Fui entrando devagar e escutei um deles falando baixo:
- Tira a roupa!
- Não...não dá.
- Só um pouco...deixa a gente te comer só um pouquinho.
- Não...hoje não...ele tá no banho...não dá tempo. Olha aí Gabriel.. vê se ele não tá saindo.
Gabriel olhou bem na hora que eu tava chegando mais perto e me viu.
De imediato eu fiz sinal pra ele ficar em silêncio.
O garoto era esperto e entendeu rápido e faz um sinal pra eu não me aproximar.
- Não, não tá não. Chupa o meu, chupa.
Fiquei ali parado ouvindo aquilo e mesmo sabendo que ia acontecer, era difícil acreditar.
Gabriel olhou de novo pra ver se eu ainda estava alí e fez sinal pra eu me aproximar.
Olhei por cima do ombro dele e minha mulher estava ajoelhada com a cabeça baixa mamando um e punhetando o outro.
Lucas também me viu mas ficou quieto.
Cida chupava gemendo, como se estivesse matando uma fome, e não só isso, ela mamava devagar saboreando os dois.
Nisso ela parou e ficou batendo pros dois e eu me escondi de novo.
- Chega gente. O Marcos já deve ter saído do banho. Outro dia a gente continua.
- Vem aqui não tarde então, depois que ele dormir. Falou o Lucas.
- Não... é muito arriscado.
- Mas ele nunca sai de casa, se não for assim não vai ser nunca.
Vem que a gente te come gostoso do jeito que você tá precisando.
“Boa garoto” pensei
- Tá...vou ver, mas não prometo nada.
- Tá, chupa mais um pouquinho então.
Só escutei os barulhos de chupada e fui embora.
Queria muito saber se ela teria coragem de voltar de madrugada.
Na hora de dormir fiquei de rola dura lembrando daquilo.
Não era tesão de corno, era tesão em ver minha mulher sentindo prazer.
Nem sei se é a mesma coisa mas acredito que não. Seja como for pedir pra ela meu chupar e falei:
- Pra me ajudar a dormir.
Na hora minha mulher caiu de boca caprichando na chupeta.
Com certeza queria que eu gozasse rápido e conseguiu.
Cochilei e acordei várias vezes e ela ainda tava do meu lado.
Então não sei quanto tempo depois eu percebo ela se levantando bem devagar da cama e calçando os chinelos. Continuei do eito que estava e esperei.
Poucos minutos depois eu escuto leves batidas na porta deles e depois a porta fechando.
Finalmente!
Esperei mais um pouco e fui descendo e torcendo pra eles terem lembrado sobre meu pedido da porta e como era esperado eles cumpriram mas eu não entrei. Tava cedo ainda.
Só vi que era o momento certo quando comecei a ouvir gemidos.
Então fui entrando devagar e eles estavam na sala. A luz estava apagada mas a TV ligada fornecendo alguma iluminação.
Gabriel estava socando minha mulher que estava de quatro em cima de uma cama de solteiro que eles colocaram na sala e Lucas de pé, esperando a sua vez.
Cida gemia muito. Não de forma escandalosa. Era um gemido gostoso de uma mulher que estava sendo bem comida.
Depois de um tempo eu ouço Gabriel falando:
- Caralho mano, ela é gostosa demais...tem que segurar pra não gozar logo...olha como geme...
E saiu dado lugar pro Lucas.
Lucas era mais feroz e suas metidas mais fortes faziam Cida gemer mais alto. Por causa disso ela botou a cara no travesseiro pra fazer menos barulho. Ainda assim eu ouvia bem ela delirando na vara dos dois.
Eles ficaram um bom tempo trocado de lugar até que ela pediu de frente.
E cada um deles teve sua vez comendo minha mulher no papai-e-mamãe.
Cida gemia sendo comida e enrolava as pernas em volta deles fazendo carinho em seus cabelos e beijando quem estivesse comendo ela na boca. Como se estivesse fazendo amor, e ver a minha mulher fazendo aquele sexo tão gostoso e se entregando sem culpa ou preocupação mexeu muito comigo.
Já tinha muito tempo que não ouvia aquele gemido e acabei me excitando.
Os rapazes eram atenciosos e correspondiam na mesma intensidade os beijos dela.
Não tinha palavrão e nenhum tipo de esculhambação, apenas sexo intenso e gostoso.
E foi assim que ela gozou pela primeira vez depois de muito tempo!
Com aquele garoto comendo sua buceta com vontade enquanto ela arranhava suas costas e gemia no seu ouvido pedindo pra ele não parar.
Lucas não aguentou e avisou que também ia gozar 3 ouvi minha mulher pedindo:
- Goza.....goza dentro...
Quando eles acabaram Lucas perguntou se ela tinha gostado e ela disse que sim.
- Fazia tempo ....tava precisando muito disso...
- Agora é minha vez! Falou Gabriel e completou:
- Eu quero o cuzinho!
Me escondi de novo pois ela começou a se movimentar e depois riu.
- Tava demorando pra alguém pedir isso.
- Não tem como...você é muito gostosa, Cidinha...olha essa bunda.
Ouvi ela rindo de novo e depois falando:
- Tá, mas vai devagar....faz tempo que não dou.
Esperei mais um pouco e comecei a escutar Cida reclamando de dor.
- Tá muito seco Gabriel....vai mais devagar....tem que passar alguma coisa.
- Calma que tá quase....ao tem nada aí não, Lucas? Pra passa nela? Tá muito apertado.
- Não tem cara. Respondeu o amigo.
Eu olhei e minha mulher tava de novo de quatro e o Gabriel tentando a todos custo comer seu cu.... até que entrou e ele começou a se movimentar.
Cida começou a gemer como antes e Gabriel foi aumentado a velocidade.
- Cassete....gostosa demais....olha isso Lucas...
Ela gemia mais alto e mais gostoso com aquilo e o garoto se botou quase de pé, literalmente montando na minha esposa e enrabando ela com gosto.
Mas não durou muito tempo. Com certeza ele devia estar louco pra gozar e fazer anal com uma mulher gostosa daquela e gemendo daquele jeito foi demais pro garoto, e ele logo avisou que ia gozar.
Ela não disse nada, apenas abaixou a cabeça, como que consentindo, e esperou a gozada dele.
Quando ele tirou ela se deitou e continuou gemendo baixinho.
Fui embora na ponta dos pés achando que ela já viria mas Cida acabou demorando mais uns 20 ou 30 minutos e depois entrou de fininho no nosso quarto.
Assim que ela deitou abracei ela com tudo.
- E aí? Como foi?
- QUE SUSTO, MARCOS .... TÁ LOUCO?!?
- E aí?!?...... como foi?
- Como foi o que? Se fez de sonsa.
- Cê sabe do que eu tô falando...eu sei onde você tava.
Cida paralisou até a respiração nessa hora mas eu tranquilizei dando uns beijinhos no seu ombro pra mostrar que estava tudo bem. Precisava passar essa segurança pra ela. Aí perguntei de novo:
- Foi bom? Matou a vontade?
Ela deu uma profunda respirada...
- Não tenho nada pra te falar. Respondeu meio rindo, meio séria.
- Ah, duvido! Cê ficou mó tempão lá e não aconteceu nada?!?
Ela se virou de frente pra mim nessa hora e falou:
- Tá bom então, Marcos! O que você quer saber?
Fui direto.
- Você transou com eles?
- O que você acha?
- Eu acho que sim!
- Então pronto.
- Você gostou? Tá satisfeita?
- Tô bem satisfeita! Era só isso?
Peguei a mão dela e coloquei no meu pau que tava duro e pedi uma “atenção”.
Cida me olhou de olhos cerrados e sorriso de canto e começou a chupar minha rola.
Lembrei dela gemendo enquanto se satisfazia e meu pau ficou mais duro ainda.
- Se quiser pode voltar lá amanhã, tá.
Ela não respondeu mas gemeu.
- Posso até ir com você, se você quiser.
- Você não vai ver NADA!
Respondeu seria e brava, e voltou a chupar.
- Que maldade. Eu deixo você se satisfazer e não posso nem dar uma olhadinha?!?
Mais uma vez ela não respondeu, mas caprichou mais ainda na mamada e eu enchi sua boca.
Dali em diante foram várias situações.
Toda noite ela saia de fininho pra casa deles e toda noite eu espiava eles comendo minha mulher e fazendo ela gozar.
Com o tempo eles foram se acomodando, inclusive ela, e até durante o dia eles tiravam uma casquinha um do outro.
Uma vez, já era fim de tarde e ela estava estendendo um lençol no quintal do fundo. Eu tinha acabado de terminar um lanche na sala e fui colocar meu prato na pia e escutei uns gemidos bem baixos. Então fui pra fora pra ver.
O barulho do prato deve ter assusta ela e quando eu cheguei eles estavam arrumando suas bermudas e ela os peitos no sutiã.Os três dispensaram sem dizer nada, mas ela me olhou muito feio.
Tenho quase certeza que eles tavam chupando seus peitos enquanto ela batia uma pra eles.
Outra vez os rês estavam atrás de um lençol no varal e ela ajoelhada no meio deles.
Apesar de não dar pra ver era óbvio que ela tava mamando nos dois e das pra ver claramente seu corpo balançando com os movimentos.
O que me deixou espantado é que ela já não estava fazendo muita questão de se esconder e bem ali, com o dia ainda claro, ela estava se acabando nas rolas dos rapazes no meio do quintal.
Quando terminou o que estava fazendo Cida me viu na janela e me repreendeu.
- Você precisa parar com essa mania de ficar espionando os outros...
Mas eu não conseguia.
O que antes surgiu como uma ideia desesperada pra deixar minha esposa mais feliz acabou se tornando algo prazeroso pra mim.
Tinha me descoberto um voyeur!