JP voltou para a capital para continuar os seus estudos com dois conselhos/missão; que era de duas pessoas que ele amava e respeitava demais. Então com certeza ele iria cumprir, a primeira era fácil, foi da sua avó Dona Clarissa, que era um pedido para que ele perdoasse a sua irmã, porque a sua irmã apesar de confusa o amava demais. Esse era fácil já que JP também amava muito a sua irmã, e iria ser tranquilo, na verdade ele nem pensava que precisava perdoar. Já o segundo, aí era mais difícil, que era o pedido da sua mãe para que ele fizesse corridas e exercícios pela manhã, mesmo ele não gostando ele também iria cumprir porque ele também amava muito a sua mãe, e ele faria qualquer coisa para agradar aquela mulher. Bom também pudera né, se ele já amava muito a mãe imagina agora que ela tinha chupado o seu pau, JP com certeza iria fazer tudo para agradar sua mãe, pensando em possíveis prêmios sexuais com a mãe.
Já no interior depois do terceiro dia finalmente, Victoria volta para casa ela sempre voltava no mesmo estado cansada olhos fundos ainda de ressaca da bebida e das drogas que ela tinha consumido do sexo com os amigos e com seus braços cortados de alta punição mas esse era não deixava que nem seus avós e nem seu pai soubesse mas a sua avó Dona Clarice que sempre cuidou dela com muito carinho sabia que a sua netinha querida fazia as suas automutilações, mas já que a sua neta não queria contar ela não forçava a barra com a sua netinha cuidava dela com carinho dava amor compreessão, e sempre que Victória se recuperava, as duas conversavam.
–Está tudo bem Vic?
–Agora está vovó.
–Quer contar pra vovó, porque você agrediu seu irmão.
–Como assim vó? Ele é o culpado por tudo, por eu ser invisível pra dona cobra, por eu não ter um estudo digno, tudo, tudo é culpa dele.
–Será meu amor? Será que ele também não é vítima?
–Vitima!!! Tá bom, uma vítima que tem tudo aos seus pés, agora até um carro. Ha ha, você só pode estar brincando comigo vovó.
–Sabe Victória, eu não gosto de falar mal da sua mãe, porque apesar de tudo, ela me deu vocês dois, e eu amo meus netos, mas você já se perguntou, será que o carro é pro João Pedro, ou pro Rafael seu tio?
–Que tio vó, sabe que eu odeio ele tanto quanto a minha “mãe”, mas explica melhor sua teoria vovó.
–Filha, seu pai é um ingênuo que ama a sua mãe, mas ele nunca daria um carro pro Rafael, então a sua mãe, persuasiva como ela sempre foi, diz que o carro é pro JP, mas ela fica com o carro, já que seu irmão nem aqui está pra dirigir, e passa o dela pro irmão.
–Faz sentido, aquela cobra não faz nada sem pensar, e o meu pai aquele traíra cai direitinho no golpe dessa mulher.
–Seu pai não é um traíra Vic, ele só é um bobo apaixonado.
–Vovó, obrigado por me esclarecer, vou voltar pra casa e jogar essas verdades na cara daquela bruxa…
–Nananão, você puxou o sangue quente da sua mãe, mas nada da calma e inteligência dela meu amor.
–Não puxei nada daquela cobra.
–Sim, você puxou a forma de agir dela, só que você sempre age por impulso é ação e reação, a sua mãe é má com você, mas ela tem coisas que você pode se inspirar.
–O que seria, tratar mal a filha em detrimento do nerdinha idiota dela?
–Rsrsrsrs, bobinha, você tem que ser inteligente, como ela é, eu tenho certeza que ela pensou muito em uma forma pra pedir o carro pro seu pai, ela falava que era pro seu irmão, mas no fundo sempre foi pro inútil do irmão dela, e adivinha, seu pai caiu como um patinho.
–Mas vovó, se você sabe disso, porque não avisou pro papai?
–A minha vontade Vic, é expor sua mãe, falar tudo que penso, mas se eu fizer isso, eu afasto seu pai de perto de mim, e com certeza afasto seu irmão, talvez não você, então eu uso a cabeça, não brigo com ela, finjo que gosto dela, da mesma forma, que ela também finge que gosta de mim e do seu avô.
–Então, você está me propondo vovó, que eu finja com aquela bruxa?
–Sim, quero que, quando o seu pai vir buscar você, você chegue em casa, peça desculpas e fique a par de tudo, quem sabe a gente ache sei lá alguma coisa pra incriminar sua mãe, e fazer seu pai acordar.
–Você acha que minha mãe é uma bandida?
–Não, mas talvez um amante, sei lá, ou pode ser que não tenha nada, mas mesmo que não tiver, você só tem a ganhar, use os mesmos métodos dela com seu pai, diga pra ele que de agora em diante você vai mudar pra merecer um carro, vai se formar, ser alguém na vida, aí você com os métodos da sua mãe, você consegue tudo, e ela não poderá fazer nada.
–Entendi vovó, ela não vai poder brigar por que eu estou fazendo tudo certo, como ela vai por meu pai contra mim?
–Sim filha, vai fazer as pazes com seu irmão agora?
–Não vovó, ainda estou com raiva daquele nerdinha, embora ele fique me mandando mensagem todo dia querendo conversar, ainda não quero falar com ele.
Depois do sábio conselho da avó, Victória, aguardou pacientemente seu pai vir atrás dela e então ela seguiu a risca o que sua avó lhe sugeriu, seu pai André muito feliz concordou com ideia de dar a ela um carro quando ela se formasse, mas ela teria que pedir desculpas a mãe, e por mais que isso doesse na sua alma, ela faria, assim que Victória e seu pai chegou em casa, Melissa estava lá junto do irmão Rafael, na sala os aguardando.
–Bom, resolveu voltar? Pensei que finalmente iria me livrar de você.
–Bom dia pra você também mamãe.
Claramente havia muitos sarcasmos nas palavras de Victória,mas ela com muita força de vontade se recompôs.
–Não mãe, eu sei que está desapontada comigo, o que eu fiz na sua festa não foi certo, mas é hora de saber que meu lugar é aqui junto com minha família, e tenho que dar um rumo na minha vida, então eu lhe peço desculpas.
Aquelas palavras pegou Melissa de surpresa já que sua filha mais nova nunca foi de ser submissa, ela que já esperava mais um embate entre as duas, não conseguiu pensar em nada, então ela respondeu:
–Tudo bem então, se você se comportar como está dizendo, podemos deixar isso pra lá, só não fique no meu caminho.
Victória assentiu, e foi pro seu quarto, ela queria reiniciar seus estudos, mesmo que fosse em uma escola simples e não em uma cheia de pompas como a do seu irmão, Melissa ainda incrédula indaga seu marido.
–O que você fez com essa demonia pra ela está tão calminha?
–Rafael, você pode nos dar licença,eu preciso conversar com sua irmã?
–Não André, ele fica, aqui também é a casa dele,e está família, também é dele, ele pode ouvir.
–Não Melissa, essa casa não é dele, eu empresto o quartinho nos fundos para ele não morar na rua, bom estou indo para o quarto, se quiser saber o que eu e a snossa filha acertamos, vá para lá.
André saí, Rafael está com a mandíbula cerrada, expressão de raiva,a vontade dele é dar uma surra no cunhado, mas sua irmã não permite.
–Fica quieto, depois que tirarmos tudo dele, você vai poder dar uma surra nesse corno, agora vai pro seu canto, que vou ter uma conversa séria com ele, e se der vou te visitar mais tarde.
–Escuta aqui sua puta,só não quebrei a cara desse filho da puta por sua causa, então se vira, eu quero descontar minha raiva em você.
Melissa faz cara de vadia, dá um beijo de língua no irmão, e vai até o quarto encontrar o marido.
–Que porra foi aquela de tratar meu irmão daquele jeito?
–Me desculpa amor, mas você tem de parar de por ele no meio da nossa família, não me importo dele morar aqui,se faz você se sentir bem, só não quero ele participando ativamente dos nossos problemas.
–Está bem, você tem razão, mas agora me diga, porque sua filhinha está tão compreensiva, ela não é disso?
–Não é nada, ela quer estudar, dar um jeito na vida, então eu prometi a ela que quando ela se formar,eu dou um carro para ela,como dei pro JP.
–Você não vai fazer isso de jeito nenhum.
–Porque não? Dei um carro pro JP, e ele nem vai usar, já a Vic, tenho certeza que ela usará.
– Bom, é é sim… ma, mas o JP usará quando estiver aqui, mas é que que…
–Está resolvido, quando ela se formar, ela ganhará, vai ser um motivador para ela, não se preocupe, tem muito tempo até lá, são uns cinco anos, agora vamos parar de falar disso e vamos fazer amor.
–Não estou com cabeça pra isso.
–Você nunca foi de negar uma foda, o que está acontecendo?
–Desculpe meu amor, você tem razão, quer foder, então vamos, depois dessa notícia preciso gozar mesmo.
E então, Melissa se ajoelhou, e fez um boquete molhado no esposo, Melissa tirou sua roupa enquanto André fodia sua garganta, ela ficou nua e sentou em cima do marido, cavalgando sua boceta, enquanto ela se levantava até a pica quase sair, ela pensava, “essa ordinária não ganhará carro nenhum, todo dinheiro desse bosta é meu, nem que eu mato um dos dois pra isso. “ E voltava a sentar com força no marido, esses pensamentos sombrios só fazia seu tesão subir cada vez mais, ela prendia os braços do marido com as mãos, enquanto beijava André, mordendo os lábios do esposo, e batia sua boceta no saco de André, até que os dois não aguentaram mais, e ambos gozaram, claro que Melissa não amava André, mas quando era pra foder, ela se empenhava ao máximo, primeiro por que era assim que ela controlava seu marido, e segundo por que ela era uma mulher quente que gostava mesmo de foder. Assim que finalizou, Melissa foi tomar seu banho, quando seu celular vibra com uma mensagem do seu irmão Rafael.
*Estou louco pra te foder, vem pro meu quarto.
*Lá pelas duas da manhã, quando André e a insolente estiverem dormindo eu vou.
* Escuta aqui sua piranha, quero foder você, se você não estiver aqui em dez minutos, vou entrar aí, por uma arma na cabeça do corno, e te foder na frente dele.
Após a ameaça do irmão, Melissa respira, e responde.
*Está bem, daqui a pouco estou ai.
Ela se perfuma hidrata o corpo com calma, vai até o esposo que já está quase dormindo.
–Amor, vou conversar com o Rafael,ele ficou muito chateado, está pensando até em ir embora.
–Aaaaaarrrr, que sono… deixa amor, ele precisa se virar.
–Amor, você sabe que meu irmão não é forte e trabalhador como você, se ele sair debaixo das minhas asas, não sei o que pode acontecer.
Melissa sabia adoçar a boca do esposo, aquelas palavras encheu seu marido de empáfia.
–Tudo bem amor, vai lá conversar com ele.
–obrigado meu amor, vou levar meu travesseiro, porque aquele sofá dele é muito duro, talvez eu durma por lá,boa noite meu lindo.
–Boa noite gostosa, põe juízo, naquele cabeça de vento.
Melissa pega seu travesseiro e saiu em direção ao quarto do irmão, mas antes de sair, ela vai até o quarto da filha, ela sabe que o marido confia cegamente nela, mas a filha, a insuportável como ela mesmo gosta de dizer, faria de tudo pra ferrar ela, então ela vai a porta, ouve, não indentifica nenhum som, abre a porta o mais silenciosamente possível, e percebe sua filha dormindo, e só então ela fica tranquila para ir pro quarto do irmão/amante. Assim que ela chega, empurra a porta, seu irmão já está no sofá, sentado, completamente pelado, com uma cerveja na mão, e o pau duro na outra, quando ele vê sua irmã entrando de babydoll transparente, com seus peitos turbinados, e uma calcinha minúscula, ele abre um sorriso, um sorriso de poder, de um homem que faz o que quer com a mulher apaixonada, no caso sua devota irmã, ledo engano, Melissa se aproxima com um rosto amistoso, mas ao aproximar de Rafael, ela lhe dá um tapa deixando a marca dos dedos no rosto do irmão, que assustado, deixa cair a cerveja.
–Que porra é essa Melissa, sua louca, porque me bateu sua puta?
Melissa põe a mão na nuca do irmão, e sussurra em seu ouvido.
–Nunca mais ameace o meu marido imbecil.
–Desculpa!!! Tá apaixonadinha pelo corno agora é?
–Você sabe que eu gosto mesmo, é de você meu irmão, e faço tudo por você, mas a única pessoa que eu realmente amo, sou eu mesma, e se qualquer pessoa resolver atrapalhar meus planos, eu removo do meu caminho, inclusive você.
–Então, se eu matar aquele corno desgracado, você ficará livre dele, e com a grana dele, não é?
–Não, quando eu fui casar com o André, os pais deles colocaram uma cláusula, que, se eu trair, ou se o menininho deles sofresse qualquer tipo de agressão da minha parte, eu sairia do casamento sem nada.
–Mas não seria você, e sim eu.
–Rafael, presta atenção, tudo que vem de você, eu sou responsável, eu sempre te protegi, quando você como idiota, foi roubar os velhos, eu tive que implorar pra eles não te por na cadeia, sabia que eles ainda tem todas as provas da merda que você fez.
–Caramba irmã, eu não sabia, esses velhos malditos. Mas porque você aceitou essa cláusula?
–Porque eu não tinha opção, primeiro que se eu não aceito casar, eles provariam pro André que eu só estava casando por interesses, e segundo porque isso não faz diferença, eu vou fazer as coisas sem que ninguém desconfie de mim. Inclusive esses malditos velhos, a hora deles vai chegar.
–Quando você fala assim, dá até medo, então eu nunca vou poder dar uma surra nesse corno, por te comer há mais de 18 anos?
–Na hora certa meu irmão, na hora certa,só não faz merda, pra não sobrar pra mim, e agora vai lá pegar o cintaralho, que hoje vou arrombar seu cu, seu viadinho.
–De jeito nenhum sua piranha, hoje eu é que vou comer seu cu, sua arrombada.
–Rsrsrsrs, aí irmãozinho, e quem disse que você não vai comer meu cu, só que eu quero meter aquele consolo grosso no seu rabo irmão.
–Porque você não enfia no cu do debilóide do seu filho.
Melissa fica séria, e dá outro tapa na cara de Rafael, lágrimas saem dos seus olhos, outro tapa, ele fecha o punho, cerra a mandíbula, uma vontade incontrolável de socar sua irmã na cara, mesmo a amando muito.
–Hummmmm,ficou bravinho viadinho, quer me bater, não é, vai, dá um murro na minha cara vai,ou melhor, quebra o meu nariz, ou você prefere a minha boca, bate, vai bate…
Ela fala tudo isso enquanto aponta o dedo a cada parte que ela mandava o irmão bater, a vontade de Rafael, claramente era mostrar quem mandava, mas Melissa continuou.
–Bate, aí vou gritar pro meu maridinho, e você vai ver como meu corninho vem aqui correndo,eu coloco você na cadeia, e lembra das provas do seu roubo na empresa dos meus sogros, vai ser fácil fazer a cabeça deles pra formalizar a queixa contra você, meu querido irmão,e aí,qual vai ser?
Rafael respira,engole seu sapo, e responde a irmã.
–Não quero brigar com você Mel, mas você me chamou de viadinho, e eu não posso responder?
–Pode meu irmão,e você me xingou de piranha,arrombada, eu apelei? Não, mas deixa o meu filho quieto, ele é um gênio incompreendido, mas eu sei que ele é minha aposentadoria.
–Está bem irmã, não vou xingar mais os seus filhos.
–A putinha você pode xingar, eu não me importo, agora vai pegar a cinta, porque se eu for,vou pegar a maior piroca de borracha lá, ou vou embora, você decide.
Rafael vendo que não tinha força pra brigar com a irmã, e queria muito foder ela, abaixa a cabeça e vai, volta com uma cinta dupla, dava pra por um consolo para o usuário pôr na boceta se quisesse e Melissa queria, ela escolheu um consolo de uns 18 centímetros, lubrificou, foi até seu irmão, que estava sentado, e primeiro chupou seu pênis por um longo tempo, a língua na glande fazia círculos enlouquecia Rafael, então ela enfiava o pênis do irmão todo na boca, e seu dedo já alisava a entrada do ânus do irmão,até a primeira penetração, Rafael gemeu de prazer.
–Viu irmão, você gosta de ter algo no cu, por que faz drama?
Rafael nem respondeu,só gemia com a boca habilidosa da irmã puta, Melissa encostava a cabeça da pica na garganta, ela ficava um longo tempo massageando a rola com a língua, enquanto seu dedo médio já estava enterrado no cu do amante/irmão, Melissa tirou a pica toda babada, a saliva escorrendo até o ânus de Rafael, então Melissa enfia a língua no cu já laceado dos dois dedos que ela metia nele, Rafael grunhiu de prazer, foi o sinal que Melissa queria, para enfim penetrar com o consolo de 18 cm no irmão.
–Toma viadinho, gosta de dar o cuzinho e faz drama, você sempre gostou que eu metesse o dedo em você.
–Aaaaaaaiiii, sim Mel, eu gosto, continua, isso é bom, mas continua batendo uma pra mim, sua piranha…
E Melissa comeu seu irmão, mas a boceta dela estava encharcada, pelo consolo que estava dentro, e também pelo tesão de invadir seu irmão, o homem que foi dono de todas as suas primeiras vezes, ela penetrava em fúria, não aguentando mais de tesão, propõe outra posição.
– Vai gostoso, quero te foder com um bate estaca invertido.
–Como é isso?
–deita no chão com as pernas dobradas para cima, eu por cima ficou de costas pra você, enquanto penetro sua bunda, você enfia a rola no meu cu.
–Vai dar certo?
–Vamos tentar, com tesão que estamos, vamos gozar rápido.
Rafael, que sempre era o capacho da irmã, topou a loucura, deitou, levantou as pernas, com a mão, pôs a rola duríssima pra cima, Melissa, chupou o pau do irmão, deixou bem babado, veio de costas e enquanto penetrava a bunda do irmão, tinha seu cu aberto pela piroca gostosa do irmão, e os dois foderam, por longo tempo, mesmo a posição não sendo muito agradável, o tesão era maior, e Melissa gozou primeiro, as pernas tensionando , a respiração ofegante, o corpo desfalecendo, mas Rafael a segurou forte, e começou a levantar e descer Melissa, para que seu pau movimentasse no esfíncter da irmã , até que uma poderosa ejaculação explode no cu da irmã, Melissa que estava em um estágio pós orgasmo, ao perceber o líquido quente e espesso no rabo, volta a gozar, e dessa vez cai cada um para um lado, os dois extasiados de prazer, mas Melissa era uma piranha de marca maior, então ela expele todo esperma do seu orifício na mão, leva a boca, e depois abre a bunda do seu irmão, e cospe tudo dentro do cuzinho dele.
–Você me deixou todo melado.
Melissa vai até a boca de Rafael, os dois se beijam com muito amor.
–Ai Rafael, foi tão gostoso, eu quis que você sentisse a porra, pra você já ir se acostumando.
–Do que você está falando?
–Eu vou por o JP pra te comer, e ele vai gozar na sua bunda irmãozinho.
–Isso nunca vai acontecer, você sabe que seu filho nunca vai me comer.
–Eu consigo o que quero, você sabe disso, e você quer um de verdade no rabo, amamos dar o cu irmão, é de família.
–É mesmo, lembra quando a gente espiava o pai comendo o cu da nossa mãe?
–Claro que lembro, foi espiando os dois, que começamos a nos pegar, a gente espiava, e o tesão subia, primeiro você se masturbou, depois eu também quis.
–Verdade Melissa, depois você me masturbou, eu te masturbei, aí você me chupou, até eu gozar na sua boca.
–Sim Rafa, você tirou todas as minhas virgindade, e eu virei sua puta.
Depois dessas memórias, ficou um silêncio, até que Rafael quebra o silêncio.
–Você sabe que a mãe traia nosso pai né?
–Claro que eu sei, ela e o amante mortos com um tiro na cabeça na cama dos nossos pais evidencia isso né.
–Sim, eu nunca perdoei o pai por isso.
–Como assim, a vagabunda da nossa mãe que estava traindo ele, você sabe que o pai matou os dois, e ia se entregar.
–Ia nada, ele fugiu, aquele covarde.
–Ele ia sim, estava no sofá esperando a polícia chegar, aí eu dei um sacode nele, e mandei ele fugir.
Rafael, ao ouvir isso pela primeira vez, fica puto com a irmã.
–Como você tem coragem de apoiar o pai, ele matou a nossa mãe?
–Eu sei, não tô dizendo que ele fez o certo, mas veja só, o pai amava a mãe, lembra que a gente espiava, ele arregaçava a mãe, nossa!!!! E ela adorava..
–Também pudera né, lembra o tamanho do pau do nosso pai?
–Sim, era mais de 20 cm , e ela aguentava tudo no cu, e pedia mais, era uma rola enor…
Ela ficou pensativa por um tempo e lembrou.
–Caralho, é isso, o JP puxou o pai.
–O pau do moleque é grande assim?
–Olha, se não for maior, menor, eu tenho certeza que não é.
–Caralho sua piranha, e você quer enfiar isso no meu cu?
–Rsrsrsrs, eu sei que no meu, na hora certa ela vai entrar, ahhhhhhh se vai….
–Voltando a falar dos nossos pais, Melissa você já imaginou se não tivesse acontecido aquela tragédia, como seria?
–Sim, existem dois pontos, por ter acontecido, eu sou assim, prática, primeiro eu, depois os outros, veja bem, o pai era maravilhoso com a mãe, uma rola daquela, e a vadia ainda o traiu, então comigo é sem sentimentos, agora se não tivesse acontecido, com certeza eu já teria sentado naquela piroca.
–Você ia ter coragem?
–Sim, se eu dou pro meu irmão, por que não pro meu pai?
–É, você tem razão, eu nunca me vi comendo nossa mãe, mas com o fogo que ela tinha, com certeza eu comeria também.
–Pois é Rafa, já pensou você e o pai me comendo, um atrás, outro na frente, um no cu outro na boca, os dois gozando na minha boca, ia ser maravilhoso.
–Ia ser mesmo, ia ser uma família fodida, rsrsrsrs.
–Por isso irmão quero você e o JP me fodendo, eu nunca fodi com dois ao mesmo tempo, quero realizar essa fantasia, até a putinha da minha filha já fez isso, e eu não.
–Como você sabe que ela já fez?
–Tenho meus contatos, irmão, ela já transou com dois, com mulher, ela é uma piranhinha.
–Caralho, que ela era puta, todo mundo sabe, só não sabia, à esse ponto.
–Bom, aí é que vem o nosso próximo plano, quero que você seduza ela.
–Está maluca, eu odeio aquela pirralha.
–Ahhh, fica tranquilo irmão, ela também te odeia, mas veja bem, agora ela quer voltar a estudar, diz que é sério, o pai idiota, prometeu um carro se ela formar.
–Certo, e como eu vou fazer isso, se nenhum de nós dois nos suportamos?
–Calma, vou explicar, ela tá se fazendo de boa garota, parece que é pelo carro, mas, não sei, meu sexto sentido me diz que tem algo, e quero que você descubra, mas vá com calma, não seja afoito.
–E como eu vou me aproximar dela?
–Você sabe que eu comprei o carro do “JP” pra mim, eu escolhi marca, cor e modelo pra mim, então vou dizer amanhã cedo, que você quer ser mais útil na casa, então você vai ser o motorista da família, vai levar todo dia a pestinha para escola e trazer, vou passar meu carro pra você, e fico com o novo.
–Entendi, deixa comigo, te garanto que até o final do ano vou comer sua filhinha.
–Deixa de ser idiota Rafael, ela é menor, ela te odeia, por enquanto ela vai te suportar, mas se você fizer besteira, ela te põe na cadeia.
–E o que eu faço então?
–Você vai ter paciência, de vez enquanto eu brigo com você na frente dela, você me xinga pelas costas, e vai se aproximando, e só assim, com ela maior de idade, você dá o bote, entendeu?
–Sim, e sabe o que eu entendi também? Que você falar de eu e JP te comer juntos, me deu um tesão.
–Eu te prometo que você vai se acabar naquela pica irmão, mas por enquanto deixa eu te fazer um boquete gostoso.
Depois da nova armação de Melissa, os dois voltaram a foder dessa vez quem tomou no cu foi só Melissa, e no final ela saboreou a porra do irmão. No outro dia ela informou a ideia dela de ter o irmão como motorista da filha, Victória sabia que a mãe estava tramando algo, mas preferiu não brigar, e aceitou, André também gostou da ideia.
–Confessa mãe, você quer é me vigiar para ver se eu vou mesmo estudar.
–Ai Victória, você se dá muita importância filha, na verdade,eu quero que o Rafael se sinta útil nessa casa, seu pai tem carro, vou passar a usar o do João Pedro, e você que não tem idade ainda,pode usufruir do serviço do seu tio, e outra quando você não quiser vir da escola com ele, é só mandar mensagens para ele, se tem uma coisa que eu não quero, é te controlar.
Victória sabia que a mãe estava com segundas intenções, mas ela pensou nas palavras da avó, e mesmo odiando o tio Rafael, ela pensou que podia tirar proveito da situação, e aceitou de bom grado, o tio Rafael como motorista.
–Na verdade mãe, eu quero sim, vai ser bom não ter que andar a pé sempre.
E assim ficou decidido.
Um ano se passou desde então, JP, estava com 19 anos,todo dia ele tentava contato com a irmã, mas ela não respondia, ela agora com 17 anos, mesmo que estivesse tentando mudar seu jeito, com o irmão ela ainda guardava mágoas.
Continua…
PS: No último conto, não recebi as 50 estrelas pedidas, apesar de um bom número de leituras, espero que tenha a meta atingida no próximo