Dei uma Surra de Piroca Grossa no Amigo do meu Filho

Um conto erótico de F. Gnomo Paz
Categoria: Homossexual
Contém 5516 palavras
Data: 03/04/2026 14:32:36

Desde que me separei da mãe do meu filho, a casa ficou mais silenciosa, mas o tesão que eu guardava dentro de mim explodiu de um jeito que eu nunca imaginei. Eu, com meus quarenta e poucos, com corpo de pai mesmo — parrudo, barriga de cerveja que ainda aguenta uma boa academia. — nunca imaginei que ficaria duro, quase toda hora, igual a um adolescente.

Eu sou dono de uma loja no centro, e outra loja, na cidade vizinha. Às vezes viajo para resolver uns negócios, às vezes fico na loja, e às vezes fico em casa, resolvendo tudo do meu escritório. Tenho peito largo e peludo até a barriga, braços fortes de quem carrega peso a vida inteira. Cabelo castanho já com fios grisalhos nas laterais, barba por fazer quase sempre. E entre as pernas, uma piroca grossa, pesada, que sempre foi meu orgulho.

Quando era casado, quase toda noite fazia sexo com minha mulher. Tenho orgulho de dizer que nunca trai ela, pena que não posso dizer que ela fez o mesmo. Ela me traiu, e nós nos divorciamos. Eu fiquei com a casa e com um tesão absurdo, fiquei na mão, literalmente.

Douglas, meu filho, fica aqui em casa, um mês sim, outro não. Quando ele vem, Kevin, seu melhor amigo de infância, que mora na rua de trás, passa mais tempo aqui em casa do que em qualquer outro lugar. Até aí, tudo bem.

Porém, alguns meses depois da separação, comecei a olhar pro Kevin de outro jeito. Ele tem vinte e dois anos, branquinho como leite, magrinho mas com aquela bunda empinada que parecia feita para ser agarrada. Rosto fino, olhos grandes, boca carnuda… ele tem a cara idêntica à da minha ex quando era novinha. Talvez por isso passei a vê-lo com outros olhos. Engraçado que Kevin parece mais com minha ex-mulher do que meu próprio filho (que aliás, todos dizem que parece comigo).

Toda vez que Kevin aparecia em casa, de shortinho apertado ou sem camisa depois de jogar bola com meu filho, eu sentia o pau latejar dentro da cueca. Ele era gay assumido, mas discreto pra caralho. Meu filho sabia da sexualidade do amigo e respeitava.

“Qual seria a reação dele em saber que eu estava pensando em fazer putaria com alguém do mesmo sexo — com o melhor amigo dele?”, pensava comigo mesmo.

Acho que ele acharia estranho, obviamente.

“E qual seria a reação de Kevin?”

Foi exatamente aí que tudo mudou.

Eu tinha chegado da academia suado pra porra, com a camiseta colada no peito peludo e o short de moletom marcando o volume da rola que balançava a cada passo. Entrei em casa sem acender a luz da sala, achando que estava vazia. Douglas e Kevin deviam estar no quarto jogando ou talvez tivessem saído.

Tirei a camiseta de uma vez, jogando ela no sofá, e passei a mão na barriga, sentindo o suor escorrer pela trilha de pelos que descia até o umbigo. A piroca, ainda meio inchada do treino, deu um pulo dentro do short quando o ar-condicionado bateu na pele quente.

Foi quando ouvi o barulho do controle do videogame. Virei o rosto e lá estavam eles: Douglas no chão, de costas pra mim, e Kevin sentado no sofá, olhando direto pra mim.

Nossos olhos se encontraram. Demorou muito, já que ele não desviou. Eu vi o jeito como o olhar dele desceu devagar pelo meu peito largo, pelos meus mamilos escuros, pela barriga parruda, e parou um segundo a mais na frente do short. Meu pau latejou forte, visível, e eu não fiz nada pra esconder. Kevin mordeu o lábio inferior, só um pouquinho, e voltou os olhos pro meu rosto. A gente ficou assim uns cinco segundos que pareceram cinco minutos. Meu filho nem percebeu, estava gritando com o jogo. Kevin só sorriu de canto, aquele sorriso tímido que ele sempre dava, mas agora tinha algo a mais. Tesão. Eu senti.

Não falei nada. Só peguei a camiseta e fui pro quarto, sentindo o coração batendo forte. Mas eu sabia: ele tinha visto. E tinha gostado.

Dois dias depois, eu estava na cozinha tomando café preto, só de cueca boxer e uma regata velha, quando ouvi a campainha.

Douglas correu para abrir. Era Kevin, mochila nas costas, cabelo ainda úmido do banho.

— E aí, mano, bora? — disse meu filho. — Hoje a gente tem que estudar pra caralho pro vestibular. Até a biblioteca fechar.

Kevin olhou pra dentro da casa, me viu encostado na bancada com a xícara na mão. De novo aquele olhar demorado. Vi ele descendo os olhos pelo meu peito peludo saindo da regata, parou na cueca onde minha rola grossa descansava pesada entre as pernas. Eu não desviei. Só dei um gole no café e falei, voz rouca:

— Bom estudo, garotos. Se precisarem de alguma coisa, me liguem.

Douglas já tava saindo, mas Kevin parou um segundo na porta.

— Pode deixar, tio. A gente se liga se precisar.

E piscou. Só isso. Uma piscadinha rápida, quase imperceptível. Meu pau deu um salto dentro da cueca.

Eles saíram e a casa ficou em silêncio.

Eu terminei o café, fui pro quarto e me deitei na cama, já com a rola dura na mão, pensando naquela bundinha empinada e naquele rosto igualzinho ao da minha ex.

Bati uma pensando nele e gozei forte no peito peludo.

Mas eu queria mais. Queria ele inteiro.

Na semana seguinte, Douglas foi resolver uns assuntos no centro, algo relacionado a carteira de motorista, se não me engano. E eu estava no escritório, resolvendo umas notas da loja, quando ouvi a porta da frente.

Fui até lá e abri a porta. Dei de cara com Kevin, sozinho, de shortinho de nylon que marcava tudo, usando uma camiseta justa.

— Vim pra jogar um pouco com o Douglas.

— Douglas não tá, garoto. — falei, me encostando no batente da porta. — Acho que ele vai demorar um pouco ainda. Mas se quiser entrar e ficar esperando, fique à vontade. Pode ficar jogando videogame, se quiser.

— Você não se incomoda? — perguntou ele, olhando direto pro meu peitoral peludo, saindo da gola V da camisa.

— Entra logo. — Falei em tom de comando. — Eu só vou terminar de resolver uns assuntos e venho te fazendo companhia.

— Ok.

Voltei pro meu escritório, terminei o que tinha pra fazer e entrei no banheiro. Precisava de um banho frio para esfriar meu corpo e minha mente. Quando terminei, me vesti e desci.

Kevin estava jogando videogame, sentado no chão. Eu estava na cozinha, só de short de moletom, sem cueca, sentindo o saco pesado balançar a cada passo.

Fui até a sala, sentei no sofá e coloquei a mão no ombro dele.

— Kevin… tu tá bem aqui?

Ele virou o rosto, e me deu aquele sorriso tímido que sempre me matava.

— Tô sim, tio.

Eu me aproximei devagar. Quase senti meu corpo parrudo encostando no dele, magrinho.

— Kevin… — Meu joelho encostou no ombro dele. — Desde aquele dia que eu tirei a camisa na sala… você ficou olhando.

Ele engoliu seco, mas não negou.

Virou o rosto pra mim, com os olhos grandes.

— Sempre olhei, tio. Desde os dezessete. Só que agora… O senhor tá solteiro. — A voz dele saiu baixa, quase rouca, mas firme. Ele não desviou o olhar nem por um segundo.

Eu senti o coração martelar no peito peludo. Meu pau, já meio duro dentro do short de moletom, deu um pulo forte quando ele falou aquilo.

Engoli em seco, tentando manter o controle, mas minha voz saiu mais grave do que eu queria:

— Garoto… você sabe o que tá dizendo? Eu sou o pai do seu melhor amigo. Tenho idade pra ser seu pai…

“Quem eu estava tentando enganar? Eu queria aquilo. Porque estava recuando?”

Kevin me olhava nos olhos. Eu me levantei, tentando manter o controle daquela situação.

— Eu sei.

Senti um sorriso surgir em meu rosto. Ele ainda estava sentando no chão, me encarando.

— Essa piroca aqui… — Eu passei a mão por cima do volume que já marcava o tecido — …não é brincadeira. Se a gente começar, não vai ter volta.

Kevin se levantou devagar do chão, sem tirar os olhos dos meus. Ele era mais baixo que eu, magrinho, mas o jeito como ele se aproximou… tinha uma confiança nova. Parou bem na minha frente, senti o peito dele quase encostando no meu. Senti também o cheiro dele, sabonete e algo doce, misturado com o calor do corpo.

— Eu sei exatamente o que tô dizendo, tio — respondeu ele, e dessa vez a voz saiu mais baixa, quase um sussurro, mas com um tom que me pegou de surpresa. — Eu passei anos me tocando pensando em você. Pensando no seu corpo, na sua barriga peluda… nesses braços fortes… — Senti a mão dele acariciando meu membro duro por cima do moletom. — Nessa rola grossa que eu via marcando na cueca quando o senhor ficava a vontade nos fim de semana, ou marcando na calça quando o senhor chegava suado da loja.

— Kevin…

— Eu não sou mais moleque. — afirmou ele. — Eu quero isso. Quero o senhor inteiro.

Eu abri a boca pra responder, mas antes que eu conseguisse falar qualquer coisa, Kevin deu o passo final. Ele ergueu o rosto, segurou minha nuca com as duas mãos — firme e decidido — e me puxou pra baixo. O beijo veio dele e não foi tímido, foi quente, molhado e dominador.

A língua dele invadiu minha boca sem pedir licença, roçando na minha, chupando meu lábio inferior com força. Eu gemi baixo, surpreso, sentindo o corpo todo reagir a ele.

Minhas mãos grandes foram automaticamente para a cintura dele, depois desceram para a apertar aquela bundinha empinada por cima do shortinho de nylon, mas quem mandava no beijo era ele.

Kevin mordeu meu lábio de leve, puxou um pouco pra trás só pra olhar nos meus olhos e sussurrou contra minha boca, ofegante:

— Eu sempre soube que o senhor me queria. Vi no seu olhar aquele dia na sala. Vi no seu olhar na cozinha. — uma mão acariciou minha nuca e ele sorriu. — Agora para de pensar e me beija de verdade, paizão. Me mostra o quanto essa piroca grossa tá louca pra me comer.

Ele não esperou resposta. Voltou a me beijar, mais forte, mais safado, fazendo a língua dele dançar com a minha enquanto ele se esfregava devagar no meu corpo parrudo.

Senti a rola dele, dura e pequena comparada com a minha, roçando na minha coxa. Eu estava perdido. Completamente entregue a aquele jovem branquinho, com cara de anjo e corpo de pecado. Ele tinha tomado o controle do beijo e, naquele momento, de mim também.

Minhas mãos apertaram mais forte a bunda dele, puxando ele contra mim, e eu finalmente correspondi com tudo que tinha, gemendo rouco na boca dele, sentindo o peito peludo roçar no peito liso dele por baixo da camiseta justa.

— Caralho, Kevin… — murmurei entre um beijo e outro, sentindo a voz tremendo de tesão. — Tu vai me deixar louco, garoto…

Ele sorriu contra meus lábios, mordendo de leve de novo, e respondeu sem soltar minha nuca:

— Ótimo. Porque eu quero que o senhor me foda como louco na sua cama agora. Quero sentir cada centímetro dessa rola pesada abrindo meu cuzinho… e quero que o senhor goze dentro de mim até eu não aguentar mais.

Eu não respondi com palavras. Apenas rosnei baixo, peguei ele pela mão e praticamente o arrastei pelo corredor até o meu quarto. A porta bateu atrás de nós com um baque seco.

A luz intensa da tarde entrava pela janela, iluminando a cama grande onde eu dormia sozinho há meses. Meu coração batia forte, o pau latejava dentro do short de moletom, molhando o tecido de pré-gozo.

Mal entramos e Kevin tomou a iniciativa de novo. Ele parou na frente da cama, virou de frente pra mim e, sem tirar os olhos dos meus, segurou a barra da camiseta justa. Puxou ela devagar pra cima, revelando primeiro a barriga lisinha, branquinha, sem nenhum pelo, depois o peito magro, os mamilos rosados já duros. Jogou a camiseta pro chão e ficou ali, só de shortinho de nylon, com o volume da rola dele marcando o tecido fino.

— Quero que o senhor me sinta inteiro, paizão. — murmurou ele, com a voz baixa e safada.

Eu não aguentei. Avancei pra cima dele, espalmando minhas mãos grandes nas costas dele, o puxando contra mim. Meu peito peludo roçou contra o queixo dele e minha barriga contra o peito liso e quente dele. O atrito me fez gemer.

Me inclinei e comecei a beijar o pescoço dele, estava quente e molhado. Chupei a pele macia enquanto minhas mãos desciam pelas costas lisas, apertando aquela cintura fina. Kevin arqueou o corpo contra o meu, esfregando a barriga na minha rola grossa por cima do short.

— Caralho, garoto… — sussurrei contra a pele dele, descendo a boca pro ombro, beijando, lambendo, mordendo de leve.

Ele gemeu baixo e se mexeu devagar, roçando o corpo todo no meu, enquanto as mãos apertavam meus bíceps. Minhas mãos subiram de novo, acariciando os ombros, descendo pelos braços, depois voltando pro peito. Meus dedos roçaram os mamilos dele, apertando de leve, e Kevin soltou um suspiro que me deixou ainda mais louco.

Eu desci a boca pro peito dele, beijando o espaço entre os mamilos, depois chupando um deles com força enquanto minha mão descia pela barriga lisinha, sentindo os músculos tremendo debaixo da pele. Kevin segurou minha cabeça com as duas mãos, apertando meu cabelo grisalho, me puxando mais pra perto.

— Isso, tio… me beija… — ele pediu, voz rouca. — Awmm… meus mamilos são sensíveis.

Me ajoelhei e beijei mais baixo, descendo pela barriga, lambendo o umbigo, as mãos apertando a bunda dele por cima do short, abrindo as nádegas por cima do tecido.

Kevin tremia, mas não parava de se esfregar em mim, gemendo baixinho cada vez que minha boca quente tocava um novo pedaço de pele. Vi as mãos deles abrindo e abaixando o short, junto com a cueca, até os tornozelos.

— Belo pau. — elogiei, vendo o membro duro e branquinho, de cabeça rosada, antes de cair de boca nele.

Chupei o pau dele, fazendo os mesmos movimentos que gostava de receber: passando a língua por todo o membro concentrado na glande sensível, chupando as bolas, depois engolindo o membro o máximo que consegui.

— Awwmm… Paizão, você chupa tão bem…

Eu subi de novo, quando deixei o membro bem babado, e capturei a boca dele num beijo molhado, entrelaçando nossas línguas enquanto nossos corpos continuavam colados, suados, roçando um no outro com tesão acumulado de anos.

— Quero você na minha cama agora. — rosnei contra os lábios dele, mordendo de leve. — Quero sentir essa pele toda contra a minha enquanto eu te como devagar…

Kevin sorriu safado, ainda colado em mim, e sussurrou:

— Então me leva, paizão. Tira o resto da sua roupa.

— Hoje tu vai ser meu, garoto.

Agarrei a cintura dele e virei ele de costas pra mim. Eu quase gozei só de ver aquela bundinha branca, redonda, empinada pra cima.

Tirei meu short e minha piroca pulou pra fora, grande, grossa, cheia de veias marcadas pela extensão, com a cabeça inchada vermelhinha brilhando de tesão. As bolas abaixo estão cheias, pesadas e lotadas de leite acumulado de meses.

— Caralho! Você é maior do que eu imaginava.

Eu sorri da reação dele, sentindo orgulho do tamanho do meu membro.

— Hoje, minha rola será toda sua. — voltei a beijá-lo. — Somente sua.

Deitei ele na cama, ficando por cima, enquanto nos beijávamos ardentemente. As mãos dele acariciavam meus peitorais peludos. Nossos membros estavam duros, roçando um no outro.

— Me come logo. — implorou ele, de olhos fechados.

Eu o virei de bruços na cama e abri as bandas da bunda lisa, exibindo o cuzinho rosado, apertado, já piscando loucamente pra mim.

— Caralho, Kevin…

Cuspi na mão e brinquei com o cuzinho dele, movimentos os dedos sentindo o calor e a textura.

— Ain! — gemeu ele, quando enfiei dois dedos. — Que delícia!

Peguei o pacote de camisinhas e o lubrificante na gaveta da mesinha de cabeceira, encapei minha rola, e a lubrifiquei.

— Está preparado pra sentir minha piroca entrando nesse cuzinho apertado? — perguntei, me posicionando atrás de Kevin, roçando minha rola no meio da bunda branquinha dele.

— Mete logo, paizão.

Encaixei na entrada e penetrei devagar no começo, sentindo o cuzinho apertado dele abrir pra mim.

— Awmm… — Kevin gemeu baixo, mordendo o travesseiro.

Parei quando metade do meu pau entrou. Movi minha cintura pra trás e depois para frente, num ritmo lento.

— Tá sentindo, garoto? Paizão tá entrando dentro de você. — me deitei sobre ele e o abracei enquanto empurrava mais fundo. — Era isso que tu queria?

— Awmm… Simm… Sempre desejei isso.

Comecei a mover minha cintura pra cima e pra baixo, indo mais fundo, fazendo ecoar pelo quarto o barulho da minha pele se chocando contra a dele.

— Ahh! Que cacete grosso.

Eu metia fundo, segurando aqueles quadris magros.

— Ohh! Toma rola no cu, seu novinho safado. — Fodia ele com força, mas sem pressa, curtindo cada centímetro.

Ele gemia e rebolava embaixo do meu corpo, pedindo mais o tempo todo.

— Isso, mete no meu cu. Awm! Isso… mete.

Botei ele de quatro, acelerei os movimentos, beijando a nuca dele, enquanto agarrava o pau dele e batia uma punheta gostosa, fazendo ele gemer mais ainda.

— Awmm! Caralhoo! Tá detonando meu cu, paizão.

Fiquei de joelhos na cama, agarrei os ombros dele e comecei a socar com força, enquanto ele rebolava gostoso pra mim. Ver aquela bunda branquinha, aquele cuzinho rosado e apertado engolindo meu cacete era uma cena tão perfeita que eu sabia que não iria aguentar muito tempo.

— Kevin… Eu… Vou gozar! OHHH! — Enterrei todos os meus centímetros dentro dele e gozei forte, enchendo a camisinha de porra quente.

Encostei a testa nas costas dele, sentindo meu corpo todo tremendo, ainda dentro dele.

— Isso, paizão. Goza pra mim.

Quando sai de dentro, vi o cuzinho dele aberto, vermelho, piscando pra mim.

— Porra, garoto. — tirei a camisinha com cuidado e a amarrei pro conteúdo não vazar.

Joguei em cima da cama, peguei outra camisinha, passei bastante lubrificante e deitei na cama, com o pau apontado pra cima, como o mastro de um navio.

— Vem cá, senta no meu colo. — botei Kevin no meu colo, apertei a bunda dele e dei um tapa forte e sonoro nela. — Cavalga pra mim, garoto.

Ele sorriu, todo safado, agarrou meu pau, encaixou na entrada e começou a sentar, engolindo cada centímetro devagar com o cuzinho apertado e guloso.

— Oh, isso… Que cuzinho mais gostoso.

Ele pôs as mãos espalmadas no meu peitoral, e começou a cavalgar devagar, olhando direto no meu rosto, igualzinho à minha ex fazia.

— Awmm… Paizão, que cacete grosso… Tá me arrombando todo, mas tô adorando. — gemia ele, mordendo o lábio inferior. — Incrível que você ainda consegue me goder, mesmo depois de ter gozado.

Kevin sorriu todo safado, ainda olhando direto nos meus olhos, e começou a descer devagar, engolindo cada centímetro da minha rola grossa com aquele cuzinho guloso e quente. Eu senti a pressão apertada dele me envolvendo, latejando em volta da cabeça inchada.

— Porra, garoto… que cuzinho apertado… tá me engolindo inteiro. — rosnei, segurando firme naqueles quadris magros e branquinhos.

Ele sentou até o fim, fazendo a bunda empinada encostar nas minhas bolas pesadas. Kevin arqueou as costas, jogou a cabeça pra trás e gemeu alto:

— Awwwmm… Paizão… tá me enchendo todo… sinto sua rola pulsando lá no fundo… que delícia de cacete grosso.

Começou a cavalgar devagar no começo, subindo e descendo, rebolando aquele rabo redondo em círculos lentos, esfregando a próstata dele na minha piroca. Eu sentia cada contração, cada vez que ele apertava o cuzinho em volta de mim. Minhas mãos subiram pro peito dele, apertando os mamilos rosados enquanto ele rebolava mais gostoso.

— Isso, Kevin… rebola pra mim, garoto… mostra pro paizão como tu quer essa rola. — murmurei, puxando ele pra baixo pra dar uma socada forte pra cima.

Ele soltou um gritinho de prazer e acelerou, batendo a bunda contra minhas coxas com um tapa molhado.

— Ai, caralho! Mete assim, paizão! Socão fundo… ahhh… arromba esse cu virgem que só pensava em você!

Eu não aguentei só ficar parado. Segurei a bunda dele com as duas mãos grandes, dei um tapa forte na nádega esquerda, o som estalou gostoso e ecoou pelo quarto, e comecei a meter pra cima com força, socando fundo enquanto ele rebolava em cima de mim.

Kevin se inclinou pra frente, colando nossos corpos suados, meu peito peludo contra o peito liso dele, e colou a boca na minha num beijo molhado e safado. A língua dele invadiu minha boca enquanto ele continuava cavalgando, rebolando sem parar. Eu chupava a língua dele, mordia o lábio inferior, e metia mais fundo, sentindo a cabeça da minha rola bater lá no fundo do intestino dele.

— Isso… Beija o paizão enquanto leva rola, novinho safado. — sussurrei contra a boca dele, dando outro tapa sonoro na bunda, dessa vez na direita, um pouco mais forte, só para deixar a marca rosada na pele branquinha.

Ele gemeu entre o beijo, rebolando mais rápido, apertando o cuzinho em volta da minha piroca:

— Awwmm… adoro quando o senhor me dá tapa… me trata como sua putinha particular… mete mais, paizão… quero sentir essas bolas batendo no meu cu!

Eu dei um tapa na bunda dele, dos dois lados, fazendo-o gemer todo manhoso.

Segurei ele pela cintura, plantei os pés na cama e comecei a socar de verdade, dando estocadas fundas e rápidas, fazendo a cama ranger. Kevin se segurava nos meus ombros, cravando as unhas na minha pele peluda, gemendo sem parar enquanto eu o fodia por baixo.

— Toma rola, Kevin… toma tudo que o paizão guardou pra você… esse cuzinho é meu agora!

Ele desceu a boca pro meu pescoço, chupando forte, mordendo enquanto rebolava descontrolado. O suor escorria do meu peito pro corpo dele. Eu dei mais dois tapas seguidos na bunda, apertando as polpas da bunda e abrindo ele ainda mais pra meter até o talo.

— Tô quase, paizão… — ele gemeu no meu ouvido. — Sua rola vai me fazendo gozar só no cu… Ahhh… me fode mais fundo!

Eu acelerei, socando com tudo, sentindo minhas bolas contraírem. Segurei a nuca dele e trouxe a boca dele de volta pra minha, beijando ele com fome enquanto metia sem parar.

— Goza pra mim, garoto… goza enquanto o paizão te enche de novo…

Kevin tremeu inteiro, apertando o cuzinho com força em volta da minha rola, e gozou sem nem tocar no pau dele. Vi a cara de prazer dele e vários jatos quentes espirrando no meu peito peludo. No mesmo instante eu rosnei alto, dei uma última socada bem fundo e gozei pela segunda vez, enchendo a camisinha até ficar lotada de porra quente.

A gente ficou ali, colados, ofegantes. Ele ainda estava sentado no meu colo, com meu pau pulsando dentro dele e a bunda vermelha dos tapas.

Kevin me deu um beijo lento, preguiçoso, e sussurrou contra meus lábios:

— Caralho, paizão… você fode melhor que qualquer um que eu já imaginei… — a voz dele tava fraca e ofegante. — Se o Douglas soubesse que o pai dele me arrombou desse jeito…

Eu sorri, ainda dentro dele, passando a mão na bunda redonda.

— Cala a boca e me beija, garoto. A gente ainda não terminou. — dei outro tapa forte nele e o puxei para meus lábios, iniciando outro beijos quente e intenso.

Depois que gozei pela segunda vez, ainda pulsando forte dentro dele, eu girei Kevin na cama devagar, sentindo o cuzinho dele apertar em volta da minha rola como se não quisesse me soltar.

Saí de dentro, tirei a camisinha cheia de porra, amarrei a boca com força e joguei em cima da outra que já tava ali no lençol.

— Você pode jogar elas no lixo do meu banheiro? — perguntei, com a voz ainda rouca de tesão, mas cheio de malícia.

Kevin pegou as duas camisinhas usadas, se levantou da cama com dificuldade, com as pernas tremendo. Andou engraçado, com aquele rebolado involuntário que fazia a bundinha vermelha e marcada dos tapas balançar a cada passo.

Eu saí da cama e fiquei em pé só pra apreciar a visão mais que perfeita: aquele garoto branquinho, magrinho, com a bunda empinada toda vermelha de tanto levar rola e tapa, caminhando pelado pelo meu quarto como se tivesse levado uma surra gostosa.

Ele parou perto da porta do banheiro, se inclinou pra frente pra jogar os preservativos no lixo. Ao fazer isso, abriu as pernas um pouco e empinou ainda mais aquela bunda redonda. O cuzinho dele apareceu bem na minha frente: vermelho, inchado, aberto, piscando devagar e brilhando de lubrificante.

Não pensei duas vezes. Dei dois passos rápidos, colei meu corpo parrudo nas costas dele, segurei firme na cintura fina com uma mão e, com a outra, segurei minha rola ainda dura, grossa e ainda latejando. Mirei bem no meio daquela bundinha aberta e meti tudo de uma só vez, sem aviso, sem ser devagar dessa vez, fazendo a rola pesada entrar até o talo num golpe só.

Kevin se empinou inteiro, berrando alto:

— AHHHHHH!

Senti o cuzinho dele se contrair desesperado em volta de toda a minha extensão. Estava quente e molhado, muito melhor agora. Quase gozei de novo sentindo ele piscando e apertando como se quisesse me expulsar e me sugar ao mesmo tempo.

— É por isso que os presos não se abaixam pra pegar o sabonete no chão — sussurrei rouco no ouvido dele, abraçando ele por trás, fazendo meu peito peludo colar nas costas lisas dele e minha barriga parruda pressionar a curva da lombar. — Porque o buraco fica vulnerável… e fácil de entrar.

Kevin soltou um gemido longo, enquanto se tremia inteiro, apoiando as mãos na parede do banheiro.

— Caralho, paizão… Você é um safado…

— Só porque meti e te arrombei de novo sem nem avisar?

Ele sorriu, rebolando um pouco, devagar.

— Ai, que rola grossa… tá me enchendo todo de novo…

Eu não tirei. Fiquei ali, enterrado até as bolas, sentindo o calor dele pulsar em volta de mim, sem nada para me impedir de sentir o calor interno dele dessa vez.

— Tá gostando de sentir meu pau? — Dei um tapa de leve na bunda vermelha e comecei a mexer devagar.

— Awmm… Simm… muito melhor assim… — gemeu ele, sentindo estocadas curtas e fundas.

Eu esfregava a cabeça da minha piroca bem no fundo dele, abraçando ele com força, como se quisesse que fossemos apenas um naquele momento.

— Rebola pra mim, garoto… mostra pro paizão que tu aguenta mais uma rodada. — rosnei, mordendo a orelha dele. — Ou vai me pedir pra parar?

Kevin virou o rosto, com os olhos grandes brilhando de tesão, e rebolou pra trás, apertando o cuzinho em volta da minha rola.

— Não vou pedir pra parar nada… mete mais, paizão. Me usa aqui mesmo, do jeito que quiser… eu sou seu agora.

Eu sorri, segurei os quadris dele com as duas mãos e comecei a meter com força, produzindo um barulho obsceno quando minhas coxas se chocavam contra a bunda dele, fazendo ecoar pelo banheiro e pelo meu quarto.

A porta para o meu quarto ainda estava aberta e a casa ainda estava silenciosa. E eu estava comendo o melhor amigo do meu filho bem ali, contra a parede, com socadas rápidas e brutais, a fim de detonar o cuzinho dele com minha piroca grossa.

— Ainn, Paizão. Tá detonando minhas pregas… — gemia ele, agarrado em meus antebraços fortes, que apertavam o tronco magro e lisinho dele.

— Tu não queria conhecer a minha rola? Tá conhecendo ela agora.

— É grande, grossa e insaciável…

— Igual o dono dela. — brinquei, mordiscando o lóbulo da orelha dele, sentindo o cuzinho se contraindo no talo grosso.

— Pai!? Cheguei! — A voz do meu filho veio da sala.

Meu coração acelerou, mas o tesão não diminuiu. Tranquei a porta do banheiro, já não daria tempo de fechar a do quarto. Ouvi Kevin engolir em seco enquanto o cu trancava ao redor da minha pica. Quase gozei dentro dele naquele momento.

— Cadê você?

Kevin olhou pra mim, assustado. Eu apenas botei o dedo indicador na frente dos lábios, fazendo um “Psiu!” mudo, enquanto empurrava ele contra a pia do banheiro.

— Tô no banheiro, filhão. — respondi, levantando uma das perna de Kevin, a colocando sobre o vaso enquanto enfiava a rola de novo, bem devagarinho agora, bem fundo e bem gostoso.

Quase sorri quando vi ele morder o punho pra não gemer, pelo reflexo do espelho.

— Pai, o Kevin veio aqui? — Douglas gritou do quarto, bem do lado de fora da porta do banheiro.

Eu continuei metendo lentamente, sentindo o cuzinho pulsar em volta da minha piroca grossa.

— Veio sim, filho. Ele tá… ele já foi embora — respondi, com a voz rouca, enquanto dava uma estocada mais funda, porém silenciosa. — Disse que voltaria mais tarde.

Kevin apertou os lábios e revirou os olhos. Eu cobri a boca dele com a mão e fodi devagar, sentindo cada centímetro dentro enquanto meu filho continuava ali, do outro lado.

— Beleza, pai. Eu vou… vou no comércio comprar uns refrigerantes e uma latas de cervejas.

— Beleza filhão.

Voltei a socar com força, ainda cobrindo a boca de Kevin, quando ouvi meu filho sair do quarto e pouco tempo depois sair de casa.

Empurrei o garoto contra a pia de mármore, uma mão grande agarrou a cintura dele e a outra agarrou o cabelo, puxando e fazendo ele encarar o próprio reflexo no espelho do banheiro. Fiz ele ver a cara de um jovem sendo fodido por um macho grande, dotado e cheio de tesão.

— Awmm, caralho! Porra!

Me inclinei e mordi as costas dele quando senti que estava próximo. Acabei gozando novamente, mas dessa vez, enchi as paredes internas com minha porra quente e grossa.

— AHHHH!!!

— OHH! TOMA MINHA PORRA DIRETO NO RABO!

Tombei contra as costas dele, pesado e ofegante, enquanto ele estava com o tronco colado na pia do meu banheiro, ofegantes, suado e ainda com cu piscando.

Eu sai de dentro dele, mas gozei tão fundo que não escorreu. Agarrei ele pelo braço, voltei pro quarto com Kevin, o joguei na cama, abri aquelas pernas branquinhas dele e meti com tudo.

— Ahhh!! Porra, paizão! Não vai parar nunca de me foder…?

Eu apenas rosnei, enquanto fodia ele como um animal descontrolado, no cio, todo peludo contra uma presa lisinha, já vermelha de tanto levar pirocada no cu. O suor pingava do meu peito e caia no corpo dele.

— AHHHH! ISSOO!! DETONA MEU RABO, PORRA!! — Kevin gemia alto agora, sem medo.

Não demorou muito e gozei de novo, dentro dele, enchendo o cu com minha porra quente não tão grossa quanto a primeira gozada, mais forte o suficiente pra fazer escorrer dessa vez.

Sai de dentro dele e cai na cama, suado, cansado, ofegante e com as bolas completamente vazias.

Ele tinha gozado de novo, pois o peito e a barriga estavam molhadas de suor e de porra.

— Ca-caralho, paizão… — a voz dele estava cansada e ofegante, mas ainda safada.

Olhei pra ele. Kevin estava olhando pra mim com aqueles olhos brilhando, iguais aos da minha ex quando eu dava uma surra de piroca na buceta dela.

— Se eu soubesse que o senhor me daria uma surra de pica assim… — ele sorriu, desviando o olhar. — Eu tinha dado minha bunda pra você há muito tempo.

Eu sorri, rolando pra deitar em cima dele. Senti meu corpo parrudo e peludo cobrindo o dele branquinho, lisinho e magrinho.

Eu beijei o pescoço dele e sussurrei no ouvido:

— Agora tu é meu segredo, garoto. Quando meu filho voltar pra casa da mãe dele… — apertei a bunda dele, com força. — Essa bunda aqui será minha.

Ele sorriu, apertando meus bíceps com as mãos macias.

— Pode contar comigo, paizão. Eu aguento o tanto que o senhor quiser. E das próximas vezes… — ele olhou fixamente nos meus olhos. — Só sem camisinha. De novo, por favor.

Olhei pra ele, surpreso e admirado.

— Quero sentir o senhor gozando dentro de mim. — ele inclinou a cabeça e beijou meus lábios. — Sempre.

— Pode deixar, garoto. — Sorri, saindo de cima dele. — Agora vai tomar uma ducha, se limpa e se veste. Douglas já deve tá voltando com os refrigerantes e as cervejas.

Ele se levantou da cama, com mais dificuldade do que a última vez. Andou ainda mais engraçada até o banheiro do meu quarto, enquanto eu ficava ali, deitado, pelado, admirando aquela visão perfeita novamente.

Minha mente dizia pra correr atrás dele e fazer o mesmo que fizera minutos atrás, mas meu pau já dormia, cansado, entre minhas coxas.

— Senhor Correia… Será nosso segredinho, tá? — Kevin piscou e entrou no banheiro, fechando a porta atrás de si.

Eu sorri comigo mesmo, sentindo o calor do sol do fim da tarde, que já entrava pela janela do quarto. Eu estava feliz, relaxado e me sentindo mais leve do que nunca.

Quem diria que o melhor amigo do meu filho iria aguentar uma surra de piroca grossa do paizão aqui?

FIM

Notas do autor:

Espero que tenha gostado. Lembre-se: Os personagens são fictícios, então use proteção.

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Foto de perfil de F Gnomo PazF Gnomo PazContos: 12Seguidores: 85Seguindo: 5Mensagem Sou Gnomo Paz, um escritor de contos homoeróticos. Leiam meus contos no Wattpad: @FGnomoPaz ou procurem o meu blog: Mundodognomo. Se estiverem interessados na compra de PDF com alguns contos, entre em contato comigo pelo meu WhatsApp: 86 99453-5769. Beijos e abraços do Gnomo.

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