Passamos a semana praticamente sem nós falarmos. Eu estava morrrendo de vergonha. Afinal , como como leram no outro conto, o Celso tinha me comido, na frente da mulher dele.
Mas no sábado, quando saí do supermercado, ele estava me esperando na porta. Deu a desculpa que récem tinha saído, mas eu tuinha visto ele sair bem antes, e por isso tinha ficado uns 15 minutos a mais . Pagamos o ônibus juntos e ele não tocou no assunto. Descemos e no meio do caminho ele me convidou para ir na casa dele. Tentei inventar uma desculpa, mas quando ele disse que a sua mulher tinha gostado de mim, e estava me esperando, acabei cedendo e fomos para casa dele.
Entramos e ela estava sentada tomando um cerveja, vestindo apénas uma langerie preta , bem transparente e uma calcinha vermelha.
----oi, amor. Disse ela, peguei uma cervejinha para te esperar.
Achei estranho, pareceia que estava se desculando. Mas não dei importancia na hora. Ele pegou copos e tomamos 2 cervejas rapidinho enquanto nós livramos das roupas.
Atendendo o pedido dela, me ajoelhei na frente dela e cai de cara na sua buceta pentelhuda. Celso, ficoi alisando minha bunda., e quando foi se ajeitar para meter, ele pediu para ele parar.
---deixe ele comer primeiro. Falou e e já levantou me levando para o quarto. Deitei por cima dela na cama, e já fui logo metendo o pintinho quase duro na xaninha. Ele escorregou para dentro daquele buraco grande e quentinho. Dei umas metidas e logo a puika ficou dura. Celso se ajoelhou a lado dela e bateu com aquela pika grande e dura na cara dela. Ela abriu a boca e ele enviou a cabeça para dentro. Ela foi deixando o pau dele bem molhado, e do nada ele tirou o pau daa boca dela, e forçou minha cabeça para baixo ao encontro da boca dela. Meti a lingua na boca dela num beijo bem babado, sentia o gosto de pika, mas me senti um macho beijando a esposa de outro. Celso levantou minha cabeça, e colocou o pau de nvo na boca dela, depois foi baixando a minha cabeça novamente. Acabamos por dividir o pau. Ora ela chupava , ora eu chupava. Eu não estava acostumado a chupar pika, mas o que não se faz para comer uma bucetinha.....
Nesse entrevero de pau e boca, acabei gozando. Ela saiu de baixo de mim e foi tomar um banho. Celso imediatamente abriu minhas pernas e cuspiu no meu rego. Apontou a piroca e forçou a cabeça no meu anelzinho. Entrou um pouquinho , mas era muita dor, e apertei o rabo, e o pau escapou. Ele desceu a mão na minha bundinha e soltou um tapão.
---abre esse cu viado... Falou brabo. Deu outra cuspida no meu rego, e tentou de novo.
Meu cu se abriu e entrou a cabeça. Ele foi empurrando até o fundo, e logo estava batendo seu corpo no meu.
----empina a bunda putinho.... EStranhei o seu linguagar , mas obedeci. Empinei um pouco a bunda e ele começou o vai vem. Segurava minhas ancas, e ficava empurrando para baixo e para cima , com força, e alguma violencia. Não demorou muito para gozar. Encheu meu rabo de leite e tirou o pau ainda duro, e ficou batendo ele na minha bundinha branca.
Senti a porra escorrer pelas coxas, levantei e fui tomar um banho, cruzei pela esposinha que estava se arrumando, colocando um vestido curto, que mal tapava as coxas, e calçando uma bota de cano alto. Reparei que o Celso pegou a carteira e deu algum dinheiro para ela. Mas na hora não entendi .
Saí do banho e Celso me esperava com uma cerveja. Tomamos e ele comenetou que a esposinha saiu para visitar uma amiga. Aproveitei para avisar que também estava de saída, fui para o quarto para me vestir. Mas qaundo me inclinei para vestir a cueca, Celso me agarrou por trás, me coxeando.
----Calma, ainda quero te comer mais um pouco..... Tentei me desvenciliar , mas estava quase de 4, com a bunda empinada, ele me empurrou para cama . Deitei de bruços, ele sentou na cama e levou minha cabeça ao encontro da sua pika.
----chupa. Ordenou. Chupa até ficar bem duro para eu meter em ti. Obedeci. Não precisou muito tempo para endurecer. Se ajeitou atras de mim e falou :
---fica de 4 pro teu macho, quero te comer como cadelinha. Obedeci. Me ajoelhei na cama, e le forçou minha cabeça contra o lençol. Abriu minha bunda , passou um cuspe e meteu sem dó. Só parou quando seu corpo bateu no meu. Doía, mas consegui suportar. Ele esperou me rabo se acostumar com o invasor, e só depois começou um vai vem suave. Meteu a mão por baixo de mim, e encontrou meu pau dando sinal de vida. Mexeu um pouquinho e logo meu pintinho ficou durinho. Tirou a mão e me deu um tapa forte no lado da minha bunda :
----tu gosta neh viado... eu sabia que tu gostava, essa bundinha de menina nunca me enganou, ......eu sabia que tu era putinho.....
Não estava entendo estes papos dele. Mas não questionei, também com pintinho duro a gente não pensa muito. Só depois em casa com a cabeça fria e o pinto mole que comecei a me dar conta de algumas coisas.
Ele continuou metendo, alternando estocadas fortes, com umas paradinhas. Eu só gemia, cada vez mais.
----isso geme putinho, geme como menininha.....
Não queria admitir , mas acho que eu estava gostando de bater punheta com um pauzão assim entrando e saindo do meu rabo, numa destas estocadas acaabei gozando gemendo alto. Celso aproveitei deu mais uns tapas na minha bunda, e socando com força também gozou dentro do meu rabinho. Caiu exausto sobre mim. Deitei sobre minha porra, lambuzundo minha barriga. Ele deixou o pau amolecer dentro mim, as vezes dava uma cutucada com o pau meia bomba. Aos poucos o pau escapou e logo senti a porra escorrer pelas coxas. Tentei sair de baixo dele para tomar um banho, mas antes ele colocou minhas maos ao lado da daa minha cabeça, colocou o pau em cima da minha bunda, e ficou esfregando a pika meia bomba, toda melada na minha bunda, encostou a boca no meu ouvido e ficava lambendo e falando :
----meu menininho gostoso, adoro esse teu rabinho, meu viadinho gostoso. Amo essa tua bundinha de menina.
Confesso que até estava gostando, apesar de nunca ter imaginado esses conceitos de mim mesmo. Por fim, saiu de baixo dele e fui tomar banho. Em seguida fui embora.
Voltei ainda uma vez na casa dele, 2 ou 3 semanas depois deste encontro.
Mas conto num proximo se vocês quiserem.
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