao efeito da respiração acelerada, como célere estava também o tamborilar das batidas do seu coração, sua rola ainda enterrada no meu cu... Fechei os olhos para conter tanta felicidade, e meus ouvidos se emprenharam com sua voz rouca e entrecortada de cansaço:

– Te amo, Cláudio...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Claudio_New a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários